quarta-feira, 21 de agosto de 2013

-DICAS PARA A MANUTENÇÃO DO SEU VEÍCULO.

O Brasil teve em 2009 mais de 240 mil acidentes envolvendo automóveis, que causaram a morte de 4,6 mil pessoas. Para ajudar a reduzir esses números, faça uma vistoria antes de viajar. Leve seu veículo para ser avaliado por um profissional e solicite a checagem dos itens hidráulicos, mecânicos e equipamentos de segurança. Cada modelo e marca possui o seu próprio manual de utilização e, por isso, é importante seguir as instruções do fabricante. Essas medidas ajudam a evitar acidentes ou consertos de emergência na estrada.

Obedeça sempre o limite de velocidade. Ele é essencial para circular com segurança em qualquer circunstância, como trânsito congestionado, chuva e neblina. Dobre a atenção ao fazer uma curva. Diminua a velocidade com antecedência e nunca ultrapasse quando a sinalização proibir. Nos locais em que a manobra for permitida, considere a potência de seu veículo e a velocidade de quem vai à frente.

- Confira os itens de segurança: cintos, encosto de cabeça, macaco, triângulo e extintor de incêndio
- Verifique as condições dos pneus e estepe
- Teste a buzina
- Não carregue excesso de peso
- Faça a calibragem dos pneus e verifique se estão desgastados
- Confira os níveis de óleo de freio, do motor e o nível de água no radiador
- Examine as condições de funcionamento das lâmpadas do sistema de iluminação
- Confira se a quantidade de combustível é suficiente para chegar ao destino
- Veja se a quantidade de água no reservatório do limpador de para-brisa é suficiente
- Se as palhetas do para-brisa estiverem ressecadas, faça a troca
- Faça um teste com o desembaçador dianteiro e traseiro
- Confira se o retrovisor interno dá a você uma ampla visão do vidro traseiro
- Os retrovisores externos devem ser ajustados de maneira que você, sentado na posição correta de direção, enxergue o limite traseiro do seu veículo
- Crianças precisam ser transportadas com os dispositivos adequados, que devem ser utilizados sempre no banco traseiro.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

-CÂMBIO AUTOMÁTICO FAZ GASTAR MAIS COMBUSTÍVEL.

Todo motorista já deve ter se perguntado se existe diferença no consumo de combustível entre carros automáticos e manuais. Sim, existe diferença, mas ela depende muito do modo de condução. No caso de dois carros idênticos, guiados da mesma forma, o automático é um pouco mais gastador, até 15% a mais.

De acordo com Cesar Samos, diretor do Sindirepa-SP, o Sindicato dos Mecânicos de São Paulo, o câmbio automático é mais complexo e tem como principais desvantagens o consumo maior e a perda de desempenho. “Mas com a evolução tecnológica e assistência eletrônica, esses fatores foram muito reduzidos. Hoje, os câmbios automáticos são excelentes sistemas de transmissão, permitindo trocas sequenciais comandadas pelo motorista, programas econômicos e esportivos”.

O gasto maior ocorre porque o câmbio automático executa as trocas de marcha em rotações mais altas do que o necessário no câmbio manual. No carro automático, o conversor de torque desperdiça a energia mecânica transferida pelo motor, ou seja, ele não usa toda a força obtida no motor. Além disso, não permite a escolha da marcha correta para determinadas situações, o que faz aumentar a aceleração e, por consequência, mais combustível na câmara de combustão. Veja abaixo as opções de marcha e seus modos de condução.

Carro manual: se as marchas forem trocadas em alta rotação, é bem provável que o carro gastará mais combustível do que um carro automático. No entanto, se as marchas forem trocadas em baixa rotação, como indicado pelas montadoras, o carro gastará menos.

Carro automático: por trabalhar em uma rotação maior, o câmbio automático gasta mais combustível do que o manual. Se a opção “sport” estiver acionada, o carro automático gastará ainda um pouco mais porque a troca de marchas ocorrerá em uma rotação ainda mais alta.

Fonte: Terra.com.br

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

-AS 10 INFRAÇÕES MAIS FREQUENTES NO TR^NSITO.

10- Dirigir na contramão
Alguns usuários revelam que andam na contramão geralmente para superar algum trecho curto e cortar caminho para chegar em determinado local. Extremamente desaconselhável na visão do prof. Coca, que diz: "Dirigir na contramão é uma das manobras associadas a um grande número de acidentes, pois os condutores que estão trafegando no sentido correto jamais imaginam um veículo vindo em sentido contrário".

9- Usar o acostamento
A nona infração mais citada pelos usuários novamente é justificada pela questão de se ganhar tempo, mas o especialista entrevistado é ainda mais contundente na sua crítica: "A ultrapassagem pelo acostamento traz grande risco de acidente, além de muitas vezes prejudicar a fluidez normal do tráfego. Trata-se de manobra típica de indivíduos desqualificados que querem levar vantagem prejudicando outras pessoas."

8- Não dar seta para mudar de pista
Para este item, os membros da comunidade Yahoo! Respostas citam que em muitos momentos não dão seta para entrar em uma rua ou mudar de pista por esquecimento. O prof. Coca atenta para o perigo dessa manobra: "Ao não dar seta para mudar de faixa o condutor pode provocar uma colisão com um veículo que está se aproximando, pois este não tem condições de adivinhar a manobra do veículo que está á frente em outra faixa".

7- Fazer ultrapassagens pela direita
Em muitas cidades brasileiras ultrapassar pela direita é considerada uma infração, e os usuários que a cometem se defendem com a justificativa de que é para "ajudar no fluxo". Ou seja, novamente ganhar tempo é a questão mais relevante para os motoristas. O especialista em trânsito alerta novamente para o perigo, principalmente nas rodovias de pista dupla. "O condutor do veículo à esquerda pode a qualquer momento estar voltando para a pista da direita".

6- Avançar o sinal vermelho
Esta infração é justificada pela maioria por uma questão de segurança. Principalmente no período noturno, os usuários dizem que avançam o sinal vermelho para não correrem risco de assaltos. Para o prof. Coca, isso também não é desculpa: "O avanço do sinal vermelho aumenta o risco de acidentes e prejudica a operação das interseções não semaforizadas próximas, nas quais veículos e pedestres se beneficiam da interrupção do trânsito nos semáforos próximos para cruzar ou adentrar o cruzamento".

5- Não usar o cinto de segurança
Chegamos no top 5 de infrações mais freqüentes no trânsito. O cinto de segurança é apontado pelos membros da comunidade como um item que gera desconforto e é deixado de lado sempre que possível. Para o especialista consultado pela nossa reportagem, ao optar pelo conforto o usuário está assumindo uma chance maior de ser gravemente ferido em caso de acidente: "O uso do cinto de segurança reduz o número de mortes e vítimas graves em cerca de 50% para condutores, 45% para ocupantes de bancos dianteiros e 25% para ocupantes de bancos traseiros".

4- Parar em local proibido
Aquela paradinha rápida em lugar proibido para sacar dinheiro no banco ou comprar algo vale a pena? Não para o prof. Coca: "O ato de parar em local proibido prejudica a fluidez do trânsito, quase sempre provocando congestionamento. Além disso, como muda as características normais de circulação na via aumenta o risco da ocorrência de acidentes".

3- Parar em mão dupla
Esta infração, comum principalmente em entrada/saída de escolas, entra no mesmo critério do item anterior: prejuízo para a fluência do trânsito e risco de congestionamentos.

2- Falar ao celular
A vice-campeã nas citações dos usuários é causada pelo celular. Cada vez é maior o número de pessoas que não consegue descolar do aparelho, inclusive no trânsito. E o prof. Coca também não perdoa os faladores: "O desvio de atenção por parte dos condutores (falar ao celular é o principal fator associado a isso) é responsável por cerca de 15% dos acidentes". Independente se o motorista está usando fone de ouvido ou Bluetooth, o desvio de atenção é o mesmo.

1- Excesso de velocidade
A infração mais citada pelos usuários é andar acima do limite de velocidade permitido. Seja na rua ou na estrada, não são raros os motoristas que tentam ser mais rápidos do que deveriam. As desculpas são as mais variadas possíveis: pisa no acelerador para não chegar atrasado, para fugir de um possível assalto... e é para essas pessoas que o especialista em trânsito relata uma estatística alarmante: "O excesso de velocidade contribui para cerca de 30% dos acidentes (e das mortes) nos países desenvolvidos e 50% dos acidentes (e das mortes) nos países em desenvolvimento".

Fonte: BHTrans

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

VOCÊ SABIA QUE O PNEU DO CARRO PODE ENTORTAR?

Se você sente uma trepidação estranha no seu carro, dê uma olhada nos pneus. Eles podem estar tortos, o que os deixa instável, especialmente nas rodas dianteiras.

Os pneus costumam entortar por dois motivos: deformação por pancadas ou desgaste irregular, explica José Carlos Quadrelli, gerente geral Engenharia de Vendas da Bridgestone do Brasil. “A deformação pode ocorrer devido a um impacto, o que pode desagregar algum componente interno e criar uma ‘bolha’ na banda de rodagem ou lateral”, diz o especialista.

Já o desgaste irregular pode ocorrer por vários motivos, como a pressão errada, falta de calibragem, desalinhamento da suspensão, desbalanceamento, desgaste ou quebra de componentes da suspensão e excesso de carga. Esses fatores “comem” a borracha mais de um lado do que do outro, deixando a peça desequilibrada.

Independentemente do motivo, se o pneu estiver torto o jeito é trocá-lo. Não há concerto para recuperá-lo. O motorista precisa ainda fazer balanceamento e geometria para conferir se o alinhamento está correto.

Vale lembrar que é fundamental para vida útil do pneu a revisão da suspensão a cada 10 mil quilômetros. Com essa quilometragem também é recomendado fazer o rodízio dos traseiros com os dianteiros para garantir o desgaste uniforme da borracha.

Fonte: Terra.com.br

-SIMULADOR SERÁ ITEM OBRIGATÓRIO EM TODAS AS AUTOESCOLAS.

Um recurso virtual é a aposta do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) no combate a uma ameaça real à saúde dos brasileiros: os acidentes de trânsito. Simuladores veiculares estarão em operação nos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de todo o país até o dia 31 de dezembro, como estipula a resolução 444. Em SC, o equipamento, desenvolvido em conjunto com equipe da UFSC, ainda não foi adquirido pelas autoescolas.

Para os futuros motoristas, a medida pode trazer mudanças na formação e no bolso. Como nas aulas práticas, o aluno é orientado a dirigir com calma, ter cuidado nas curvas. A diferença é que a desobediência ao instrutor não poderão causar um arranhão sequer. O objetivo é, de forma segura, complementar a aprendizagem dos futuros motoristas. No aparelho, são requeridas as mesmas reações que seriam exigidas nas ruas, como a atenção à criança atravessado a rua.

Mas o recurso ainda não pode ser visto nos CFCs catarinenses. De acordo com as duas maiores organizações de Centros do Estado — Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de SC (Sindemosc) e Associação Catarinense dos Centros de Formação de Condutores (ACFC) —, as autoescolas ainda procuram mais informações e pesquisam preços.

Os valores altos, inclusive, são um pé no freio para a compra. A aquisição pode ficar em até R$ 38 mil, além das alterações necessárias nas salas que abrigarão os aparelhos. O presidente do Sindemosc, Murilo dos Santos, estima que o custo do novo instrumento não sairá por menos do que R$ 28 a hora-aula para os CFCs. Ele explica que não foram feitos cálculos detalhados, mas é certo que o custo para se tirar carteira de motorista vai aumentar.

Já as empresas falam em um custo menor, beirando os R$ 7 a hora aula. A presidente da ACFC, Yomara Ribeiro, pondera que os centros deverão avaliar opções — como comprar o equipamento em conjunto ou adquiri-lo por uma espécie de aluguel com as empresas que disponibilizam o simulador — para reduzir valores.

O Denatran calcula que as adaptações valerão a pena, pois o aparelho reduzirá a chance de acidentes. Especialistas ressaltam que o simulador não vai eliminar os casos de imprudência, responsáveis por grande parte dos acidentes de trânsito. Porém, contribuições no quesito técnico são unanimidade.

O coordenador do curso de Segurança no Trânsito da Unisul, José Onildo Truppel Filho, afirma que o simulador vai oportunizar que se tenha um contato inicial com os mecanismos de direção sem se colocar a integridade física de outras pessoas em risco. O inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Luiz Graziano, complementa:

— Muitos acidentes ocorrem porque a pessoa não tem técnica, entra na curva e freia, quando não poderia fazer isso. O equipamento pode contribuir para, na emergência, saber o que fazer — reforça.

Com a exigência de simuladores, a licitação para as autoescolas no Estado foi suspensa na semana passada. O Detran prevê o lançamento de um novo edital ainda neste ano.

Protótipo foi desenvolvido pela UFSC

O protótipo que deu origem ao simulador foi desenvolvido em 2009, em uma parceria entre Denatran e Fundação Certi, da UFSC.

— Verificamos critérios fundamentais para que se alcance a melhora da percepção de risco por parte do futuro condutor. Vimos que um maior grau de proximidade do simulador com relação a um veículo real propicia uma melhor aprendizagem — afirma o professor da UFSC Rodrigo de Souza Vieira.

A equipe da universidade também começou em janeiro os trabalhos para desenvolver um simulador para quem for tirar carteira para dirigir motos.

Fonte: Diário Catarinense

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

-10 COSTUMES DO MOTORISTA QUE ACABAM MAIS RÁPIDO COM O CARRO.



Caminhos esburacados, defeitos de fábrica e combustíveis adulterados são grandes responsáveis por manutenções frequentes e, muitas vezes, estão fora do controle do motorista. Porém, a falta de manutenção preventiva e a forma como você conduz seu carro podem acabar mais rápido com o veículo.

Para alguns motoristas pode parecer óbvio, mas o volume de reparos nas oficinas comprova que alguns vícios continuam frequentes e, muitas vezes, são difíceis de serem abandonados. Veja abaixo 10 desses erros.

1) Andar com combustível na reserva
Isso queima a bomba de combustível por superaquecimento. A bomba fica alojada dentro do tanque. Um dos motivos disso é para que o próprio combustível retire o excesso de calor gerado pelo motor elétrico que está dentro da bomba.
Se você costuma andar com o combustível na reserva, essa troca de calor não ocorre e superaquecimentos frequentes acabam diminuindo a vida útil da bomba.

2) Passar em lombadas ou valetas na diagonal
Este hábito provoca torção da carroceria do veículo. Estas torções podem causar o rompimento de pontos de solda, gerando estalos e barulhos difíceis de serem diagnosticados. Acabamentos internos de plástico também são vitimas das torções, "ganhando" rangidos indesejáveis.

As lombadas, também conhecidas como quebra molas, fazem por merecer o apelido. Desviar delas é perigoso. Para não ter aborrecimentos, passe em baixa velocidade, de preferência perpendicularmente.
Carros muito confortáveis, de certa forma, mascaram os efeitos nocivos das lombadas e dos buracos -você não sente, mas os amortecedores, molas, terminais de direção, pivôs pagam a conta, principalmente se seu carro for blindado. Afinal os 200 kg da blindagem seriam o mesmo que carregar três pessoas com você diariamente.

3) Encostar as rodas na guia
Você acaba causando um pequeno dano no rolamento que, pelo fato de trabalhar com altas rotações, vai gerar ruído e até um possível travamento.

4) Girar o volante com o veículo parado ou com as rodas coladas na guia
Isso sobrecarrega o sistema de direção hidráulica, danificando os retentores e provocando vazamentos de óleo hidráulico. Procure girar o volante sempre com o veículo em movimento.

5) Descansar o pé na embreagem
Esse costume diminui a vida útil do sistema. Todo mundo está cansado de saber disso, mas acontece de forma inconsciente e esse tipo de reparo é mais comum do que se imagina.
Se você tem este vício, cole um adesivo no meio do volante para lembrá-lo de que pode estar com pé no lugar errado. Assim como descansar o pé sobre o pedal, segurar o carro em uma subida, utilizando a embreagem, também reduz em 50% a vida útil das peças que compõem o sistema.

6) Passar em áreas alagadas
Isso diminui a vida útil dos rolamentos das rodas e dos esticadores de correia, principalmente de veículos mais velhos, que possuem vedadores dos rolamentos danificados pelo tempo ou por uso. A água penetra dentro do rolamento e, no médio prazo, enferruja os componentes internos, gerando ruído. Fuja de áreas alagadas: o sistema elétrico do seu carro também agradece.

7) Descer a serra desengrenado
Este ato superaquece os freios e, além de promover um desgaste acentuado nas pastilhas, pode gerar o empenamento dos discos de freio quando em contato com água Descer a serra com o câmbio engatado, além de economizar combustível, é mais seguro.

8) Dar arrancadas e reduzidas intensas
O motor do carro fica apoiado sobre coxins, são elementos que têm a função de absorver os movimentos e vibrações do propulsor. Quando você provoca uma arrancada forte, não percebe, mas acaba por danificá-los.

9) Usar óleo vencido
Perder a data da troca do óleo diminui a vida útil do motor. É muito comum os motoristas argumentarem que, por exemplo, passou apenas 1.000 km da quilometragem prevista. Imagine seu motor girando 3.000 rotações por minuto com o óleo vencido.

Muitos reclamam que tiveram que retificar seus motores muito cedo: uma das causas é a falta de atenção com o controle das trocas. Procure a especificação certa e a quilometragem de troca no manual do proprietário.

10) Andar com o carro desalinhado
Além de diminuir a vida útil dos pneus, um carro desalinhado exige muito mais esforço das peças da suspensão dianteira, como bieletas, terminais, pivôs e buchas da barra estabilizadora.
Quando o veículo possui direção hidráulica, problemas como excesso de convergência acabam sendo notados apenas quando você já perdeu os dois pneus dianteiros. É mais barato fazer um alinhamento a cada 10.000.

Fonte: Globo.com

terça-feira, 6 de agosto de 2013

-Cada cor de carro exige cuidados específicos, saiba quais são:

Você sabia que dependendo da cor do seu carro ela merece cuidados especiais? Veja o que cada cor precisa para continuar intacta e não desvalorizar o veículo na hora da revenda.

Preto

Quando o carro for preto, merece atenção redobrada. O cuidado com a pintura deve ser semanal pela facilidade dessa cor de mostrar riscos e sujeira. É aconselhável lavar o veículo na sombra e com a lataria fria. Enxaguar com o carro quente pode ocasionar manchas. Caso perca o brilho, é recomendado fazer a cristalização e o polimento da lataria em oficinas especializadas.

Branco

Cor da moda no mercado brasileiro, o branco se popularizou rapidamente. Além de ser uma cor básica, influenciando positivamente no valor do veículo, ela relativamente não necessita de muito cuidado. A própria cor oferece uma proteção contra problemas naturais. O único cuidado que se deve tomar é na hora da lavagem do carro. Por não ser metálica, não oferece tanta proteção na hora de usar panos ou esponjas. Qualquer sujeira em algum desses objetos pode resultar em riscos na lataria. É importante ressaltar que o branco perde qualidade caso seja muito exposta ao sol. Recomenda-se guardar o carro em local coberto.

Demais cores

As demais cores não precisam de cuidados especializados. A lavagem deve ser sempre com sabão neutro e/ou cera. Pano e esponjas limpas evitam riscos desnecessários na lataria. É válido ressaltar que ao voltar de regiões praianas, é importante realizar uma lavagem completa do veículo. Essa dica serve para todas as cores.

Fonte: Terra.com.br

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

-Motoristas devem ter cuidados com a coluna para evitar dores.


Todos os dias milhares de pessoas saem de suas casas para realizar tarefas diárias, como ir ao trabalho, levar as crianças à escola, entre outros. O que poucos sabem é que a simples ação de se locomover, em carro, moto ou ônibus, pode causar problemas à coluna. O ortopedista Fabiano Canto, do Hospital Orthomed Center, explica que impactos repetitivos dentro dos veículos podem causar dores na coluna. “O que pode colaborar para que isso aconteça é o jeito de dirigir. É preciso que o motorista procure manter uma postura correta."


O médico explica que ao dirigir um carro, o motorista deve recuar o bumbum até chegar no encosto, isso fará com que a coluna fique reta. "O encosto da cabeça também deve ficar na mesma altura que a cabeça, para que em casos de freadas bruscas ou batidas a cabeça não seja arremessada para trás. As pernas devem estar a uma distância que permita que os joelhos possam ficar dobrados."

Já as pessoas que dirigem motos é importante que mantenham os braços esticados o que ajuda a manter as costas em uma posição mais reta. "Para quem anda de ônibus, é essencial que procure se apoiar nos corrimãos. Se a pessoa for de baixa estatura, é recomendado de preferências aos corrimãos mais baixos e frontais ao corpo”, alerta o médico.

Segundo uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população mundial um dia terá dores lombares. Dentre as causas mais comuns, estão problemas relacionados à postura e algumas doenças degenerativas. “A lombalgia ou dores nas costas pode ser causada por vários motivos que vão desde fatores externos, a má postura, trabalho excessivo e doenças degenerativas”, afirma Fabiano Canto. O médico ressalta que praticar atividade física é importante no caso das dores na coluna. “Os exercícios melhoram o funcionamento da musculatura paravertebral. Essa musculatura é fundamental para o bom funcionamento da coluna e com a prática de atividade física o paciente consegue fortalecimento dos músculos o que proporciona a ausência de dor”, aconselha o ortopedista.

Fonte: Exame.com.br

quarta-feira, 31 de julho de 2013

-CARROS VELHOS PODEM SER TRANSFORMADOS EM NOVOS PRODUTOS.


Os carros abandonados, velhos ou batidos são fontes incríveis de materiais recicláveis, mas muitas vezes acabam em verdadeiros em "cemitérios" de automóveis. No Brasil, apenas 1,5% dos veículos voltam à cadeia produtiva. Com isso, perdem-se vidros, borrachas, plástico, tecidos e principalmente metais que poderiam dar origem a outros carros ou produtos diferentes do material original, além de o meio ambiente ser prejudicado.

“Até 93% do material que compõe um carro pode ser reciclado”, garantiu Thomas Buechel, proprietário da Reciclagem Rockaway, de Nova Jersey (EUA), ao site Earth911. Os norte-americanos reaproveitam e reciclam 95% de todos os veículos que um dia estiveram circulando nas suas estradas, de acordo com a Aliança de Fabricantes de Automóveis.

O presidente do Sindinesfra (Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo), que representa as empresas do ramo, Valentin Aparicio Esmilla, é ainda mais otimista com relação às finalidades dos veículos: "95% do carro são recicláveis", declarou ao site Car and Drive. 

Por essas razões, o EcoD listou seis possibilidades de reciclagem de automóveis:

Nova lataria
As partes externas compostas de um carro podem ser recicladas por várias vezes e reutilizadas em veículos com danos, amassados, repondo parte de um carro que sofreu amasso.

Bicicletas
Mas em alguns casos, a lataria origina até outros veículos. Como é o caso da Bicycled, uma bicicleta cujo quadro é feito de metal reciclado de carros. O selim é proveniente do couro dos assentos dos veículos, enquanto que o pisca traseiro reaproveita as luzes de seta. A correia dentada do motor do carro foi utilizada como corrente da bicicleta e as maçanetas das portas viraram blocagens de quick-release de canote de selim.

Novos motores
Os fluidos com os anticongelantes, óleo, gás freon e da unidade de ar condicionado podem ser reutilizados ou reciclados em carros que estão com problemas nesses itens. O próprio ácido da bateria e o chumbo também podem dar origem a novas baterias.

Pavimentos
Cerca de 110 produtos podem ser feitos a partir da reciclagem de pneus. Nos Estados Unidos, um dos fins mais comuns para esses resíduos é a própria estrada por onde um dia estes pneus rodaram. Algumas das utilizações mais comuns incluem a cobertura de asfalto com borracha, que é usado na construção de estradas. Aqui no Brasil, o grupo EcoRodovias utiliza o asfalto-borracha nas rodovias sob sua concessão, por meio da reciclagem. A cada ano, 12 milhões de pneus sucateados são moídos e usados em rodovias, segundo a EPA.

Copos, bancos e concreto
Os vidros do carro podem dar origem a fibras para a composição de novos assentos ou até para serem usadas em concreto de construção. Na Colômbia, vidros de para-brisa foram utilizados na produção de para-brisas pelo estúdio de design Uncommon Goods.

Filtro de ar e ventilador de motor
Os tapetes velhos de um carro, por exemplo, podem ser transformados em peças novas de automóveis, como o filtro de ar e de ventilador do motor.

Fonte: Ibahia

domingo, 21 de julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

-COMO IDENTIFICAR QUE O MOTOR ESTÁ COM PROBLEMAS.

O empresário Felipe Augusto já teve muita dor de cabeça com seu antigo carro. Por trabalhar viajando com outro veículo, Felipe só rodava com seu Chevrolet Celta 2003 nos finais de semana. Até que em um de seus passeios pela cidade em que mora, Vitória de Santo Antão, o automóvel parou e começou a fumaçar. Indo até a oficina, o empresário descobriu que o problema era a bomba d’água. Mas era tarde, o motor já tinha batido.

Felipe conta que muitas pessoas da família utilizavam o carro durante a semana, mas ninguém se preocupava com a manutenção do possante. “Consertei, mas o motor ainda bateu outras duas vezes. Numa delas, meu tio estava com o carro em Abreu e Lima. O jeito foi passar o veículo à frente”, fala.

De acordo com os especialistas, a falta de manutenção é mesmo o principal motivo que leva o motor a bater. Entenda agora como a falta de zelo pode danificar seu veículo e o que pode ser feito para evitar prejuízos.

Como identificar que o motor está com problemas


De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Laurênio Accioly, o motor bate quando algumas peças no interior dele começam a fazer mais esforço do que o normal. “Esse aumento de esforço acontece porque essas peças começam a travar, seja por conta de folgas excessivas ou por uma deficiência na lubrificação do motor”, explica.

O problema das folgas

O motor de qualquer veículo sai de fábrica com folgas padrões de centésimos de milímetros entre suas peças. Quem explica é a engenheira mecânica e diretora da Retífica Padrão, oficina especializada no conserto de motores, Eliana Navarro. Ela diz que, quando o ar que entra no motor vem com pequenos grãos de areia, essas partículas podem se alojar nessas folgas e dar início a um processo de desgaste de peças. “Os grãos funcionam como uma lixa que vai sendo atritada contra os itens motor. O resultado é a quebra dessas peças”, destaca a engenheira. Para evitar o problema, Eliana aconselha a troca do filtro de ar assim que o item indicar desgaste. “Quando ele está muito amarelado, é hora de trocar, pois partículas de poeira já podem estar passando para o motor. Não custa mais que R$ 20”.

Lubrificação necessária

Como toda máquina, as partes do motor precisam estar bem lubrificadas para que o funcionamento seja o melhor possível. Quando algo impede que o óleo chegue a todas as partes da máquina, problemas começam a acontecer. O professor Laurênio Accioly esclarece que, com o tempo de uso, o próprio óleo do motor começa a produzir uma borra que pode entupir as vias pelas quais o óleo deve correr. “Se não estiver lubrificado, o motor passa a trabalhar com mais atrito e o travamento das peças pode acontecer”, frisa Laurênio.

Ainda segundo o professor, trocar o filtro de óleo a cada 7.500 quilômetros é a melhor maneira de evitar que o motor bata por falta de lubrificação. O preço do filtro de óleo gira em torno de R$ 20. “É importante ainda observar a qualidade do óleo. Na oficina, o motorista pode pedir os de base semi-sintética, que custam em torno de R$ 20 o litro”.

Calor excessivo

Outra razão que pode levar o motor a bater é o excesso de calor. “Como estão quentes, as peças do motor aumentam de tamanho e podem travar”, diz o professor Laurênio. Prestar atenção a algum tipo de vazamento de água e sempre manter o radiador abastecido são os caminhos para evitar que o motor bata por conta do calor.

O motor já bateu

A solução agora é levar o carro à uma retífica de motores e reparar o estrago. Eliana Navarro, da Retífica Padrão, diz que o valor do conserto irá depender do problema do motor. “Uma retífica completa de um carro popular, por exemplo, fica por algo em torno de R$ 3.500”, afirma. Jorge Nascimento, diretor da Retífica Recife, também diz que o valor pelo serviço na loja é próximo dos R$ 3.500. “O carro fica pronto dentro de quatro ou cinco dias”, aponta Jorge.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

-FREIO DE MÃO USADO INCORRETAMENTE PODE PERDER A EFICIÊNCIA.

Pouco lembrado pela maioria dos motoristas, o freio de estacionamento, mais conhecido como freio de mão, merece cuidado. Isso porque o equipamento perde a eficiência durante o uso e caso não esteja bem regulado, pode causar acidentes. A forma correta de usá-lo interfere diretamente em sua vida útil.

Além de sua função principal, impedindo o veículo de se movimentar enquanto estacionado, o freio de mão, em carros com transmissão manual, pode ajudar o motorista a arrancar em subidas fortes. Na maior parte dos veículos, é acionado por meio de uma alavanca que fica entre os bancos dianteiros. Também existem acionamentos por pedal (comum entre picapes e utilitários-esportivo) e nos carros mais modernos existe o sistema elétrico, ligado por um botão localizado no console central. Independentemente da sua forma de acionamento, o freio de estacionamento pode apresentar falhas causadas por maus hábitos ou pelo desgaste natural das peças.

O cuidado com o freio de estacionamento não está apenas na manutenção, mas também no manuseio. O sistema deve ser acionado suavemente para evitar desgaste prematuro; o cabo de aço, e outras partes móveis ligadas a ele, acabam afrouxando bem mais cedo se o condutor tiver o mau hábito de puxar a alavanca com toda a força.

Segundo Sílvio Cândido, diretor do Sindirepa, o sindicato das reparadoras do Estado de São Paulo, o motorista deve prestar atenção no momento de acionamento do freio. “O ideal é ouvir, no máximo, de três a quatro ‘cliques’”.

As duas falhas mais comuns são o afrouxamento e o estrangulamento do dispositivo. O primeiro implica na diminuição na capacidade de frenagem do carro parado. Já o segundo, dificulta a ativação e a desativação do freio por causa da pressão excessiva no cabo de aço.

Para manter o conjunto em perfeito funcionamento, recomenda-se a revisão de seus componentes a cada 15 mil km.

Para identificar se o freio de estacionamento do seu carro está funcionando corretamente, faça o seguinte teste: puxe o freio de mão e caso ele faça mais de quatro cliques, ele está desregulado. Leve até seu mecânico de confiança ou concessionária e peça a revisão dos componentes.

Fonte: Terra.com.br

quinta-feira, 4 de julho de 2013

-VEJA COMO EVITAR O DESGASTE EXCESSIVO DO SEU CARRO.

Evite o desgaste excessivo do carro

As grandes cidades estão com cada vez mais engarrafamentos em suas ruas, avenidas e, até mesmo, estradas próximas a metrópoles. A saúde da população cada vez piora mais: é o stress, a poluição... Nos feriados e férias, o caos. Nestas datas, é comum ver motoristas parados em acostamentos devido a panes, muitas vezes devido aos congestionamentos, que aumentam o desgaste de peças e engrenagens dos veículos, comprometem o funcionamento e, consequentemente, reduzem a vida útil dos carros.

Os números provam essa lógica. Dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) mostram que foram registrados 1,3 milhão de atendimentos a veículos que trafegaram em rodovias em 2011 por pane e falha mecânica e elétrica. Mas nem precisa ir muito longe: mesmo antes de qualquer pane, o uso excessivo de engrenagens como freio e embreagem, por exemplo, oferece risco ao motorista.

Claro que a manutenção preventiva é fundamental para evitar tais situações, segundo Julio Alvarez, proprietário da Arbopec Autopeças, localizada em Santos, litoral de São Paulo. “Mas algumas atitudes ao volante reduzem os efeitos negativos de um engarrafamento. Pequenos vícios do motorista quando o trânsito está parado contribuem para o desgaste das peças”.

Confira as dicas de Alvarez para preservar seu veículo.

Dicas para a manutenção do carro



Muitos motoristas não percebem, mas estão com o pé viciado no pedal da embreagem. Em trânsito muito lento, em que se alternam primeira e segunda marcha, os motoristas vão fazendo o carro se movimentar somente com a embreagem. Evite esse vício. Encurte o tempo do pé no pedal e deixe em ponto morto quando o carro estiver parado.

Freio

Pastilhas de freio são peças que, naturalmente, sofrem muita pressão em congestionamentos. São bastante requisitados no irritante “para-anda-para”. Nos engarrafamentos em estradas de serra, a situação é ainda pior. Além disso, pisar demais no freio exige mais da bateria. Quando estiver no trânsito parado da cidade, mantenha distância suficiente do carro da frente para não precisar usar o freio com tanta frequência e muito bruscamente. Já em serras, prefira o freio de mão nos momentos de parada.

Motor

Só desligue o motor se o trânsito estiver realmente parado e o veículo não for se deslocar por vários minutos. Ficar ligando e desligando o motor sobrecarrega a bateria. Isso sem dizer que esse comportamento gasta mais combustível. Após dar partida, mantenha o veículo ligado por pelo menos 15 minutos, tempo suficiente para que a carga total seja reposta. IMPORTANTE: se estiver em um túnel, é melhor desligar o carro, para evitar superaquecimento e concentração de monóxido de carbono, que faz mal à saúde.

Bateria

Cautela ao deixar ligados som ou lanternas, ou outros equipamentos nos momentos em que o motor estiver desligado. Som ligado por muito tempo descarrega a bateria.

Sistema de arrefecimento

Manter o sistema de arrefecimento, ou resfriamento, do motor em bom estado é condição essencial para fazer seu veículo sobreviver a sucessivos congestionamentos. É um sistema responsável por manter a temperatura do motor, evitando o superaquecimento quando o carro está parado, por exemplo. Cumprir essa recomendação exige consulta a profissionais especializados, oficinas e autopeças.

Revisão

Cheque sempre itens como as molas e amortecedores da suspensão, para uma melhor dirigibilidade; luzes de freio e de ré e faróis, cujo perfeito estado é obrigatório, sob pena de multa; palhetas de para-brisa, que ressecam com a exposição ao sol e prejudicam visibilidade nos dias de chuva em qualquer ocasião, seja no trânsito livre ou em congestionamentos; líquido do reservatório para limpar o para-brisa.

Fonte: Bem Paraná

quarta-feira, 3 de julho de 2013

-MOTOCICLISTAS PODEM SER OBRIGADOS A USAR COLETE COM AIRBAG.

Equipamentos de segurança para motociclistas
O projeto foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado

Motociclistas e passageiros de motocicletas no Brasil podem ser obrigados a usar colete ou jaqueta com airbag. Um substitutivo da senadora Ana Amélia (PP-RS) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 404/2012 com a previsão foi aprovado nesta quarta-feira (03) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. A proposta ainda deve passar por pelo menos outras duas comissões na Casa e, se aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.

O texto aprovado pela CAS estabelece que os motociclistas terão prazo de três anos para adaptação do colete com airbag. A proposta também altera a Lei dos Motoboys (Lei 12.009/2009) para obrigar o uso de dispositivos retrorreflexivos nas roupas. O vestuário de segurança deverá ser dado aos motociclistas profissionais pelas empresas ou pessoa que empregar ou contratar o condutor, quando o motociclista trabalhar como autônomo. A tramitação da matéria e os textos do projeto original e do substitutivo podem ser lidos na página do Senado.

Equipamentos de segurança para motociclistas


Além do colete airbag, também constam como itens obrigatórios capacete, botas, luvas e vestimenta que cubra todo o corpo. O texto também altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – Lei 9.503/1997 – para determinar que a não utilização desses equipamentos de segurança, tanto pelos motociclistas quanto pelos passageiros, seja considerada infração gravíssima.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) manteve no substitutivo a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação para os coletes e partes acessórias, mas retirou do texto final a exclusão do pagamento do PIS/Pasep e do Financiamento da Seguridade Social (Cofins), como queria o autor do projeto original, senador Humberto Costa (PT-PE).

Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 2 de julho de 2013

-CÂMARA APROVA INDICAÇÃO DE CONDUTOR NO DOCUMENTO DO VEÍCULO.

Documento poderá ter o nome do condutor

Proposta foi aprovada pela CCJ e seguirá para o Senado

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na terça-feira (25) proposta que prevê a inclusão de condutor principal no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). O texto (Projeto de Lei 6376/09) tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise no Senado.

Pelo texto, o proprietário poderá indicar o nome do principal condutor do veículo, que deverá aceitar a indicação e será o responsável pelo veículo, mesmo quando não estiver em trânsito. Assim que houver a aceitação formal do nomeado, deverá ser emitido novo documento.

De acordo com o autor, deputado José Mentor (PT-SP), o objetivo da proposta é assegurar tranquilidade aos donos dos veículos, uma vez que nem sempre conhecem as rotas percorridas pelo condutor nem as infrações eventualmente cometidas. “A alteração do certificado possibilitará a diminuição dos casos de dúvida em relação aos autores de danos físicos e materiais em conflitos de trânsito”, avalia.

O relator do projeto na CCJ, deputado Vicente Candido (PT-SP), fez apenas mudanças de redação. Segundo ele, as adaptações eram necessárias para adaptar o texto à boa técnica legislativa.

Leia a proposta na íntegra

Com informações da Agência Câmara

segunda-feira, 1 de julho de 2013

-APARTIR DE HOJE, MULTAS DE TRÂNSITO PODEM VIRAR ADVERTÊNCIA.

Entra em vigor hoje a resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que transforma em advertência as multas de trânsito de natureza leve ou média. A medida vale para os motoristas não reincidentes e deve ser pedida à autoridade que expediu a autuação (CET, DER ou Detran) a conversão da penalidade em advertência por escrito.

Essa prerrogativa foi dada no Código de Trânsito Brasileiro, em seu artigo 267, e recebeu regulamentação do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). A conversão deveria ter entrado em vigor ano passado, mas foi adiada para hoje.

Pela resolução, até a data do término do prazo para a apresentação da defesa da autuação, o proprietário do veículo ou o condutor infrator poderá solicitar à autoridade de trânsito a aplicação da penalidade de advertência por escrito. Nesse caso, não caberá recurso à Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) da decisão da autoridade quanto a aplicação ou não da penalidade de advertência por escrito.

A aplicação da penalidade de advertência por escrito não implicará em registro de pontuação no prontuário do infrator. Tanto a resolução do Denatran como o artigo 267 do CTB facultam à autoridade de trânsito a decisão de transformar ou não a multa em advertência.

Fonte: Diário SP