quarta-feira, 31 de julho de 2013

-CARROS VELHOS PODEM SER TRANSFORMADOS EM NOVOS PRODUTOS.


Os carros abandonados, velhos ou batidos são fontes incríveis de materiais recicláveis, mas muitas vezes acabam em verdadeiros em "cemitérios" de automóveis. No Brasil, apenas 1,5% dos veículos voltam à cadeia produtiva. Com isso, perdem-se vidros, borrachas, plástico, tecidos e principalmente metais que poderiam dar origem a outros carros ou produtos diferentes do material original, além de o meio ambiente ser prejudicado.

“Até 93% do material que compõe um carro pode ser reciclado”, garantiu Thomas Buechel, proprietário da Reciclagem Rockaway, de Nova Jersey (EUA), ao site Earth911. Os norte-americanos reaproveitam e reciclam 95% de todos os veículos que um dia estiveram circulando nas suas estradas, de acordo com a Aliança de Fabricantes de Automóveis.

O presidente do Sindinesfra (Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo), que representa as empresas do ramo, Valentin Aparicio Esmilla, é ainda mais otimista com relação às finalidades dos veículos: "95% do carro são recicláveis", declarou ao site Car and Drive. 

Por essas razões, o EcoD listou seis possibilidades de reciclagem de automóveis:

Nova lataria
As partes externas compostas de um carro podem ser recicladas por várias vezes e reutilizadas em veículos com danos, amassados, repondo parte de um carro que sofreu amasso.

Bicicletas
Mas em alguns casos, a lataria origina até outros veículos. Como é o caso da Bicycled, uma bicicleta cujo quadro é feito de metal reciclado de carros. O selim é proveniente do couro dos assentos dos veículos, enquanto que o pisca traseiro reaproveita as luzes de seta. A correia dentada do motor do carro foi utilizada como corrente da bicicleta e as maçanetas das portas viraram blocagens de quick-release de canote de selim.

Novos motores
Os fluidos com os anticongelantes, óleo, gás freon e da unidade de ar condicionado podem ser reutilizados ou reciclados em carros que estão com problemas nesses itens. O próprio ácido da bateria e o chumbo também podem dar origem a novas baterias.

Pavimentos
Cerca de 110 produtos podem ser feitos a partir da reciclagem de pneus. Nos Estados Unidos, um dos fins mais comuns para esses resíduos é a própria estrada por onde um dia estes pneus rodaram. Algumas das utilizações mais comuns incluem a cobertura de asfalto com borracha, que é usado na construção de estradas. Aqui no Brasil, o grupo EcoRodovias utiliza o asfalto-borracha nas rodovias sob sua concessão, por meio da reciclagem. A cada ano, 12 milhões de pneus sucateados são moídos e usados em rodovias, segundo a EPA.

Copos, bancos e concreto
Os vidros do carro podem dar origem a fibras para a composição de novos assentos ou até para serem usadas em concreto de construção. Na Colômbia, vidros de para-brisa foram utilizados na produção de para-brisas pelo estúdio de design Uncommon Goods.

Filtro de ar e ventilador de motor
Os tapetes velhos de um carro, por exemplo, podem ser transformados em peças novas de automóveis, como o filtro de ar e de ventilador do motor.

Fonte: Ibahia

domingo, 21 de julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

-COMO IDENTIFICAR QUE O MOTOR ESTÁ COM PROBLEMAS.

O empresário Felipe Augusto já teve muita dor de cabeça com seu antigo carro. Por trabalhar viajando com outro veículo, Felipe só rodava com seu Chevrolet Celta 2003 nos finais de semana. Até que em um de seus passeios pela cidade em que mora, Vitória de Santo Antão, o automóvel parou e começou a fumaçar. Indo até a oficina, o empresário descobriu que o problema era a bomba d’água. Mas era tarde, o motor já tinha batido.

Felipe conta que muitas pessoas da família utilizavam o carro durante a semana, mas ninguém se preocupava com a manutenção do possante. “Consertei, mas o motor ainda bateu outras duas vezes. Numa delas, meu tio estava com o carro em Abreu e Lima. O jeito foi passar o veículo à frente”, fala.

De acordo com os especialistas, a falta de manutenção é mesmo o principal motivo que leva o motor a bater. Entenda agora como a falta de zelo pode danificar seu veículo e o que pode ser feito para evitar prejuízos.

Como identificar que o motor está com problemas


De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Laurênio Accioly, o motor bate quando algumas peças no interior dele começam a fazer mais esforço do que o normal. “Esse aumento de esforço acontece porque essas peças começam a travar, seja por conta de folgas excessivas ou por uma deficiência na lubrificação do motor”, explica.

O problema das folgas

O motor de qualquer veículo sai de fábrica com folgas padrões de centésimos de milímetros entre suas peças. Quem explica é a engenheira mecânica e diretora da Retífica Padrão, oficina especializada no conserto de motores, Eliana Navarro. Ela diz que, quando o ar que entra no motor vem com pequenos grãos de areia, essas partículas podem se alojar nessas folgas e dar início a um processo de desgaste de peças. “Os grãos funcionam como uma lixa que vai sendo atritada contra os itens motor. O resultado é a quebra dessas peças”, destaca a engenheira. Para evitar o problema, Eliana aconselha a troca do filtro de ar assim que o item indicar desgaste. “Quando ele está muito amarelado, é hora de trocar, pois partículas de poeira já podem estar passando para o motor. Não custa mais que R$ 20”.

Lubrificação necessária

Como toda máquina, as partes do motor precisam estar bem lubrificadas para que o funcionamento seja o melhor possível. Quando algo impede que o óleo chegue a todas as partes da máquina, problemas começam a acontecer. O professor Laurênio Accioly esclarece que, com o tempo de uso, o próprio óleo do motor começa a produzir uma borra que pode entupir as vias pelas quais o óleo deve correr. “Se não estiver lubrificado, o motor passa a trabalhar com mais atrito e o travamento das peças pode acontecer”, frisa Laurênio.

Ainda segundo o professor, trocar o filtro de óleo a cada 7.500 quilômetros é a melhor maneira de evitar que o motor bata por falta de lubrificação. O preço do filtro de óleo gira em torno de R$ 20. “É importante ainda observar a qualidade do óleo. Na oficina, o motorista pode pedir os de base semi-sintética, que custam em torno de R$ 20 o litro”.

Calor excessivo

Outra razão que pode levar o motor a bater é o excesso de calor. “Como estão quentes, as peças do motor aumentam de tamanho e podem travar”, diz o professor Laurênio. Prestar atenção a algum tipo de vazamento de água e sempre manter o radiador abastecido são os caminhos para evitar que o motor bata por conta do calor.

O motor já bateu

A solução agora é levar o carro à uma retífica de motores e reparar o estrago. Eliana Navarro, da Retífica Padrão, diz que o valor do conserto irá depender do problema do motor. “Uma retífica completa de um carro popular, por exemplo, fica por algo em torno de R$ 3.500”, afirma. Jorge Nascimento, diretor da Retífica Recife, também diz que o valor pelo serviço na loja é próximo dos R$ 3.500. “O carro fica pronto dentro de quatro ou cinco dias”, aponta Jorge.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

-FREIO DE MÃO USADO INCORRETAMENTE PODE PERDER A EFICIÊNCIA.

Pouco lembrado pela maioria dos motoristas, o freio de estacionamento, mais conhecido como freio de mão, merece cuidado. Isso porque o equipamento perde a eficiência durante o uso e caso não esteja bem regulado, pode causar acidentes. A forma correta de usá-lo interfere diretamente em sua vida útil.

Além de sua função principal, impedindo o veículo de se movimentar enquanto estacionado, o freio de mão, em carros com transmissão manual, pode ajudar o motorista a arrancar em subidas fortes. Na maior parte dos veículos, é acionado por meio de uma alavanca que fica entre os bancos dianteiros. Também existem acionamentos por pedal (comum entre picapes e utilitários-esportivo) e nos carros mais modernos existe o sistema elétrico, ligado por um botão localizado no console central. Independentemente da sua forma de acionamento, o freio de estacionamento pode apresentar falhas causadas por maus hábitos ou pelo desgaste natural das peças.

O cuidado com o freio de estacionamento não está apenas na manutenção, mas também no manuseio. O sistema deve ser acionado suavemente para evitar desgaste prematuro; o cabo de aço, e outras partes móveis ligadas a ele, acabam afrouxando bem mais cedo se o condutor tiver o mau hábito de puxar a alavanca com toda a força.

Segundo Sílvio Cândido, diretor do Sindirepa, o sindicato das reparadoras do Estado de São Paulo, o motorista deve prestar atenção no momento de acionamento do freio. “O ideal é ouvir, no máximo, de três a quatro ‘cliques’”.

As duas falhas mais comuns são o afrouxamento e o estrangulamento do dispositivo. O primeiro implica na diminuição na capacidade de frenagem do carro parado. Já o segundo, dificulta a ativação e a desativação do freio por causa da pressão excessiva no cabo de aço.

Para manter o conjunto em perfeito funcionamento, recomenda-se a revisão de seus componentes a cada 15 mil km.

Para identificar se o freio de estacionamento do seu carro está funcionando corretamente, faça o seguinte teste: puxe o freio de mão e caso ele faça mais de quatro cliques, ele está desregulado. Leve até seu mecânico de confiança ou concessionária e peça a revisão dos componentes.

Fonte: Terra.com.br

quinta-feira, 4 de julho de 2013

-VEJA COMO EVITAR O DESGASTE EXCESSIVO DO SEU CARRO.

Evite o desgaste excessivo do carro

As grandes cidades estão com cada vez mais engarrafamentos em suas ruas, avenidas e, até mesmo, estradas próximas a metrópoles. A saúde da população cada vez piora mais: é o stress, a poluição... Nos feriados e férias, o caos. Nestas datas, é comum ver motoristas parados em acostamentos devido a panes, muitas vezes devido aos congestionamentos, que aumentam o desgaste de peças e engrenagens dos veículos, comprometem o funcionamento e, consequentemente, reduzem a vida útil dos carros.

Os números provam essa lógica. Dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) mostram que foram registrados 1,3 milhão de atendimentos a veículos que trafegaram em rodovias em 2011 por pane e falha mecânica e elétrica. Mas nem precisa ir muito longe: mesmo antes de qualquer pane, o uso excessivo de engrenagens como freio e embreagem, por exemplo, oferece risco ao motorista.

Claro que a manutenção preventiva é fundamental para evitar tais situações, segundo Julio Alvarez, proprietário da Arbopec Autopeças, localizada em Santos, litoral de São Paulo. “Mas algumas atitudes ao volante reduzem os efeitos negativos de um engarrafamento. Pequenos vícios do motorista quando o trânsito está parado contribuem para o desgaste das peças”.

Confira as dicas de Alvarez para preservar seu veículo.

Dicas para a manutenção do carro



Muitos motoristas não percebem, mas estão com o pé viciado no pedal da embreagem. Em trânsito muito lento, em que se alternam primeira e segunda marcha, os motoristas vão fazendo o carro se movimentar somente com a embreagem. Evite esse vício. Encurte o tempo do pé no pedal e deixe em ponto morto quando o carro estiver parado.

Freio

Pastilhas de freio são peças que, naturalmente, sofrem muita pressão em congestionamentos. São bastante requisitados no irritante “para-anda-para”. Nos engarrafamentos em estradas de serra, a situação é ainda pior. Além disso, pisar demais no freio exige mais da bateria. Quando estiver no trânsito parado da cidade, mantenha distância suficiente do carro da frente para não precisar usar o freio com tanta frequência e muito bruscamente. Já em serras, prefira o freio de mão nos momentos de parada.

Motor

Só desligue o motor se o trânsito estiver realmente parado e o veículo não for se deslocar por vários minutos. Ficar ligando e desligando o motor sobrecarrega a bateria. Isso sem dizer que esse comportamento gasta mais combustível. Após dar partida, mantenha o veículo ligado por pelo menos 15 minutos, tempo suficiente para que a carga total seja reposta. IMPORTANTE: se estiver em um túnel, é melhor desligar o carro, para evitar superaquecimento e concentração de monóxido de carbono, que faz mal à saúde.

Bateria

Cautela ao deixar ligados som ou lanternas, ou outros equipamentos nos momentos em que o motor estiver desligado. Som ligado por muito tempo descarrega a bateria.

Sistema de arrefecimento

Manter o sistema de arrefecimento, ou resfriamento, do motor em bom estado é condição essencial para fazer seu veículo sobreviver a sucessivos congestionamentos. É um sistema responsável por manter a temperatura do motor, evitando o superaquecimento quando o carro está parado, por exemplo. Cumprir essa recomendação exige consulta a profissionais especializados, oficinas e autopeças.

Revisão

Cheque sempre itens como as molas e amortecedores da suspensão, para uma melhor dirigibilidade; luzes de freio e de ré e faróis, cujo perfeito estado é obrigatório, sob pena de multa; palhetas de para-brisa, que ressecam com a exposição ao sol e prejudicam visibilidade nos dias de chuva em qualquer ocasião, seja no trânsito livre ou em congestionamentos; líquido do reservatório para limpar o para-brisa.

Fonte: Bem Paraná

quarta-feira, 3 de julho de 2013

-MOTOCICLISTAS PODEM SER OBRIGADOS A USAR COLETE COM AIRBAG.

Equipamentos de segurança para motociclistas
O projeto foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado

Motociclistas e passageiros de motocicletas no Brasil podem ser obrigados a usar colete ou jaqueta com airbag. Um substitutivo da senadora Ana Amélia (PP-RS) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 404/2012 com a previsão foi aprovado nesta quarta-feira (03) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. A proposta ainda deve passar por pelo menos outras duas comissões na Casa e, se aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.

O texto aprovado pela CAS estabelece que os motociclistas terão prazo de três anos para adaptação do colete com airbag. A proposta também altera a Lei dos Motoboys (Lei 12.009/2009) para obrigar o uso de dispositivos retrorreflexivos nas roupas. O vestuário de segurança deverá ser dado aos motociclistas profissionais pelas empresas ou pessoa que empregar ou contratar o condutor, quando o motociclista trabalhar como autônomo. A tramitação da matéria e os textos do projeto original e do substitutivo podem ser lidos na página do Senado.

Equipamentos de segurança para motociclistas


Além do colete airbag, também constam como itens obrigatórios capacete, botas, luvas e vestimenta que cubra todo o corpo. O texto também altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – Lei 9.503/1997 – para determinar que a não utilização desses equipamentos de segurança, tanto pelos motociclistas quanto pelos passageiros, seja considerada infração gravíssima.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) manteve no substitutivo a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação para os coletes e partes acessórias, mas retirou do texto final a exclusão do pagamento do PIS/Pasep e do Financiamento da Seguridade Social (Cofins), como queria o autor do projeto original, senador Humberto Costa (PT-PE).

Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 2 de julho de 2013

-CÂMARA APROVA INDICAÇÃO DE CONDUTOR NO DOCUMENTO DO VEÍCULO.

Documento poderá ter o nome do condutor

Proposta foi aprovada pela CCJ e seguirá para o Senado

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na terça-feira (25) proposta que prevê a inclusão de condutor principal no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). O texto (Projeto de Lei 6376/09) tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise no Senado.

Pelo texto, o proprietário poderá indicar o nome do principal condutor do veículo, que deverá aceitar a indicação e será o responsável pelo veículo, mesmo quando não estiver em trânsito. Assim que houver a aceitação formal do nomeado, deverá ser emitido novo documento.

De acordo com o autor, deputado José Mentor (PT-SP), o objetivo da proposta é assegurar tranquilidade aos donos dos veículos, uma vez que nem sempre conhecem as rotas percorridas pelo condutor nem as infrações eventualmente cometidas. “A alteração do certificado possibilitará a diminuição dos casos de dúvida em relação aos autores de danos físicos e materiais em conflitos de trânsito”, avalia.

O relator do projeto na CCJ, deputado Vicente Candido (PT-SP), fez apenas mudanças de redação. Segundo ele, as adaptações eram necessárias para adaptar o texto à boa técnica legislativa.

Leia a proposta na íntegra

Com informações da Agência Câmara

segunda-feira, 1 de julho de 2013

-APARTIR DE HOJE, MULTAS DE TRÂNSITO PODEM VIRAR ADVERTÊNCIA.

Entra em vigor hoje a resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que transforma em advertência as multas de trânsito de natureza leve ou média. A medida vale para os motoristas não reincidentes e deve ser pedida à autoridade que expediu a autuação (CET, DER ou Detran) a conversão da penalidade em advertência por escrito.

Essa prerrogativa foi dada no Código de Trânsito Brasileiro, em seu artigo 267, e recebeu regulamentação do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). A conversão deveria ter entrado em vigor ano passado, mas foi adiada para hoje.

Pela resolução, até a data do término do prazo para a apresentação da defesa da autuação, o proprietário do veículo ou o condutor infrator poderá solicitar à autoridade de trânsito a aplicação da penalidade de advertência por escrito. Nesse caso, não caberá recurso à Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) da decisão da autoridade quanto a aplicação ou não da penalidade de advertência por escrito.

A aplicação da penalidade de advertência por escrito não implicará em registro de pontuação no prontuário do infrator. Tanto a resolução do Denatran como o artigo 267 do CTB facultam à autoridade de trânsito a decisão de transformar ou não a multa em advertência.

Fonte: Diário SP

sexta-feira, 28 de junho de 2013

-USO DO SIMULADOR VEÍCULAR EM AUTOESCOLAS É PRORROGADO.

Simulador em autoescolas

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prorrogou para o dia 31 de dezembro deste ano a obrigatoriedade do uso dos simuladores de direção veicular para os candidatos que pretendem tirar CNH na categoria B. O equipamento deverá ser instalado em todos os Centros de Formação de Condutores (CFCs) do país. A decisão, publicada através da Resolução 444/13, está no Diário Oficial da União do último dia 26.

O principal problema apontado, por vários sindicatos que representam a categoria, foi o valor de R$ 33 mil para a aquisição, além de apenas uma empresa estar apta a fabricação do simulador.

Após a instalação, o valor da carteira de habilitação deve subir aproximadamente 30%, segundo os Centros de Formação de Condutores. Serão cinco aulas de 30 minutos cada, acompanhado de instrutor. As aulas serão feitas após a prova teórica e antes das aulas práticas.

Segundo recente pesquisa divulgada pelo Portal do Trânsito, 58% dos entrevistados são a favor da inclusão de aulas obrigatórias com o uso de simuladores de direção. A principal preocupação com a mudança, segundo 35% dos participantes, está no aumento no custo do processo de primeira habilitação e a consequente queda na procura para retirar a CNH. Mesmo assim, 31% dos entrevistados consideram muito importante essa mudança.

De acordo com a coordenadora-geral de qualificação do fator humano no trânsito do Denatran, Maria Cristina Alcântara Andrade Hoffmann, umas das grandes vantagens  do uso do simulador é que ele permite a exposição a uma gama de situações paralelas ao mundo real. Isso dará maior segurança e integridade física tanto para o condutor quanto para o instrutor.

A expectativa é que o simulador de trânsito possa efetivamente contribuir e aprimorar o processo de formação de condutores no Brasil. No que diz respeito ao trânsito, “hoje não existe mais um lado ou outro, todos nós temos que estar juntos para reduzir o número assustador de acidentes”, diz Maria Cristina.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

CONHEÇA OS SINTOMAS DE UM MOTOR "CANSADO".

  
Motoristas profissionais e amadores devem ficar atentos aos primeiros sinais indicativos que o motor do caminhão ou do automóvel está no final de sua carreira. Circular com o veículo em condições inadequadas pode causar grande prejuízo ao bolso dos consumidores

Perda de potência, ruídos e fumaça podem ser indícios que o caminhão está com o motor “cansado”. “Um dos principais sinais de desgaste é a perda de potência. Já a fumaça pode ser proveniente da injeção eletrônica, mas a fumaça mais escura saindo do escapamento pode ser desgaste de anéis”, afirma José Arnaldo Laguna, presidente do Conselho Nacional de Retíficas (Conarem). Indicativos, que segundo Laguna, são facilmente observados pelos profissionais que vivem dentro da boleia do caminhão, já tão acostumados com a performance do veículo. No caso dos motoristas de automóveis que, geralmente, não têm tanta experiência, é mais dificultoso identificar a deterioração do motor. “Já vi automóveis circulando nas ruas com um barulho considerável e o motorista insistindo em guiar nestas condições”, comenta o presidente da entidade, alertando: “Às vezes, acaba fundindo o motor do carro e o prejuízo é grande”.

Ruídos na motorização indicam que o veículo está com algum problema. “Pode estar “batendo o pino”, como diria nossos pais. E isto é muito sério porque começa a “castanhar”, o que eleva a temperatura no cilindro e fura a cabeça do pistão”.

A recomendação é ao ouvir um ruído parar imediatamente o veículo e consultar um profissional. Rodar com o automóvel ou caminhão nestas condições pode danificar ainda mais o motor. A escolha da retífica é uma questão importante para garantir um serviço de qualidade. “Retificar é um processo de usinagem de alta precisão nas peças internas do motor.

Portanto, é fundamental selecionar a empresa que executará o serviço já que deverá ter equipamentos apropriados para cada operação e instrumentos de precisão com medição aferida periodicamente em laboratórios especializados”, ressalta Laguna.

O Conarem elaborou um processo de auditoria onde se faz um levantamento da organização, estrutura, qualidade do pessoal, principalmente, dos processos produtivos da retífica, que deve se basear na norma NBR 13032 da ABNT. “Aconselho os consumidores a ler a norma e verificar se a empresa tem estes requisitos para executar o serviço”, diz Laguna.

No site do Conarem (www.conarem.com.br), há retíficas credenciadas à rede nacional, que garante atendimento em todo o País. “Em qualquer região que apresentar anormalidade no motor, imediatamente poderá ser atendido por um associado da rede”, finaliza.

Conarem

Criado em 1998, o Conarem – Conselho Nacional de Retíficas de Motores, teve início como a primeira câmara especializada do Sindirepa-SP – Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo. Com a evolução dos trabalhos e a necessidade de representar as empresas de retificas, o Conarem se tornou uma entidade nacional voltada para atender às necessidades da área de serviços de motor e garantir o desenvolvimento do setor. Órgão de representação nacional, a entidade possui 350 empresas associadas em todo o País, sendo que 150 fazem parte da rede nacional de retíficas.

A entidade, que congrega as principais associações estaduais ARERGS e ARESC e trabalha em parceria com os sindicatos estaduais (Sindirepas de SP/RS/SC/MG/ES/GO/MT/RO/BA/PE), oferece treinamentos específicos para retificadores, palestras técnicas gratuitas para os reparadores de veículos e também possui um banco de dados, normas técnicas e orientações para consulta, além de seu site servir como fonte de informações para o mercado motor.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

-VEJA 10 DICAS PARA AUMENTAR A DURABILIDADE DO FREIO.

A durabilidade do sistema de freio do seu carro depende da manutenção periódica e de como você dirige. Com auxílio de André Brezolin, engenheiro da Fras-Le, o Terra elaborou uma lista com 10 dicas que podem ajudar os motoristas a aumentar a vida útil dos freios e, assim, preservar a segurança. Confira:

1 - Procure frear sempre suave. Reduza a velocidade, por exemplo, em uma distância maior antes de chegar próximo a um obstáculo.

2 - Em descidas, deixe o carro engrenado em uma marcha adequada para manter uma velocidade constante e usar menos o sistema de freio. É o chamado freio motor.

3 - Em longos trajetos de descida, principalmente em rodovias de serra, nunca deixe o carro em ponto morto. Além de proibido, isso pode provocar o superaquecimento do sistema de freio.

4 - Respeite a manutenção periódica do sistema de freio (verificar a cada 10 mil quilômetros). É importante olhar os discos e pastilhas e trocar do fluído de freio.

5 - Não rode com o carro acima do peso permitido ou especificado pelo fabricante.

6 - Evite frear dentro de curvas, pois isso desgasta mais o sistema de freio.

7 - Nunca desligue o motor com o carro em movimento. O servo-freio (a peça que deixa o freio macio) para de trabalhar e deixa o pedal bem pesado. Isso sobrecarga o sistema de freio.

8 - O freio de mão deve ser usado somente com o carro parado, para mantê-lo estacionado. Só deve ser usado com o carro em movimento em caso de emergência, como, por exemplo, na falta do freio de pedal.

9 - Veículos que são submetidos a uso off road (em estradas empoeiradas) não devem se descuidar da manutenção. Eles podem apresentar maior propensão ao desgaste do sistema de freio, devido à contaminação do sistema devido a partículas estranhas, como poeira e pequenas pedrinhas.

10 - Carros com câmbio automático exigem mais do sistema de freio, pelo fato de se usar menos freio motor quando comparados ao câmbio mecânico. Com freio automático, portanto, os cuidados acima devem ser redobrados.

Fonte: Terra.com.br

sábado, 22 de junho de 2013

-RESPONSABILIDADE AO CONDUZIR MOTOCICLETAS.

Consideradas mais práticas por circularem mais facilmente em meio ao trânsito, motocicletas tem como contrapartida a vulnerabilidade de quem às usa

Elas ganham cada vez mais espaço no trânsito. Mais baratas comercialmente, econômicas e ágeis, as motocicletas circulam facilmente na lentidão do dia a dia, passando em meio aos carros e dando uma sensação de liberdade para quem as conduz. Mas, dar preferência à elas significa também correr mais ricos, afinal a estabilidade é menor que a de um carro e aumenta a vulnerabilidade de seus condutores.

Para poder desfrutar da liberdade e da praticidade das motocicletas, é importante obedecer à legislação e seguir algumas regras de segurança, como usar capacete, segurar o guidão com as duas mãos e usar roupas de proteção com adesivos refletores.

Marcos Pohl, 24 anos, pilota motocicletas desde que tirou sua habilitação, aos 18 anos. Ele revela que utiliza capacete, luvas e normalmente uma jaqueta como forma de proteção ao corpo. Mas, no trânsito diário das ruas, a falta de atenção de alguns motoristas acaba atrapalhando a pilotagem e colocando até mesmo em risco a vida dos pilotos.

Muitos motoristas ignoram as motocicletas, conta Marcos. “Por ser de porte menor, eles acham que cabemos em qualquer espaço”, desabafa. Outro problema do cotidiano, diz Marcos, é quando caminhões de lixo deixam resíduos pela pista, principalmente no estacionamento, quando vão coletar os materiais. Isso acaba se deteriorando pelo local mesmo, o que acaba deixando a pista mais lisa, provocando quedas e até acidentes mais graves.

Mas, da mesma forma que os motoristas devem prestar atenção no trânsito e naqueles que trafegam por duas rodas, os pilotos também devem estar atentos e obedecer às leis de trânsito, bem como sua sinalização. Aos motociclistas, é importante trafegar sempre a uma distância segura dos automóveis e só ultrapassar quando tiver certeza de que foi visto pelo motorista. Muitas vezes as motos não são percebidas por quem dirige automóveis, ônibus, caminhões, ou até mesmo pelos pedestres.

Investindo em segurança

O uso de capacete reduz drasticamente o número de ferimentos graves em caso de acidentes. Por isso, condutor e passageiro devem usá-lo, mesmo em trajetos curtos. O capacete com viseiras transparentes é a principal forma se segurança. As viseiras protegem os olhos do condutor contra partículas de poeira, pequenos insetos voadores ou pedregulhos ejetados do asfalto, evitando acidentes. Quando o capacete não apresentar viseira embutida é necessário o uso de óculos protetores.

Para diminuir a possibilidade de sofrer ferimentos em caso de queda ou acidente, é importante que o motociclista vista roupas resistentes. Use casacos, calças de tecido grosso, luvas e botas de couro. Tenha faixas adesivas refletoras nas costas, frente e braços da jaqueta. A utilização de roupas com detalhes que refletem a luz dos faróis dos carros permitem que os motoristas vejam as motocicletas de uma distância maior.

O Código de Trânsito Brasileiro - Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997 - determina no seu art. 54 que “os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão circular nas vias: utilizando capacete de segurança, com viseira ou óculos protetores; segurando o guidom com as duas mãos; usando vestuário de proteção”.

Sinalização

A sinalização de trânsito informa e orienta os usuários das vias. O respeito à sinalização garante um trânsito mais organizado e seguro para os condutores e pedestres. Placas, inscrições nas vias, sinais luminosos e gestos compõem a sinalização de trânsito. Essas informações regulamentam o trânsito, advertem os usuários das vias, indicam serviços, sentidos e distâncias, sendo classificadas em sinalização vertical, sinalização horizontal, dispositivos de sinalização auxiliar, sinalização semafórica, sinais sonoros e gestos.

O artigo 90, §1 do Código de Trânsito Brasileiro determina que a sinalização de trânsito seja de responsabilidade do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, e este responde pela falta, insuficiência ou incorreta colocação dos sinais.

Em Pato Branco, por exemplo, há vagas específicas para motocicletas. Geralmente elas ficam no início ou no fim dos estacionamentos e abrigam mais de uma no mesmo local.

Mortes em acidente com moto sobem 263,5%

O número de mortes em acidentes de trânsito com motos no Brasil aumentou 263,5% em dez anos. Os dados são do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), criado pelo Ministério da Saúde. Em 2011, foram 11.268 mortes no país, contra 3.100 usuários de motos mortos em 2001.

O Ministério da Saúde informa que os dados de 2011 são os mais recentes disponíveis, visto que o processo de registro de óbito é demorado, levando até dois anos para contabilizar todos os casos. O salto no número de vítimas fatais em acidentes com motos é bem maior que o aumento do número de mortos por acidentes de trânsito em geral, que envolve carros, motos, caminhões, ônibus, pedestres.

Em 2011, foram 42.425 mortes contra 30.524 registradas em 2001 – alta de 39%. No mesmo período, a frota brasileira de veículos de duas rodas aumentou 300%, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas e Similares (Abraciclo), com base em números divulgados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A quantidade de motos emplacadas no Brasil saltou de 4.611.301 unidades, em 2001, para 18.442.413, em 2011.

Fonte: Diário do Sudoeste

sexta-feira, 21 de junho de 2013

-LÂMPADAS DOS FARÓIS PERDEM EFICIÊNCIA ANTES DE QUEIMAR.

Mesmo funcionando aparentemente bem, as lâmpadas dos faróis do seu carro podem perder cerca de 30% da luminosidade ao longo do uso. Por isso, sim, elas precisam ser trocadas antes mesmo de queimar para garantir melhor visibilidade, explica Ricardo Leptich, gerente nacional de vendas e marketing da Divisão de Lâmpadas Automotivas e Especiais da OSRAM.

“Para evitar que o condutor seja pego de surpresa com a queima dos faróis, recomendamos, em média, a substituição preventiva das lâmpadas a cada 20 mil quilômetros ou dois anos de uso. O proprietário do veículo deve sempre optar por fazer a troca do par, garantindo assim um facho de luz uniforme e original”, diz Ricardo. Ele observa ainda que o motorista precisa ficar atento aos fatores que afetam a eficiência das lâmpadas, como problemas no sistema elétrico do veículo e possíveis danos nas lentes e defletores.

Para verificar como está o desempenho dos faróis, há um teste simples, diz o especialista da OSRAM. “Recomendamos um teste que pode ser feito na garagem de casa. Posicione o veículo próximo à parede, acenda os faróis e verifique o reflexo da luz para saber se ambos os lados estão funcionando. Em seguida, afaste o carro (se possível, de 3 a 5 metros) para que possa observar se existe um desnivelamento entre as lâmpadas e se a projeção da luz está simétrica”, ensina.

Caso o dono do veículo não saiba o tempo de uso da lâmpada, é possível identificar, aproximadamente, se a vida útil do produto está perto do fim. Basta observar a tonalidade do bulbo e verificar se há acúmulo de partículas escuras, que dificultam a passagem da luz e, consequentemente, o fluxo luminoso emitido pela lâmpada.

A trepidação dos faróis ou batidas pode comprometer a vida útil das lâmpadas. Além disso, se as lâmpadas não forem instaladas adequadamente ou ficarem expostas a outras situações de mau uso, após certo tempo, podem apresentar baixo rendimento ou parar de funcionar. A situação mais comum é que as trepidações e batidas afetem a regulagem do farol.

Fonte: Terra.com.br

quinta-feira, 20 de junho de 2013

-TRATOR SEM PLACA ESTÁ SUJEITO A MULTA NA ESTRADA.

Emplacamento passa a ser obrigação em vias públicas, como ocorre com veículos de passeio

O deslocamento de maquinário ou equipamento agrícola de uma propriedade para outra se tornou uma operação de risco. As resoluções 429 e 434 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) obrigam o emplacamento dos veículos rurais que circularem em vias públicas, mesmo pelo acostamento. E quem não tem placa está sujeito a multa de R$ 191,54 e a sete pontos na carteira do motorista.

Para atender a legislação, o agricultor gasta, no mínimo, R$ 264,91 em taxas no Paraná. Só fica livre dessa despesa quem circula apenas dentro da porteira. Anualmente, para ter um trator será preciso desembolsar ainda R$ 60,71 para seguro obrigatório, como fazem os proprietários de veículos em geral.

Os veículos agrícolas fabricados a partir de janeiro deste ano estão passando por um pré-cadastro, feito pelos fabricantes, junto ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O proprietário usa os dados desse cadastro e pede o emplacamento do trator. Os R$ 264,91 referem-se a R$ 154,53 pagos para o registro e a R$ 110,38 do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, o DPVAT. Para o cadastro de máquinas antigas, é necessário apresentar a nota fiscal.

De acordo com o coordenador de veículos do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran/PR), Cícero Pereira da Silva, a normativa tem como função criar um cadastro nacional de máquinas agrícolas. Esse cadastro permite a identificação de veículos furtados em todo o país. Ele não soube informar quantos produtores já realizaram o emplacamento. “O número é insignificante”, ressalta.

A cobrança de taxas é criticada pelas entidades do campo. Para o assessor técnico e econômico da Federação de Agricultura do Paraná (Faep), Nilson Hanke Camargo, deveria existir um registro nacional gratuito que envolvesse máquinas e equipamentos novos e antigos, mas não a obrigatoriedade de emplacamento. “As máquinas agrícolas raramente vão para vias públicas, 98% do tempo de uso é rural. Pagar taxas por conta de 2% não é a melhor forma”, diz.

O presidente do Sindicato Rural de Toledo, na região Oeste do Paraná, Nelson Paludo, considera que seria aceitável o pagamento de uma taxa única, mas não a cobrança anual do DPVAT. “Renovar todo ano é muita burocracia e um gasto adicional. Não é viável e prejudica os produtores, principalmente os pequenos”, adverte.

Resistência

A regulamentação que obriga o emplacamento de máquinas agrícolas que trafegam em vias públicas levou três anos para entrar em vigor. A demora deve-se à incompatibilidade dos chassis das máquinas agrícolas com o sistema de registro de veículos nacional, que não permitia o cadastro. A data foi postergada para 1.° de junho deste ano para que as indústrias se adaptassem. Agora, os chassis dos veículos rurais têm a mesma quantidade de caracteres alfanuméricos do automóvel (17). A regulamentação, no entanto, corre risco de nova suspensão.

O deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS) está tentando colocar em votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, ainda neste mês, um projeto pedindo o fim do licenciamento e emplacamento para veículos rurais, com medidas similares às aplicadas aos veículos bélicos. De acordo com a assessoria do parlamentar, há o compromisso do presidente da CCJ, Décio Lima (PT/SC), de que o pedido seja colocado na pauta no curto prazo. “Essa resolução é absurda, simplesmente arrecadatória, sem noção da realidade dos trabalhadores rurais”, criticou Moreira. Em países como os Estados Unidos, o emplacamento é exigido apenas em rodovias federais.

Fonte: Mídia News