sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

-CARROS PODERÃO SE COMUNICAR PARA EVITAR ACIDENTES E MORTES.

Carros se comunicando no futuro

Pelo menos esse é o projeto do Departamento de Transporte dos Estados Unidos, que propõe conexões em todos os carros para um trânsito mais seguro

O Departamento de Transporte dos Estados Unidos, juntamente com o setor de Segurança de Tráfego em Rodovias Nacionais, apresentou um projeto que pretende transformar as ruas do país do Tio Sam em vias muito mais seguras – projeto que possivelmente pode ser exportado para outros países se for bem aplicado.

Um relatório com mais detalhes do planejamento deve ser divulgado nas próximas semanas, porém já podemos saber como será esse novo conceito de tráfego.

Trata-se de um grande e ousado passo nos sistemas de comunicação dos carros do país. Através de sensores e conexões com os carros próximos, os veículos poderão identificar quando outros automóveis estiverem por perto, diminuindo de velocidade automaticamente para evitar possíveis batidas.

Batizado de V2V (vehicle to vehicle communication), os carros podem trocar informações como posicionamento, velocidade e percurso dez vezes por segundo com base em seus sensores – testes com esse tipo de tecnologia já são realizados há alguns anos.

Um trânsito mais seguro e inteligente


Anthony Fox, secretário da US Transportation Security, disse que o novo aparato tecnológico vai desempenhar um papel importante no trânsito ao ajudar com que os motoristas evitem prováveis batidas, já que melhorará os trajetos e os percursos das pessoas.

As empresas automobilísticas se mostram interessadas no projeto, já que o conceito de "carro inteligente e conectado" cresceu bastante nos últimos anos, porém existem alguns empecilhos para que o V2V se torne popularmente real.

Em primero lugar, é claro que as conexões entre os carros devem ser bastante comuns e rápidas para que o sistema funcione corretamente. Além disso, tal rede de comunicação de veículos também pode evitar congestionamentos, já que os carros vão desacelerar ao se aproximar de determinadas regiões, fazendo com que o fluxo de automóveis ande de modo mais natural, preventivo e inteligente.

Contudo, para que essa tecnologia de comunicação se torne possível, as montadoras precisam de um novo conjunto de normas que devem ser aplicadas na produção de seus automóveis (algo que pode ser um tanto difícil de obter), pois tal sistema só pode funcionar eficientemente se todos os veículos se conectarem. Mas mesmo que o projeto demore para sair do papel, o seu anúncio público já indica que ele está sendo devidamente estudado. 

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

-CÂMARA DEVE VOTAR SEMANA QUE VEM FIM DO USO DE SIMULADORES.

Obrigatoriedade de uso dos simuladoresPDC 1263/2013, que susta a Resolução 444/13 do Contran, está hoje em análise na Comissão de Viação e Transportes

O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e o líder do PMDB na Casa, deputado Eduardo Cunha (RJ), garantiram que o Projeto de Decreto Legislativo 1263/2013 será votado na próxima semana. A garantia foi dada ontem ao deputado federal Marcelo Almeida (PMDB-PR), autor do PDC que susta os efeitos da Resolução 444/2013 do Conselho Nacional de Trânsito, que tornou obrigatório o uso dos simuladores de direção na formação de novos condutores no Brasil. O projeto está hoje na Comissão de Viação e Transportes da Câmara e tem como relator o deputado Jesus Rodrigues (PT-PI).

Almeida está articulando junto aos líderes da Casa a aprovação do projeto o mais rápido possível, pois os Centros de Formação de Condutores de todo o Brasil já estão sendo obrigados a comprar os simuladores. O desembolso médio de cada autoescola é de R$ 40 mil por simulador. A obrigatoriedade tem gerado protestos em todo o Brasil e uma nova manifestação nacional das autoescolas contra a obrigatoriedade dos simuladores está agendada para a próxima quarta-feira, em Brasília-DF.

Segundo Almeida, que desde o ano passado vem lutando contra a obrigatoriedade, não há qualquer comprovação técnico-científica que garanta a eficiência dos simuladores na formação de novos condutores, com vista à redução dos acidentes de trânsito no Brasil. Segundo ele, o equipamento deve ser opcional para as autoescolas que querem se diferenciar no mercado e não uma exigência, que vai elevar o custo da emissão da primeira habilitação em, no mínimo, R$ 250,00 em todo o Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

-BRAÇO ESTENDIDO PARA TRAVESSIA DE PEDESTRE PODERÁ SER ADOTADO NO PAÍS.

Gesto para travessia de pedestresUm projeto em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, poderá alterar o  Código de Trânsito Brasileiro (CBT) para normatizar a travessia de pedestres em faixa sinalizada.

Pela proposta da Câmara dos Deputados (PLC 26/2010), os pedestres terão de fazer gesto com o braço para solicitar a parada dos veículos antes de cruzar a pista. O aceno seria exigido para travessias de faixas onde não existam semáforos.

A intenção da autora, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), é motivar todas as cidades brasileiras a seguirem uma prática habitualmente observada nas vias de Brasília. Na capital do país, os pedestres estendem o braço quando desejam atravessar as faixas e normalmente os motoristas concedem preferência de passagem.

Em análise favorável à proposta, o relator, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), destacou que a inovação adotada na capital federal resultou em ganhos objetivos para a segurança do transeunte. Com o gesto, assinalou, o motorista percebe claramente a intenção de quem está ao lado da faixa.

“Entendemos que se trata de medida simples 78e que não implica custos adicionais, podendo ser facilmente replicada de norte a sul do Brasil”, argumentou.

A adesão ao chamado “sinal de vida” é motivo de orgulho para os habitantes do Distrito Federal. Mesmo assim, campanhas para estimular a preservação do respeito ao pedido de passagem continuam sendo feitas com regularidade. De acordo com pesquisa do órgão de trânsito, cerca de 12% dos condutores ainda desrespeitam o direito dos pedestres na capital federal.

Emendas

Mesmo recomendando a aprovação, o relator sugeriu emenda para retirar do texto dispositivo que determina ao pedestre a espera por outras pessoas para atravessar “vias de grande fluxo”. Valadares argumenta que o texto não estipula o conceito de “vias de grande fluxo”, nem a quantidade de pessoas que devem atravessar em bloco.

Também observou que, nas vias onde a paralisação ocasionada pela travessia dos pedestres é mais constante, outras medidas de resolução dos conflitos podem ser adotadas. Como exemplo, ele citou a instalação de semáforo para pedestres, a presença de um agente de trânsito nos períodos mais críticos ou mesmo a instalação de um túnel ou passarela.

Outra emenda suprimiu a indicação para que o “gesto do pedestre” passe a constar do Anexo II do CTB. O relator observa que o anexo é ilustrado por figuras e que o projeto não encaminha o desenho a ser inserido. Por isso, sugeriu que o Conselho Nacional de Trânsito seja responsável por ajustar o anexo, “na forma que entender ser a tecnicamente mais apropriada”.

Caso as emendas sejam aceitas, a proposta terá de voltar à Câmara para exame das alterações. Sem mudanças, o texto poderá seguir diretamente para sanção presidencial, já que se trata de decisão terminativa. A decisão final só caberá ao Plenário do Senado se houver recurso com esse objetivo.


Com informações da Agência Senado

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

-OS ACIDENTES DE TRÂNSITO SERÃO A NOVA PRAGA DO MUNDO EMERGENTE.

Acidentes de trânsito podem virar epidemiaA OMS calcula que os desastres viários causarão dois milhões de mortes em 2030 nos países em desenvolvimento e alcançarão a Aids como causa de óbitos

Os acidentes de trânsito estão a ponto de se converter na nova epidemia dos países pobres e em vias de desenvolvimento. Por isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) deu o alarme. Se não se fizer nada para frear a tendência, as mortes anuais nas vias de circulação dessas áreas do mundo chegarão a dois milhões em 2030, e os acidentes de trânsito se situarão no mesmo nível que as mortes por Aids, que é uma das principais causas de mortalidade no mundo em desenvolvimento. Os acidentes, além do mais, implicam num gasto público equivalente “a 2% do PIB dos países desenvolvidos e até 5% nos demais”, segundo Steve Lowson, da ONG britânica Programa de Qualificação Internacional das Estradas (iRAP, na sigla em inglês).

“Não são vans, são latas abarrotadas de gente correndo a toda velocidade. Os motoristas trabalham por comissão, os reparos se fazem com durex e não é difícil ver os veículos capotados depois de um acidente. Mais de uma vez pedi que me deixassem descer”, conta uma responsável pela área de comunicação dos Médicos Sem Fronteiras que viveu quase uma década na África do Sul, ao descrever os micro-ônibus, um dos meios de transporte mais usados no país. A África do Sul é um paradigma negativo segundo a OMS: de cada 100.000 habitantes, 31 morrem em acidentes de trânsito a cada ano.

A mistura de infraestruturas inadequadas, carros velhos, falta de educação para o trânsito e falta de leis adequadas está na origem dessas cifras. Os países em desenvolvimento possuem metade dos veículos existentes no mundo, mas concentram 80% dos 1,3 milhão de mortes por acidentes viários. A revista especializada Ward’s calculou que em 2011 havia no mundo um bilhão de carros. Segundo o Banco Mundial, em 2010 – último ano com dados disponíveis --, nos países em desenvolvimento havia 121 carros para cada 1.000 habitantes, contra os 620,5 por cada 1.000 habitantes dos países ricos.

A situação poderia piorar com a prosperidade econômica e o consequente aumento da venda de automóveis, diz Michael Chippendale, porta-voz da Associação Global para a Segurança Viária (GSRP, na sigla em inglês), uma ONG britânica: “Há uma clara correlação entre a quantidade de veículos e o número de mortos”, explica. “Às vezes nem mesmo ter boas leis é suficiente. Na Romênia, há multas muito elevadas, mas ninguém persegue quem não as paga, razão pela qual acabam sendo inúteis”.

Em muitos países em desenvolvimento as cidades se expandem desordenadamente, de forma que a construção apressada de vias de circulação com muita frequência não inclui calçadas para os pedestres ou pistas para os veículos de duas rodas. Resultado: a metade das vítimas fatais em acidentes são pedestres, ciclistas e motoqueiros. “As pessoas caminham pelas estradas. Não é difícil ver ciclistas que circulam em sentido contrário ao trânsito e motos diminutas que transportam famílias inteiras e até dezenas de galinhas. Os veículos não têm faróis e as estradas não são iluminadas: deslocar-se de noite significa arriscar a vida”, diz María Jesús Lópes López, da ONG Mãe África, que viaja com frequência para a Etiópia e para Burkina Faso. Não surpreende que na África, onde os pedestres representam 38% dos usuários das estradas, haja em média 24 mortos em acidentes para cada 100.000 habitantes. Na Europa não passam de 10,3.

Na Venezuela, país com maior taxa de acidentes da América – e com uma das gasolinas mais baratas do mundo – morrem anualmente vítimas de desastres de trânsito 37 pessoas para cada 100.000 habitantes. As cifras são melhores no Chile e na Argentina, onde essa taxa de reduz a 12. “Mas são os únicos dois países, junto com a Colômbia, que têm uma agência autônoma para a segurança viária, com orçamento próprio”, afirma Jeanne Picard, presidenta da Federação Ibero-americana de Associações de Vítimas contra a Violência Viária.

“Nos demais países da América Latina, a carteira de motorista simplesmente se compra. Não há controle algum e a corrupção policial é muito frequente”, frisa ela na conversa telefônica.

Picard atribui o elevado número de mortes também às estratégias dos fabricantes de carros, “que economizam aproveitando as normas de segurança menos exigentes de muitos Estados. Nos países onde não há leis que obrigam a usar o cinto de segurança, como o México, os carros são entregues sem eles”. A respeito disso, uma porta-voz de Global Automakers, o sindicato patronal mundial de fabricantes de carros, se limita a responder: “Cada país tem suas normas”.

As chaves do sucesso espanhol


Em 2012, 1.903 pessoas perderam a vida na Espanha vítimas de acidentes de trânsito, a cifra mais baixa desde 1993 e menos da metade da registrada em 2006. “A reforma introduzida há oito anos (o sistema de pontuação na carteira de motorista) foi, sem dúvida, a chave dessa redução, mas não é a única causa”, explica Ángel Aparicio, professor titular de Transportes na Universidade Politécnica de Madri. O acadêmico frisa a importância do “endurecimento no sentido penal do código de circulação, que só foi possível conseguir graças a um trabalho conjunto do governo com os partidos de oposição”.

Aparicio destaca a capacidade de Pepe Navarro, diretor geral de Tráfego entre 2004 e 2012, de adaptar à Espanha sistemas de segurança viária que países como a Suécia implantaram nos anos oitenta, com a participação ativa da sociedade civil. “O fato de que as associações de vítimas tenham ganhado a disputa contra aqueles que se opunham às reformas foi fundamental”, diz ele. Segundo a OMS, na Suécia morrem em desastres de trânsito três pessoas para cada 100.000 habitantes.

Fonte: El País

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

-A FARRA DA VENDA DE CNH NA INTERNET.

Venda de CNH pela internet
Enquanto se debate muitos assuntos em relação à formação de condutores no Brasil, a farra da venda de carteira de motorista come solta na internet. Sim, carteiras de motorista sendo vendidas como óculos de sol made in China ou made in Paraguai na praia. Carteira de motorista sendo vendida feito xepa na feira virtual.

Se isso já é inaceitável num país em que a maioria dos alunos que frequentam as autoescolas não conseguem ser aprovados no exame prático do Detran, que por sinal é o mesmo país que registra um dos maiores índices de mortes no trânsito no mundo, imaginem um anúncio em que o próprio dono da autoescola oferece deliberadamente os serviços sujos e ainda com garantia. Afinal, ele é o dono ou representa a autoescola!

Na outra ponta, há anunciantes que oferecem a garantia de serem funcionários de Detrans, de serem “muito bem relacionados” ou terem trânsito livre para facilitar e assegurar a fraude.

Para quem não acredita, é só entrar em contato que passo o link por email ou telefone. Postar aqui seria incentivo para algum cabeça fraca que leia este artigo resolva beber de balde na fonte da falta de ética e da corrupção de quem anuncia CNH por meios fraudulentos na internet.

A atitude criminosa e a crença na impunidade é tamanha que o dono de um CFC que leva o mesmo nome dele chegou a fazer um blog. Isso mesmo, um blog, para vender CNH sem fazer processo de habilitação, sem matrícula na autoescola, sem nenhum protocolo. É na grana, é no toma lá dá cá. Pagou, levou.

Nas redes sociais não é diferente e sei lá que tipo de filtro que os administradores desenvolveram que quando a denúncia é feita vem a explicação de que o “anúncio” não viola nenhuma regra.

Já perdi a conta de quantas denúncias fiz no site da Polícia Federal informando quem vende diploma de Ensino Médio e até de cursos superiores e não recebi sequer nenhuma resposta. Me desencantei à época e parei de entupir a caixa de emails dos federais com denúncias para as quais nunca obtive retorno.

Mas, essa da farra da venda de carteira de motorista na internet não pode passar batido. Não pode ficar impune. Deparar com um anúncio desses e calar-se é consentir, concorrer, ser co-autor de um crime que tem suas consequências diárias nas ruas, seja em forma de corrupção praticada por quem vende, seja em forma de quem alimenta essa corrupção comprando CNH falsa e pior: em forma de acidente.

Aí vem aquele papo de que não podemos generalizar, de que nem todo CFC se envolve em falcatruas e isso é uma grande verdade.

Mas, também não podemos aceitar que os bons paguem pelos maus, não podemos aceitar que as frutas podres continuem contaminando o cesto inteiro de frutas. E os CFC’s e seus profissionais que trabalham certinho são os primeiros que deveriam denunciar e ajudar a expurgar esses maus profissionais que emporcalham a categoria e lhes “roubam” os alunos e a dignidade.

Outra questão que vai ecoar bem longe, tenham certeza: quem fiscaliza isso tudo? É a Polícia Federal? É o Ministério Público Federal? É o Detran de cada estado?

Quem é que vai botar ordem na casa, investigar as denúncias de vendas de CNH na internet e correr atrás desses sites e blogs para achar os seus donos, indiciá-los e dar uma punição exemplar?

Quer dizer que uma artista que tem as fotos íntimas divulgadas na internet ganha uma lei com o mesmo nome dela, correm atrás dos autores do crime, batem na porta de cada um e os prendem. Porquê não se faz o mesmo com quem, criminosamente, colabora para a corrupção, para as fraudes na venda de CNH e para piorar a epidemia de acidentes de trânsito no país?

Sinceramente, como profissional da Segurança no Trânsito, como educadora, como cidadã, como brasileira, eu me sinto envergonhada!

Envergonhada porque os clientes deste tipo de “negociante” criminoso são as pessoas que não conseguem por algum motivo fazer o processo de habilitação ou porque dirigem há muito tempo sem CNH ou não querem pagar a autoescola. Muitos deles, os que vão matar no trânsito pseudo-habilitadas por meios fraudulentos.

Envergonhada de ver diariamente crimes como esse de vender carteira de motorista como se vendesse muamba em cada esquina. Como se vendesse xepa em promoção no fim da feira.

Envergonhada de ver tanta gente e tantos profissionais sendo coniventes com este tipo de crime e, alguns, ao ponto de fazer um blog com o próprio nome e o nome da autoescola como garantia de que a fraude é quente, segura, e que não vai dar xabu.

Espero que, dessa vez, minhas denúncias sejam vistas em meio a tantas que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal recebem diariamente. Espero que se interessem. Espero que averiguem e que mandem tirar do ar esses sites que promovem crimes ao vender carteira de motorista na internet.

Mas, acima de tudo, espero que quem deve fiscalizar esse tipo de coisa, inclusive o Detran e o Denatran, nos deem mais credibilidade e esperança de que esse sentimento doloroso de impunidade não consuma e não destrua um país inteiro.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

-REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO RESULTA EM ECONOMIA COM SAÚDE.

Custos com acidentes
Para reduzir os acidentes de trânsito, o governo do Estado desenvolve ações integradas, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/Acre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). Com essa parceria, segundo o Sistema de Internação Hospitalar (SIH), registrou-se uma redução de 10% dos atendimentos, comparando aos anos de 2011 e 2013.

Somente no Acre, o governo federal diminuiu, aproximadamente, 40% dos gastos com atendimento às vítimas de trânsito, nesse mesmo período. Isso porque os estados recebem o recurso federal de acordo com a produtividade das unidades hospitalares, ou seja, de acordo com o número de atendimentos e procedimentos médicos realizados.

“Essa redução é fruto das ações de prevenção de acidentes e promoção de saúde que o governo do Estado vem realizando em parceria com o governo federal. Ficamos felizes com os resultados, pois foi uma redução significativa, tanto em números de atendimentos, quanto em números de mortes”, disse a gerente da Divisão Estadual de Prevenção e Promoção a Saúde da Sesacre, Disneide Lopes.

Vida no Trânsito

Desde 2010, o governo federal implantou o programa Vida no Trânsito, com o objetivo de reduzir a morbimortalidade por acidentes de trânsito e promover a saúde e a cultura de paz. De acordo com Disneide, Rio Branco entrou este ano como uma das capitais prioritárias para a implantação do projeto que qualifica os sistemas de informação sobre acidentes, feridos e óbitos.

Com o banco de dados atualizado, os gestores de saúde podem identificar os fatores de risco – como excesso de velocidade e associação entre álcool e direção – e os grupos de vítimas mais vulneráveis nos respectivos municípios, assim como os locais onde o risco de acidentes é maior.

A iniciativa é desenvolvida em outros estados brasileiros e subsidia gestores estaduais e municipais no fortalecimento de políticas de prevenção de lesões e mortes no trânsito, por meio de qualificação, planejamento, monitoramento, acompanhamento e avaliação das atividades.

A proposta é focada no estímulo à utilização de equipamentos de segurança, como capacete e cinto, e em fatores de risco prioritários da ocorrência dos acidentes de trânsito, como a combinação entre álcool e direção e a velocidade excessiva ou inadequada, além de campanhas voltadas para populações mais vulneráveis – pedestres, ciclistas e motociclistas.

Com informações da Agência de Notícias

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

-DETRAN DÁ DICAS DE COMO EVITAR ESTRESSE NO TRÂNSITO.

Estresse no trânsitoO grande número de veículos em circulação nas vias públicas torna o trânsito lento podendo causar estresse no motorista, principalmente naqueles que residem em grandes centros urbanos.

Várias situações contribuem para o desgaste emocional, como congestionamento, motociclistas imprudentes, pedestres atravessando fora das faixas e ciclistas pedalando na contramão. Tudo isso gera, nos condutores, aversão ao trânsito, desencadeando reações impulsivas, violentas e desastrosas.

Para a psicóloga credenciada do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Luana Lyra, as reações vão depender, principalmente, da personalidade do envolvido. “A ansiedade e agressividade só pioram a situação. Por isso, a melhor saída é criar um ambiente para relaxar e dirigir sem preocupações”, declara.

Dicas para evitar o estresse no trânsito:

- Saia de casa com um bom tempo de antecedência, para evitar os atrasos;

- Escolha caminhos alternativos. Trafegar por avenidas movimentadas durante o horário de pico é aumentar as chances de aborrecimentos;

- Procure mentalizar boas coisas enquanto estiver no trânsito. Pensamentos ruins podem deixá-lo ainda mais irritado ou cansado;

- Faça exercícios respiratórios. Inspire o ar, prenda-o por alguns segundos e solte-o em seguida. É uma boa maneira de se acalmar.

Com informações da Agência de Notícias

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

-APP PARA CELULAR DIZ SE VEÍCULO ESTÁ REGULARIZADO OU ROUBADO.

Aplicativo mostra se veículo é roubadoCerca de 150 mil pessoas já baixaram o aplicativo Checkplaca, que permite aos cidadãos verificarem a situação de regularidade de um veículo a partir no número da placa. Mais de 2 milhões de consultas já foram feitas e 50 veículos roubados foram recuperados com a ação da polícia e ajuda do banco de dados nacional.

Lançado em dezembro 2013, o Checkplaca encontra-se disponível gratuitamente para dispositivos com sistema operacional Android e IOS (Apple). Para baixar é só entrar no site da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ), www.sinesp.gov.br.

O Checkplaca permite a todos os cidadãos, por meio do computador ou do telefone, fazer a consulta de veículos registrados na base nacional do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Sinesp, o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, do Ministério da Justiça.

Com informações do Ministério da Justiça

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

TRÃNSITO ENTRE PAÍSES: SAIBA COMO DIRIGIR NO MERCOSUL.

Dirigir no MercosulCNH brasileira pode ser utilizada se estiver dentro do período de validade. Seguro para terceiros é necessário

Pegar a estrada  para conhecer países vizinhos é uma opção tentadora para quem vive em solo gaúcho, já que a proximidade territorial entre o Rio Grande do Sul e os países do Mercosul facilita o deslocamento com automóvel de passeio. Para que a aventura sobre rodas seja bem-sucedida, é indispensável ficar atento à documentação necessária para circular no Uruguai, na Argentina e no Paraguai sem contratempos.

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) brasileira pode ser utilizada para transitar nos países do Mercosul em períodos curtos (passeios de poucos dias), sem necessidade de providenciar a Permissão Internacional para Dirigir (PID). A gestora administrativa de um Centro de Formação de Condutores (CFC) de Santa Cruz do Sul, Adriana Weiss, destaca que é preciso observar o prazo de validade da CNH. No Brasil, o condutor ainda pode trafegar 30 dias após o vencimento da carteira, o que não se aplica nos países vizinhos.

Quem pretende viajar também deve providenciar a carta verde, como é chamado o seguro obrigatório contra terceiros em países do Mercosul. Verificado na fronteira entre os países, o documento pode ser obtido por meio de seguradoras (pessoalmente ou pela internet). O proponente de seguros de uma empresa santa-cruzense, Carlos Eduardo Dias, explica que o valor da carta varia de acordo com a duração da viagem em território estrangeiro e os países que o condutor pretende percorrer.

Fonte: GAZ

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

-REMÉDIOS E DIREÇÃO: UMA COMBINAÇÃO PERIGOSA.

Remédios podem ser perigosos
Muitas vezes o que é normal para um motorista, é um pouco diferente para outro, que precisa de cuidados especiais. Mas esse condutor não tem que ficar privado do seu prazer de dirigir, da sua liberdade de se locomover sem depender de outras pessoas. Ele pode levar uma vida normal ao volante. Precisa apenas tomar alguns cuidados, seguir alguns conselhos, algumas dicas. É preciso se manter alerta. Mas é melhor assim, para a segurança deles e a das outras pessoas que o cercam. Em muitos casos, basta usar somente o bom senso.

Portadora de epilepsia controlada, a estudante Bruna Ottoni passou por um susto aos 19 anos quando teve uma crise dentro do carro na fila do Drive-Thru de uma lanchonete. Bruna recebeu os primeiros cuidados ainda no veículo, mas um funcionário do estabelecimento teve que levar o veículo da estudante até a casa dela. “Esse foi o único susto que passei no trânsito, mas tive sorte por estar com o carro parado”, relata a estudante de psicologia, hoje com 29 anos.

Bruna faz parte de uma parcela dos motoristas brasileiros que têm de administrar o volante com remédios controlados. As especificações a esses condutores começam no primeiro passo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Inicialmente, o processo do epiléptico segue a mesma rotina prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CTB) para qualquer candidato à obtenção do documento. Ele tem que preencher um questionário, que inclui perguntas sobre a condição de epiléptico e outras doenças e eventuais limitações. Em caso positivo, o médico irá direcionar o exame tendo esse fato com referência. O candidato recebe então um novo questionário específico para a situação de epiléptico, que deverá ser respondido pelo seu médico assistente, em geral um neurologista. “O epiléptico pode ter uma vida normal, inclusive no trânsito, basta seguir todas as orientações médicas e nunca esquecer de tomar os remédios”, explica o diretor médico do Detran-MG, Marcelo Figueiredo. Para serem aprovados nos exames da primeira habilitação e nas renovações, os candidatos não podem ter histórico de crises nos 12 meses anteriores ao teste. Caso não haja impedimentos para que ele assuma a direção de um automóvel, o exame seguirá a rotina de qualquer outro candidato.

Embora o paciente possa assumir normalmente o volante, ele está limitado a conduzir automóveis. A categoria 'B' é a única permitida ao epiléptico. O Código Brasileiro de Trânsito não estabelece o período de validade da CNH do portador de epilepsia. Esse critério fica sob a responsabilidade de cada Detran. Em Minas, o departamento estabeleceu o mesmo período de validade da carteira para todos os condutores. “Esse é um padrão adotado pelo Detran-MG e todos os requisitos para que um epilético possa dirigir tornam a seleção absolutamente segura e compatível com as exigências pedidas em outros países”, comenta o diretor médico do Detran.

Mesmo cercado de cuidados, o processo seletivo não é 100% eficaz. No questionário inicial, o candidato pode simplesmente ignorar sua condição médica para fugir do protocolo exigido de quem tem epilepsia. A estudante Bruna chegou a ser orientada por seu neurologista a não informar a epilepsia no exame médico. “Mas achei melhor falar para que eu não tivesse problemas futuros”, comenta. Se o candidato esconder a doença, ele estará sujeito a um processo criminal caso se envolva em um acidente.

Distúrbios do sono
Cerca de 30% dos acidentes de trânsito pelo mundo são causados por distúrbios do sono. Alteração de reflexos, sonolência e embaçamento visual são alguns dos efeitos que podem ser provocados pela maioria dos antidepressivos, ansiolíticos, tranquilizantes e anticonvulsivantes. Esses medicamentos são vendidos somente sob prescrição médica e alguns deles com retenção da receita pela farmácia. No entanto, os medicamentos denominados OTC (over the counter), do inglês “sobre o balcão”, são produtos de venda livre que não exigem receituário médico e também podem trazer graves consequências para quem está na direção de um veículo.

Alguns analgésicos, antigripais e antialérgicos vêm com alerta na bula da possibilidade de provocar sonolência, perda de atenção e debilidade psicomotora. Nesses casos, há a recomendação ao usuário para evitar dirigir veículos ou operar máquinas. De acordo com o farmacêutico Carlos Henrique Cincoetti, antes de um medicamento ser colocado no mercado, a indústria farmacêutica realiza todos os testes possíveis para análise dos efeitos colaterais que o produto possa ter. “Assim, além de orientação ao paciente, é uma forma dos laboratórios se protegerem legalmente caso algum problema venha a acontecer”, completou.

Em 2009, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) enviou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) uma proposta de regulamentação para que as embalagens dos remédios que coloquem em risco o ato de conduzir veículos tivessem um símbolo de alerta. A frase“se tomar este remédio não dirija”também chegou a ser sugerida. Infelizmente, ainda não houve um consenso entre as autoridades brasileiras para que um projeto desse tipo seja colocado em prática.

Fonte: Diário de Pernambuco

sábado, 25 de janeiro de 2014

-DENATRAN VAI VISTORIAR CFCs PARA CONFERIR SIMULADORES DE DIREÇÃO.

Simuladores em autoescolas
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) planeja fazer visitas a Centros de Formação de Condutores em todo o País para conferir se as autoescolas estão adequadas à resolução que torna obrigatório o uso do simulador de direção antes das aulas práticas. O órgão responsável pela fiscalização do cumprimento dos requisitos e exigências definidas também deve verificar se os aparelhos foram certificado e homologados pelo próprio Denatran. Ainda não há data definida para o início das inspeções.

Todos os alunos que iniciaram - ou pretendem começar - o processo para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) a partir de 6 de janeiro devem passar por lições no simulador de direção. A regra vale para qualquer candidato que deseja tirar carteira de motorista na categoria B. Aqueles que tiverem começado as aulas antes da regulamentação não estão sujeitos à obrigatoriedade do uso dos simuladores. 

O Denatran não informou a que medidas estão sujeitos os CFCs que não se adequarem à norma. Insatisfeitos com o preço dos simuladores e o prazo para cumprir a exigência, muitas autoescolas pediram mais tempo ao departamento. A portaria do órgão de trânsito determina que o aparelho de simulação de direção veicular deve ser instalado em sala com medida total mínima de 15 m² para a acomodação da máquina, do aluno e do instrutor - e,na hipótese de instalação de mais de um simulador de direção na mesma sala, a cada equipamento instalado deverá ser acrescido espaço mínimo de 8 m².

Em vigor desde 31 de dezembro de 2013, a obrigatoriedade foi determinada em resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). De acordo com o conselho, o uso do equipamento vai complementar a formação dos condutores, permitindo sua exposição a situações virtuais sem comprometer a segurança e a integridade do motorista e de seu instrutor. Pela nova regra, após as aulas teóricas, os alunos deverão ter cinco horas de treinamento com o simulador para, só depois, começarem as aulas de direção nas ruas.

Fonte: Terra Notícias

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

DOCUMENTO DE VEÍCULO PODERÁ INCLUIR QUILOMETRAGEM RODADA.

Quilometragem no documento de veículoA quilometragem rodada pelo veículo poderá constar do Certificado de Registro e Licenciamento (CRLV), documento fornecido anualmente aos donos de carros que pagam o IPVA e cumprem as demais exigências dos órgãos estaduais de trânsito. A medida visa coibir a adulteração do hodômetro para reduzir a quilometragem percorrida pelo veículo e aumentar seu valor de venda.

O registro obrigatório da quilometragem no CRLV consta de projeto  que será votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa. A proposta (PLC 112/2011) foi apresentada pelo deputado Jefferson Campos (PSD-SP), que quer incluir a exigência no Código de Trânsito Brasileiro (CTB - Lei 9.503/1997).

O autor explica que as montadoras entregam os veículos com lacre de segurança no marcador de quilometragem para dificultar a adulteração, mas a violação do sistema é “um procedimento relativamente simples para os profissionais do ramo” e que dificilmente é detectado pela pessoa que compra o veículo.

O autor sugere que a quilometragem rodada seja verificada como item da vistoria anual obrigatória e a informação seja registrada em campo a ser criado no Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo. Atualmente, poucos estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, têm a inspeção anual como item obrigatório para a emissão do CRLV.

O relator na CCJ, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), considera que a medida proposta no PLS 112/2011 resultará em maior proteção aos consumidores de veículos usados. Petecão acolheu emenda de redação aprovada quando a matéria foi votada na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).

Com informações da Agência Senado

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

CARROS X ENCHENTES: COMO AGIR?

Enchente causa danos aos veículos
Apesar do verão ser a estação mais bem vinda do ano, as chuvas fortes são umas das principais características e, infelizmente, podem causar muitos danos, inclusive no trânsito. Não é incomum ver o noticiário de tv e acompanhar carros que chegam a ser arrastados por enxurradas, ou simplesmente abandonados, por conta do domínio das águas que muitas vezes atingem até o interior dos veículos.

Logicamente que a água em abundância não é boa para a parte mecânica dos veículos, porém algumas medidas viáveis podem ser adotadas em casos como este. Uma delas é manter a calma e não tentar vencer as águas, já que não sabemos o quanto do motor foi atingido. É necessário ter paciência e aguardar que o nível fique baixo.

Se for para seguir em frente, a aceleração pode ser o principal fator para um prejuízo maior. O importante é que nãos e ultrapasse os 2.500 rpm de rotação para diminuir a variação do nível da água fazendo com que o respingar junto ao motor fique estável e possa evitar demais contaminações dos componentes eletroeletrônicos dos veículos.

Os carros com transmissão automática devem ser substituídos pela posição manual para que não possam correr o risco de aumentar a velocidade. As opções WINTER ou SNOW devem ser utilizados nestes casos para ajustar a tração. Pouca gente sabe, mas estes recursos são recomendados inclusive em casos de enchentes ou alagamentos pois auxiliam no controle de velocidade e rotação da parte mecânica. Evitar o uso do ar condicionado, se possível não utilizar. Quantos menos equipamentos em funcionamento, melhor, para reduzir certos riscos como o de calço hidráulico.

Caso o veículo já tenha passado por enchentes ou alagamentos de alta intensidade, o check up deve ser feito no mínimo, a cada seis meses. É extremamente recomendado ficar de olho principalmente no sistema de injeção, que pode causar eventuais transtornos inesperadamente. No demais, a paciência sempre será bem vinda em uma situação constrangedora como essa e toda cautela pode prevenir para que os resultados não sejam tão devastadores assim.

Fonte: Carro Bonito

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

-AO DIRIGIR MANTENHA A POSTURA.

Postura ao volanteTambém na direção, é importante ter a posição correta. Aprenda a postura adequada para guiar seu automóvel

Seja no horário de pico ou em uma estrada livre, dirigir exige postura. As muitas horas no trânsito são um vilão dos músculos e articulações. Por isso, é preciso fazer ajustes para não sofrer com as dores causadas pelo mau posicionamento.

Conforme especialistas, o hábito de passar mais de uma hora e meia no trânsito pode provocar dores e lesões, além de transtornos emocionais.

O fisioterapeuta José Meudo atenta para detalhes importantes antes de dar a partida no seu carro. “A distância do banco, altura e inclinação em relação ao painel e a direção são preocupações importantes. A posição correta é estar com as duas mãos no volante e o cotovelo levemente refletido. As pernas devem ficar dobradas em um ângulo de 90°”.

O especialista em ergonomia automotiva e diretor conselheiro da SAE Bahia, Rodrigo Leite, salienta que os bancos do carro devem vestir o condutor. O cinto de segurança deve passar pelo ombro e atravessar o peito sem tocar no pescoço. “Na hora dos ajustes, os controles como volante e câmbio devem estar ao alcance da mão do motorista, que também deve prezar pela visibilidade interna e externa sem esforço físico”.

Rodrigo ressalta que os engenheiros levam em consideração pessoas com um padrão de altura médio entre 1, 5 metro à 2 metros para fabricar os veículos. Para as variáveis dos diferentes biotipos os usuários devem obedecer às regulagens. “Os veículos mais luxuosos apresentam mais possibilidades de regulagens em relação a veículos mais básicos”.

Segundo Leite, cada vez mais a indústria automotiva tem se voltado e focado no consumidor. Itens como câmera de ré, volante com regulagem de altura e profundidade e câmbio automático são comodidades disponíveis em modelos mais caros.

Riscos à saúde

De acordo com José Meudo, mais que um torcicolo ou uma dor nas costas no dia seguinte, ficar muito tempo no trânsito pode agravar outros quadros mais graves. “Manter a mesma posição por muito tempo é ruim para músculos, articulações e circulação sanguínea”.

Ficar muito tempo sentado também pode agravar problemas como hérnias de disco, lesões e ligamentos musculares.

Fonte: O Povo

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

-PL ISENTA SEGURADORA DE CONSERTAR CARRO DE MOTORISTA ALCOOLIZADO.

Seguradora não precisará pagar danos de motorista alcoolizadoA restrição à cobertura do seguro só atingirá os danos materiais do condutor embriagado. Os danos causados a terceiros continuarão a ser cobertos
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5764/13, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), que isenta as seguradoras da obrigação de ressarcir danos materiais causados por acidente de carro conduzido por motorista embriagado.
Pela proposta, a seguradora também será isenta de responsabilidade se o motorista estiver com capacidade psicomotora alterada em razão de outra substância psicoativa que determine dependência, como drogas.
Essa cláusula limitadora de responsabilidade será incluída nos contratos de seguro de veículos, mas não alcançará as coberturas de danos a terceiros.
Ainda segundo a proposta, a comprovação da alteração da capacidade psicomotora do motorista poderá ser feita mediante imagem, vídeo, teste, exame clínico, perícia ou por qualquer outro procedimento disciplinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
“O projeto de lei pretende induzir nossos motoristas a um comportamento mais humano no trânsito, punindo aqueles que, alcoolizados, venham a provocar acidentes, na medida em que os impede, se flagrados nessa situação, de se beneficiarem de indenizações contratadas junto à seguradora”, explica o autor.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações da Agência Câmara

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

-PL QUER QUE CARROS TENHAM ALERTA SONORO E VISUAL DE VELOCIDADE.

Ultrapassar o limite de velocidade
Uma proposta em tramitação na Câmara dos Deputados quer tornar obrigatória a instalação de equipamento com alerta sonoro e visual de limite de velocidade em todos os tipos de veículos.

A medida, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/97), está prevista no Projeto de Lei 5484/13, do deputado Eliene Lima (PSD-MT).

Segundo o autor, velocímetros com dispositivos que avisam o exato momento em que o motorista ultrapassa o limite permitido na via podem contribuir para aumentar a segurança no trânsito.

“Trata-se de alerta de eficácia inquestionável para o trânsito seguro. Afinal, no caso de ultrapassar a velocidade máxima autorizada, o condutor é advertido por meio de aviso sonoro e de mensagem  no painel do carro, podendo reduzir imediatamente sua velocidade”, explica Lima.

O texto prevê que a lei entre em vigor 18 meses após a publicação. “Isso viabiliza a aplicação da lei, tendo em vista que envolve modificações na fabricação dos veículos”, completou.

O projeto tem caráter conclusivo, isso quer dizer que está sujeito apenas às análises das comissões pertinentes, que são as de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso seja aprovado em todas elas sem divergências, segue para promulgação.

Com informações da Agência Câmara

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

-MOTORISTA EMBRIAGADO QUE CAUSAR MORTE PODERÁ PERDER O VEÍCULO.

Motorista embriagado pode perder o veículoA nova punição irá se somar à pena já prevista no Código de Trânsito de detenção de dois a quatro anos em casos de homicídio culposo. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada por duas comissões da Câmara e pelo Senado

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5441/13, do deputado Fabio Trad (PMDB-MS), que pune com a perda do veículo o motorista condenado por homicídio culposo no trânsito que tenha praticado o crime alcoolizado ou sob a influência de drogas.

A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), que já pune com detenção, de dois a quatro anos, e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir nos casos de homicídio culposo. O código também prevê detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição da carteira de motorista para quem dirigir sob efeito de álcool ou drogas.

Fabio Trad ressalta que a pena de perdimento de bens já é prevista na Constituição. Para ele, o acréscimo dessa norma à legislação de trânsito deve diminuir o número de homicídios cometidos por pessoas embriagadas ou drogadas, além de aumentar o poder dissuasório da lei. Ele destaca ainda que isso facilitará a indenização das vítimas, ao reter os veículos usados nos crimes.

Segundo o deputado, a punição atingirá até mesmo os veículos que tenham sido emprestados para os motoristas condenados. “Assim, maior cuidado terá o proprietário antes de emprestar o veículo a pessoa que faz uso de álcool ou entorpecentes e dirige em contrariedade à lei”, afirma.

Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

 Com informações da Agência Câmara

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

-PROPOSTA CRIA PENAS PARA QUEM DIRIGIR OU ESTACIONAR EM CICLOFAIXAS.

Estacionamento em ciclofaixasTramita na Câmara dos Deputados o Projeto  de Lei 5448/13, do deputado Camilo Cola (PMDB-ES), que classifica como infração gravíssima dirigir ou estacionar em acostamento sinalizado para tráfego de bicicletas, as chamadas ciclofaixas. Essa infração, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB, Lei 9.503/97), rende sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Quem estacionar o veículo em ciclofaixa, além dos pontos na carteira de motorista, deverá pagar multa de R$ 191,54 e terá o carro removido. Já usar o acostamento sinalizado para bicicletas para ultrapassagem vai render multa de R$ 127,69 e retenção do veículo.

Segundo o relator, é comum encontrar automóveis estacionados nas ciclofaixas, obrigando ciclistas a desviarem para a pista de rolamento com risco de atropelamento e até morte. “Esperamos contribuir para uma melhoria nas políticas públicas das metrópoles e melhorar a infraestrutura das ruas para torná-las mais seguras aos ciclistas”, disse Cola.

Tramitação 
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações da Agência Câmara