sábado, 12 de janeiro de 2013

-DESCONHECIMENTO É O PRINCIPAL MOTIVO PARA A NÃO SOLICITAÇÃO DO DPVAT EM ACIDENTES DE TRÂNSITO.



O autônomo Paulo Henrique Matias estava no banco de passageiro do carro de um amigo quando, após um problema na direção, o veículo se desestabilizou e caiu em uma valeta na rodovia. Com o impacto do acidente, seu corpo foi jogado para frente, provocando a colisão de seu rosto contra o painel do veículo. A força da batida provocou a queda de parte de seus dentes superiores e seu amigo levou 20 pontos na cabeça. Ambos pagaram as despesas médicas com recursos próprios. O que eles não sabiam é que, para esse tipo de caso, poderiam ter acionado o DPVAT – um seguro que indeniza danos pessoais causados por acidente de trânsito.

Assim como Paulo, muitos também desconhecem sobre o Seguro. “Infelizmente, a falta de informação é o que mais contribui para que as pessoas não busquem esse direito”, disse Marcelo Araújo, advogado especialista em trânsito. O DPVAT é um seguro obrigatório, criado em 1974, que tem como principal objetivo amparar as vítimas de acidentes de trânsito ocasionados por veículos automotores de via terrestre ou asfáltica, independente de quem tenha sido culpado pelo acidente. Por ser um seguro de caráter eminentemente social, não abrange a cobertura de despesas relacionadas a danos materiais decorrentes de colisão, roubo e furto de veículos. “Um seguro de tal natureza é importantíssimo porque tem um cunho social e até emergencial para pessoas que sejam vítimas de acidentes de trânsito e que muitas vezes não têm sequer condições de enterrar seus entes queridos, ou arcar com despesas no caso de lesões”, reforça Araújo. Ele é válido em todo o território nacional e não abrange acidentes ocorridos fora do país ou com veículos estrangeiros.

O seguro é pago em uma única parcela no IPVA e seu valor varia de acordo com o tipo de veículo. Carros e caminhões pagam, respectivamente, R$ 93,87 e R$ 98,06. Já para motocicletas, o valor cobrado é de R$ 259,04. “A Susep apresenta como uma das principais justificativas para o valor de DPVAT das motocicletas ser tão alto o volume de ocorrências de trânsito envolvendo motociclistas”, disse Lucas Pimentel, presidente da Associação Brasileira de Motocicletas. Só em 2009, de acordo com o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) em Curitiba, foram registrados 3.148 ocorrências envolvendo motos. Cerca de 2.377 pessoas ficaram feridas e 21 morreram em decorrência desse tipo de acidente.

O valor das indenizações varia de acordo com o tipo de situação e não há a necessidade da contratação de intermediários para a solicitação do seguro. Basta juntar a documentação necessária e levar ao ponto de atendimento mais próximo (consulte aqui). O prazo para fazer a solicitação do benefício é de até três anos, contados a partir da data do acidente.

Casos previstos pelo DPVAT

O DPVAT prevê indenizações para os casos de morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e suplementares (Dams).

Morte: estão cobertas situações de morte de motoristas, passageiros ou pedestres por veículos automotores ou cargas transportadoras por esses veículos, atropelamentos, colisões ou outros tipos de acidentes. A indenização é de R$ 13.500 por vítima e os beneficiários são o seu cônjuge ou companheiro e seus herdeiros. O valor é divido igualmente entre ambos e, em caso de mais de um herdeiro, é fracionado em quantidades iguais entre eles.

Invalidez permanente: o valor da indenização irá depender das áreas atingidas e da proporção das lesões e está previsto em até R$ 13.500,00. Ele varia percentualmente conforme o local, o tipo e a gravidade da perda ou redução de funcionalidade do membro ou parte do corpo atingidos. Esse percentual é aplicado sobre o valor máximo de indenização em vigor e não cobre danos estéticos.

Reembolso despesas médicas e hospitalares: o valor da indenização é pago em forma de reembolso e é somente liberado para cobrir despesas decorrentes de acidentes cobertos pelo seguro. Quando o beneficiário for o proprietário do veículo, a situação do pagamento do DPVAT será averiguada. A indenização prevista para esse tipo de caso é de até R$ 2.700,00 e varia conforme o valor das despesas comprovadas. Vale ressaltar que esse tipo de benefício não se aplica para despesas médicas cobertas pelo SUS ou por planos de saúde particulares.

Nos três casos, o prazo para o recebimento da indenização é de 30 dias, a contar da entrega da documentação completa. Para saber quais são os documentos necessários para cada tipo de situação, consulte aqui.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

PESQUISA DIZ QUE SIMULADOR DE DIREÇÃO SERÁ MUITO IMPORTANTE PARA 1ª HABILITAÇÃO.

   
No período de 26 de novembro a 04 de dezembro, o Portal do Trânsito entrevistou 523 internautas através de um questionário on-line, cujo objetivo era verificar a opinião desses a respeito do uso de simuladores de direção em autoescolas.

De acordo com a pesquisa, 58% dos entrevistados são a favor da inclusão de aulas obrigatórias com o uso de simuladores de direção. A principal preocupação com a mudança, segundo 35% dos participantes, está no aumento no custo do processo de primeira habilitação e a consequente queda na procura para retirar a CNH. Mesmo assim, 31% dos entrevistados consideram muito importante essa mudança.


Sobre o uso de simuladores de direção

O Contran publicou, em Diário Oficial, a resolução 420/12 que altera a Res.168/04 e institui como obrigatórias aulas em simulador de direção no curso de formação de condutores. Até 30 de junho de 2013 todas as autoescolas deverão dispor de aulas em simuladores. Com a nova exigência, a carga horária da aula teórica terá duração total de 50 horas aula.

A partir de agora, são necessárias cinco horas no simulador de direção, sendo cada hora-aula no simulador com duração de 30 minutos. As aulas no simulador serão realizadas depois da conclusão do curso teórico e antes do exame teórico. Além disso, os equipamentos que deverão ser usados como simuladores precisam ser homologados pelo Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).

O equipamento deverá custar o valor de um carro popular. “Ainda não temos a clareza quanto aos fabricantes deste equipamento, uma vez que, segundo relatos na imprensa este Simulador poderia estaria aproximado de R$ 30.000,00 à R$ 35.000,00, e este fato nos preocupa uma vez que a categoria deverá fazer novos investimentos para adequar a esta nova exigência”, explica o presidente da Federação Nacional das Autoescolas (FENEAUTO) Magnelson Carlos de Souza.

Nesse sentido, “é importante destacar que a FENEAUTO já realizou uma reunião com três empresas que se apresentaram como interessadas na fabricação do Simulador de Direção, e que algumas já sinalizaram com várias formas para a aquisição deste equipamento”, relata o presidente.
Leia mais:
Aulas com simulador nas autoescolas
Simulador em autoescolas será obrigatório a partir do ano que vem
Aulas com simulador são incluídas no curso de formação de condutores
De acordo com a coordenadora-geral de qualificação do fator humano no trânsito do Denatran, Maria Cristina Alcântara Andrade Hoffmann, umas das grandes vantagens do uso do simulador é que ele permite a exposição a uma gama de situações paralelas ao mundo real. Isso dará maior segurança e integridade física tanto para o condutor quanto para o instrutor. Além disso, “o início da formação se dá em um ambiente seguro, sem stress, permite um ganho de autoconfiança ao candidato e, principalmente, a criação de diversas situações de tráfego sejam elas condições normais ou adversas”, explica Maria Cristina.

Para o médico neurologista Egas Caparelli Moniz de Aragão Dáquer, o simulador pode ser usado de duas maneiras: uma como treinamento e outra para verificar a competência da tarefa. À medida que a tarefa é repetida, supõe-se que o motorista esteja aprimorando determinadas funções cognitivas importantes para o ato de dirigir.

Segundo Dáquer, a ideia é interessante, mas é colocada sem um estudo prévio de validação, ou seja, um estudo que se destina a determinar a semelhança entre o simulador e uma situação real. “Sem o estudo de validação, não se sabe qual é o valor preditivo daquela metodologia prever um acidente a vida real. Além disso, cada simulador terá uma característica própria que pode variar esse valor preditivo”, explica o neurologista. A princípio, o simulador só será utilizado no processo de habilitação da categoria B.

Para a categoria A, a UFSC está desenvolvendo estudos, mas a previsão de uso de simuladores para essa categoria está prevista apenas para 2014. “Temos uma grande preocupação quanto a esta nova exigência, e a nossa preocupação está relacionada com o trauma que tivemos com a primeira experiência do uso do Simulador de Trânsito na década de 1970, pois, naquela ocasião, o Simulador teve pouco efeito no processo de formação de condutores”, diz Souza.

O propósito da época era muito mais comercial, entretanto, neste momento a expectativa é que o Simulador de Trânsito possa efetivamente contribuir e aprimorar o processo de formação de condutores no Brasil, completa o presidente. No que diz respeito ao trânsito, “hoje não existe mais um lado ou outro, todos nós temos que estar juntos para reduzir o número assustador de acidentes”, diz Maria Cristina

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

-CONFIRA NOVAS REGRAS DE TRÂNSITO QUE ENTRAM EM VIGOR EM 2013.

Algumas mudanças de leis e normas no Código de Trânsito Brasileiro entram em vigor ao longo do ano de 2013. Confira quais dessas novas regras podem influenciar a vida dos motoristas:


Lei Seca: A nova Lei Seca está mais rígida, sendo que a embriagues poderá ser atestada por depoimento de testemunhas e vídeos, além do teste do bafômetro e exame de sangue. O motorista pode ser condenado até três anos de prisão e ter a carteira de motorista suspensa ou caçada. A multa também sobe de R$ 957 para R$ 1.915, se no período de um ano houver outra infração a multa pode chegar a R$ 3.900.


Advertência: O motorista que cometer infrações leves e médias poderá receber uma advertência em vez da multa. No entanto, é preciso que o motorista não seja reincidente da mesma infração nos últimos 12 meses. O agente de trânsito também pode exigir que o condutor seja penalizado com multa, caso ache que a advertência não irá funcionar como aprendizado.


Fim do IPI reduzido: Apesar de não ser uma regra de trânsito, o aumento gradual do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) deve influenciar na compra de carros. Em janeiro a alíquota subiu entre 2% e 7%, dependendo do tipo de motor do veículo, sendo que até junho a taxa deve continuar sofrendo acréscimo.

Fonte: Yahoo.com.br

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

VOCÊ SABE O QUE É UM VEÍCULO HÍBRIDO?



Talvez você não tenha percebido, mas já deve ter passado na frente de um veículo híbrido. O nome técnico pode parecer difícil de reconhecer, mas significa apenas que o modelo funciona a partir de dois tipos diferentes de produção de energia.

Um exemplo bem básico – e facilmente reconhecível – é a clássica mobilete, aquele misto de bicicleta e moto que fez grande sucesso entre os adolescentes dos anos 80. Ela era movida tanto por um motor a combustão quanto pelo esforço do condutor sobre os pedais. Mas por que optar por dois tipos de energia, se um já basta? Simples, por uma questão de economia.

Atualmente, as montadoras visam ao desenvolvimento de veículos mais eficientes do ponto de vista energético – o que significa um consumo menor de combustível líquido. O próprio governo brasileiro anunciou recentemente uma exigência por veículos mais evoluídos neste ponto – o que também quer dizer que serão mais ecologicamente corretos.

Uma das soluções adotadas pelas montadoras é justamente a combinação de dois motores no mesmo veículo: o tradicional, a combustão, associado a um motor elétrico. Este último responde por parte da energia, reduzindo o trabalho do primeiro e, portanto, fazendo com que o veículo tenha um consumo menor de combustível líquido – seja etanol, gasolina ou diesel. Lembrando que a eletricidade é uma forma de energia limpa. Confira a seguir os diferentes tipos de veículos híbridos. É provável que logo você esteja guiando um deles.

Motor a combustão + elétrico

É o mais comum entre os carros de passeio. Em comparação com os modelos que só usam a combustão, este híbrido tem uma cilindrada menor – já que parte do esforço fica por conta do motor elétrico. O resultado é um aumento da autonomia do veículo e uma redução do consumo de combustível – o meio ambiente agradece. O motor elétrico pode funcionar em baixas velocidades, quando há carga nas baterias, ou entra em funcionamento com carga nas baterias e quando o veículo precisa de uma forcinha a mais, fazendo com que os dois motores funcionem em conjunto.

Só no elétrico

Mas se é só com o motor elétrico, por que é híbrido? Porque, embora responda pela tração, este tipo de motor ainda conta com uma forcinha do modelo a combustão. Só que, neste caso, o motor convencional está lá apenas para gerar energia para as baterias. Ou para segurar as pontas quando o sistema identificar que a carga da bateria está baixa.

A opção por ficar com a eletricidade ou a combustão é feita automaticamente. Este modelo de motorização serve bem a um veículo de peso médio, funcionando com baixa cilindrada. O consumo, claro, é bem pequeno: você pode dirigir por 600 km com apenas 35 litros de combustível líquido, combinando as duas motorizações. Se quiser ficar só com o elétrico, dá para fazer um percurso de 60 km e recarregar o sistema na tomada.

Mas não é só na tomada

Não, o motorista não precisa ficar desesperado à busca de uma tomada na estrada se tiver um carro híbrido, basta encontrar um posto de combustível comum. Nas duas opções que apresentamos neste boletim, as baterias são recarregadas automaticamente quando o motor a combustão entra em funcionamento.

Dependendo do modelo, o sistema de freios também pode contar com um dispositivo de regeneração de energia. Ele aproveita a energia gasta rotação das rodas no momento da frenagem para gerar energia para as baterias. Inteligente e econômico.

Mais informações www.cesvi.com.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

-DESIGNERS DESENVOLVEM PNEU QUE "AVISA" A HORA DE TROCÁ-LO.


Identificar a hora certa de trocar os pneus do carro é uma das obrigações dos proprietários de veículos. Além de garantir mais segurança, uma novidade promete facilitar a vida do motorista. Os designers Gao Fengling e Zhou Buyi desenvolveram o “Discolor Tyre”, que mostra facilmente o desgaste do pneu e “avisa” quando ele deve ser trocado.

A ideia dos designers foi inserir uma camada de cor integrada ao composto de borracha. À medida que o pneu começa a se desgastar, com base no nível definido pelo fabricante, a cor começa a aparecer, evitando que o pneu fique totalmente “careca” e provoque acidentes.

De acordo com os criadores da inovação, a cor do pneu deve aparecer, em média, após os 20 mil quilômetros rodados, dependendo do composto utilizado e da frequência de utilização do veículo. As informações são do site Motor Dream.

No Brasil, dirigir com pneus “carecas” é considerado infração grave de trânsito. São cinco pontos na carteira de habilitação e a multa é de R$ 127.

Fonte: O Povo.com.br

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

-NOVAS REGRAS PARA MOTOBOYS COMEÇAM VALER EM FEVEREIRO.

A partir de fevereiro, para exercer a atividade de motoboy, os motociclistas terão que seguir novas regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito. Eles serão obrigados a passar por um curso, mudar a placa da moto e aderir a novos equipamentos de segurança. O objetivo das novas regras é regulamentar a profissão e aumentar a segurança.
Com o aumento da segurança, os números de acidentes com mortes devem cair. Em três anos, a rede pública de Saúde do Distrito Federal quase dobrou os gastos com atendimento a motociclistas envolvidos em acidentes de trânsito, passando de R$ 434 mil em 2008 para R$ 868 mil em 2010. A taxa de mortalidade também subiu de 94 em 2008 para 121 em 2010, segundo o Ministério da Saúde.
A partir do mês que vem serão exigidos dos motoboys que tenham a carteira nacional de habilitação na categoria A por pelos menos dois anos, idade mínima de 21 e um certificado de um curso de qualificação para exercer a profissão. As motos também precisarão ser registradas na categoria ‘veículo alugado’, o que inclui a troca da placa cinza pela vermelha.
Desde 2010 os órgãos de fiscalização já cobram dos profissionais o uso de equipamentos de segurança já regulamentados, como o protetor de pernas, conhecido como mata-cachorro, a antena aparadora de linhas, popularmente chamada de corta-pipas e o colete refletivo.

Fonte: R7.com

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

-DICAS PARA A SEGURANÇA DE CICLISTAS NO TRÂNSITO.



Quem opta pela bicicleta como meio de transporte nas cidades precisa estar atento às leis. Isso facilita o trânsito e evita acidentes. Muitas pessoas têm medo de pedalar, pois não se sentem seguras quanto ao trânsito. Porém, é preciso saber que muito da segurança no trânsito depende das atitudes que tomamos.

Se o ciclista seguir umas poucas regras básicas, o risco de acidente cai praticamente a zero. Sempre haverá possibilidade de alguma tensão ou conflito, mas será bem mais difícil a ocorrência de um acidente.

O importante é você entender que, enquanto pedala e conduz a bicicleta, você é um ciclista, e não um motorista ou motociclista. Bicicleta acelera, mantém a velocidade e desacelera de uma maneira completamente diferente de qualquer veículo motorizado. Por causa disto, a relação do ciclista com o trânsito tem suas particularidades que precisam ser respeitadas.

A maioria dos acidentes com ciclistas é causada por ele mesmo. Quase todos os acidentes têm responsabilidade direta ou indireta do próprio condutor; por distração, desrespeito à sinalização, falha mecânica, erro de cálculo, falta de bom senso.

Deixar a bicicleta com a manutenção sempre em dia também é uma forma de evitar prejuízos maiores.

Dicas para os ciclistas
- Seja educado;
- Obedeça as leis de trânsito;
- Sempre sinalize suas intenções;
- Use roupas claras ou chamativas;
- Mantenha os refletores limpos;
- Evite ruas e avenidas movimentadas;
- Mantenha-se à direita e na mão de direção;
- Não faça zig-zag: procure pedalar mantendo uma linha reta;
- Aprenda a ouvir o trânsito.

O que você não deve fazer
- Nunca pedale na contra-mão, a não ser que esteja sinalizado;
- Não pedale onde o motorista não o pode ver;
- Nunca entre com tudo nos cruzamentos, esquinas ou saídas de estacionamentos;
- Nunca force uma situação contra um carro, moto ou ônibus;
- Não pedale muito próximo do meio fio;
- Não fique olhando para trás o tempo todo, somente o tempo necessário para perceber o trânsito no caso de necessidade de mudança de direção ou faixa. Preocupe-se com o que vem pela frente;
- Não use fone de ouvido.

Fonte: Diário de Guarapuava

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

-CARROS DE FROTA PODERÃO TER SISTEMA ANTI-BÊBADO.

A Câmara dos Deputados estuda uma proposta que determina a instalação de bafômetros em veículos de frota. De acordo com a proposta, o motorista deverá fazer o teste de nível alcoólico sempre antes da partida do veículo.

Caso o resultado seja acima de um parâmetro pré-estabelecido, a partida será bloqueada eletronicamente, já que o bafômetro está ligado ao sistema de controle do carro.

De acordo com a proposta, a instalação do aparelho será obrigatória em veículos destinados ao transporte escolar, em táxis e em frotas de caminhões, ônibus e vans. Esse será um item de fábrica obrigatório para veículos desses tipos produzidos a partir de 2014.

Custo de instalação

  A medida está prevista no Projeto de Lei 4394/12, do deputado Manato (PDT-ES). A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

O deputado explica que esses aparelhos já foram testados nos Estados Unidos e na Suécia. Segundo ele, o custo de instalação seria de aproximadamente R$ 1 mil por veículo. “É um valor baixo se comparado aos prejuízos e acidentes caríssimos que a direção combinada com álcool pode acarretar. Ademais, as empresas teriam um gasto que, com certeza, seria mínimo em relação aos enormes prejuízos causados por acidentes no trânsito que, espera-se, diminuiriam muito”, argumentou.

De acordo com o texto, as empresas que descumprirem a nova regra estarão sujeitas a multa. Além disso, os condutores condenados por dirigir alcoolizados e causar acidentes terão penas mais duras. O valor das multas, o tamanho das penas e os níveis de álcool permitidos no organismo dos motoristas serão definidos em um regulamento específico elaborado pelo Executivo.

A regulamentação da lei deverá prever também mecanismos de abatimento fiscal que possam subsidiar a instalação do bafômetro que impede a partida dos veículos de frota.

Com informações da Agência Câmara Notícias