terça-feira, 20 de maio de 2014

ÁLCOOL MATA UMA PESSOA A CADA DEZ SEGUNDOS, SEGUNDO A OMS.

 Mortes causadas pelo álcool

O álcool mata cerca de 3,3 milhões de pessoas no mundo a cada ano, ou cerca de uma pessoa a cada 10 segundos, de acordo com um comunicado da OMS.

Essa taxa é maior do que as mortes causadas pela AIDS, a tuberculose e a violência combinados.

De acordo com o "Relatório mundial sobre álcool e saúde de 2014", 5,9% das mortes no mundo são atribuídas ao álcool. O que é ainda mais assustador é que 7,6% de todas as mortes envolvem homens. Essa é uma quantidade enorme, considerando que essa é uma droga legal e comercializada com muita facilidade.

É preciso mudar esse quadro: como o relatório afirma, o abuso de álcool é uma pandemia global e os governos precisam tomar medidas para proteger seus cidadãos. As melhores soluções pensadas são o aumento dos impostos, aumento da idade legal para beber e melhorar a regulamentação do comércio de bebidas alcoólicas. A OMS também chama a atenção dos governos para realizarem campanhas nacionais de sensibilização e prestação de serviços no tratamento para alcoólatras.

"Algo a mais precisa ser feito para proteger a população contra as consequências negativas que o álcool tem para a saúde", diz o Dr. Oleg Chestnov, diretor-geral adjunto de doenças não transmissíveis e saúde mental. "O relatório mostra claramente que não há espaço para complacência quando se trata de reduzir o uso nocivo do álcool".

A maioria das mortes por álcool provém de doenças cardiovasculares e diabetes, mas também há a cirrose e a fragilidade do sistema imunológico. A outra porcentagem de 17,1% de todas as mortes relacionadas ao álcool envolvem acidentes de trânsito ou ainda à violência induzida pela bebida.

Regionalmente falando, a OMS aponta que, com o aumento da riqueza global, as nações como Índia e China estão tendo as maiores taxas de consumo de bebida alcóolica, possuindo cada vez mais vítimas dessa droga. Entretanto, a Europa Oriental e a Rússia, batem recordes no exagero. Homens na Rússia chegam a beber em média 32 litros de álcool puro por ano, quase o dobro da média de um consumidor em todo o resto do mundo.

Avaliando esses dados, o preconceito com outras drogas chega a ser antiquado e ínfimo. Incapacidade de reduzir o uso, consequências alarmantes para o indivíduo que consome e para toda uma sociedade são apenas alguns dos argumentos usados para drogas que, em grande parte dos países, são consideradas ilegais.

No entanto, o álcool, mesmo com todos esses índices, é legal, e os governos federais e estaduais dedicam uma atenção exagerada para prevenir as pessoas desse uso de outras drogas. Se os países estão tão empenhados em combater o abuso de substâncias, então o álcool seria um alvo óbvio.

Já houve tentativas, mas não tiveram muito sucesso. É preciso uma campanha com mais ênfase e uma reeducação das pessoas com relação ao consumo de bebidas alcóolicas e colocar um maior controle sobre isso, afinal, elas também são drogas, que mudam a vida de um indivíduo e afeta a vida de toda a sociedade.

Fonte: Correio do Estado

segunda-feira, 19 de maio de 2014

-LER MENSAGENS NO CELULAR AO VOLANTE PODE RENDER ATÉ PRISÃO NA IRLANDA.

Mensagens no celular ao volante
Os celulares acabaram fazendo parte de nossas vidas. É comum vermos pessoas o tempo inteiro com um celular nas mãos, mesmo quando estão dirigindo. Apesar de as leis de trânsito alertarem para os riscos do uso de aparelhos celular ao volante, muitas pessoas simplesmente não conseguem largá-los por um segundo, o que pode acabar desviando a atenção do trânsito, resultando em possíveis acidentes.

O governo da Irlanda instituiu nesta semana novas leis mais rígidas para os motoristas que forem flagrados lendo mensagens de texto enquanto dirigem. Será aplicada uma multa de mil euros e serão obrigados a se explicarem juridicamente. Os reincidentes, por sua vez, não serão aliviados. O motorista que for pego lendo mensagens pela segunda vez, ao volante, receberá uma multa ainda maior de 2 mil euros, e, dependendo do caso, poderá pegar prisão de até três anos.

E se você acha que realizar chamadas usando oviva-voz do seu celular não tem problema, as novas leis mais rígidas também punem os motoristas que usarem esse recurso enquanto dirigem, exceto, no uso do sistema de ativação por voz.

De acordo com Conor Faughnan, diretor da Associação do Automóvel da Irlanda, essas novas regras estão entre as mais rígidas da Europa e visam, especialmente, garantir a segurança no trânsito, seja para motoristas ou para pedestres.

Já imaginaram se as leis brasileiras também sigam este caminho? Afinal, pesquisas realizadas mostraram que uma pessoa usando um celular ao volante pode ser tão perigosa quanto uma pessoa dirigindo alcoolizada.

Fonte: Tudocelular.com

sábado, 17 de maio de 2014

DILMA VETA PROJETO QUE LIVRA TRATORES DE REGISTRO E LICENCIAMENTO.

Licenciamento de tratoresO veto presidencial será analisado agora no Plenário do Congresso (sessão conjunta de deputados e senadores)

O projeto que desobriga tratores  e demais máquinas agrícolas do registro e licenciamento anual no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, foi totalmente vetado pela presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (15).

De acordo com a justificativa do veto, o projeto de lei (PL 3312/12) deixava muito amplo o conceito de "veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas", o que seria contrário ao interesse público.

O texto é de autoria do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS). O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97). As discussões sobre o tema vinham se arrastando desde 1997, quando o licenciamento se tornou regra para máquinas agrícolas, com a aprovação do código.

O veto presidencial será analisado agora no Plenário do Congresso (sessão conjunta de deputados e senadores). Para derrubar um veto, é preciso o apoio de 257 deputados e 41 senadores.

Com informações da Agência Câmara

sexta-feira, 16 de maio de 2014

-VIAÇÃO APROVA NOVO MÉTODO PARA MEDIR EXCESSO DE VELOCIDADE.

Excesso de velocidade no CTB
A Comissão de Viação e Transportes aprovou na quarta-feira (7) projeto que acrescenta ao Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) nova metodologia para aferir excesso de velocidade – por meio da velocidade média em um determinado trecho.

Pelo Projeto de Lei 3152/12, do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), deve-se considerar a razão entre a distância percorrida pelo veículo e o tempo decorrido.

De acordo com o relator, deputado Mauro Lopes (PMDB-MG), a medição da velocidade média está sendo utilizada de forma experimental em alguns países da Europa.

O parlamentar explica que, com o novo método, é possível fazer o controle de entrada e saída dos automóveis em determinado trecho. “O horário naquele segmento fica registrado, permitindo que se faça o cálculo da velocidade média e, em caso de excesso, se aplique a multa correspondente”, acrescenta.

Regras atuais
Atualmente, no Brasil, a velocidade é medida apenas em pontos determinados de vias públicas. As multas são variáveis, de acordo com o excesso constatado. Caso supere em 20% a máxima permitida, trata-se de infração média, punida com multa de R$ 85,13.

Quando a velocidade for superior à máxima entre 20% de 50%, tem-se infração grave, para a qual a multa é de R$ 127,69. Caso a velocidade supere a máxima permitida em mais de 50%, a infração é gravíssima, punível com multa de R$ 957,70.

A mudança prevista no projeto, segundo o relator, pode reduzir os problemas enfrentados no trânsito. Mauro Lopes argumentou ainda que, em países como Itália e Portugal, a implantação do novo sistema em rodovias reduziu pela metade o número de mortos e em 27% o número de feridos em acidentes.

Tramitação
Com tramitação em caráter conclusivo, a proposta foi encaminhada para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações da Agência Câmara

quinta-feira, 15 de maio de 2014

-CNHPARA ESTRANGEIRO TEMAUMENTO DE 196% EM 5 ANOS EM SÃO PAULO.

Em 2013, a cada 100 novos motoristas, três eram de outros países. Aumento estimulou autoescola a investir em estrangeiros

O total de carteiras nacionais de habilitação (CNH) emitidas em São Paulo para estrangeiros aumentou 196% nos últimos 5 anos, segundo levantamento do Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran). A cada 100 novos motoristas habilitados em São Paulo em 2013, três eram pessoas de outros países.

O crescimento do mercado levou até que autoescolas investissem na preparação desse segmento: não se assuste se encontrar pelas ruas da cidade de São Paulo alunos dirigindo carros adesivados exclusivamente em outro idioma.

Em 2009, a cidade de São Paulo registrava 1.539 motoristas estrangeiros. Em 2013, esse número passou para 4.559. Atualmente, o número de CNHs registradas para estrangeiros na capital paulista é de 113.725. Uma delas é a do vendedor Zhou Huafu, de 25 anos. Nascido em Fujian, uma província da China, ele aprendeu a dirigir no Brasil em 2011. "Aqui tem mais carro do que pessoas, e muito trânsito", afirma.

Ao menos para dois dos estrangeiros recém-habilitados ouvidos pelo G1, o comportamento dos motoristas assusta. A estudante Suzy Lee, de 21 anos, que também aprendeu a dirigir nas ruas de São Paulo, diz que na Coréia as pessoas lidam de maneira diferente com eventuais problemas no trânsito. “O pessoal lá respeita um pouco mais. Eu nunca vi, por exemplo, os caras pararem para brigar”, disse.

Já para Huafu, o que o impressionou foi o grande número de idosos dirigindo, algo incomum em seu país de origem. “Aqui tem muita gente de 60, 70 anos dirigindo. Na China quase não tem, não é costume idoso dirigir”, explica.

Nicho de mercado
O aumento na emissão das CNHs para estrangeiros fez também com que autoescolas passassem a investir mais nesse público. Como é o caso da autoescola 25 de Março, localizada na Avenida Prestes Maia, na região Central de São Paulo.

Lá, os carros têm um detalhe curioso: o nome e as informações estão em mandarim. Doraci, a proprietária, explica que a tática foi utilizada para ajudar os chineses, seu maior público depois dos brasileiros, a compreenderem melhor qual é o serviço prestado pela autoescola. “Nós escrevemos para explicar melhor o serviço”, disse. Doraci afirma que, nos automóveis, está escrito “nós ensinamos chineses a dirigir”.

O público, no entanto, não se restringe aos chineses. Doraci explica que a autoescola recebe as mais diferentes nacionalidades. “A gente atende coreanos, libaneses, indianos, peruanos”, conta. Segundo ela, a diversidade de nacionalidades atendidas se dá pela própria região, que conta com um grande número de estrangeiros. A descoberta do mercado foi progressiva. “Faz 13 anos que temos a autoescola aqui. De repente, nós começamos a ficar conhecidos, um foi falando para o outro”, afirma a proprietária.

Habilitação para estrangeiros
De acordo com o Detran-SP, todo motorista já habilitado no exterior pode dirigir no Brasil, desde que sejam de um país signatário da Convenção de Viena ou que atenda ao princípio da reciprocidade.

Passados 180 dias de permanência no Brasil, o estrangeiro deve procurar o Detran para obter uma habilitação provisória. Entre os documentos, ele vai precisar  a habilitação de seu país de origem, dentro da data de validade, um documento de identificação pessoal, o Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) permanente, provisório ou temporário, e o passaporte ou documento que comprove a data de entrada no país.

Mais informações sobre o procedimento de emissão de habilitação para estrangeiros podem ser obtidas através do telefone 11 3322-3333, de segunda a sexta-feira, das 7h às 20h, e aos sábados, das 6h30 às 15h ou pelo site do Detran http://www.detran.sp.gov.br

Fonte: G1 Notícias

quarta-feira, 14 de maio de 2014

-A DIFERENÇA ENTRE OS PNEUS DE MOTOCICLETA.

Tipos de pneus para motos

Tudo o que um viajante deseja enquanto pilota sua moto é tranquilidade e segurança. E existe um fator muito importante para evitar imprevistos, que as pessoas acabam deixando de lado que é a escolha de um pneu ideal para o tipo de solo que será percorrido – seja na estrada, para um passeio breve ou mesmo na utilização diária.

Você conhece os diferentes tipos de pneus e sabe qual é adequado para viagens na estrada ou asfalto? A equipe do Viagem de Moto explica a diferença.

Primeiramente, identifique o tipo de condução que será praticado e solo mais frequente durante o trajeto. Por exemplo: para quem vai acelerar mais, os pneus mais rígidos são os mais utilizados; quem necessita de curvas precisas e que a moto obedeça aos comandos imediatamente, deve utilizar pneus mais macios. Além disso, considere e o tipo de solo e a categoria de sua moto, para, então, decidir qual o tipo de pneu que atenderá melhor às suas necessidades e que se adapte com eficiência à moto.

Pneu de desporto. Pneu de borracha macia utilizado em circuitos de competição. Atinge altas temperaturas, mas não são indicados para piso molhado, pois têm poucos desenhos na superfície. Sua vida útil é curta.

Pneu de desporto/touring. Feito de borracha de rigidez intermediária, possui mais desenhos na superfície e sua temperatura de funcionamento é inferior ao pneu de esportivo. Tem boa aderência e se adapta bem a diversos tipo de terreno.

Pneu touring. Pneus de borracha rígida, também conhecido como pneus de estrada. Tem baixa temperatura de funcionamento e vida útil superior ao pneu de desporto. Seu desenho permite uma boa aderência em pisos molhados.

Pneu misto ou trail. Indicados para quem circula tanto em pisos de asfalto quanto pisos de terra, graças ao seu desenho mais largo na superfície que possibilita maior tração em todos os tipos de terrenos, até em areia e lama. São feitos de borracha rígida e sua temperatura de funcionamento é baixa.

Pneu TT (todo o terreno). Ideal para motocross e pistas de terra em virtude do seu desenho com grandes sulcos na superfície. Indicados para terrenos secos e acidentados, tem boa aderência e são feitos de borracha rígida, funcionam em baixa temperatura.

É importante lembrar que pneus novos possuem uma camada protetora que os tornam escorregadios nos primeiros quilômetros de rodagem. E vale lembrar que, para sua segurança e bom desempenho da sua moto e dos pneus, as medidas devem ser sempre respeitadas. O uso de pneus mais largos que especificado, além de ser uma prática irregular e punida pelas leis de trânsito, causa desgaste prematuro das bandas de rodagem e o resultado é prejuízo na certa.

Além disso, nunca é demais ressaltar que, tão importante quanto escolher os melhores pneus e fazer uma economia inteligente na hora de comprá-los, é estar atento e cauteloso no trânsito. Da mesma forma que também é essencial estar protegido com os outros artigos de segurança como o capacete, as botas e as luvas que garantirão a segurança do motociclista. E aí a diversão na sua viagem estará garantida.

Fonte: Viagem de moto

terça-feira, 13 de maio de 2014

-DILMA SANCIONA LEI QUE ENDURECE PENA PARA QUEM PARTICIPA DE RACHA.

Ultrapassagem proibida e racha
Projeto havia sido aprovado pelo Congresso em abril. Texto define pena de até 10 anos de prisão quando for provocada morte

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que torna mais rigorosa a pena para quem participa de racha ou comete ultrapassagens perigosas no trânsito. A sanção foi publicada na edição desta segunda-feira (12) do "Diário Oficial da União". O texto já havia sido aprovado pelo Congresso Nacional em abril.

O projeto estabelece que racha que ocasione morte resulta em pena de 5 a 10 anos de prisão. Caso as competições nas ruas resultem em lesões, a pena para quem promoveu o racha vai variar de 3 a 6 anos preso. Para a prática do racha sem necessariamente haver acidente, o texto aprovado pelos deputados amplia a pena máxima dos atuais dois anos para três anos de detenção. A pena mínima permanece em 6 meses.

O endurecimento das punições também se estende para quem é pego dirigindo sob efeito de álcool ou de substâncias psicoativas que causam dependência. Nesses casos, a pena passa a ser de prisão por período entre dois e quatro anos. Hoje há apenas sanções administrativas, como multa e apreensão do veículo e da carteira de habilitação.

Multas
Antes a multa para quem participava de racha no trânsito era de R$ 576. Agora passa para R$ 1.915,40 (que pode ser dobrado caso o motorista seja reincidente).

Nas situações em que um veículo força outro a uma ultrapassagem perigosa, a multa saltará de R$ 191 para R$ 1.915,40 (que pode ser dobrada caso o motorista for reincidente) e o infrator ainda corre o risco de ter a habilitação suspensa.

Fonte: G1 Notícias

quinta-feira, 8 de maio de 2014

-ESTATÍSCTICA DO DPVAT REFORÇAM IMPORTÂNCIA DO MAIO AMARELO.

DPVAT e o Maio Amarelo
Mudar o cenário de 2013, onde mais de 630 mil pessoas receberam indenização pelo Seguro DPVAT. Este foi o número de indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT, por Morte, Invalidez Permanente e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares, apenas no ano de 2013 por acidentes de trânsito em todo o país.

O movimento Maio Amarelo nasce na década do trânsito por iniciativa de empresas interessadas na redução da violência do trânsito brasileiro, como a Seguradora. A quantidade de óbitos indenizados pela Seguradora Líder em 2013 chegou a 54.767.

Estes números levam em consideração os pagamentos realizados no ano passado e se referem, também, a acidentes fatais ocorridos em anos anteriores, tendo em vista que o cidadão pode solicitar a indenização em um prazo de três anos.

Assim como os movimentos Outubro Rosa e Novembro Azul, que alertam a necessidade de prevenção aos cânceres de mama e próstata, respectivamente, o Maio Amarelo tem como objetivo envolver a sociedade, órgãos governamentais, entidades de classe e associações para o engajamento de ações e conhecimentos sobre a segurança viária.

O amarelo do movimento representa cor semelhante ao do sinal de trânsito, que destaca a atenção para a realidade com que a sociedade vem se deparando nos últimos anos. "O país vive uma verdadeira epidemia quando o assunto é o trânsito brasileiro. De acordo com os dados do Seguro DPVAT, percebemos que estamos perdendo nossos jovens, vítimas de 50,9% dos acidentes que indenizamos em 2013", afirma o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier.

A Seguradora Líder DPVAT estima que o número de mortes no trânsito brasileiro em 2013 deva chegar perto de 45 mil, levando-se em consideração as indenizações por morte pagas pelo Seguro DPVAT no ano de 2013 cujos acidentes ocorreram no próprio ano e a projeção de novos pedidos em razão do prazo de até três anos após a data do acidente para solicitar a indenização.

Este valor corresponde à queda de 225 aeronaves com 200 passageiros por ano; 16 atentados ao World Trade Center por ano, ou mais de quatro tufões que atingiram as Filipinas em 2013 por ano. Para Xavier, "é necessária a realização de um amplo debate que vise a constituição de ações urgentes e de ordem prática para que haja uma real transformação do trânsito brasileiro".

Durante o mês de maio acontecerão ações promocionais para chamar a atenção da sociedade, além de palestras e debates sobre o tema em empresas, escolas, organizações não governamentais e entidades.

Com informações da Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 7 de maio de 2014

-VENDEU SEU VEÍCULO? COMUNIQUE AO DETRAN E EVITE PROBLEMAS FUTUROS.

Vendeu o seu veículoQuem vende um veículo, geralmente tem problemas com o novo proprietário que demora a fazer o processo de transferência do bem. Essa situação vem crescendo na Bahia, onde o Detran-Ba tem recebido várias queixas. Isso acontece porque se o novo proprietário comete uma infração e o documento do veículo permanece em nome do antigo, este último deverá assumir as responsabilidades de ordem administrativa, fiscal e criminal, podendo perder pontos na Carteira Nacional de Habilitação ou responder por algo que não fez.

O que muita gente não sabe é que, para se isentar, o antigo proprietário tem a obrigação, de acordo com o art. 134, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de fazer a chamada “Comunicação de Venda” do veículo e evitar os possíveis transtornos futuros, tais como, ser responsabilizado pelas multas cometidas, danos físicos e materiais que venham a ser provocados pelo veículo (batidas, multas, atropelamentos etc.), e ainda, ter o nome inserido na Dívida Ativa do Estado.

Fazer a “Comunicação de Venda” é muito simples. Basta o proprietário antigo do veículo se dirigir à sede do Detran ou Ciretran, e dar entrada, gratuitamente, no protocolo geral ou na diretoria de veículos. Ele deve estar munido de cópia autenticada do Certificado de Registro Veicular (CRV) com firma reconhecida, devidamente preenchido (no verso) com os dados do comprador, datado e assinado por ambos, comprovante de residência do comprador e RG do vendedor. Em seguida, ele deve preencher um formulário comunicando a venda e informando o nome do comprador. Ao final do processo, é emitido um comprovante de que o registro foi efetivado. A partir dali, tudo o que vir a acontecer com o veículo será de responsabilidade do novo comprador.

Serviço de Transferência

Ao comprar um veículo seminovo, é preciso ser feito o serviço de transferência de propriedade, passando o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) para o nome do comprador, este procedimento pode ser feito na sede do Detran e unidades do SAC na capital, epara quem está no interior, basta se dirigir as Ciretrans, Retrans e unidade do SAC em Feira de Santana. O novo proprietário tem um prazo de 30 dias corridos, contados a partir da data da compra, para realizar a transferência. A transferência realizada após este prazo resultará em infração de trânsito de natureza grave.

Para ser feita a transferência, deve ser reconhecida a firma por autenticidade em cartório, do comprador e do vendedor. Caso o veículo seja de outro município ou estado também é necessário o sinal público e o CRV deve está devidamente preenchido.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

-SUSPENSÃO REBAIXADA DOS CARROS É REGULARIZADA.

Regularizar carros rebaixadosDetran autorizou a alteração na suspensão dos veículos desde que o proprietário siga algumas especificações

A alteração no sistema de suspensão dos veículos passou a ser permitida no Brasil. A regulamentação foi feita a partir de novas regras estabelecidas pela resolução 479/2014 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que torna legal o rebaixamento de veículos no Brasil, desde que obedeçam a uma série de ítens e também certificados emitidos pelos órgãos de trânsito.

Para o proprietário da loja MM Comércio de Pneus – Multimarcas e Auto Center, de Guarapuava, João Carlos Kintof, a procura, que deve aumentar com a regularização, já acontecia de forma intensa principalmente por jovens. “É mais pela estética, a maioria dos jovens hoje rebaixa o carro nem que seja um pouco, coloca o pneu que quer e vê que fica um espaço muito grande entre o paralama e o pneu. Mesmo com o aro original, o carro fica muito alto e faz o rebaixamento para diminuir o espaço”, explicou.

Segundo ele, hoje o rebaixamento pode ser feito de várias formas, e algumas são consideradas mais seguras. “Existe a possibilidade de comprar a mola pronta, a chamada ‘mola de rosca’, e com ela regular o carro na altura que quizer. Tem também a suspensão a ar, que faz a mesma coisa, regula a altura do carro que quer, mas com ar. Porém, alguns optam pelo processo de cortar as molas, só que não fica bom porque causa danos ao amortecedor”, afirmou.

Nesses casos, o motorista foi pego em alguma blitz e foi obrigado pelo Detran a levantar o carro novamente. 

A partir de agora, quem se interessar precisa lembrar que as alterações na suspensão devem obrigatoriamente constar no CRV (Certificado de Registro de Veículos). Para obter a validação, é preciso passar por uma vistoria em uma sede do Detran (Departamento de Trânsito) e também em uma unidade credenciada pelo Inmetro para obter o CSV (Certificado de Segurança Veicular). 

De acordo com João, o acompanhamento dos órgãos de trânsito é importante porque, ao fazer o rebaixamento do carro, o motorista assume alguns riscos, já que com a alteração, o automóvel perde certas características de fábrica, que garantiam sua segurança. “Para andar em uma BR, por exemplo, o carro não fica mais tão bom porque perde a estabilidade. Ele sai de fábrica com um projeto pronto para a sua altura e peso em relação ao amortecedor e, a partir do momento que isso é modificado, o motorista tem que tomar muito mais cuidado”, disse. 

Pelas novas regras, as alterações de regulagem na suspensão podem ser feitas em veículos usados que possuam PBT (Peso Bruto Total) de até 3.500 kg, e que durante o esterçamento de direção o sistema de rodas e pneus não toque a estrutura. Neste caso, a nova regra estabelece como altura mínima do solo 100 mm (10 cm), medida a partir do assoalho do veículo. Já para veículos com PBT acima de 3.500 kg - que contempla a categoria de caminhões -, o esterçamento não pode ultrapassar dois graus durante a medição. 

Como regularizar

O primeiro passo para fazer a mudança é passar por uma vistoria no Detran - com o veículo ainda sem as alterações. Depois é necessário pedir junto ao órgão a autorização prévia para alteração da característica do veículo e também uma autorização para obter o CSV (Certificado de Segurança Veicular). 

Na sequência, o proprietário pode realizar a alteração e, em seguida, procurar uma unidade credenciada pelo Inmetro onde será concedida a certificação àqueles que respeitarem todos os itens na inspeção. Logo após, é necessário o retorno ao Detran com o laudo emitido pela unidade credenciada ao Inmetro e passar novamente pela vistoria. Cumprida esta última etapa, uma nova vinda ao Atendimento do Detran será necessária para finalizar o processo. 

Caso a alteração no veículo já tenha sido feita, o usuário deve seguir os mesmos procedimentos para regularização, porém, uma taxa de R$ 118,96 é cobrada como multa administrativa pela mudança sem permissão do Detran. 

Fonte: Diário de Guarapuava

sexta-feira, 2 de maio de 2014

-LEI DO DESCANSO REDUZ EM 30% AS MORTES EM ACIDENTES COM CAMINHÕES.

Lei do Descanso poderá ser flexibilizadaFlexibilização da lei foi aprovada na Câmara

Os números de mortes e de casos de invalidez permanente decorrentes de acidentes de trânsito envolvendo caminhões e pick-ups caíram 30% de 2012 para 2013, segundo a Seguradora Líder (DPVAT). No ano passado, morreram nas estradas brasileiras 2.970 pessoas e ficaram em situação de invalidez permanente outras 3.905, devido a esses acidentes. Em 2012, haviam sido 4.233 e 5.582, respectivamente. O número de mortes no ano passado é o mais baixo da série histórica da Líder, que teve início em 2000 (ver quadro).

Defensores da Lei do Descanso (lei 12.619) acreditam que a redução dos óbitos está relacionada à diminuição da jornada de trabalho dos motoristas. E afirmam que as mudanças na lei – que podem ser aprovadas nesta terça-feira (29) na Câmara dos Deputados – farão subir novamente o número de mortes.

Gráfico DPVAT

A lei entrou em vigor dia 18 de junho de 2012. As multas nas rodovias começariam a ser aplicadas somente em setembro daquele ano, mas, por meio de uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), e após greve do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC), foram suspensas por seis meses. Ou seja, só passaram a valer em 2013.

Editor do site www.estradas.com.br e coordenador do Programa SOS Estradas, Rodolfo Alberto Rizzotto diz não ter a “menor dúvida” da relação entre redução de mortes e a Lei do Descanso. “Nossa estimativa é de que, caso o governo aplicasse a Lei 12.619 com o máximo de rigor, poderíamos ter uma redução de 50% nas mortes e feridos graves”, afirma.

Além disso, ele ressalta que a medida contribuiria para a fluidez do tráfego. “Afinal, muita gente esquece que os acidentes param as rodovias e causam atrasos nas entregas. Também teríamos redução dos custos da Previdência Social, do Ministério da Saúde, dos processos judiciais, de danos materiais e outros”, declara.

O procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT), Paulo Douglas Almeida de Moraes, acredita que pelo menos 1.500 vidas tenham sido preservadas em virtude da Lei do Descanso. “Vamos assistir a um retrocesso absurdo”, lamentou ele em relação à votação realizada na Câmara.

Projeto 5.943

No texto que a Carga Pesada acessou no site da Câmara, a comissão criada pela bancada ruralista (Cemotor) propõe várias mudanças na Lei do Descanso. Entre elas, a redução de 11 horas para 8 horas ininterruptas o período de descanso dos caminhoneiros entre dois dias de trabalho. Também propõe que a parada obrigatória de meia hora durante o dia aconteça após 6 horas ao volante e não mais 4 horas. O texto ainda diz que as novas regras só irão valer após seis meses e apenas nas estradas previamente homologadas pelo governo.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

-DICAS DE COMO COMUNICAR ACIDENTE PARA SEGURADORA.

Comunicar acidente a seguradora

Sofrer ou causar uma batida no trânsito não é nada agradável. Imprevistos assim causam uma série de transtornos a todos os envolvidos. Apesar dos acidentes serem tão frequentes nas grandes metrópoles, poucos realmente sabem como agir quando são vítimas ou causadores de um acidente, mesmo possuindo cobertura de uma seguradora.

Pieter Lekkerkerk, sócio diretor da corretora on-line EscolherSeguro, explica que a melhor maneira de resolver essa situação é manter a calma, pois uma discussão para saber quem é o verdadeiro culpado não solucionará o problema e até mesmo pode agravar o acontecimento. “ Se o condutor tem consciência de que causou o acidente, o melhor a fazer é pedir desculpas imediatamente e se mostre solicito com o terceiro”, complementa.

A fim de evitar mais contratempos, o executivo preparou cinco dicas para os condutores não terem complicação ao registrar o sinistro e obter resposta positiva da seguradora para o reparo do veículo:

Não minta e atente-se aos detalhes

Em primeiro lugar, durante a contratação do seguro é fundamental que o contratante forneça informações corretas. Segundo Pieter, será no momento da investigação do sinistro que a seguradora verificará a veracidade dos dados da apólice. “ Por exemplo, se for comprovado que o filho de 19 anos dirigia no momento do sinistro e ele não está coberto, a seguradora está no direito de recusar o pagamento do sinistro”, argumenta. Lekkerkerk também esclarece que é muito importante controlar o trabalho do corretor antes de assinar qualquer proposta, pois um dado preenchido incorretamente pode significar a negativa de um sinistro. “ Seguro é um produto que tem muito detalhe e nós sabemos por experiência que é fácil algum erro acabar na apólice”, complementa.

Anote todos os dados

Após uma eventual colisão, colete todas as informações do automóvel envolvido (placa, modelo, marca e cor do veículo) e troque contatos com o terceiro. Também é interessante registrar com fotos as circunstâncias do acidente. “ Assim, é melhor para identificar os carros envolvidos e a posição deles após a batida. A remoção rápida dos veículos para liberar o trânsito praticada pela CET pode dificultar a atribuição de responsabilidade mais tarde”, acrescenta.

Registre um B.O.

Caso haja feridos, chame a polícia para execução de Boletim de Ocorrência no local e realização de primeiros socorros da vítima. Se não houver pessoas machucadas é mais recomendado que os envolvidos se dirijam ao Distrito Policial mais próximo. “ É interessante que ambos façam o registro do B.O. juntos, pois dessa maneira são evitadas divergências entre as versões do ocorrido”, afirma o sócio da EscolherSeguro.

Mantenha sua CNH válida

As condições gerais das seguradoras estipulam que o veículo segurado tem que ser conduzido por uma pessoa devidamente habilitada, o que não é o caso de quem tem a carteira vencida ou apreendida. “ Isso não necessariamente é aplicado sem exceções, mas nesse caso prevenir é infinitamente melhor do que arriscar”, explica o executivo.

Prefira oficinas credenciadas pelas seguradoras

O mais indicado é realizar o conserto do veículo em estabelecimentos credenciados pela seguradora, já que a empresa se responsabiliza pelo fornecimento das autopeças. “ A chance de uma oficina parceira ficar sem material para finalizar o reparo será bem menor em relação a qualquer outro local. Com isso, o prazo do conserto certamente será cumprido”, garante. Além disso, algumas seguradoras oferecem desconto na franquia ou carro reserva gratuito a fim de estimular a utilização dos serviços das oficinas parceiras. “Isso pode se tornar uma boa vantagem para os segurados”, avalia Lekkerkerk. “ Se o seu carro ainda está na garantia, você também tem a opção de realizar o conserto pela concessionária, isso não dá desconto na franquia ou carro reserva, mas evita eventuais problemas com a garantia”, finaliza.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

terça-feira, 29 de abril de 2014

-DICAS PARA REALIZAR "MAIO AMARELO" EM SEU MUNICÍPIO.

Movimento Maio Amarelo
Depois do Outubro Rosa e do Novembro Azul, chegou a vez de pintarmos o mês de maio de amarelo, a cor da advertência no trânsito. Objetivo do Maio Amarelo é chamar a atenção de toda a sociedade organizada, população, empresas, governos e entidades para um trânsito mais seguro, humano e defensivo.

O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização para a redução de acidentes para que exerçamos todos os nossos papéis no trânsito de forma responsável e com o mais alto respeito à todas as formas de vida.

O mês de maio foi escolhido porque dia 11 de maio de 2011 a ONU decretou a Década de Ações para a Segurança no Trânsito, tornando-se um marco mundial para o balanço das ações educativas e preventivas que o mundo inteiro realiza. Também é no mês de maio a Semana Mundial de Segurança do Pedestre, também chamada de Semana Zenani Mandela, em referência à neta de Nelson Mandela, morta em um atropelamento aos 13 anos na África do Sul. O foco do movimento está nas mensagens de autocuidados e dicas de segurança para que cada um faça a sua parte para evitar acidentes.

Como pedestres, condutores, ciclistas e motociclistas temos a obrigação de proteger e tutelar nosso bem mais valioso: a vida, e o respeito à todas as formas de vida, incluindo os animais. Para chamar a atenção da sociedade em sua cidade para a gravidade do problema da acidentalidade no trânsito, que é mundial, compartilhamos aqui algumas dicas contendo ações que podem ser realizadas.

Maio é o mês em que todas as pessoas, entidades, organizações, empresas, poder público e municípios têm para demonstrar a sua responsabilidade social para com a segurança das pessoas no trânsito. Passado o mês de maio, trabalha-se permanentemente com ações de planejamento, estratégicas, táticas, operacionais, educativas e preventivas. Eis o slogan dos realizadores do Maio Amarelo na cidade de Indaial (SC): um mês para chamar a atenção e um ano inteiro de ação!

O Maio Amarelo é uma excelente oportunidade para a sua cidade reafirmar a sua preocupação, responsabilidade social e compromisso para um trânsito seguro por meio de ações que ganham visibilidade nacional e internacional.

O brasão do município, assim como a logo de cada órgão colegiado, departamentos, secretarias, poderá ser enviada para o site nacional do Maio Amarelo em www.maioamarelo.com como município apoiador.

Fotos dos servidores reunidos usando camisa amarela ou fitilhos amarelos podem ser enviadas para euapoio@maioamarelo.com, assim como a gravação do vídeo de 1 minuto em apoio ao movimento. Mesmo com o Maio Amarelo em andamento, pode-se compensar a falta de tempo para ações mais grandiosas com ações simples, mas eficientes para o município.

 SUGESTÃO DE AÇÕES


  • Primeiro passo: organize reuniões com cidadãos, representantes das empresas, organizações, instituições, poder público: UNAM FORÇAS!

  • Não se preocupem em achar um pai para a criança: o Maio Amarelo não tem dono, é de toda a sociedade organizada por uma causa humanitária, que é a defesa da vida no trânsito e quanto mais colabores envolvidos de toda a sociedade organizada, mais forte e mais longe vai a mensagem;

  • Colocar o símbolo do Maio Amarelo (fitilho amarelo) em todas as páginas oficiais da prefeitura;

  • Fazer fitilhos amarelos com microalfinetes para distribuir em blitz educativas para a população, palestras nas escolas, escolas, organizações, etc...;

  • Produzir panfletos educativos e preventivos com foco nos autocuidados;

  • Iluminar prédios públicos, edificações e monumentos de amarelo no Dia 11 de Maio e em todo o mês;

  • Pedir que os lojistas decorem suas lojas e vitrines de amarelo, já pegando “carona” no mês anterior à Copa;

  • Fazer o fitilho humano, todas as pessoas com camisas amarelas;

  • Pintar um fitilho no asfalto em cada lugar em que se registrar um acidente de trânsito;

  • Produzir camisetas do Maio Amarelo, adesivos, brindes com o fitilho amarelo;

  • Realizar passeio ciclístico e passeatas do Maio Amarelo;

  • Blitz educativas Maio Amarelo em pontos críticos da cidade em que se registram mais acidentes de trânsito;

  • Colocar faixas com mensagens de autocuidados no trânsito nas principais passarelas e ruas da cidade;

  • Divulgar releases e notícias na imprensa oficial da prefeitura e imprensa local;

  • Buscar parcerias com a mídia local em rádio, televisão e jornais.


Essas são apenas algumas sugestões de ações que estamos realizando em Blumenau, municípios vizinhos e para os 295 municípios de Santa Catarina, mas que podem ser trabalhadas e ampliadas de acordo com a realidade de cada um.

Na coordenação do Maio Amarelo em Santa Catarina, me coloco à disposição também de outros municípios brasileiros para auxiliar no que for preciso, inclusive por videoconferência. Contatos pelo email maioamareloemsantacatarina@gmail.com

Todos os materiais produzidos, fotos, logos de apoiadores do Maio Amarelo, gravação do vídeo de 1 minuto e os registros de tudo o que você está realizando em sua cidade podem ser enviados para euapoio@maioamarelo.com. No site www.maioamarelo.com você pode conhecer quem são os apoiadores do Maio Amarelo em todo o Brasil e os registros de tudo que eles estão fazendo.

Juntos, podemos salvar milhões de vidas!

E aí, vamos começar a pintar o mês de maio de amarelo em sua cidade? 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

FOI UMA BATIDINHA DE NADA? LEVE O CARRO À OFICINA MESMO ASSIM.

Foi uma batidinha de nada?Bateu o carro, mas o para-choque voltou à sua posição original? Às vezes, depois de bater o carro, o motorista sai do veículo para ver o tamanho do estrago e fica feliz por não notar nenhum dano aparente.

Mas será mesmo que o carro não sofreu nenhum dano?

Caso a colisão não tenha sido muito forte, pode ser que o para-choque absorva parte da energia do impacto e volte à sua posição inicial. Esse efeito é chamado de deformação elástica: a peça plástica amassa, mas depois volta ao design original. Ok, deve estar tudo bem com o para-choque. Mas e as peças que estão atrás deles? Como saber se a batida não atingiu outros componentes? Na rua, após a colisão, não conseguimos fazer essa análise, porque o para-choque está encobertando possíveis danos nos componentes internos.

Ou seja, mesmo naquela batidinha que parece não ter feito nada, o proprietário do veículo deve, sim, levá-lo à uma oficina - para que se retire o para-choque e seja feita uma análise mais aprofundada.

A grande preocupação é que existem componentes que são desenvolvidos  justamente para absorver parte da energia do impacto em colisões, protegendo outros componentes mais importantes. Um exemplo é a travessa com crash-box, uma peça desenvolvida para ser mesmo danificada em um impacto, protegendo assim a longarina do veículo e peças mecânicas como o radiador, que possuem custo mais elevado que a própria travessa.

Se o crash-box for danificado naquela batidinha, ele não vai mais proteger essas peças numa próxima batida. Pode ser até que o acionamento das bolsas infláveis do airbag seja alterado, colocando em risco a segurança dos passageiros.

Ah, e anote os dados da pessoa que bateu no seu carro em qualquer hipótese. Você não sabe ainda qual será o diagnóstico (e o custo) na oficina.

Fonte: CESVI