quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

-DICAS PARA SEGURANÇA DE CRIANÇAS EM VIAGENS DE CARRO.

Cuidados com crianças no carroCuidados que os pais devem ter com seus filhos durante as férias escolares

O governo do Estado disponibiliza, por meio do site Agência Minas, uma série de cuidados que os pais devem ter com seus filhos durante as viagens de carro no período de férias escolar. A coordenadora de pediatria do Hospital João XXIII, Eliane Souza, explica que o ideal para os pais é programar com antecedência paradas de duas em duas horas.

Uma viagem com crianças deve ser bem planejada. A vistoria do carro em uma oficina de confiança e a definição do que será levado para alimentação e hidratação dos pequenos são metas fundamentais. Além disso, deve-se verificar se o menor estará bem protegido durante o deslocamento, considerando que há um equipamento de segurança adequado para cada idade e peso.

De acordo com Eliane, pela fragilidade de sua estrutura física, uma batida forte pode ser mais perigosa para uma criança do que para um adulto, mas cada caso é particular: “são comuns em pessoas de menor faixa etária traumatismos cranianos e raquimedulares, lesões no abdômen, além de fraturas de membros” afirma Eliane.

Segundo a pediatra, o cinto de segurança pode deixar machucados chamados de “tatuagem de cinto” dependendo da força da colisão, mas raramente ocasiona lesões mais graves: “Mesmo que a criança se lesione, as consequências serão infinitamente menores do que se ela estivesse sem o cinto”, ressalta.

O estudante Gabriel Costa, de sete anos, foi vítima de acidente de trânsito em estrada no último mês de outubro, quando o motorista do táxi em que estava tentou fazer uma ultrapassagem proibida e bateu em um caminhão. Gabriel, que estava no banco traseiro com o primo e a tia, não usava cinto de segurança.

Na ocasião, o motorista e o primo do estudante foram a óbito, e Gabriel teve traumatismo crânio-encefálico (TCE) grave e fraturas nos membros superiores e inferiores. A mãe do garoto, Lurdilene Costa, afirma que Gabriel ainda não se recuperou do acidente, tendo medo de entrar em veículos. “Nunca mais ele andará em um carro sem estar totalmente seguro”, frisa a mãe.

Cadeirinhas

Os equipamentos de retenção infantil são acessórios que se apoiam nas regiões mais resistentes do corpo da criança, evitando ferimentos em caso de uma colisão.

Bebês de até um ano precisam ser afixados no bebê-conforto, que deve ser instalado de costas para o banco do motorista. Depois dessa idade, a cadeirinha já pode ser usada, mas de frente para o condutor.

Quando a criança fica muito grande para usar a cadeirinha, mas ainda pequena para sentar-se no banco, o assento de elevação, ou booster, é o adequado, considerando que é destinado a crianças maiores, acima de 16 quilos. O principal objetivo do equipamento é fazer com que o cinto passe de maneira correta pelo corpo da criança (pelo meio do ombro, centro do peito e sobre os quadris). Ao passar de 1.45m, ela já pode se sentar no banco traseiro usando apenas o cinto, pois já consegue firmar os pés no chão.

Distração

Para distrair os menores durante a viagem e evitar choro, estresse e perguntas como “quanto tempo falta para chegar?”, podem ser instalados DVD's portáteis no veículo para eles assistirem a filmes infantis. Jogos para smartphones e tablets também podem ser uma boa ideia para as crianças maiores, mas não devem ser usados por muito tempo.

“Só pelo deslocamento do carro já há uma mudança de equilíbrio, portanto os games podem contribuir para que náuseas ocorram”, avisa Eliane. Outra sugestão são jogos de palavras, brincadeiras das quais toda a família pode participar e ainda estimulam a memória da criança.

Com Agência Minas

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

-CUIDADOS COM A EMBREAGEM EVITAM DESGASTE PRECOCE.

Cuidados com a embreagem

Fundamental para colocar o carro em movimento, a embreagem precisa de alguns cuidados para não se desgastar rapidamente. Ao ter seu funcionamento comprometido, ela passa um desconforto para o motorista e passageiro, além de comprometer outros componentes do veículo.


Sua função principal é controlar a transmissão do movimento do motor para o câmbio, facilitando o engate das marchas. Separamos algumas dicas para que a embreagem do seu carro não quebre precocemente.

- Evite deixar o carro engrenado enquanto estiver parado. Ao parar no sinal de trânsito, deixe o carro em ponto morto, sem apertar o pedal da embreagem.

- Nunca descanse o pé no pedal da embreagem. Essa prática afasta o platô do disco e causa o lixamento do disco. Ao gerar esse desgaste, o motorista provoca o superaquecimento do sistema.

- Não arranque com o carro em segunda marcha. Utilize sempre a primeira marcha para iniciar o movimento e assim sucessivamente. Ao reduzir ou aumentar a velocidade, troque de marcha gradativamente, sempre em ordem e de acordo com as rotações do motor. Isso fará com que as peças da embreagem trabalhem de forma suave.

- É importante acertar a sincronia entre soltar a embreagem e acelerar o carro para arrancar. Se você acelera demais e solta pouco a embreagem, acontece a chamada "queimada da embreagem", fazendo com que o carro não desenvolva e aumente o consumo de combustível.

- Caso o carro esteja em local com o plano inclinado, em uma rampa, por exemplo, não use a embreagem/acelerador para segurar o carro. Utilize o freio de mão para exercer esta função.

Fonte: Terra Notícias

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

-MOTORISTA GAÚCHO É O MAIS AGRESSIVO DO PAÍS, DIZ PESQUISA.

Motorista gaúcho é agressivoEm 1997, a primeira diretora-presidente do Detran/RS, Nereide Tolentino, afirmou que o motorista gaúcho não dirigia bem, pois não respeitava a distância entre os carros e, via de regra, não dava passagem, mesmo que o outro condutor estivesse sinalizando para entrar em uma rodovia. A declaração causou muitos protestos e críticas por parte da opinião pública. Poucos meses depois, Nereide era substituída na presidência da autarquia por Djalma Gautério. Depois de 16 anos, especialistas de trânsito do Estado acabaram dando razão a Nereide; inclusive uma pesquisa da Ufrgs aponta o gaúcho como o condutor mais agressivo do País.

O chefe da Comunicação Social da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Alessandro Castro, pondera que apenas uma parcela dos motoristas no Estado age de maneira irresponsável no trânsito. Grande parte, de acordo com ele, dirige corretamente. Castro cita o caso de um jovem que morreu na freeway, no dia 22 de dezembro. A vítima, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), tinha saído de uma rave e se dirigia à praia, quando o carro saiu de controle e capotou. A vítima estava sem cinto de segurança e foi arremessada para fora do veículo.

Castro aconselha os motoristas a fazerem uma revisão no veículo, nos amortecedores, freios e ver a calibragem dos pneus, antes de ir viajar. Além disso, ressalta o policial rodoviário federal, é muito importante ter atenção enquanto se dirige em rodovias. Grande parte dos acidentes, ressalta Castro, acontece justamente por distração dos condutores. "O motorista tem de estar atento a tudo", afirma. "Além disso, só fazer ultrapassagem com certeza absoluta de que é possível", complementa.

Dirigir com sono é outro fator de risco, que pode gerar um desastre fatal. É preferível descansar e chegar um pouco mais tarde ao destino do que se arriscar. "Não há ser humano que vença o sono", comenta Castro. "Por isso, é importante estar tranquilo e procurar horários adequados para viajar."

Quando for à noite, há necessidade de atenção redobrada, pois o ambiente muda totalmente, com a visibilidade sendo mais curta, pois não existe profundidade. Nesse caso, é aconselhável planejar a viagem, já conhecendo o trajeto. Além disso, ter uma dose de paciência, dando-se conta de que a estrada serve para seguir um caminho e impõe limites para todos. Não é ver uma boa estrada e sair acelerando, pois há curvas e outros obstáculos que precisam ser respeitados. "Não dá para passear, tampouco para ir muito depressa", diz Castro. "Os limites foram planejados por engenheiros, justamente pensando em fatores que afetam o automóvel", explica o chefe da Comunicação Social da PRF.

Compartilhar espaço sem estresse

Para a especialista em trânsito e professora Cláudia Rubenich, as pessoas que tomam a estrada devem adotar certos cuidados. Em primeiro lugar, precisam redobrar a atenção. Também é importante evitar discussões dentro do veículo e manter tranquilidade no trajeto. Devem ainda transportar as crianças nas cadeirinhas. É preciso, aconselha Cláudia, criar um ambiente de viagem harmonioso, inclusive preparando os passageiros de que poderão enfrentar congestionamentos. Principalmente, ressalta ela, não "descontar no pé" (acelerar) para chegar logo, além de ter consciência de que encontrarão aqueles que ficam costurando no trânsito, fazendo ultrapassagens a qualquer custo. "Devem-se minimizar os fatores de estresse', ressalta. 'Trânsito é coletivo, e temos de aprender que devemos compartilhar esse espaço com os outros."

Para Cláudia, muitas pessoas não estão preparadas para andar no limite de uma rodovia. E muitas vezes não se dão conta do grande movimento nos feriados. "O fluxo de carros aumenta enormemente. Nem todos estão acostumados ao ritmo intenso de uma estrada e ao grande número de automóveis."

Também é recomendável, aconselha Cláudia, que haja mais cuidado por parte dos motoristas. Na ida, comenta a especialista, existe muita pressa em chegar e, no retorno para casa, há o mau humor, o 'ranço' de final de feriado e férias. "Muitas pessoas se liberam ao meio-dia do serviço e saem, já estressadas, correndo, querendo chegar logo. Comemoram o Ano-Novo e no outro dia voltam, mesmo de ressaca. Ano-Novo é uma loucura, com tanta gente que às vezes não encontramos lugar na areia, e isso se reflete na estrada."

Cansaço retarda tempo de reação

A psicóloga Sinara Soares, da Divisão de Educação do Detran/RS, orienta que, antes de dirigir, o motorista deve avaliar seu estado. O cansaço, salienta Sinara, faz com que o tempo de reação de uma pessoa leve de 2 a 3 segundos, quando normalmente esse seria de 1,5 segundo. "Outro fator que leva à distração é dirigir comendo ou falando ao celular." Sinara recomenda que os motoristas sempre respeitem o limite de velocidade, façam as ultrapassagens com segurança e mantenham a distância para o carro da frente. "Para se certificar, o motorista que vai atrás deve mirar um ponto de referência e, depois que o da frente passar, contar até três, e só então passar por esse ponto. Com chuva deve contar até oito, por exemplo."

Outro cuidado é com as bagagens colocadas dentro do carro. Devem ser afiveladas. "Em um acidente a 90 km/h, em média, se o objeto não estiver preso, pode vir para cima do motorista e fica em média com um peso 25 vezes superior."

Terça é o dia com mais acidentes
Nas terças-feiras e no horário comercial, os motoristas porto-alegrenses mais batem o carro nas vias da Capital. A conclusão faz parte do levantamento do Grupo BB/Mapfre sobre o comportamento dos segurados em Porto Alegre. Nos meses de janeiro a julho de 2013, período de realização do estudo, foram 2.674 colisões registradas no trânsito da cidade. A pesquisa mostrou que na terça-feira foram 527 ocorrências nas principais vias da Capital. A quinta-feira ficou em segundo lugar, com 457 colisões. O sábado é outro dia "preferido" pelos motoristas para se envolver em colisão no trânsito: foram 433 ocorrências. A sexta-feira, tradicionalmente de grande tráfego, teve 388 casos envolvendo segurados da empresa. Nas segundas e nos domingos foram registradas 206 colisões.

O gerente executivo do Grupo BB/Mapfre, Rinaldo da Silva, destacou que a terça e a quinta-feira são dias em que existe uma melhora na circulação de automóveis na Capital, o que deveria ser melhor aproveitado pelos motoristas. "É nesse momento que surge a falta de atenção do condutor, que decide falar ao telefone, enviar mensagens ou ainda ligar o rádio", explica Silva.

Considerando o perfil dos condutores em Porto Alegre, as mulheres envolveram-se em 1.471 acidentes. Os homens registraram 1.203 colisões. Entre os locais em que acontecem mais acidentes, segundo o estudo, estão vias como as avenidas Ipiranga, Sertório, Cavalhada, Assis Brasil, Farrapos, Independência, Osvaldo Aranha e Protásio Alves.

Segundo Silva, o horário comercial em Porto Alegre concentra 1.818 ocorrências. Já o levantamento dos casos entre 18h e 23h revela que o número de acidentes cai, chegando em 642 colisões. A madrugada registrou 214 casos. Além de Porto Alegre, o levantamento foi realizado em São Paulo, Recife e Curitiba.

Fonte: Correio do Povo

sábado, 4 de janeiro de 2014

ULTRAPASSAGENS PROIBIDAS: PRINCIPAL CAUSA DE MORTES EM RODOVIAS.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) identificou, na operação especial para as festas de fim de ano, que os acidentes mais fatais nas rodovias federais foram causados por ultrapassagens ilegais. Em 13 dias de operação, esse tipo de ultrapassagem liderou o número de infrações, com 20,66% (7007 em números absolutos).

"O tipo de acidente que mais mata é a colisão frontal, e ela é ocasionada por ultrapassagens proibidas", afirmou o coordenador geral de operações substituto da PRF, Stênio Pires. Apesar de representar apenas 3% dos acidentes registrados, as colisões frontais são responsáveis por 32% dos óbitos nas estradas (83 mortes durante o feriado).
 

No acumulado do ano, foram registradas 379 mortes nas rodovias federais, número inferior a 2012, quando 420 pessoas morreram nessa modalidade de via. A PRF pondera que a redução é ainda mais expressiva se levado em consideração o aumento da frota. A estimativa é que a quantidade de veículos tenha aumentado 7,5% de um ano para o outro e chegue a 81,7 milhões.


Entre os dias 20 de dezembro de 2013 e 1º de janeiro de 2014, foram registrados 6.651 acidentes. Já entre 20 de dezembro de 2012 e 1º de janeiro de 2013, o número de ocorrências foi maior: 7.407. O coordenador geral de operações substituto da PRF atribuiu a redução a uma fiscalização mais rigorosa e a um planejamento melhor por parte das autoridades competentes.

 Acidentes envolvendo saídas de pista ficam em segundo lugar na estatística de letalidade durante o feriadão. Segundo Stênio Pires, a saída de via não costuma provocar tantas mortes, mas no fim de 2013 o excesso de chuvas ajudou a aumentar os acidentes.

Infrações

A principal infração registrada nas rodovias federais durante o feriadão foi ultrapassagens na contramão, que representa 20,66% (7.007 casos). A falta de licenciamento do veículo e da habilitação do motorista vêm na sequência com 7,35% e 5,67% do total, respectivamente.

Dirigir sob influência de álcool representou 2,94% das infrações, com um total de 996 autuações. O coordenador geral de operações substituto da PRF, Stênio Pires, afirma que “é da cultura do brasileiro beber e dirigir” e garante que “até que se mude essa cultura, a Polícia Rodoviária Federal continuará a fazer uma apuração rigorosa”.

Fonte: Terra

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

-SIMULADOR DE DIREÇÃO AGORA É OBRIGATÓRIO ANTES DAS AULAS PRÁTICAS.

Candidatos a categoria B passarão por simulador

Entrou em vigor nesta terça-feira, a obrigatoriedade do uso de um simulador de direção antes das aulas práticas nas autoescolas. A nova regra, prevista no Conselho Nacional de Trânsito, exige que os alunos que pretendem ter a carteira na categoria B tenham cinco horas de treinamento com o simulador antes de irem às ruas. De acordo com o conselho, o uso do equipamento vai complementar a formação dos condutores, permitindo sua exposição a situações virtuais sem comprometer a segurança e a integridade do motorista e de seu instrutor.

Um estudo feito na National Center Injury, nos Estados Unidos, mostra que o simulador pode reduzir até à metade o número de acidentes nos primeiros 24 meses de habilitação. 

No Brasil, o protótipo do modelo ideal de simulador de direção foi desenvolvido a partir de estudos feitos na Universidade Federal de Santa Catarina. Os estudos comprovaram que os caminhoneiros que tiveram aulas com o uso do simulador provocaram menos acidentes após obtenção da carteira do que aqueles que não fizeram uso do equipamento.

De acordo com o Ministério das Cidades, a maior parte dos acidentes está associada à imprudência ao volante, que engloba desobediência à sinalização, abuso da velocidade e direção sob efeito de álcool. Outra parcela dos acidentes ocorridos no Brasil credita-se à falta de competências para a direção.

"Com o uso do simulador, os pretendentes à obtenção da permissão para dirigir na categoria B poderão passar por simulações que permitam verificar, antes das aulas práticas, se o condutor tem domínio do veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito, em condições normais ou adversas e situações imprevistas ou de emergência, conforme as normas gerais de circulação e conduta previstas no Capítulo III do Código de Trânsito Brasileiro", informa o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Os simuladores só poderão ser usados pelas autoescolas se previamente certificados e posteriormente homologados pelo Denatran.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

-SENSORES SUBSTITUEM AÇÕES DO MOTORISTA NO CARRO; CONHEÇA.

Sensores nos carrosHoje já não bastam os carros levarem as pessoas de um lugar para o outro. Eles têm de ter ar condicionado e direção hidráulica, no mínimo. Junta-se a isso o aumento de itens tecnológicos. Do sensor de chuva ao sensor de cansaço, conheça mais sobre equipamentos de última geração que vêm tomando as ruas para dar mais conforto e segurança ao motorista.


Sensor de chuva

Além de aumentar o conforto no trânsito, esse sensor fica instalado na parte superior do para-brisas dianteiro, na base de fixação do retrovisor interno no vidro. Esta é uma posição estratégica para a percepção das mudanças climáticas e maior eficiência na limpeza do para-brisas. Se chover, ele aciona os limpadores e também controla a velocidade.

Sensor crepuscular

O sensor crepuscular é um sistema automotivo que percebe as diferenças de claridade do ambiente e faz a adaptação do veículo acionando ou desligando seus faróis. Além de garantir o conforto dos passageiros e do condutor, também tem influência na segurança, pois tem como objetivo proporcionar máxima visibilidade ao motorista.

Sensor de Fadiga

Este item faz uma análise no jeito de dirigir do motorista no início da viagem. Depois, ele é capaz de comparar pelo ângulo do volante, tempo de ação e reação dos pedais e aceleração transversal se o condutor está ou não sonolento. Se a fadiga for constatada, um aviso sonoro é emitido com o alerta de perigo.

Park Assist

O botão, que fica localizado no console do carro, ativa os sensores que calculam o espaço e o tipo de manobra necessária para estacionar. Ao localizar um espaço compatível com o tamanho do veículo, um aviso é exibido na tela, que fica no painel do carro. A partir de então, o carro dá instruções ao motorista de como entrar na vaga.

Adaptive Cruise Control

O trabalho aqui é feito com sinais enviados via ultrassom. Eles detectam a posição do veículo à frente e controlam a aceleração e frenagem, evitando colisões e garantindo uma condução segura.

Fonte: Terra 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

-PREVIDÊNCIA BUSCA COOPERAÇÃO PARA REDUZIR DESPESAS COM ACIDENTES.


Acidentes de trânsitoO Ministério da Previdência Social apresentou durante reunião do Conselho Nacional da Previdência Social, dados sobre o impacto dos acidentes de trânsito no setor e as ações em curso para a redução dessas despesas. Até o primeiro semestre deste ano, foram registradas quase 30 mil mortes no trânsito contra mais de 60 mil ocorridas no ano passado. Em 2002, o total chegou a quase 47 mil, conforme dados da Seguradora Líder, que administra o Dpvat (seguro obrigatório).

No ano passado, seguros por invalidez permanente foram pagos para mais de 352 mil pessoas – em 2002, 33 mil solicitaram o benefício.

Para o secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, o que se avalia é que, até em função da evolução da medicina, do atendimento mais rápido dos acidentados, foi possível evitar muitas mortes. “Ao evitar as mortes, temos maior número de pessoas com sequelas. Pessoas que antes morriam hoje conseguimos salvar e, por isso, vê-se um grande aumento de seguros por invalidez permanente.” Apenas no primeiro semestre deste ano, mais de 215 mil seguros foram pagos.

Sobre as indenizações pagas pelo Dpvat para assistência médica, Rolim explicou que isso ocorre apenas nos casos em que os acidentados não foram tratados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou por algum plano de saúde e precisou pagar tratamento particular. Em 2013, já foram pedidos mais de 54 mil ressarcimentos. No ano passado, foram quase 95 mil pedidos – em 2002, esse número foi de pouco mais de 61 mil, verificando-se um baixo crescimento.

“A cada ano, a invalidez permanente vai tendo um peso maior no total de seguros pagos. Por faixa etária, em 2001, 82% dos mortos e acidentados com invalidez por acidentes de trânsito estavam na faixa etária de 18 a 64 anos, pessoas em idade ativa, ou seja, pessoas que receberiam benefícios por um longo período e trabalhadores que deixariam de contribuir [para a Previdência]. Do ponto de vista previdenciário, é preocupante”, disse Rolim.

De acordo com a Previdência, a estimativa de custo dos acidentes de trânsito no Regime Geral da Previdência Social este ano está em torno de R$ 12 bilhões para quase 1 milhão de beneficiários.

Segundo Rolim, a Previdência não tem informações muito precisas sobre os acidentes de trânsito, já que não havia um indicador específico para isso na classificação dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele informou que a Previdência começou a fazer esse trabalho em 2011, inicialmente para estimar os impactos, depois, para recolher mais informações e, por último, para procurar medidas capazes de reduzir as despesas por acidentes de trânsito.

O secretário disse que a Previdência está buscando cooperação com as fontes de informação sobre os acidentes de trânsito, como as polícias rodoviárias, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o Ministério da Saúde e a Seguradora Líder, para identificar melhor esses casos e entrar com ações regressivas. São em ações que, quando é identificado o culpado pelo acidente, ele poderá ter de  ressarcir os cofres públicos pelos benefícios pagos às vítimas.

“Isso serve tanto como medida de prevenção quanto para recuperação de recursos, já que, cobrando do culpado pelo acidente o que foi gasto pela Previdência, as pessoas vão pensar mais antes de correr tanto risco no trânsito”, afirmou Rolim.

A Previdência também trabalha para reabilitação integral dos acidentados, de modo que se reduza o número de aposentadorias por invalidez permanente e o trabalhador volte ao mercado e continue a contribuir.

O secretário destacou ainda a participação do Ministério da Previdência e do INSS no Conselho Nacional do Trânsito (Contran), no Comitê Nacional de Trânsito e em outras ações para fortalecer o trabalho de prevenção dos acidentes. Rolim citou o Programa Vida no Trânsito, do Ministério da Saúde, e disse que “a educação é o principal mecanismo das atividades de prevenção”.

Fonte: EBC 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

-GOVERNO DIVULGA LISTA COM RODOVIAS MAIS PERIGOSAS.

Rodovias mais perigosasO Governo Federal divulgou uma lista com os 100 trechos mais perigosos de rodovias do Brasil. Uma ação integrada com estados e municípios deve intensificar a fiscalização nos pontos detectados pela PRF (Polícia Rodoviária Federal).


A operação faz parte do Parada – Um Pacto pela Vida, lançado pelo governo brasileiro em resposta à decisão da ONU (Organização das Nações Unidas) de reduzir em 50% o número de mortes no trânsito no mundo, durante a década de 2011 a 2020.

A atuação de fiscalização integrada será empregada com a realização de blitz nas vias que servem de acesso aos trechos. Desde o início da Operação Rodovida os números de mortes diminuíram, considerando também o aumento da frota de veículos no Brasil.

A taxa de mortes em 2010/2011 foi de 13,5 para cada grupo de um milhão de veículos. Já em 2011/2012, essa taxa foi de 10,6 na mesma proporção comparativa. Na edição seguinte, a taxa atingiu 10,2 mortes para o mesmo grupo de veículos. Na série histórica, a redução é de 24,5%, mesmo com a frota saltando de 64,8 milhões de veículos, em 2010, para 81,7 milhões em 2013.

Fiscalização

O Departamento da Polícia Rodoviária Federal, órgão ligado ao Ministério da Justiça, prevê mais de 1.130 ações de fiscalização, que se concentram nos períodos de final de ano, férias e Carnaval. A PRF adquiriu 920 novos veículos por cerca de R$ 140 milhões, a maioria deles será utilizada durante a Operação Rodovida. Mais 130 radares móveis também serão empregados na operação, com um investimento de R$ 800 mil.

Os 100 trechos mais perigosos foram definidos tendo como base o índice de gravidade de todas as ocorrências que aconteceram nas rodovias federais em 2013. O índice de gravidade é baseado em estudos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e da PRF, e define o custo social das ocorrências no trânsito – possui três modalidades que avaliam a gravidade dos acidentes, atribuindo uma pontuação. A ocorrência sem vítima recebe um ponto, a com feridos contabiliza cinco e a com vítima fatal chega a 25. A pontuação independe da quantidade de pessoas envolvidas no acidente e ajuda a PRF a definir os trechos mais problemáticos e concentrar as ações de fiscalização.  

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

-USO DE BICICLETAS ELÉTRICAS PASSA A SER REGULAMENTADO PELO CONTRAN.


Uso de bicicletas elétricasA partir de agora, o uso das bicicletas elétricas conta com nova regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). De acordo com o documento, os veículos estão dispensados de licenciamento e podem trafegar em ciclovias e ciclofaixas, tal como as bicicletas comuns.

Publicada semana passada no Diário Oficial da União, a resolução 465 estabelece em 20 km/h a velocidade limite para o tráfego desses veículos nas vias exclusivas e até 6 km/h em áreas de circulação de pedestres. Quando em vias urbanas, a bicicleta elétrica poderá usar o acostamento ou bordo.

Cabe agora aos órgãos de trânsito dos municípios regulamentar os detalhes da medida. Procurada pela Reportagem, a Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET) informou que estuda a melhor forma para cumprir o que consta na norma.

Pedal

De acordo com a regulamentação do Contran, são bicicletas elétricas aquelas que não possuem acelerador e cujo funcionamento do motor ocorre apenas quando o condutor pedalar. O dispositivo também desliga automaticamente quando a velocidade for superior a 25 km/h.

“Do jeito que estava regulamentada anteriormente, a bike elétrica poderia ser caracterizada como ciclomotor”, explica o diretor executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Bicicleta (Abraciclo), José Eduardo Gonçalves.

Para pilotar o ciclomotor o condutor precisa da Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) e também de licenciar o veículo. Segundo Gonçalves, até então esses eram os entraves para que o veículo caísse no gosto do brasileiro.

“Entre investir dinheiro em obter uma ACC muitos preferiam fazer o procedimento para a Carteira Nacional de Habilitação categoria A, para motocicletas”, compara.
Por isso, o mercado de fabricantes está sorrindo à toa, apostando em um crescimento de vendas. Uma das empresas brasileiras do ramo, a Dafra informou, por meio de nota, que já começou a produzir os veículos segundo a determinação do Contran.

A montadora ressaltou que as bicicletas colocadas no mercado antes da medida precisam apenas de substituição da manopla (peça de apoio das mãos localizada no guidão). Para isso, disponibilizará em concessionárias e assistências técnicas um kit de adequação.

Diferenças

Além de exigir licença do veículo e habilitação específica do condutor, há outros detalhes que distinguem a bicicleta elétrica do ciclomotor. A primeira tem potência de até 350 watts. A segunda supera essa potência e possui acelerador. “Andar na bicicleta elétrica é como pedalar com um empurrãozinho”, define José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Bicicleta (Abraciclo).

Fonte: A Tribuna

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

-VEJA QUAIS CARROS E VERSÕES AINDA NÃO TÊM AIRBAG E FREIO ABS DE SÉRIE.

Carros sem airbagA partir de 1º de janeiro, itens serão obrigatórios em todos os carros novos. G1 pesquisou nos sites das montadoras as fichas dos mais vendidos.

A obrigatoriedade de duplo airbag e freios ABS em todos os carros novos foi mantida para o ano que vem, após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chegar a dizer que o percentual de veículos com esses itens poderia ser escalonado. Assim, veículos que não se adequarem deverão sair de linha.

O G1 levantou nos sites das montadoras, nos últimos dias 18, 19 e 20, como são ofertados os 50 modelos mais vendidos neste ano, de acordo com o último ranking da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa as concessionárias de veículos.

Três deles não possuem airbag e ABS nem como opcionais (quando se paga a mais para tê-los), assim como a Kombi: é o caso do Fiat Mille (antigo Uno), do Volkswagen Gol G4 (geração anterior) e do Renault Clio.

Outros modelos, mesmo de faixas mais caras, disponibilizam airbag e ABS só como opcional.

Cabe às montadoras decidir se eles serão adaptados à regra ou não serão mais oferecidos assim a partir de 1º de janeiro. A exigência do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é que, a partir dessa data, todos os carros saiam de fábrica com airbag duplo frontal (para motorista e ocupante do banco do carona) e o sistema de freios ABS, que impede que as rodas travem.

Veja modelos e versões que ainda não têm airbag e ABS: (entre os 50 carros mais vendidos, segundo a Fenabrave, e conforme o site das montadoras)

Volkswagen Gol G4 (geração antiga, que permanece à venda)

Preço: a partir de R$ 25.760

Airbag duplo: não tem

Freios ABS: não tem.

Fiat Mille

Preço: a partir de R$ 22.540

Airbag duplo: não tem

Freios ABS: não tem.

Palio Fire

Preço: a partir de R$ 24.570

Airbag duplo: opcional

Freios ABS: opcional

O pacote com airbag e ABS custa R$ 1.691 e é válido para todas versões.

Fiesta Rocam

Preço: a partir de R$ 27.917

Airbag duplo: opcional

Freios ABS: opcional

Disponíveis nos pacotes SE Plus 1.0 (R$ 30.990) e SE Plus 1.6 (R$ 34.990).

Fiat Siena EL

Preço: a partir de R$ 29.870

Airbag duplo: de série

Freios ABS: opcional (R$ 616).

Hyundai HB20

Preço: a partir de R$ 33.295

Airbag duplo: de série

Freios ABS: no 1.0, é de série na versão Confort Style, que custa R$ 39.395 e traz mais itens no pacote, como faróis de neblina; no 1.6 é de série.

Renault Sandero

Preço: a partir de R$ 28.690

Airbag duplo: opcional

Freios ABS: opcional 

Versão de entrada, Autentique, não conta com os itens. Estão disponíveis a partir da versão Expression 1.0, de R$ 35.690, que traz também direção hidráulica e ar, além de outros elementos.

Chevrolet Classic

Preço: a partir de R$ 25.740

Airbag duplo: opcional

Freios ABS: opcional

Itens somente aparecem juntos no pacote PDA, de R$ 5 mil, que também traz outros itens, como desembaçador do vidro traseiro, ar condicionado e direção hidráulica.

Chevrolet Celta

Preço: a partir de R$ 25.240

Airbag duplo: opcional

Freios ABS: opcional

Itens somente aparecem nas versões 4 portas. Para a versão LT (a partir de R$ 28.490), estão disponíveis no pacote R8G, de R$ 2.300, que traz outros itens, como direção hidráulica e ar-condicionado. São de série na Advantage (R$ 32.190).

Toyota Corolla

Preço: a partir de R$ 60.820

Airbag duplo: de série

Freios ABS: versão XLi de entrada (R$ 60,8 mil) não tem. Disponível de série a partir da versão GLi, que custa a partir de R$ 63.520.

Renault Duster

Preço: a partir de R$ 51.350

Airbag duplo: de série

Freios ABS: versão de entrada 1.6 (R$ 51,3 mil não tem). De série a partir da versão Expression 1.6, de R$ 54.250, em pacote que traz outros itens, como iluminação intrena traseira e para-choque superior na cor da carroceria.

Honda Fit

Preço: a partir de R$ 49.900

Airbag duplo: de série Freios ABS: de série a partir da versão LX (R$ 52.890). Versão de entrada CX (a partir de R$ 49.900) não tem.

Hyundai HB20S

Preço: a partir de R$ 38.995

Airbag duplo: de série

Freios ABS: versão de entrada Confort Plus (R$ 39 mil) não tem o item. Está presente a partir da opção Confort Style (R$ 42.095), que também traz faróis de neblina no pacote.

Ford Fiesta Rocam Sedan

Preço: a partir de R$ 29.490

Airbag duplo: opcional

Freios ABS: opcional Versões S 1.0 (R$ 29,5 mil), SE 1.0 (R$ 32,5 mil) e SE 1.6 (R$ 36,5 mil) não têm. Itens disponíveis nas versões SE Plus 1.0 (R$ 33.490) e SE Plus 1.6 (R$ 37.490), que também trazem itens como computador de bordo, faróis de neblina, entre outros.

Renault Clio

Preço: a partir de R$ 24.450

Airbag duplo: não tem

Freios ABS: não tem.

Honda City

Preço: a partir de R$ 50.990

Airbag duplo: de série

Freios ABS: de série a partir da versão LX (R$ 60.450). Versão de entrada DX (a partir de R$ 50.990) não tem.

Ford Ka

Preço: a partir de R$ 24.200

Airbag duplo: versões S (R$ 24,2 mil e SE R$ 26,7 mil) não têm. Item presente na versão SE Plus de R$ 28.600, que também traz rodas de alumínio no pacote.

Freios ABS: não tem.

Nissan March

Preço: a partir de R$ 27.690

Airbag duplo: de série

Freios ABS: versões 1.0 (R$ 27,7 mil) e 1.0 S (R$ 32,9 mil) não tem. Disponível em todas versões com motores 1.6 (a partir de R$ 35.990).

Volkswagen Kombi

Preço: a partir de R$ 47.580

Airbag duplo: não tem

Freios ABS: não tem.

Fonte: Revista Auto Esporte