terça-feira, 8 de outubro de 2013

-OS SETE PECADOS CAPITAIS NO TRÂNSITO.



Os pecados capitais se referem à classificação das condições humanas reprováveis, tratadas atualmente como vícios. No Catolicismo, são os pecados passíveis de condenação sumária, aqueles para os quais não existe perdão.

Da mesma forma, independente de credo, religião ou de qualquer outro fator, diariamente milhares de condutores profanam a lei sagrada da vida no trânsito e cometem pecados capitais que condenam a si mesmos e aos outros à sua falta de ética, de respeito e de cidadania.

O primeiro pecado capital do trânsito é a gula, associada ao egoísmo de querer tudo para si e o outro que se dane. Como diria meu pai: “venha a nós tudo, ao vosso reino nada!”. Representa o desejo insaciável por levar vantagem em tudo e que leva certos motoristas a entenderem que são os donos de qualquer espaço, qualquer brechinha na via pública.

Gula de quem cola atrás na traseira do outro carro sem se preocupar com a perícia do condutor da frente; gula de quem estaciona ocupando o espaço da outra vaga, de quem estaciona em vaga preferencial (idosos, deficientes) ou em local proibido.

O segundo pecado capital no trânsito é a avareza, o apego excessivo e descontrolado pelo carro e que beira a idolatria. Também e sinônimo de ganância que leva muitos a deificar o carro, valorizá-lo mais do que as pessoas, ter apego exagerado. É o pecado típico de quem se endivida pelo resto da vida para comprar o carro dos sonhos, de quem troca a segurança da casa própria, do tratamento de saúde ou mesmo a qualidade de vida para se matar trabalhando pelo carro dos sonhos.

A luxúria é o terceiro pecado capital do trânsito e se traduz no desejo passional e egoísta pelos bens materiais. O carro torna-se uma paixão que domina o motorista, leva-o a corromper costumes e valores em relação ao carro, que passa a ser objeto de orgulho, exibição, status e poder.

O pecado capital da ira está por trás da raiva, do estresse, das brigas de trânsito, das perseguições após uma “fechada”. Está por trás do dedinho levantado, do xingamento, do sinal insistente de farol para sair da frente e da buzinada longa que mais parece um palavrão.

A ira torna o motorista furioso e descontrolado com o desejo de passar por cima dos outros carros e esganar o outro motorista ou o pedestre.

A inveja é o pecado capital por trás de uma pessoa que cobiça o carro dos outros e considera o carro ou a moto do outro um objeto de status e de poder. Refere-se ao desejo exagerado de possuir um carro melhor do que o do outro, do vizinho, do chefe e o faz olhar para o carro dos outros com malícia. Há invejosos que rogam pragas e fazem profecias do tipo: “tomara que bata” ou que até se alegram quando o outro se acidenta.

A preguiça é o pecado capital de quem anda devagar pela pista da esquerda colocando a si mesmo e aos outros em perigo na via pública. Também se refere ao motorista negligente com a própria segurança; que faz conversões em locais proibidos para não ter que trafegar mais alguns metros e fazer a manobra em local seguro.

A vaidade ou o orgulho traduz aquele motorista que anda de nariz empinado, de peito estufado e que gosta de exibir o carro luxuoso que tem. Alguns vaidosos estacionam onde é proibido e gostam de usar o carro para demonstrar o quanto são poderosos, para desafiar as autoridades e os outros. São os que não tem humildade e simplicidade à bordo do carro caro e potente. Gostam de se vangloriar em função da marca, do modelo e do preço do carro.

O fato é que no começo, quando tudo se fez, só havia pessoas. Aí inventou-se a roda, a máquina a vapor, outros tipos de motores e o carro. As pessoas então descobriram que a vida sobre rodas era mais prática, mais rápida, mais confortável e foram agregando outros valores aos veículos.

A real função e utilidade do carro como facilitador para transportar pessoas e coisas foi sendo substituída pelo status, pelo poder, pelo glamour e por outros símbolos inventados pelo homem.

Aí inventaram a mídia, a propaganda, a publicidade, a arte de convencer e de vender, inclusive carros. Até a felicidade, uma busca constante da humanidade, foi associada ao carro.

As pessoas passaram a se deixar levar pelos pecados capitais do trânsito fazendo com que os veículos sejam considerados mais importantes que o próprio ser humano.

Diariamente crucificam-se, ferem-se, mutilam-se, matam-se pessoas no trânsito muito mais do que nas guerras santas ou profanas. Este sim, é o pecado maior.

sábado, 5 de outubro de 2013

-EXCEDER O LIMITE DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL GERA PREJUÍZOS.



Muita gente tem uma mania que pode prejudicar o veículo e custar caro. Encher o tanque mais que o indicado pela montadora é prejudicial.
Vamos imaginar a cena, muito comum nos postos de combustível. Você diz para o frentista completar o tanque e escuta aquel click comum da bomba. Isso indica que o reservatório está cheio. Mas aí você olha o valor, o frentista, também e ele diz: "posso completar até fechar um valor redondo em dinheiro?" E aí você acaba cedendo e ele completa um pouquinho a mais...
Amigo leitor, nunca mais faça isso! Ao longo do tempo, o excesso de álcool ou gasolina pode prejudicar uma peça do seu automóvel e provocar falhas graves no funcionamento.
Se ele receber álcool ou gasolina além do necessário, esse excesso atingirá o filtro de cânister, uma peça responsável por evitar que gases tóxicos, os hidrocarbonetos, cheguem ao meio ambiente. O líquido irá molhar a peça, que tem carvão por dentro.
Além de prejudicar a peça, que precisará ser trocada, o combustível no cânister faz soltar as partículas de carvão que existem dentro dele. O carvão acaba parando no tanque e pode ser sugado pela bomba de combustível, provocando falhas ao chegar no sistema de injeção, é mole?
O resultado? O carro vai demorar a pegar quando for ligado. O motor não vai ter mais aquele desempenho bom, dinâmico e constante.
A capacidade do tanque de combustível informada no manual do proprietário é nominal e corresponde ao primeiro desarme do bico da mangueira da bomba. A capacidade real é cerca de 10% maior e isso explica por que alguns motoristas acham que o posto é desonesto, por entrar mais combustível do que a capacidade conhecida.
Portanto, o abastecimento deve ser considerado terminado ao primeiro desarme do bico da mangueira. O velho método de calcular quanto combustível foi consumido de tanque cheio a tanque cheio, até à boca, agora deve ser de primeiro desarme a primeiro desarme.
E o preço do prejuízo se tiver de trocar o filtro de cânister? Consultamos algumas concessionárias e constatamos os valores. O do Chevrolet Celta 2012, por exemplo, custa R$ 124,00. O do novo Fiat Uno, R$ 247.00.
Em algumas revendas, não tinha a peça em estoque e fomos informados que é um peça com pouca saída. No Toyota Corolla 2010, motor 1.8 litros, flex, o valor vai para R$ 681,28. No Ford Fusion 2012, o custo é de R$ 882,00 e na autorizada que pesquisamos também não tinha em estoque, levando oito dias úteis para chegar.

Dicas
1) Antes de encher o tanque peça para o frentista parar quando a bomba acusar um click sonoro
2) Não vá além do que indica o manual do proprietário do carro
3) Cada veículo tem em sua ficha técnica uma capacidade volumétrica para seu tanque
4)A capacidade real é 10% maior do que quando dispara o click da bomba de combustível
5)Não ande com o tanque vazio, isso também prejudica o veículo e vai causar prejuízo


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

-98%DOSMOTORISTAS NÃO ENTENDEM TODAS AS LUZES DO PAINEL.



Nada menos do que 98% dos motoristas  não sabem o que significam todas as luzes do painel do respectivo carro. Essa foi a conclusão obtida por uma pesquisa elaborada pela Britannia Rescue, seguradora veicular da Europa com ênfase no Reino Unido.
Avaliando os painéis de 15 carros  vendidos no continente, a entidade verificou a existência de 99 tipos de sinalização luminosa. Desse número, somente 12 estão presentes em todos os modelos, fato que contribui para o desconhecimento por parte dos motoristas de luzes comuns, como indicação de faróis de neblina e pressão dos pneus.
Entre os modelos avaliados, aquele que possui mais luzes no painel é o Mercedes-Benz Classe E, com 41, seguido por Fiat Punto (33) e Skoda Octavia (31).
Os modelos com menos sinais são Volvo S40, Nissan Micra (no brasil, March) e BMW Série 3, com 21, ou seja, quase metade do Classe E.
Confira a lista dos 15 carros avaliados:
Mercedes Benz Classe E – 41 luzes
Fiat Punto - 33
Skoda Octavia - 31
Vauxhall Corsa - 28
Toyota Yaris - 28
Audi A3 - 28
Seat Ibiza - 27
Land Rover Freelander - 26
Renault Clio - 26
Ford Fiesta - 25
Citroen C3 - 25
Peugeot 207 - 22
BMW Série 3 - 21
Nissan Micra (March) - 21
Volvo S40 - 21

Fonte: Exame.com

terça-feira, 1 de outubro de 2013

-INDENIZAÇÕES DO DPVAT PODDEM SER PEDIDAS NAS AGÊNCIAS DOS CORREIOS.



As vítimas de acidentes de trânsito em todo o Brasil poderão solicitar o recebimento do seguro Dpvat (o seguro obrigatório pago anualmente pelos proprietários de veículos automotores) gratuitamente nas agências próprias dos Correios.

O Dpvat é um seguro que pode ser solicitado por vítimas de acidentes de trânsito resultantes de morte, invalidez permanente e para reembolso de despesas médicas e hospitalares.

No caso de morte, o valor recebido pelos herdeiros da vítima é de R$ 13,5 mil. No caso de invalidez permanente, é de até R$ 13,5 mil, com o valor sendo pago à própria vítima. O valor pago varia conforme a gravidade das sequelas e de acordo com a tabela do seguro de acidentes pessoais.

No caso de reembolso para custear despesas médicas e hospitalares, a vítima recebe até R$ 2.700. O valor varia conforme a soma das despesas cobertas e comprovadas, aplicando-se os limites definidos nas tabelas autorizadas pela Susep.

O procedimento para pedir o reembolso nos Correios é simples e dispensa o auxílio de terceiros: basta ir até uma agência com a documentação necessária (a relação pode ser obtida pelo telefone 0800-022-1204 ou pelo site do Dpvat)

O prazo para o pedido da indenização é de até três anos, a contar da data do acidente.

Ao dar entrada no pedido do seguro Dpvat, as vítimas ou seus beneficiários recebem um comprovante da respectiva solicitação, enviada à Seguradora Líder Dpvat, responsável pela administração e pagamento do seguro.

O pagamento da indenização é feito em conta-corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. No caso de beneficiário menor de 16 anos, a indenização será paga ao representante legal (pai/mãe) ou ao tutor.

Fonte: Folha.com