sexta-feira, 13 de setembro de 2013

-PROBLEMAS NO CATLISADOR PODEM AUMENTAR CONSUMO DE COMBUSTÍVEL.



Peça avaliada na inspeção ambiental veicular, o catalisador tem de estar em perfeitas condições de uso para garantir a redução do nível de poluentes e ruídos. Recomenda-se verificar sua eficiência por meio de análise de gases a partir de 80 mil km.



Obrigatório desde 1992, o catalisador tem a função fundamental no veículo de transformar os gases tóxicos, resultantes da combustão do motor, reduzindo a emissão de poluentes, além de também ajudar a atenuar ruídos. “A peça é essencial para reduzir os níveis de poluentes, sendo item importante a ser checado na avaliação da inspeção ambiental veicular”, afirma Salvador Parisi, consultor da Tuper Escapamentos e Catalisadores, que produz sistema de exaustão, como tubo de motor, flexível, silencioso intermediário e traseiro, catalisador e ponteira. Por isso, Parisi recomenda que o catalisador seja mantido em boas condições de uso para garantir a aprovação no teste de inspeção, além de contribuir com meio ambiente e a saúde da população.



Segundo o especialista, o ideal é verificar a eficiência do catalisador por meio de análise de gases aos 80.000 km ou quando apresentar anomalias. Caso não funcione adequadamente, será preciso substituí-lo. “Em situações que o motor esteja queimando óleo é necessário, primeiramente, providenciar o reparo do motor e, depois, é indicado trocar o componente”, adverte o consultor. Ele explica que quando o motor apresentar problemas em anéis, válvulas, velas, cabos de ignição e motor desregulado o catalisador também deve ser avaliado e, caso seja necessário, substituído após o devido reparo. Caso contrário, além do aumento do consumo de combustível e a perda da potência, o veículo estará poluindo acima do limite permitido.



Quando o catalisador estiver avariado, trincado ou solto internamente devido a batidas, deve ser substituído, imediatamente. O consumidor tem a opção de utilizar o modelo universal ou específico para seu veículo, mas deve considerar as características, como modelo e motorização. O catalisador atende a rigorosos testes de durabilidade, ruído, contrapressão e análise gases e possui exigência do selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), desde 2011, para ser comercializado no País.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS AO REBAIXAR O CARRO?



A paixão e a insatisfação pelas configurações de fábrica são os principais motivos que levam os motoristas a personalizar seus carros. O assunto é polêmico e, de todas as alterações, o rebaixamento da suspensão é a modificação que requer maior atenção, pois envolve a segurança dos ocupantes.

O sistema de suspensão serve basicamente para absorver as irregularidades do solo, oferecendo estabilidade e preservando a estrutura do carro. Em geral, as montadoras adotam um ajuste que deixa o carro mais confortável, para não sacudir tanto os passageiros na buraqueira das ruas. Quando se mexe em amortecedores e molas, para rebaixar o veículo, o que se busca é abaixar o centro de gravidade dele, melhorando a aerodinâmica e a estabilidade. O carro fica mais esportivo, transferindo mais as irregularidades do piso para quem está nele, ou seja, fica mais duro e menos confortável.

Suspensão móvel ou fixa

Existem basicamente dois tipos de suspensões: fixas e móveis ou variáveis.

Apesar de serem muito admiradas pelos apaixonados por carros, as móveis ou variáveis não podem ser legalizadas, ou seja, usadas no veículo, se não vierem de fábrica.

O Inmetro não aprova a instalação de suspensão a ar comprimido e suspensão com rosca (conforme artigo 6 da resolução 292 de 29/08/2008 do Contran – leia aqui).

Um dos motivos é a segurança: a altura variável compromete a estabilidade, necessitando de conferências frequentes da geometria. Imagine um carro com um lado mais alto que o outro.

Atualmente, alguns carros esportivos já saem de fábrica com suspensões variáveis. A maioria permite que o motorista decida entre o conforto e a esportividade. Em alguns casos, o próprio carro ”faz” a escolha em função da velocidade e condições da pista, e alguns poucos modelos oferecem ajuste de altura, que são pré-determinadas.

Na suspensão fixa, presente na maioria dos carros, a alteração das molas e dos amortecedores deve ser vista com muito critério.

Alteração nas molas

Antes de fazer qualquer alteração nas molas é importante saber que os fabricantes utilizam softwares para o seu dimensionamento, pois o cálculo envolve um grande número de variáveis como quantidade de elos, diâmetro, comprimento, carga, grau de inclinação dos elos, tensão máxima de cisalhamento do material, entre outras.

Além destas variáveis, os engenheiros avaliam a geometria da suspensão para identificar as solicitações a que esta mola estará sujeita e, por último, são indicados os tratamentos térmicos que serão aplicados durante o processo construtivo.

Por isso, técnicos em suspensões não recomendam qualquer retrabalho (como é chamada a modificação) nas molas para diminuir seu tamanho, seja o corte de alguns elos, grampos ou mesmo aquecimento. Este último gera um alívio de tensões no material e encurta a distância entre os elos, diminuindo o comprimento total da mola.

Em um primeiro momento, estes retrabalhos parecem atender às expectativas dos clientes, mas, no médio prazo, problemas aparecem: amortecedores estourados, trincas na longarina, trincas no túnel e batentes dos amortecedores danificados serão os primeiros prejuízos.

Se quiser alterar as molas, mais adequados são os kits de molas esportivas, específicas para cada modelo de veículo. Além de dimensionadas pelo fabricante, elas garantem a diminuição da altura com algum conforto e, principalmente, oferecem uma sobrevida aos demais componentes da suspensão.

Alterações em amortecedores

Os amortecedores controlam as oscilações superiores e inferiores das molas. Se colocar um kit de molas esportivo você deve também substituir os amortecedores originais por um kit de amortecedores esportivos, especificados para cada modelo de carro. Eles são dimensionados para atender a carga e o curso das novas molas.

O mercado nacional ainda não dispõe de kits para todos os modelos. Alguns motoristas comprar kits importados, que custam mais caros. Uma dica é participar de comunidades na internet, pois a troca de informações auxiliará na aquisição dos kits e também na indicação de boas oficinas prestadoras de serviços.

Evite altas velocidades

Todos sabemos que os veículos originais de fábrica passam por diversos testes de durabilidade e desempenho. Equipamentos especialmente desenvolvidos para este fim identificam possíveis falhas de projeto e estabelecem os limites de fadiga de materiais e, mesmo assim, e com toda essa estrutura, os defeitos aparecem.

A situação fica mais delicada quando o projeto original é alterado, por isso é importante evitar altas velocidades. O estouro de um amortecedor ou quebra de uma mola pode colocá-lo em uma situação difícil se você estiver acima de 100 km/h.

Existe uma consciência muito grande entre quem curte fazer modificações. A maioria sabe que possui carros especiais e que este fato merece atenção redobrada em relação aos cuidados com manutenção preventiva. Assim, acabam sendo mais cuidadosos do que muitas pessoas que mantêm seus carros originais. Eles sabem que, a qualquer sinal de instabilidade ou ruído, deve-se encostar o carro e fazer um exame detalhado das peças envolvidas na personalização.

Mudou, tem que legalizar

Não basta ter vontade, cuidar do carro e conhecer a lei. Mudar o carro envolve uma burocracia. Veja ao lado o passo a passo.

Saiba que, mesmo estando com a documentação legalizada, a maioria das companhias de seguro não cobre os sinistros de carros rebaixados. Mais um motivo para "pegar leve".

Pensa em fazer outras modificações no carro? Vale a pena ler as resoluções de número 291 e 292 de 29/08/2008 que tratam especificamente das alterações.

Fonte: Auto Esporte

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

-DICAS PARA EVITAR DESGASTE DE PEÇAS DO CARRO.

desgasteMuita gente é apaixonada por carros, mas nem todo mundo cuida bem do seu veículo, ou então não tem as informações necessárias para mantê-los sempre em ordem. Até a manutenção pode ser feita de forma errada e o dono não perceber. O engenheiro mecânico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) Sérgio Rahde, sobre alguns pontos importantes. Confira abaixo os esclarecimentos feitos pelo profissional.

Passar com carro em diagonal no quebra-molas pode prejudicar?

Sérgio: Os motoristas param para passar uma roda de cada vez, quando na verdade o carro é um monobloco. Passando uma roda por vez a carroceria vai torcer, isso vai fragilizando pontos da carroceria e com o tempo vão surgir rachaduras, oxidação, ferrugem ruído.

Andar com o combustível na reserva prejudica o carro?

Sérgio: Isso provoca o entupimento de tubulações, prejudica bicos injetores porque na parte baixa do tanque acumula sujeira e isso obstrui filtro, pode sobrecarregar a bomba de combustível que é mergulhada no tanque. O prejuízo é grande.

Dirigir com o pé na embreagem mesmo quando não está utilizando o pedal pode trazer prejuízo?

Sérgio: Isso provoca um contato entre o disco de embreagem, o volante e o platô. Porque a gente não fica com ele pressionado, a medida que vai cansando a perna vai tendo atrito, e isso provoca desgaste no disco de embreagem e o sistema começa a trepidar por problemas no disco.

Passar com o carro em locais alagados é perigoso?

Sérgio: Pode provocar a absorção de água pelo motor e causa caos hidráulico. O dano é bem extenso. Não aconteceu nada? O motor não foi atingido em princípio, mas toda a parte de baixo de suspensão tem lubrificação e o excesso de água tira a lubrificação e eventualmente não vai aparecer no momento mas em seguida vai haver prejuízo na lubrificação dos componentes de suspensão.

Raspar os pneus no cordão da calçada ao estacionar prejudica o carro?

Sérgio: Além da parte estética, esses ‘encostões’ podem retirar os pesos do balanceamento da roda e isso vai trazer prejuízo, vai provocar desbalanceamento. O pneu só encostar e ficar pintado não é problema. O problema é quando isso é forte e provoca o rompimento das fibras. Perdendo essa sustentação lateral, ele fica fragilizado e pode rasgar e, em geral na lateral do pneu, não tem concerto.

Movimentar a direção com veiculo parado traz algum prejuízo?

Sérgio: Isso sobrecarrega o sistema hidráulico de acionamento das rodas sem necessidade. Percebe-se muitas vezes o barulho, um ruído, o barulho do motor elétrico sendo acionado e solicitando mais carga a ele. Todo o processo que envolve um aumento da carga desnecessário com o tempo vai trazer prejuízo.

Deixar o carro em ‘ponto morto’ na ladeira é perigoso?

Sérgio: Deixar em neutro em descida gera dois problemas. O primeiro é que deixa de existir o ‘freio motor’, torna o carro inseguro já que o processo de frenagem vai ser feito só pelos freios. Sendo acionado muitas vezes ele vai aquecendo e isso diminuir a eficiência. E não é verdade que economiza combustível porque a maioria dos automóveis trabalha com injeção eletrônica e os módulos são programados pra entender que o carro esta em descida e a alimentação do motor já para. Ele é muito mais econômico e seguro andando engatado em quarta quinta marcha do que em ponto morto.

Fazer arrancadas intensas pode prejudicar algum componente do carro?

Sérgio: Além de desgastar pneus, provoca esforço exagerado na tração. Na hora não vai acontecer nada, mas com a prática constante o prejuízo é grande também. As articulações do sistema de tração, a caixa de câmbio, os carros não são feitos para isso.

Andar com o carro desalinhado/sem balanceamento traz algum risco?

Sérgio: O fator principal é de segurança. Um freio que está puxando mais para um lado do que para o outro pode provocar acidente. Se for feita uma frenagem brusca pode ter alguém, um cordão da calçada, isso vai provocar acidente. Em relação ao desgaste, o carro que está desalinhado vai ter prejuízo para pneus, amortecedores e suspensão de maneira geral.

Não substituir o líquido de arrefecimento é perigoso?

Sérgio: Essa água vai adicionando um aditivo para manter o sistema limpo evitar superaquecimento. Com o tempo, o aditivo vai perdendo sua capacidade de manter limpo o sistema. Os efeitos de proteção deixam de existir, começa a ficar sujo o sistema o que prejudica diversos componentes do motor.

Esquecer de trocar os filtros traz consequências a longo prazo?

Sérgio: O filtro serve para filtrar e vai ter um momento que vai estar obstruído. O objetivo dele é impedir que a sujeira chegue aos bicos injetores. O filtro do combustível impede que a sujeira entre no motor. No caso do óleo do motor, ele tem uma válvula que, quando o filtro está entupido, deixa de passar pelo filtro e segue no motor, mas o que circula é óleo sujo. Isso vai trazer risco na parede dos cilindros. O filtro da gasolina impede que sujeira chegue aos bicos e, se chegar, pode falhar o motor. O filtro de ar do motor impede que sujeira entre no motor. O filtro do ar condicionado é uma questão de qualidade do ar, ele absorve muito ar externo e, se o ambiente está sujo, a qualidade do ar é ruim.

Não reparar danos na lataria pode estragar a peça?

Sérgio: Um amassado que não chegue à lata, não exponha a lata ao ambiente, em princípio, não é um grande problema. O problema é quando há uma rachadura na pintura e que expõe a chapa ao ambiente. A ação do tempo vai provocar a ferrugem, quando acontece de aparecer essa oxidação o custo vai ser maior e eventualmente há uma necessidade de substituir.

O professor garante que quase todas essas dicas estão no manual do carro e que quem estiver com as revisões em dia corre menos risco de ficar com o carro parado.

Fonte: Globo.com

terça-feira, 10 de setembro de 2013

-NÍVEL DE ÓLEO DO CARRO BAIXA A CADA MIL Km.

Não precisa pensar que seu carro tem algum problema se o frentista disser que o nível de óleo está baixo do recomendado. Poucos motoristas sabem, mas o lubrificante do motor pode baixar até um litro a cada mil quilômetros rodados. Portanto, pode haver a necessidade de completá-lo antes das trocas.

Mesmo com toda tecnologia no desenvolvimento de peças e motores, o óleo ainda é consumido, diminuindo o nível no reservatório. Para reduzir o atrito das peças e aumentar o rendimento, o motor usa esse óleo para banhar quase todas as peças móveis. Grande parte desse lubrificante é usada nos pistões e cilindros para facilitar o deslocamento e diminuir o consumo de combustível.

Conforme o uso, o nível do óleo no reservatório cai. Renato Romio, chefe do Laboratório de Motores do Instituto Mauá de Tecnologia, de São Paulo, explica que é normal o motorista perceber a diminuição na vareta. “O carro pode ter um consumo de 1 litro de óleo a cada 1 mil quilômetros, no máximo”. A informação consta inclusive no manual do proprietário dos veículos.

Caso o carro gaste mais de 1 litro por 1 mil quilômetros, é indicativo de que há problema. “Ao notar que o consumo está muito elevado, preste atenção ao chão da garagem. Pode haver um vazamento de óleo e explicar o excesso”, completa Romio. Caso o motor esteja consumindo muito óleo e não encontre o vazamento, procure uma oficina especializada para o diagnóstico.

Renato lembra também as datas de troca do óleo: “É importante que o motorista cumpra o prazo de troca especificado. Mesmo completando o nível com óleo novo, não se deve mudar a data, pois o óleo antigo pode criar borra no motor”.

Medição

Mas para saber se o carro baixou ou não o óleo é fundamental fazer a medição corretamente. É preciso verificar o nível com o motor frio, no mínimo 10 minutos após desligá-lo. Com o motor quente o lubrificante ainda não desceu todo para o cárter (o reservatório) e pode dar uma falsa impressão de que o nível está baixo. E o veículo precisa estar em um lugar plano. Só com essas precauções é possível ver se o óleo está entre as marcações de mínimo e máximo recomendadas.

Fonte: Terra.com.br

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

-NOVO SISTEMA ABRE E LIGA O CARRO SEM A CHAVE.

Na busca por facilitar cada vez mais a vida dos motoristas, as montadoras criaram o keyless. Como o nome sugere, significa “sem-chave”. Esse dispositivo foi criado para excluir a necessidade de o motorista tirar a chave do bolso para entrar e até ligar o carro.

Existem dois tipos de keyless. Um é apenas para a abertura de portas, sendo necessária a utilização da chave para ligar o carro. No outro, o condutor não precisa colocar a chave na ignição para dar a partida. Com ela no bolso é possível, através de um botão no painel, acionar o motor. Também existem veículos equipados com os dois tipos.

Esse dispositivo é operado pela transmissão de ondas de rádio. Cada carro e sua respectiva chave têm uma frequência particular para evitar problemas com outros veículos do mesmo modelo. Quando o condutor se aproxima da porta ela se destrava. E ao se afastar trava todas as portas automaticamente, após o sistema detectar a presença da chave.

Em carros equipados com keyless é comum ver o sistema de acionamento do motor através do botão star/stop. Com ele, quando o motorista aciona o botão o carro busca a frequência da chave que está próxima e aciona o motor. Para desligar basta apertar novamente do botão, sair do veículo e quando se distanciar alguns metros (a distância depende da montadora) e o carro trava automaticamente.

Este sistema ainda é pouco utilizado no Brasil devido ao custo, mas já vem em carros mais luxuosos.

Fonte: Terra.com.br

terça-feira, 3 de setembro de 2013

-Detran alerta motoristas para falsa multa de trânsito.

O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) orienta que ao receber boletos de multa, o proprietário do veículo entre no site do órgão e realize uma consulta, por meio da placa do veículo, para verificar se de fato há algum registro de infração.


Segundo o Detran, o antigo golpe da falsa multa de trânsito voltou a fazer vítimas em todo o Brasil.

Golpe da falsa multa


Criminosos fotografam veículos que estão trafegando em uma determinada via e, então, com o número da placa registrado e de posse do endereço do motorista, os golpistas falsificam boletos de pagamento de multa e os enviam aos usuários. Neste boleto falsificado consta o número de uma conta bancária na qual deve ser efetuado o depósito de pagamento.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

-ESQUENTAR O MOTOR DO CARRO AUMENTA CONSUMO DE COMBUSTÍVEL.

Prática comum e necessária nos veículos mais antigos, esquentar o motor do carro antes de sair é uma medida dispensável nos carros mais novos. Além de desperdício de tempo, os minutos perdidos acelerando só fazem aumentar o consumo de combustível.

Em carros antigos, com carburador, o ajuste do motor não tinha muita precisão e acelerar o carro para aquecê-lo era quase uma regra, especialmente em dias frios. “No início do funcionamento eles apresentavam deficiência na lubrificação do sistema e desequilíbrio na mistura ar/combustível, causando maior atrito entre as peças, trancos e podendo até fazer o motor desligar”, explicou Renato Romio, chefe do Laboratório de Motores do Instituto Mauá de Tecnologia, de São Paulo.

Com o passar dos anos e da tecnologia, esse ajuste foi ficando mais preciso e nos veículos equipados com injeção eletrônica, esse procedimento não tem mais serventia. A lubrificação e a dosagem para a mistura ar/combustível já estão programadas. Além disso, a eficiência da bomba de óleo e gasolina, se comparada com as antigas, proporciona o desempenho adequado mesmo com o motor frio. Com isso, não há necessidade de aquecer o carro pela manhã.

Apesar disso, lembra Romio, não se deve exagerar com o motor logo após a partida. “Deve-se utilizar o bom senso e não abusar de altas rotações e velocidades. O motor não esquenta instantaneamente, ele precisa de alguns minutos, mas esse ajuste vai sendo feito com o carro em movimento. Apenas não é mais necessário ficar com o carro parado, aguardando”, concluiu o especialista.

Fonte: Terra.com.br

terça-feira, 27 de agosto de 2013

-ELEVAR TRASEIRA COMPROMETE SEGURANÇA E CAUSA DANOS AO VEÍCULO.

Elevar traseira de caminhao

Modismo cada dia mais comum não é inocente como pensam caminhoneiros

Um modismo inocente, mas perigoso. É cada dia mais comum encontrar caminhões e carretas com a traseira elevada além do normal. A alteração não tem outra motivação que não a estética. Os caminhoneiros gastam até R$ 1.200 para acrescentar calços sob a mola – ou mesmo molas adicionais – só para deixar o bruto mais “invocado”.

O engenheiro especializado em transporte Rubem Penteado de Melo diz que a mudança põe em risco a estabilidade e a durabilidade do veículo. “Há um impacto grande. A elevação da traseira transfere mais peso para os eixos dianteiros, comprometendo a estabilidade”, afirma.

Outro problema, segundo Melo, é que o cardã fica muito inclinado. “Assim, o diferencial vai ‘roncar’ e causar danos ao rolamento”, declara. Além disso, de acordo com ele, ao fazer a alteração, muda-se a altura do para-choque traseiro, que perde sua função.

A reportagem apurou que algumas concessionárias já entregam implementos novos com a mudança, se isso for solicitado pelo comprador. “Acabei de tirar uma carreta zero quilômetro e já saí da concessionária com o calço. Paguei R$ 1.200”, conta um caminhoneiro autônomo, de 42 anos, do Paraná. No caso dele, a traseira do implemento ficou 12 centímetros mais alta.

Outro motorista, de 29 anos, contou à Carga Pesada que colocou mais molas entre as originais da carreta para elevar a traseira em 20 centímetros. “Fiz porque fica bonito”, justifica ele, que pagou R$ 1 mil pelo serviço num posto de mola de Maringá. “Essa moda começou com os trucks já faz muito tempo. Depois, veio para as carretas”, declara.

Ilegal

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), a mudança é ilegal porque vai contra o artigo 8º da resolução 292/08 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que proíbe ”alteração das características originais das molas do veículo, inclusão, exclusão ou modificação de dispositivos da suspensão”.

Numa primeira consulta feita pela Carga Pesada, a assessoria do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) disse o contrário. “Desde que respeitado o limite de peso por eixo, como prevê a Resolução 430 do Contran, não há problema (em fazer a elevação)”.

Mas corrigiu a informação depois, apresentando a mesma alegação da Anfir.

Nem todo Detran faz a alteração no documento do caminhão. No Paraná, por exemplo, os técnicos informam que, de acordo com a legislação, a mudança no documento só é necessária para veículos com até 3,5 toneladas de Peso Bruto Total (PBT). Com isso, os motoristas ficam sujeitos a problemas em blitze, caso o policial seja rigoroso no cumprimento de sua função e perceba que a altura da carreta não condiz com a descrita no documento.

“Moda ridícula”

A reportagem está abordando esse assunto por sugestão do empresário Emílio Dalçoquio, diretor operacional da Dalçoquio Transportes de Santa Catarina. Segundo ele, por lá, a elevação da traseira virou uma febre. “É mais uma moda ridícula como tantas outras que surgem ao longo dos tempos, assim como antigamente homem para ser homem tinha de fumar e usar chapéu”, afirma.

Para ele, o fenômeno é coisa de caminhoneiro jovem “vítima da jogada de marketing” dos postos de molas. Mas há aqueles que apostam em teorias mentirosas. “Alguns acham que caminhões com traseira erguida ficam mais firmes nas curvas. Evidente que um verdadeiro caminhoneiro profissional não cai nessa ideia absurda”, declara.  

Dalçoquio alega que a alteração prejudica a suspensão dianteira do veículo “bem como o embuchamento da barra estabilizadora dianteira” principalmente quando o caminhão passa em buracos e cabeceiras de pontes. “Consequentemente deixa dúvida sobre o bom funcionamento do veículo na próxima curva”, ressalta.

Ele acrescenta outro fato fácil de explicar pela física. “Em caso de uma brusca frenagem, a traseira erguida facilita o deslocamento da carga para frente”, diz Dalçoquio. O empresário destaca que isso coloca em risco a segurança do próprio motorista.

Fonte: Revista Carga Pesada

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

-CINCO PISTAS QUE REVELAM PROBLEMAS NAS PASTILHAS DE FREIOS.

As pastilhas de freio estão entre as principais peças que o motorista precisa ter cuidado na manutenção do carro. Elas devem ser revisadas, assim como todo o sistema, a cada 10 mil quilômetros. Na maior parte dos carros estão presentes somente nas rodas da frente, mas há veículos com as peças nas quatro rodas.

De acordo com André Brezolin, engenheiro da Fras-le, as pastilhas devem ser trocadas sempre nas datas recomendadas pelas montadoras ou quando acontecer uma das cinco situações abaixo.

1. Espessura

A espessura útil do material de atrito das pastilhas com o disco de freio não pode ter menos de 3 milímetros. Essa medição pode ser feita em uma empresa especializada em qualquer revisão nos freios.

2. Frenagem

Se o motorista perceber falta de eficiência de frenagem, que o carro está demorando a parar, precisa olhar as pastilhas.

3. Pedal baixo

Um dos indicativos de pastilha gasta é pedal de freio baixo. Se você sentir mudança na altura, procure uma empresa especializada.

4. Ruído

Quando houver ruído de freio alto, provocado pelo contato do sensor de desgaste mecânico contra a superfície do disco de freio, há grande chance de a pastilha estar gasta.

5. Luz

Alguns veículos têm uma luz no painel que indica o desgaste da pastilha. Se ela acender, está na hora de trocar a peça.

Fonte: Terra.com.br

sábado, 24 de agosto de 2013

-COMISSÃO APROVA AVISO EM CARROS NOVOS CONTRA USO DE CELULAR.

   
Aviso uso de celular

Alerta deverá conter a frase: "É proibido usar o telefone celular ao conduzir veículo automotor."

A Comissão de Viação e Transportes aprovou na quarta-feira (21) proposta que obriga os fabricantes e as montadoras de veículos a afixar em local visível, em veículos novos, alerta sobre a proibição do uso de celular ao dirigir. Os avisos deverão conter a frase: "É proibido usar o telefone celular ao conduzir veículo automotor." De acordo com a proposta, a obrigatoriedade também valerá para importadores e encarroçadoras de veículos.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Mauro Mariani (PMDB-SC), ao Projeto de Lei 6385/09, do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ). O substitutivo tem o mesmo teor da proposta original, mas insere o texto como um novo artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CBT - Lei 9.503/97). “Uma proposta relacionada ao trânsito deve ser formulada como uma alteração ao CTB e nunca como uma lei autônoma”, explica o relator.

O substitutivo também ampliou para 90 dias o prazo para as montadoras se adequarem à nova norma. No projeto original, esse prazo é de 30 dias. “Esse prazo é insuficiente para que as montadoras tomem as providências necessárias ao cumprimento da norma”, argumenta Mariani. Tramitação A proposta será analisada agora em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações da Agência Câmara

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

-CINCO DICAS PARA LIMPAR O INTERIOR DO CARRO.

Com o dia a dia cada vez mais corrido, é normal o acúmulo de sujeira no interior dos carros. Alimentos, bebidas e crianças com doces e salgadinhos contribuem e tudo isso tende a ir se acumulando rapidamente. Se você não tem tempo nem para deixar o carro em uma lavagem, veja cinco dicas para fazer uma limpeza interna do automóvel com produtos simples.

1) Painel - Utilize um pano úmido e cuidadosamente limpe o pó que se acumula no painel de instrumentos do seu automóvel. É importante o pano não estar sujo. Nunca jogue água direto.

2) Tapetes - Caso o tapete do veículo seja de borracha, utilize uma mangueira para limpar. A pressão da água ajuda a retirar as impurezas impregnadas na borracha. Água e sabão são suficientes. Não use produtos abrasivos, com silicone, por exemplo. Em caso de tapete de carpete, utilize uma escova úmida para executar a limpeza. Cuidado com a secagem. Carpete necessita de mais tempo para secar.

3) Vidros – A limpeza dos vidros se divide em duas partes: interna e externa. Na interna, que deve ser feita uma vez por semana, a prioridade é retirar a gordura, vinda do suor e até da química dos tecidos. Existem diversos tipos de produtos no mercado para este fim. Já na área externa o foco é a impermeabilização. A água da chuva não deve ficar empoçada. Deve-se utilizar um pano limpo ou esponja e um limpa vidro, produto que pode ser encontrado em lojas especializadas.

4) Interior em geral – Compartimentos, porta-copos, volante e até o chão do carro devem ser limpos apenas usando um aspirador de pó ou pano. Os tradicionais “preteadores” à base de silicone não são recomendados.

5) Estofamento – Em estofado de tecido é necessário cuidado com a utilização de água. Por absorver rapidamente a água, ele a repassa para a espuma, dificultando a secagem. Recomenda-se a utilização de um pano úmido e detergente em caso de sujeira mais pesada ou um simples aspirador de pó. Já nos bancos de couro basta apenas um pano seco e macio, uma vez por semana. Os bancos revestidos com couro claro podem precisar de uma limpeza mais profunda, pois deixam a sujeira à mostra. Uma dica eficiente é passar um pano umedecido com água e sabão líquido neutro nos assentos e partes em couro claro. Depois, é só retirar o excesso com um pano seco. É recomendável fazer a hidratação dos bancos de couro uma vez por ano.

Fonte: Terra.com.br