quinta-feira, 14 de março de 2013

-PARA MOTOCICLETAS E ÔNIBUS, SEGURO DPVAT PODERÁ SER PAGO EM PARCELAS.



Em 2013, o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) traz uma novidade. A taxa, que garante a cobertura para as pessoas em vez dos veículos, poderá ser parcelada em até três vezes para motocicletas e ônibus.

Quem tem carro já sabe da obrigação anual de pagar os valores. De acordo com o vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Carlos Valle, o Dpvat é importante por vários motivos. "Primeiro porque ele é obrigatório. Depois porque ele dá cobertura a qualquer vítima de acidente de trânsito que esteja dentro ou fora do veículo. Independente da culpa, até mesmo se o veículo causador se evadiu do local", afirma Carlos Valle.

Motocicletas e ônibus vão poder dividir os seus respectivos valores (R$ 292 e R$ 247 ) em até três vezes. Os demais veículos, como carros de passeio, caminhões e caminhonetes, vão manter a parcela única. "Até porque o valor considera-se menor com relação às outras categorias", explica o diretor. De acordo com Carlos Valle, o preço pago pela moto é maior porque é a categoria que mais se envolve em acidentes. "Hoje sabemos que mais de 70% dos acidentes de trânsito com vítimas envolvem motociclistas", afirma Valle, explicando que isso faz com que o seguro para a categoria fique ainda mais caro.

Quando um acidente de trânsito acontece, a vítima é socorrida pelo Samu ou, nos casos de óbito, é encaminhada ao Instituto de Medicina Legal (IML). Nos dois casos, será gerada a guia de um documento que comprova que a pessoa foi vítima de acidente de trânsito. "Com este documento, a pessoa tem direito a solicitar os valores previstos para invalidez, despesas médicas ou óbito", afirma Carlos Valle. Atualmente, o DPVAT paga R$ 13.500 em caso de morte, até R$ 13.500 no caso de invalidez e R$ 2.700 para assistência médica em até 30 dias.

Os familiares ou a própria vítima devem se dirigir ao Sindicato de Corretores de Seguros. "É importante que a pessoa vá com a documentação que tiver. Caso falte alguma coisa, ela será orientada e não será cobrado nenhum valor por isso", afirma o diretor da Fenacor.

Como pagar

Para conseguir pagar o DPVAT parcelado, é preciso entrar no site da seguradora Líder, a oficial para tratar do assunto. Lá, clique na opção 'Seguro DPVAT' e ler informações sobre o pagamento. Ainda no site, há a opção de ver e clicar na alternativa 'Como, Onde e Quanto pagar' e, em seguida, selecionar o botão 'Pagamento Seguro DPVAT 2013'.

Primeiro, serão informados os critérios. Depois, o valor. Em terceiro lugar, como será feito o pagamento. Quando aparecer o mapa do Brasil, escolha a opção Pernambuco por exemplo e serão disponibilizadas informações sobre pagamentos à vista e parcelado. Ao escolher a forma de sua preferência, o boleto será gerado e deve ser impresso.

Munido deste documento com o código de barras correto, o procedimento pode ser realizado em toda a rede bancária e casas lotéricas.

Fonte: G1 Notícias

quarta-feira, 13 de março de 2013

-BURACOS NA PISTA PODEM INTERFERIR NO SISTEMA DE EXAUSTÃO DO CAMINHÃO.

Adaptações no escapamento não são recomendas, pois além de influir na perda de potência do veículo, ainda pode ocasionar acidentes. Item verificado durante a inspeção ambiental veicular, o sistema de exaustão deve ser checado periodicamente para não causar prejuízo no bolso dos motoristas

O sistema de exaustão, formado por turbo do motor, (flexível),catalisador, silencioso intermediário e silencioso traseiro, pode influir nas emissões de poluentes dos caminhões e causar reprovação na avaliação de inspeção veicular, quando a manutenção de seus componentes não está em dia. “É preciso fazer manutenção periodicamente no silencioso, tubulação do sistema de exaustão e flexíveis”, afirma Jonas Luiz Meros, analista de produtos da Tuper Escapamentos e Catalisadores, acrescentando: “Há necessidade também de verificar se não há vazamento ou furos no silencioso principal, onde se faz a redução do ruído”. Segundo Meros, a análise deve ser realizada em todo o sistema, desde a saída de motor, toda tubulação, flexível, até o silencioso e a ponteira. A checagem pode ser feita pelo próprio caminhoneiro ou em uma oficina de confiança.

“Estradas esburacadas podem danificar os componentes do sistema de exaustão”, ressalta. Ao contrário dos veículos movidos à gasolina ou a álcool, dificilmente os escapamentos dos caminhões sofrem com a oxidação já que o diesel é menos corrosivo. A quebra prematura acontece, geralmente, pelos solavancos nas rodovias.

Adaptações: risco de acidentes 

Não é recomendado fazer adaptações no escapamento. “Alguns motoristas trocam o silencioso por um tubo pensando em economia de combustível e acabam criando um problema, pois o caminhão perde em desempenho, potência e em redução de ruídos, sem contar que os poluentes lançados no meio ambiente aumentam”, adverte o analista de produtos. Amarrar o escapamento também é um ato condenado já que a queda poderia causar acidentes graves, assim como soldar tubos, trocar suportes e eliminar flexível.

Entre as conseqüências das adaptações, Meros cita a quebra durante a movimentação do veículo, nível de ruído além do permitido, excesso de fumaça preta, além de ser uma forma de prejudicar o bom funcionamento do motor e elevar o consumo de combustível.

Sinais de desgaste

Ruído excessivo pode ser indício de que componentes do sistema devem ser substituídos. “A tampa interna do silencioso pode ter quebrado ou a lã arrastada”, acrescenta. A perda de potência do caminhão também pode indicar entupimento do escapamento.

Para evitar prejuízos, é aconselhável fazer a manutenção preventiva, que é, em média, 30% mais econômica que a corretiva. Segundo o analista de produtos, às vezes, não é necessário trocar todo o sistema de exaustão, somente alguns componentes.

Caso seja necessário trocar o catalisador, Meros lembra: “A substituição da peça deve levar em conta o modelo do veículo e sua motorização, além disso, o catalisador deve conter o selo do Inmetro, uma forma de garantir a qualidade do produto no mercado de reposição”. A medida está em vigor desde abril de 2011 e a lista dos fabricantes homologados pelo Inmetro está disponível no site www.inmetro.gov.br.

terça-feira, 12 de março de 2013

-DIRIGIR COM GOOGLE GLASS PODE RENDER MULTA.



Brasil não tem legislação sobre o tema, mas pode usar mesmo princípio dos DVDs veiculares

Se você adquirisse um Google Glass amanhã, provavelmente iria testar a novidade onde quer que você fosse. Assim como fazemos quando uma nova categoria de aparelhos chega ao mercado — lembra-se daquela primeira TV de plasma, que era atração turística para vizinhos e amigos? Pois é. Só que estes óculos podem ter um “efeito colateral” que ninguém havia pensado até então: ser uma distração ao volante e causar acidentes de carro.

Para quem ainda não conhece o Glass: ele filma, tira fotos, acessa a internet, faz buscas no Google, acessa mapas e faz traduções, entre outros serviços, como mostrar a previsão do tempo e o relógio. Mas parte destas funções exige projetar imagens na própria lente do óculos, obstruindo uma pequena parte da visão.

Nada que comprometa sua visão, como você pode ver na imagem acima. Mas pode, teoricamente, atrapalhar parcialmente o que o motorista enxerga e, mais importante, prender a atenção, como um smartphone prende. E será que isso prejudica o controle do carro?

Como o Glass ainda nem está disponível para testes — e muito menos chegou ao mercado — não é possível (ainda) reproduzir a situação para ver quais os riscos reais. E, como afirma o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) ao R7, também não foi feita legislação sobre o tema, que é novidade.

— Assim como ocorreu com os aparelhos de DVD veiculares, este dispositivo deverá ser objeto de estudo por parte das Câmaras Temáticas do Denatran para, posteriormente, ser apresentado aos conselheiros do Contran para regulamentar a questão. Mas não se fala em prazo.

No entanto, se alguém fosse flagrado dirigindo com um Google Glass hoje, “estaria sujeito às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro”, explica o órgão. Seriam quatro artigos, mais precisamente.

Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas indicadas em cada artigo, além das punições previstas no Capítulo XIX. Parágrafo único. As infrações cometidas em relação às resoluções do CONTRAN terão suas penalidades e medidas administrativas definidas nas próprias resoluções.

Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança: Infração - leve; Penalidade - multa.

Art. 231. Transitar com o veículo: c) qualquer objeto que possa acarretar risco de acidente: Infração - gravíssima; Penalidade - multa; Medida administrativa - retenção do veículo para regularização;

Art. 252. Dirigir o veículo: VI - utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular; Infração - média; Penalidade - multa.

As infrações vão de leve à gravíssima — atualmente, o valor das penalidades varia da casa dos R$ 42,56, se for leve e com desconto, até R$ 957,70, caso o valor seja multiplicado por cinco, em casos mais graves. Mas o valor ainda não está definido, porque ninguém se deparou com a situação (até agora).

Além da possível apreensão do seu carro, é claro.

O Google, por outro lado, mantém todo o sigilo que pode em relação aos óculos. Apenas os chefões da empresa aparecem usando — Sergey Brin e Larry Page, os dois fundadores, circulam com ele e fazem inveja aos humanos comuns. Os fãs de tecnologia escutam rumores sobre os óculos há cerca de um ano, mas ele continua guardado “a sete chaves”.

A campanha publicitária já começou: os óculos foram usados em um desfile no Fashion Week de Nova York, celebridades já o colocaram e, principalmente, uma página na internet para o projeto foi inaugurada (google.com/glass/start/). Além disso, foi publicado um vídeo mostrando como é, de fato, usar o Google Glass.

Fonte: R7 Notícias

segunda-feira, 11 de março de 2013

-HOMENS RECEBERAM 77% DAS IDENIZAÇÕES DO DPVAT.

Das mais de 500 mil pessoas que foram indenizadas pelo Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) no ano de 2012, apenas 23% foram mulheres, informou hoje (8) a Seguradora Líder Dpvat. Mesmo sendo maioria na população brasileira (51%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), elas ficaram muito atrás dos homens, que receberam 77% dos pagamentos. Para o diretor de relações institucionais da Seguradora Líder Dpvat, Marcio Norton, a maior cautela das mulheres é um dos motivos que explica a diferença.

"Por um lado, as mulheres são mais cautelosas e atentas. Muitas vezes estão com os filhos no carro e dirigem com mais segurança. Isso é mérito delas. Mas há uma diferença: os homens se expõem mais ao risco trabalhando no trânsito. São a maioria dos taxistas, motoristas de caminhão e motociclistas, e as motocicletas têm contribuído muito para o aumento das indenizações."

Na maior parte dos acidentes em que o DPVAT foi pago a mulheres, elas não estavam no volante. Em 66% dos casos de morte ou invalidez permanente, a segurada era passageira ou pedestre, e, em 34%, era motorista.

Uma diferença entre o perfil das acidentadas em relação ao dos homens é a faixa etária em que mais ocorrem acidentes com mortes: enquanto a dos homens é dos 25 aos 34 anos, a das mulheres é dos 45 aos 64 anos.

"Os homens se envolvem em acidentes mais graves, com maior letalidade. As mulheres sofrem mais com a invalidez permanente", diz Norton, que estima ainda que, na maioria das vezes em que as mulheres foram indenizadas como passageiras ou pedestres, o motorista era um homem.

As mulheres da Região Sul receberam 29% das indenizações por invalidez permanente do país, mesmo correspondendo a apenas 14% da população. As mulheres do Sudeste, que são 42% das brasileiras, ficaram em terceiro lugar, com 24%, atrás das nordestinas, que são 28% da população e somaram 28% dos casos de indenização.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 10 de março de 2013

-O PERFIL DAS MULHERES INDENIZADAS POR ACIDENTES DE TRÂNSITO.

De acordo com estudo realizado pela Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT no Brasil, as mulheres representaram 23% das mais de 500 mil indenizações pagas pelo DPVAT no ano de 2012. Deste universo de 23%, as mulheres que se encontravam na condição de pedestres ou passageiras representaram 66% das indenizações por morte e invalidez permanente em 2012. Os outros 34% foram destinados às motoristas.

Os acidentes com veículos de duas rodas também tem alto risco para esse público: 66% das indenizações por invalidez permanente foram pagas em acidentes envolvendo motocicletas. Já nos casos de indenizações por morte, 57% foram pagas por ocorrências envolvendo automóveis.

A maior incidência de indenizações de morte de mulheres está presente na faixa etária de 45 a 64 anos. "Embora as mulheres representem um número menor de mortes comparado aos homens, o envolvimento em acidentes de trânsito também é preocupante," explica o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier.

Nos casos de invalidez permanente, a maior incidência ocorre na faixa em que as mulheres estão em plena capacidade laborativa: dos 18 aos 34 anos, correspondendo a 47% das indenizações pagas. "Neste caso percebemos uma grande perda na força produtiva do país. Nessas idades, as mulheres estão ingressando no mercado de trabalho e podem sofrer alguma sequela que impeçam de exercer a profissão de forma plena", diz Xavier.

A região Sul concentra 14% da população feminina do país, o percentual de indenizações pagas envolvendo vítimas femininas, por morte, em 2012, foi 19% e 29% para invalidez permanente.

Já na Região Sudeste, tanto o percentual de morte quanto o de invalidez, 37% e 24%, respectivamente, ficaram abaixo dos 42% de concentração de mulheres.

O boletim estatístico completo está disponível no Site da Seguradora Líder DPVAT www.seguradoralider.com.br/SitePages/default.aspx, em Centro de Informações, Dados específicos.

Sobre o DPVAT

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido com Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder - DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. O procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização. Há seguradoras em todo o Brasil para receber as vítimas de trânsito. Basta apresentar os documentos na seguradora escolhida no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.

Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país. 5% são repassados ao Ministério das Cidades, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito. Os demais 50% são voltados para o pagamento das indenizações.

sábado, 9 de março de 2013

-ESPECIAL PARA AS MULHERES: DICAS DE MANUTENÇÃO.



Foi-se o tempo em que as mulheres eram enroladas numa visita ao mecânico. Mas, assim como os homens, todas podem aprimorar seu conhecimento sobre o carro – de modo a facilitar o dia a dia e evitar qualquer probleminha com o veículo.

Em homenagem ao mês das mulheres, o CESVI reuniu dicas específicas para esse perfil: o de quem dirige e cuida do carro sem nunca perder a elegância.

• Para que tudo seja mais fácil, o ponto de partida é sempre a leitura do manual do proprietário. Essa publicação explica as características do veículo e aponta como realizar manutenções simples de alguns itens de forma rápida e segura.

• Muitas verificações podem ser feitas sem sair de casa. No chão da garagem, você confere se existe algum vazamento de óleo.

• Também verifique o reservatório de expansão – aquele transparente, responsável pelo líquido que arrefece o motor. Essa checagem deve ser feita com o carro sobre um piso plano, e com o motor frio e desligado. O líquido de arrefecimento deve estar entre as marcações mínima (MIN) e máxima (MAX). Se estiver num nível muito baixo, complete com fluido para radiador, e não se esqueça de tampar o reservatório quando acabar a verificação.

• Para checar o nível do óleo, use a vareta. Depois de puxá-la, limpe a vareta com um papel-toalha ou pano. Recoloque-a, então, até o fundo, aguarde cinco segundos e puxe novamente, com a ponta da vareta virada para baixo. Verifique a marcação do nível e encaixe a vareta de volta ao seu lugar. Se o nível estiver baixo, adicione o óleo recomendado no manual do fabricante ou o que foi usado na última revisão. Faça isso até que o óleo chegue à marcação máxima da vareta. E lembre-se: nunca ultrapasse a quilometragem indicada para a troca do óleo.

• Trocou o óleo? Troque o filtro de óleo também. Isso evita que o óleo novo seja contaminado pelo velho, que ficou no filtro.

• O nível de fluido de freio também deve ser verificado, observando a marcação ao lado do reservatório. Se estiver fora do especificado, procure uma oficina especializada.

Aproveite para completar o reservatório de água do limpador de para-brisa, com a adição de um pouco de detergente neutro – mas não exagere no detergente.

• Verifique as palhetas limpadoras, para conferir se a borracha não está partida ou ressecada.

• Ligue as lanternas e o pisca-alerta e dê uma volta ao redor do carro para verificar o sistema de iluminação e de sinalização. Acenda os faróis e depois o farol alto, para conferir se estão funcionando corretamente. Uma dica é aproximar o veículo de uma parede e acender as luzes do carro.

Com informações do Boletim CESVI

sexta-feira, 8 de março de 2013

-COMO OS PAIS PODEM AJUDAR A REDUZIR O ÍNDICE DE MORTES DE JOVENS.



Os pais têm papel fundamental nessa fase dos filhos e precisam estar atentos

De todos os perigos que os adolescentes podem enfrentar, beber está entre os piores. O álcool representa uma grave e potencial ameaça. Pesquisa divulgada nos EUA, mostra que os adolescentes que bebem têm maior probabilidade de: morrer em um acidente de carro, engravidar, tornar-se um alcoólatra e tentar o suicídio.

Os pais têm uma participação fundamental nessa fase dos filhos, mas para isso é importante que tenham as ferramentas necessárias para conversar com as crianças sobre o álcool.

A pesquisa realizada pela Universidade Estadual da Pensilvânia aponta que o álcool é a droga mais usada pelos jovens, mais do que todas as drogas ilegais combinadas. No entanto, o resultado mostra que há um descompasso quando se trata da relação pais X filhos: um em cada cinco adolescentes bebe com frequência, mas apenas um em cada 100 pais acreditam que a bebida pode ser um problema para o seu filho.

A suposição mais comum entre os pais é "meus filhos são bons meninos, e eu posso confiar que eles vão tomar as decisões corretas", mas a pesquisa mostra que a comunicação clara e contínua sobre o álcool é fundamental na prevenção das tragédias envolvendo os menores.

Para a especialista em trânsito e pedagoga, Elaine Sizilo, os pais devem conversar com seus filhos constantemente sobre os perigos de beber. Não só sobre beber e dirigir, mas sobre todos os perigos do ato de beber. “Educá-los, impor limites, monitorar o paradeiro, e, o mais importante, tentar explicar, através do diálogo, as consequências que este ato pode trazer para a vida deles. Esta é uma tarefa diária que não pode ser esquecida”, diz Sizilo.

A conclusão da pesquisa é que os pais são a principal influência sobre as decisões de seus filhos sobre se devem ou não beber álcool. “Dar o exemplo ainda é o melhor dos ensinamentos”, conclui Sizilo.

quinta-feira, 7 de março de 2013

-DISPENSA DE PLACA DIANTEIRA PARA VEÍCULOS DE 4 RODAS.

O Código de Trânsito tem determinadas regras que num primeiro momento parecem bastante lógicas e razoáveis, mas numa leitura mais atenta se percebe que o legislador por vezes ativa no que todos vêem, mas acerta no que poucos percebem.

O parágrafo 6º do Art. 115 do CTB dispensa os veículos de duas ou três rodas da placa dianteira, que nos remete pela lógica às motocicletas, motonetas e triciclos. Não vamos adentrar no debate da obrigatoriedade da placa dianteira nesses veículos, seja pela defesa da tese que facilitaria a fiscalização de equipamentos eletrônicos que captam a dianteira do veículo, seja para os que atacam no prejuízo na aerodinâmica e estética do veículo. Nosso foco não são os veículos que estão sendo dispensados da placa, mas aqueles que por consequência da regra não estão dispensados, que são os veículos que possuem mais de três rodas.

Sob tal aspecto nenhum veículo que seja obrigado ao registro e licenciamento no órgão de trânsito estadual (DETRAN) estaria dispensado da placa dianteira, e por consequência os reboques e semirreboques, desde carretinhas pequenas até as grandes carretas rodoviárias, que são veículos destinados a serem tracionados por um veículo automotor. Ou seja, reboques e semirreboques não são veículos automotores, mas estão obrigados pelos Arts. 120 e 130 do CTB ao registro e licenciamento junto ao Detran, e consequentemente placa, e tendo mais de três rodas não estaria dispensado da placa dianteira.

Atento a esse detalhe o recém empossado Deputado Federal Marcelo Almeida apresentou já em sua segunda semana de trabalho projeto para o necessário ajuste na legislação.

terça-feira, 5 de março de 2013

-VANTAGENS ENTRE PASTILHAS E DISCOS E LONA E TAMBOR EM VEÍCULOS PESADOS.



Pastilhas e discos estão ganhando espaço sobre lona e tambor nos veículos pesados e são mais eficientes e duráveis

  Pastilhas e discos de freio são cada vez mais comuns nos veículos pesados. “Estimamos que a maioria dos veículos médios e pesados terá a lona e o tambor substituídos por pastilhas e discos”, afirma Jair Silva, supervisor de serviços da Nakata, fabricante de autopeças com uma linha completa de componentes para suspensão, transmissão, freios e motor, marca da Affinia Automotiva pertence à Affinia Group, multinacional norte-americana líder mundial em fabricação e distribuição de componentes automotivos para o mercado de reposição.

A troca da lona e tambor por pastilhas e discos resulta em diversos benefícios. Segundo Silva, além da frenagem ser mais eficiente, há melhor dissipação de calor. “Pastilhas e discos fazem parte de um sistema mais simples, mais durável e tem o custo de manutenção mais baixo que o conjunto de lona e tambor”, ressalta.

No caso dos caminhões pesados, o supervisor de serviços lembra também que o sistema de freio é apenas parte do que se utiliza para parar o veículo. “Em uma descida de serra, com declive muito acentuado, não se pode dispensar o uso do freio-motor para auxiliar a frenagem para evitar superaquecimento que causa grave dano ao sistema de freio”, explica.

Silva aponta alguns dos sinais de desgaste nos componentes do sistema de freio que os caminhoneiros devem ficar atentos. “Há veículos que contam com um luminoso no painel que acende conforme o desgaste. Outros utilizam um alarme sonoro para chamar atenção do motorista para parar e fazer a substituição de peças”, adverte o supervisor de serviços, enfatizando: “Se não houver nenhum sistema de aviso, o motorista deve fazer uma inspeção periódica.

Ele ressalta ainda que o caminhoneiro deve evitar que a pastilha chegue ao fim para que não ocorra a perda da frenagem e não danifique os discos. “Por isso, a manutenção preventiva é tão importante”, finaliza.

segunda-feira, 4 de março de 2013

-DEFICIENTES FÍSICOS E TAXISTAS TÊM ISENÇÃO NA COMPRA DE CARROS.

Motoristas com deficiência física completa ou parcial têm direito a isenção de Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), uma coletânea de descontos em impostos que podem garantir redução de até 30% do preço de um carro novo em relação a tabela. O benefício isenta o motorista com deficiência de pagar IPI, IOF, ICMS e IPVA. Quando o veículo for dirigido por outra pessoa, mas é comprado no nome do deficiente, a isenção é apenas do IPI. A lei também garante descontos para motoristas de táxi, que podem obter descontos de até 23%.

No caso das pessoas com deficiências é preciso seguir inúmeras regras para obter o benefício. A primeira é alterar a Carteira Nacional de Habilitação. Para isso, é preciso procurar uma autoescola especializada e que tenha veículo adaptado. Depois, é necessário um laudo feito por um médico da banca especial do Detran.

Com os documentos em mãos, é preciso começar o processo na Receita Federal, para conseguir a isenção do IPI e do IOF. O próximo passo é solicitar isenção do ICMS e IPVA. Somente assim o carro é liberado para a compra. Esse processo leva de seis a oito meses, segundo os especialistas.

A espera é grande, mas compensa. No caso do modelo mais vendido em uma concessionária da cidade, por exemplo, modelo 1.8 automático, o preço final tem redução de 25% a 30%.

Este foi o caso da paratleta Elisabeth Bertolini. Há um ano, ela decidiu comprar um carro novo e foi beneficiada pela legislação. "Optei por um modelo com câmbio automático, que já dispensa a embreagem. Quando o carro chegou, solicitei a adaptação do freio e do acelerador. Esse serviço me custou, aproximadamente, R$ 1.900,00. Mas o desconto que consegui na compra do carro me permitiu optar por um carro melhor, maior e com porta-malas amplo para eu levar minha cadeira de rodas", explicou Elisabeth. "As pessoas que têm vontade de viver devem buscar seus objetivos. Hoje temos amplas possibilidades. É só correr atrás", finaliza.

É possível pedir isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto Sobre Operações de Crédito (IOF) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O desconto sobre os dois primeiros tem que ser pedido na Receita Federal. O último, na agência fazendária estadual.

Os portadores de deficiência são divididos em dois grupos para obter a isenção - condutores e não condutores. O primeiro é formado por motoristas que, apesar da deficiência, reúnem condições de conduzir o automóvel. O segundo é formado por pessoas com impossibilidade de realizar a atividade em razão de deficiências extremas como visual, mental e outros casos específicos. Cada um dos dois grupos tem direito a determinados benefícios conforme a legislação.

Descontos para taxistas

Diretor presidente da Cooperativa de Taxistas Sorotaxi, Sílvio Benedito de Souza explica que os descontos para os taxistas adquirirem um veículo novo chegam a 23% (12% ICMS e 11% de IPI). Mas Souza alerta para a enorme burocracia para obter o desconto. "Alguns colegas chegam a esperar por mais de 6 meses para serem beneficiados."

Para obter o benefício, Souza explica o que é necessário: "Apresentar todos os documentos pessoais e do veículo, apresentar declaração de renda compatível com o programa escolhido, estar em dia com o INSS com recolhimento de 20%, comprovar que é taxista, ter alvará da prefeitura para exercer a função e comprovar que trabalha no ramo há pelo menos um ano." "É difícil de conseguir, mas compensa. Um carro que custa R$ 40 mil, por exemplo, pode ser adquirido por pouco mais de R$ 31 mil", comenta.

Mercado especial

Esses mercados focados são interessantes para as montadoras. A Toyota, por exemplo, deu início às vendas diretas para empresas frotistas, locadoras e taxistas do seu modelo compacto Etios, nas versões sedã e hatchback. As vendas às pessoas jurídicas e motoristas profissionais representarão uma importante fatia nos negócios da marca neste segmento, informa a assessoria da montadora.

A previsão inicial de vendas diretas do Etios é de 7,5 mil unidades neste ano. Esse volume representa pouco mais de 10% do total de produção do modelo, fixado em 70 mil unidades.

Em 2012, o número total de vendas diretas da Toyota, como são chamadas as comercializações para pessoas jurídicas ou taxistas, alcançaram o patamar de 15 mil unidades. Para 2013, com o Etios no portfólio, esse número ultrapassará a casa dos 22 mil carros, significando um aumento de 46% em comparação com o ano anterior.

Um dos diferenciais que o cliente de vendas diretas do Etios encontrará, garante a assessoria de comunicação da montadora, é o atendimento especial na rede de concessionários Toyota. "Além de contar com o pós-venda preparado para realizar revisões em apenas uma hora, componente essencial para quem utiliza o veículo como ferramenta de trabalho, o motorista terá à sua disposição um pacote de revisões a preço fixo, o que evitará surpresas de orçamento", informa a assessoria, por meio de nota.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

sexta-feira, 1 de março de 2013

-SAIBA PORQUE COMPRAR CARRO NO BRASIL É TÃO CARO.



Um dos sonhos de consumo de muito brasileiros com certeza é ter um carro na garagem e parar de depender do transporte publico. Mas, mesmo com o IPI reduzido, este bem continua com um valor alto, e quem tenta adquiri-lo acaba se metendo em dívidas por longos anos.

Por que será que um carro é tão caro no Brasil? Quantos e quais impostos fazem o preço desse bem cobiçado subir tanto? "Existe incidência de elevados tributos diretos e indiretos, o que eleva custo do veículo para chegar ao consumidor final. Possuímos uma infraestrutura e logística que potencializam os valores e uma demanda por veículo ainda aquecida. Além disso, o dólar está em alta", conta Milad Kalume Neto, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da JATO Dynamics do Brasil.

De acordo com relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado no final de 2012, o Brasil arrecada mais impostos e contribuições (federais e locais) do que a maioria dos países da América Latina. Enquanto a carga tributária no nosso país é de 32,4% do PIB, nos demais países analisados na América Latina ela é de 19,4%.

Mas a lista de tributos que encarecem não somente os carros, mas outros bens, ficará mais clara para nós ainda este ano. Isso porque, a partir de junho, todas as notas fiscais emitidas de qualquer produto deverão mostrar o quanto pagamos de tributos para os governos municipais e estaduais, além do federal. Essa lei já é um começo para que nós, consumidores, tenhamos a oportunidade de saber o quanto realmente vale o produto comprado.

As notas fiscais deverão trazer discriminados os valores de impostos. No caso dos carros, serão:

ICMS: Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
ISS: Imposto sobre serviço

IPI: Imposto sobre produto industrializado

IOF: Imposto sobre operação financeira

PIS: Programa de Integração Social

Cofins: Contribuição social para financiamento da Seguridade Social

IR: (Imposto de Renda)

IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores)

Todos esses impostos incidem no carro que sai da concessionária, e são variáveis de acordo com o modelo. E o bem pode ficar ainda mais caro se você pretende equipá-lo. "Os carros são caros e os opcionais também são. Entretanto, destaco que é o preço que o consumidor está disposto a pagar por aquele determinado equipamento", explica Milaid.

Segundo o especialista, todos os carros estão ficando caros, até os populares mais conhecidos, a exemplo do Palio e do Gol. Em 10 anos ouve um aumento muito grande dos mesmos. Veja as comparações:

Palio em 22/01/2003: USD 4.623,53 (aproximadamente R$ 9.395)

Palio em 22/01/2013: USD 11.712,99 (aproximadamente R$ 23.800), um aumento de 253,33%

Gol em 22/01/2003: USD 6.019,71 (aproximadamente R$ 12.232)

Gol em 22/01/2013: USD 16.651,20 (aproximadamente R$ 33.835), um aumento de 276,61%

E se você é daqueles que está comemorando, pensando que com o detalhamento dos impostos o carro poderá ficar mais barato, fique atento. As coisas não são bem assim: "O que poderá ocorrer é uma força do consumidor para reduzir os impostos pagos", diz Milaid.

Fonte: Vila Mulher