quarta-feira, 13 de junho de 2012

-CIDADES COM MAIS DE 100 MIL HABITANTES PODERÃO TER FAIXA EXCLUSIVA PARA MOTOS.


A Câmara analisa proposta que prevê a instalação de faixas de trânsito exclusivas para motocicletas, motonetas e ciclomotores em cidades com mais de 100 mil habitantes. A medida está prevista no Projeto de Lei 2987/11, que também estabelece multa para os condutores desses veículos que transitarem fora das chamadas motofaixas.
De acordo com o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01), as cidades com mais de 500 mil habitantes devem elaborar um plano de transporte urbano integrado, compatível com o plano diretor. Pela proposta, esse plano passará a ser obrigatório também para os municípios com 100 a 500 mil habitantes e deverá prever, sempre que possível, a instalação das faixas exclusivas para motos.
O autor da proposta, deputado Severino Ninho (PSB-PE), lembrou que a frota de veículos motorizados de duas rodas no Brasil vem crescendo muito nos últimos anos. Ele lembra que o aumento foi de 377,65% entre 2001 e junho de 2011.
“O aumento da frota provocou o incremento vertiginoso da incidência de acidentes de trânsito, com impacto relevante no atendimento de emergência dos hospitais e na previdência”, alertou Ninho. Segundo o deputado, a instalação das motofaixas deve diminuir esses casos.
Multa
O PL 2987/11 também cria uma nova modalidade de infração gravíssima no Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/97) – a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores fora da faixa exclusiva, quando existente. Hoje, a multa para os casos de infração gravíssima é de R$ 191,54. Nos casos de reincidência, a multa passará para R$ 383,08 e o veículo será apreendido.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 1517/11 nas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo.

terça-feira, 12 de junho de 2012

-POUCO COMBUSTÍVEL NO TANQUE PODE DANIFICAR PEÇAS DO VEÍCULO.

O motorista que sempre usa o veículo com pouco combustível no tanque, na chamada reserva, pode estar comprometendo o seu funcionamento e gerar um alto custo no momento da manutenção. E o principal item que pode ficar prejudicado é a bomba de combustível.
Em uma oficina de uma concessionária de carros em Itapetininga (SP), é comum clientes chegarem com a peça queimada. Ela faz parte do sistema de distribuição de combustível e sem uso, o veículo fica sem funcionar. A peça é elétrica e para de funcionar quando falta álcool ou gasolina, responsáveis por manter a temperatura do equipamento. Com o nível de combustível baixo, a bomba sofre um superaquecimento e acaba danificada.
A bomba custa, em média, R$ 900. Caso a peça não tenha sido totalmente danificada, é possível trocar apenas o refil, cerca de R$ 200, gastos maiores se caso o motorista evitasse andar com o carro com pouco combustível.
Dario Barth Rodrigues, gerente de pós vendas, explica que o ideal é abastecer com, no mínimo, um quarto do tanque. Isso evita danos na bomba e também previne que o veículo deixe o motorista “na mão” por falta de combustível.
O mecânico Wilhelm Hartze recomenda que o motorista sempre faça a manutenção do motor do carro. “Os itens básicos de manutenção do motor são filtro de ar e combustível, óleo do motor dentro do período de vencimento e sempre no nível indicado, cabos e velas. Isso são necessários para a economia de combustível”.
Hartze explica que, para os carros chamados “flex”, que podem usar álcool e gasolina, o ideal é que o proprietário troque o tipo de combustível quando o outro estiver no fim. “é bom também que o motorista rode pelo menos 15 minutos para que o sistema eletrônico do carro reconheça o combustível usado”. O mecânico conta que se o sistema não reconhecer o combustível, pode haver dificuldade de ligar o carro ou ter um aumento no consumo de combustível porque o sistema não reconheceu qual está sendo usado.
Ainda falando em economia de combustível, ele relata que não adianta colocar o carro em ponto morto durante um trecho de descida. “Isso é uma lenda. Não vai ter economia. O sistema vai entender que está na marcha lenta e vai injetar mais combustível para tentar regular. Se continuar engatado, sem acelerar, o carro reconhece que está na descida e vai diminuir o uso do combustível. Aí sim economiza”.
FONTE: Trânsito Manaus

segunda-feira, 11 de junho de 2012

-NGK ORIENTA SOBRE A DIFICULDADE DE PARTIDA NOS VEÍCULOS A ETANOL NO INVERNO..

Durante dias frios, motor pode apresentar problemas no sistema de partida. Cuidados com as velas de ignição podem minimizar o problema.
Com a chegada do inverno, a NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, orienta os motoristas sobre possíveis dificuldades para ligar automóveis movidos a etanol. Durante dias de baixa temperatura, é comum o carro não funcionar logo na primeira batida da chave. Alguns cuidados, principalmente com as velas de ignição, podem minimizar a indesejável situação.
A manutenção preventiva das velas garante o funcionamento da ignição do veículo, facilitando a partida imediata do motor, principalmente nas manhãs mais frias. As velas com vida útil ultrapassada, ou excesso de desgaste, podem diminuir o desempenho do veículo dificultando a partida após um longo período desligado como, por exemplo, da noite para o dia.
A insistência para ligar o motor durante esse período pode causar o encharcamento das velas, causando um transtorno maior ao motorista. Se o problema ocorrer, é necessário aguardar, com o carro desligado, até que o combustível evapore por completo. Esse tempo varia de carro para carro e pode levar até 30 minutos.
“O motor movido a etanol pode apresentar problemas em dias frios porque esse combustível exige temperaturas elevadas para mudar seu estado físico e provocar o funcionamento do motor, ao contrário da gasolina que evapora rapidamente”, explica Hiromori Mori, técnico da Assistência Técnica da NGK.
Todo veículo a etanol possui um sistema paralelo que injeta pequenas quantidades de gasolina no motor para facilitar a partida. “Para isso, é necessário manter sempre o reservatório de gasolina abastecido com gasolina nova e de boa qualidade”, lembra o especialista.
Algumas ações do proprietário do veículo podem minimizar e até mesmo evitar totalmente dificuldades durante a partida a frio em carros abastecidos com etanol. Entre elas, deve-se verificar sempre se as velas estão em condições ideais de uso.
Também é essencial a manutenção no reservatório de gasolina e trocar a gasolina do mesmo a cada 90 dias com combustível de boa qualidade. O sistema de partida a frio também merece atenção e deve estar realmente operando (injetando) e sem vazamento de combustível.
Nos veículos Flex, outra situação em que o motorista deve ter atenção é no caso de alteração total do combustível. Se o veículo estiver abastecido com gasolina e for realizada a troca para etanol, ou de etanol para gasolina, o ideal é que o condutor dirija o veículo de 8 a 15km antes de manter o motor desligado por um longo período. Com isto, o sistema de controle do motor reconhecerá o novo combustível presente no tanque e reprogramará a estratégia de funcionamento do motor, inclusive durante a partida a frio.
Mais sobre Velas de Ignição -A vela de ignição tem a função de conduzir corrente elétrica sob alta tensão para o interior da câmara de combustão, convertendo-a em faísca para inflamar a mistura ar/combustível. Outra característica é que ela permite a dissipação do calor gerado na combustão. Em plenas condições de funcionamento, a vela de ignição promove economia de combustível, melhor desempenho do motor e redução de emissões de gases poluentes no ar. Com a vida útil ultrapassada pode comprometer cabos de ignição, rotor, distribuidor e bobina/transformador.
Segundo a NGK, é importante uma análise anual ou a cada dez mil quilômetros rodados, aquilo que ocorrer primeiro, em um mecânico confiável. Uma consulta ao Manual do Proprietário do Veículo vai orientar o motorista quanto ao modelo ideal a ser instalado no automóvel em questão e o período de troca, lembrando que em alguns manuais há a recomendação para que em veículos utilizados em condições adversas como trânsito intenso, deve-se cortar o plano de manutenção pela metade.
Outra recomendação importante dos especialistas da NGK é que o motorista procure abastecer o automóvel em postos em que a procedência do combustível seja conhecida e conduzir o veículo de forma responsável.
Em caso de dúvidas, consulte a Tabela de Aplicação da NGK ou contate o Serviço de Atendimento ao Consumidor da NGK do Brasil pelo telefone 0800 197 112 (ligação gratuita).
A NGK, referência mundial nos setores automotivo, cerâmico e de revestimentos porcelanizados, completou 52 anos de atuação no Brasil em 2011. Detentora das marcas NGK (Componentes Automotivos), NTK (Cerâmicas) e Super NGK (Revestimentos Porcelanizados), a empresa conta com um quadro de 1.250 colaboradores e sua fábrica está sediada na região de Mogi das Cruzes (SP), em uma área de 611 mil metros quadrados. Fundada em 1936, em Nagoya, no Japão, a NGK é considerada a maior fabricante e especialista em velas de ignição e possui forte presença em todos os continentes do mundo.
Fonte: Portal Fator Brasil

sábado, 9 de junho de 2012

-SAIBA COMO É E QUANTO CUSTA BRINDAR UM VEÍCULO.

Ter um carro blindado é o sonho de muitos que vivem aterrorizados com a violência das grandes cidades, outros precisam ter esse reforço por “obrigação”. Pensando na segurança da família, o empresário Felipe Costa optou pela blindagem do seu carro. “Para fazer o serviço, fui na blindadora e pedi que um despachante resolvesse todo o processo da documentação do veículo para mim”, fala.
Muitos fazem como Felipe e preferem contratar um despachante. Mas quem quiser, pode fazer por conta própria. Porém, poucos sabem como é o processo de blindagem de um veículo. Quais os documentos, quem pode ou não fazer, e quais os caminhos para quem quer blindar o seu possante. Para você entender melhor, o Diario de Pernambuco/Vrum mostra como o funciona o passo a passo, desde a compra do veículo até a liberação para rodar com a fortaleza.
+Níveis
Nível 1
Suporta tiros de armas calibres 22, 38 e ataques com ferros e pedras
Nível 2
Armas do nível I-A
e mais Magnum 357
e pistola 9 mm
Nível 3A
Todas as anteriores
e mais Magnum 44
Nível 3
Todas as anteriores e mais fuzis AK 47, AR 16 e FAL
Fonte: Target Blindagens
+Quanto custa
Blindar
Nível 1
de R$ 18 mil
a R$ 26 mil
Nível 3A
a partir de
R$ 38 mil
dependendo do modelo
Inspeção Inmetro
R$ 600
Vistoria Detran-PE
gratuita
Colocar a observação no CRLV
R$ 43,04

Autorização do Exército

R$ 25
+Curiosidades
- O Exército é responsável pelo controle dos carros blindados, para que um veículo com essa característica não caia em mãos erradas. O blindado faz parte dos produtos controlados, como as armas;
- Os vidros traseiros de um carro blindado não baixam;
- É recomendado que, quando for viajar, destravar as portas, pois, em caso de acidente, o resgate será facilitado;
- Na escala de blindagem, o nível 6 é o máximo existente no mercado mundial e transforma o carro quase em um tanque de guerra. O carro do presidente dos Estados Unidos possui esse nível.
FONTE: Vrum

quinta-feira, 7 de junho de 2012

-DICAS PARA A CORRETA LUBRIFICAÇÃO DO EIXO CARDAN.

A manutenção do eixo cardan, que equipa todo o veículo de tração traseira com motor dianteiro, merece atenção especial do reparador, especialmente, na lubrificação dos componentes
Algumas peças dos veículos têm papel essencial para garantir seu funcionamento, como o eixo cardan, componente imprescindível em caminhões, ônibus, máquinas e determinados utilitários 4X2 e 4X4, que transmite força do motor para o diferencial.
Por isso, ao realizar a manutenção do cardan é preciso ter conhecimento técnico, contar com ferramentas adequadas e seguir algumas recomendações. “Um dos procedimentos mais importantes para o perfeito funcionamento e boa durabilidade do sistema de transmissão por eixo cardan e cruzeta é a lubrificação. A falta de manutenção pode comprometer todo o sistema de cardan”, afirmou Jair Silva, gerente de serviços da Spicer.
Silva recomenda lubrificar o sistema a cada 10 mil km ou 1 mês, especialmente, quando o veículo rodar mais na cidade. Em uso rodoviário, é possível aguardar até 20 mil km ou 3 meses, o que ocorrer primeiro. Já em aplicações severas ou fora de estrada, a lubrificação deve ser feita a cada 15 dias.
Cuidados necessários
Nem toda graxa é adequada para lubrificar o eixo cardan. “É terminantemente proibido utilizar lubrificantes à base de silicone, graxas usadas para proteção de chassis e grafitadas, pois esses produtos só asseguram proteção superficial ao sistema. “Os componentes do eixo cardan devem ser lubrificados somente com graxas que levam sabão de lítio, com especificação EP2 (Extrema Pressão com grau de consistência 2)”, advertiu o gerente de serviços.
Caso seja utilizado equipamento pneumático (ar comprimido) para fazer a lubrificação, é preciso certificar-se de que a manutenção dos sistemas de drenagem e filtragem do compressor esteja em ordem. “A contaminação da graxa lubrificante com água e partículas abrasivas reduz consideravelmente a vida útil dos roletes e munhões das cruzetas”. Ele lembra que é fundamental aplicar graxa na cruzeta até que toda a substância antiga seja eliminada. “A graxa precisa ser expulsa pelas quatro capas da cruzeta”, enfatizou. Caso alguma capa não purgue, basta desapertar um pouco o sistema de fixação. Nas luvas com engraxadeira, o processo de lubrificação é praticamente o mesmo.
Manutenção adequada preserva os componentes do eixo cardan
A falta de manutenção ou a reparação em empresas não especializadas pode acarretar uma série de problemas. Quando não há lubrificação ou é usado graxa incorreta, pode não só fundir a cruzeta, mas também provocar outros danos em todo o eixo.
“Para evitar danos em outras peças é essencial fazer uma verificação rápida em todos os componentes do eixo cardan”, aconselhou. A inspeção deve ser feita em cinco passos. As capas das cruzetas não devem estar espelhadas (sinal de desgaste por rotação). “Na ponteira deslizante e luva, é preciso procurar folga entre os entalhados, travando uma peça e movimentando outra”, explicou Silva. Garfo e terminal também não podem apresentar trincas ou folga nos olhais, bem como o tubo deve estar perfeito, com o peso de balanceamento e sem sinais de impacto. Ao final, além de verificar o mancal, que não pode ter trincas ou folga, deve-se girar o cardan para ver se o rolamento não faz barulho.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

-NO JAPÃO, GPS DE CARRO AVISARÁ ROTA DE FUGA EM CASO DE TSUNAMI.

O governo japonês estuda usar o sistema de navegação GPS de carros e de smartphones para guiar motoristas de veículos de passeio e de resgate durante evacuações em massa em caso de desastres naturais, como terremotos e tsunamis.
O sistema transmitiria, em áudio e vídeo, informações de emergência aos condutores, como condições das estradas próximas a locais atingidos, lugares onde há incêndios e rotas de fuga seguras.
O governo planeja apresentar o projeto numa conferência de tecnologia que será realizada em Tóquio, em outubro do ano que vem, disseram à Folha fontes ligadas ao governo japonês.
No tsunami que atingiu o Japão, em março do ano passado, o sistema rodoviário das cidades atingidas entrou em colapso. Com os trens paralisados, automóveis, ônibus e táxis congestionaram as vias de acesso, bloqueando a passagem de carros de bombeiros e outros veículos de emergência, prejudicando o atendimento às vítimas.
FONTE: Agência de Notícias Jornal Floripa

terça-feira, 5 de junho de 2012

-FAZER A TROCA CORRETA DOS FILTROS GARANTE MAIS VIDA ÚTIL AO MOTOR.

Sempre estar de olho nos filtros do carro, como o do ar, do óleo e do combustível, e fazer a manutenção de maneira correta é essencial para manter o bom funcionamento do motor do carro. O tempo de troca varia de filtro para filtro, podendo durar até 15.000 km. O serviço é acessível. O preço varia de R$ 120 a R$ 200 na soma para trocar os três filtros e o óleo.
Deixar o carro “respirar” melhor, com um ar mais limpo, é simples. Trocar o filtro de ar é fácil e barato. Para o gerente da Fidel Autopeças, Leonardo Dantas, o ideal é que a troca seja feita a cada 15.000 Km. “O filtro de ar sujo é como um nariz entupido, é preciso fazer mais esforço para deixar o ar passar. No carro, isso se reflete no aumento de consumo, porque a quantidade de ar é menor e o carro tem que fazer mais força para andar”, explica.
O filtro de óleo tem a função de impedir que sujeiras passem pelos tubos do motor. Quando está deteriorado, a pressão do óleo dentro do motor diminui, dificultando a lubrificação. “A troca do óleo do motor deve ser feita a cada 5.000 Km ou 7.500 Km. E a substituição do filtro deve acompanhar a mudança do líquido”, fala Leonardo. Trocar a peça a cada duas trocas de óleo não é recomendado. “O ideal é fazer essa substituição no máximo com 7.500 km ou a cada seis meses, o que vier primeiro”, diz.
Já o filtro do combustível, essencial para retirar as impurezas do “alimento” do carro, se não for trocado pode dificultar a passagem do combustível para o motor e danificar a injeção eletrônica. “A troca desse filtro deve ser feita entre 10.000 Km e 15.000 Km”, explica Gustavo Mendonça, proprietário do Posto Veneza.
Trocar todos os filtros no tempo correto é o que faz o técnico em telecomunicações, Fábio Luiz. Para ele, fazer a troca do filtro de óleo e, principalmente, do de ar ajuda o carro a ter um bom funcionamento. “Eu faço a troca de óleo de quatro em quatro meses, pois ando pouco com meu carro. Mas há três anos estou com meu carro e já troquei o filtro de combustível duas vezes porque achei que estava na hora”, diz.
É importante sempre consultar o manual do proprietário do veículo para saber qual é o procedimento que deve ser feito. “O que indica o tempo de troca dos componentes do veículo é o manual. Então é sempre bom, antes de fazer a troca dos filtros, consultar o livro do carro”, finaliza.
Outro filtro bastante importante é o filtro do ar-condicionado, chamado de filtro de cabine. Ele impede que a poeira entre no interior do carro pelo tubo do ar. “Quando o filtro está muito sujo, em alguns modelos, o ar-condicionado pode até parar de funcionar”, fala Deivison Lima, vendedor da Euro Ar. Segundo Deivison, a troca deve ser feita de seis em seis meses ou a cada 10.000 Km. “Para quem usa o ar aberto, ou seja, puxa o ar externo, o tempo de troca diminui, e principalmente nas grandes cidades, que têm muita poluição”, diz.
FONTE: Vrum

sábado, 2 de junho de 2012

-SITE E REDE SOCIAIS DA LEI SECA VÃO RECEBER DENÚNCIAS SOBRE CONSUMO DE BEBIDAS.


Normalmente usada para informar a motoristas que dirigem após consumir álcool sobre a localização da operação Lei Seca, a internet passa, a partir de hoje, a ajudar a fiscalização. O lançamento, nesta terça-feira (29), do site e dos perfis nas redes sociais twitter e facebook da Operação Lei Seca vai viabilizar o envio de denúncias sobre locais onde há concentração de pessoas e de bebida alcoólica.
No portal www.operacaoleisecarj.rj.gov.br, há um canal de interatividade por meio do qual os internautas podem enviar mensagens, fotos e até vídeos com informações sobre a operação Lei Seca. Segundo o coordenador da operação, major Marco Andrade, o portal vai ser importante para ajudar a fiscalização.
— Essas denúncias já acontecem, principalmente durante as palestras que nós fazemos nas escolas. Sempre somos procurados pelos jovens que reclamam de locais onde há muito consumo de bebida. O site vai nos ajudar nisso, principalmente as redes sociais. A partir das denúncias, o nosso coordenador de operações é informado, faz um estudo e monta uma blitz. Mas o objetivo principal do site é criar um canal de comunicação com a sociedade e ajudar a conscientizar as pessoas sobre os riscos de beber e dirigir.
De acordo com o Major, o Rio de Janeiro registrou uma queda de 32% nas mortes por acidentes de trânsito em 2009, o primeiro ano das operações. No ano seguinte, a queda foi de apenas 1,62%, porém sobre uma redução considerável nos 12 meses anteriores.
—  São dados do Ministério da Sáude. Nós já percebemos uma mudança de comportamento na população. Quando começamos a fazer blitz, 30% dos motoristas parados estavam sob efeito de álcool. Atualmente, são aproximadamente 8,4%. No Brasil, foram registradas 40.610 mortes no trânsito de m 2010. O cenário é pior do que o de algumas guerras. É preciso mudar a cultura das pessoas.
Andrade informou que representantes de 14 Estados já estiveram no Rio para conhecer o funcionamento da Operação Lei Seca, o caso mais recente é do Estado do Pará. Ele ressaltou que, em muitos lugares, a fiscalização acontece de vez em quando e que, no Rio, é feita todos os dias, o que ajuda a explicar a redução no número de mortes.
O site da Operação Lei Seca também vai ter um serviço importante para a população. Na área Como Vamos, as pessoas vão poder saber sobre pontos de táxi, trem e metrô, bem como conhecer as linhas de ônibus que passam pela região; onde ela está e a que leva até em casa. O motorista digita o local onde ele está e o local para onde ele pretende ir. O site vai indicar a rota e os pontos de ônibus, trem, metro e táxi.
O major Andrade também informou que a operação Lei Seca vai acontecer normalmente durante a Rio+20. Segundo ele, caso seja necessário, poderão ser realizadas blitzen até durante o dia, já que a fiscalização geralmente ocorre durante a noite e madrugada.
FONTE: Trânsito Manaus

sexta-feira, 1 de junho de 2012

-MOTORISTAS PODERÃO TRANSFERIR MULTAS AO FAZER O RECONHECIMENTO DE FIRMA.

Está previsto para entrar em vigor em julho deste ano, a Resolução 363/10 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que visa acabar com fraudes nas transferências de pontos da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com esta Resolução, a pessoa será obrigada a reconhecer firma para se livrar dos pontos em sua habilitação.
A nova regra, que já deveria ter entrado em vigor, acabará com o processo atual, que necessita apenas de uma declaração assinada, para a transferência da infração. Neste caso, o motorista que estava dirigindo o veículo na hora da aplicação da multa deve assumir a responsabilidade.
A coordenadora do Registro Nacional de Infração de Trânsito (Renainf) Juliana Cechinato disse que as vantagens são muitas, já que algumas pessoas falsificam a assinatura em alguns casos. Ela destacou ainda que estas regras valem apenas para multas aplicadas em movimento. “As mudanças no sistema são enormes e isso causa um grande impacto no sistema. Por isso, esta resolução poderá até entrar em vigor apenas em 2013. Estamos aguardando a decisão do Contran”, disse.
A comerciante Lívia Souza, 33, disse que já emprestou o carro em uma situação e que dias depois chegou uma multa em sua casa. Na ocasião, ela disse que a amiga, que estava dirigindo sem o cinto de segurança, não quis pagar, muito menos transferir os pontos. “Perdi a amiga, acumulei pontos e ainda paguei o prejuízo. Conheço muitos casos como este, mas em algumas situações a pessoa multada até reconhece o erro”, falou.
FONTE: BV News

quinta-feira, 31 de maio de 2012

-DEFINIDO O TEMA DA SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO 2012.

O tema a ser trabalhado é “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”
Dando continuidade às ações da Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, proclamada pela Organização das Nações Unidas em 2010, o Conselho Nacional de Trânsito definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito de 2012.
Atualmente cerca de 2 milhões de pessoas morrem por ano, vítimas da violência no trânsito, e o número de feridos é ainda mais alarmante. Levando em conta que dois dos principais fatores que influenciam no crescimento da taxa de mortalidade no trânsito são a relação “comportamento e segurança dos usuários” e o excesso de velocidade, e os relatórios internacionais sobre acidentes de trânsito, o Contran definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito 2012 como: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”.
A velocidade é tema inédito na semana nacional, e o principal foco é a conscientização de jovens entre 18 e 25 anos, considerados o grupo mais vulnerável e de maior exposição ao risco de acidentes de trânsito. Para traçar e realizar as ações o Contran definiu como prioridade a necessidade de unir esforços intersetoriais, visando a redução dos acidentes de trânsito.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

-FALTA DE MANUTENÇÃO DAS MOTOCICLETAS CONTRIBUEM PARA O AUMENTO DE ACIDENTES.

De acordo com o gerente, Edson Carlos de Lima a maioria das pessoas utiliza a moto como uma forma de economia de combustível, pois a média para encher o tanque de uma motocicleta é de cerca de R$ 10 enquanto a média de um carro popular é de R$ 120. “Mesmo as pessoas que tem carro preferem usar a moto para economizar no combustível, o problema é que nesta busca por economia acabam se esquecendo de fazer cuidados básicos”.
Revisão e manutenção
Uma revisão deve ser feita obrigatoriamente a cada três meses para que possa ser identificado problemas mecânicos e peças que precisem ser trocadas e que pode colocar em risco a segurança do condutor. “Com o tempo as peças desgastam, como em qualquer veículo, e a revisão serve para identificar essas peças”, afirmou Edson.
Os preços para tal serviços variam de R$ 50 a R$ 70, dependendo do local. Alguns pontos devem ser constantemente observados, como os pneus, os freios, o óleo e a transmissão.
Manutenção da moto
Corrente – Uma vez por semana ou a cada 500 quilômetros rodados, lubrifique a corrente para evitar o desgaste excessivo.
Freios – Verifique e ajuste a folga dos manetes e pedais de freios. Fique atento quanto à lubrificação e também aos ruídos dos freios, que podem indicar pastilhas gastas ou outros problemas.
Pneus – Para calibragem correta, verifique a recomendação do manual do veículo. Recomenda-se menos calibragem para viajar e calibragem total para andar na cidade. Procure sempre trocar os pneus em máquina de montagem, especialmente se for rodas raiadas. Após trocar, tome cuidado com as primeiras voltas, pois os pneus que vêm de fábrica contêm uma camada de cera escorregadia. Pneus de motos populares podem durar até 30 mil quilômetros rodados.
Parafusos – A alta vibração provocada na motocicleta tende a afrouxar os parafusos da carenagem. Sempre que lembrar, verifique os parufusos e deixe a moto ajustada.
Óleo do motor – Existem óleos que têm capacidade maior de duração, mas, em média, para as motos mais populares, recomenda-se o uso do óleo sintético e a troca dele a cada mil quilômetros rodados. Se perceber sons estranhos no motor, verifique o nível do óleo, que pode estar abaixo do recomendado.
Tanque cheio – Se estiver viajando, use de vez em quando gasolina aditivada para descarbonizar o motor e limpar as partes móveis. No dia a dia, se for possível, mantenha sempre o tanque cheio para evitar a formação de gotículas na parte superior do tanque, que formam ferrugem e provocam oxidação.
Bateria – No mínimo uma vez a cada seis meses, verifique o nível da água da bateria. Alguns indícios na parte elétrica, como farol enfraquecido ou descontrole da seta, podem ser sinais de que a bateria está fraca ou quase pifando.
Pezinho – Se for deixar a moto por mais de três dias parada, recomenda-se utilizar o descanso central em vez do descanso lateral.
FONTE: FatimaNews

terça-feira, 29 de maio de 2012

-COMISSÃO DEBATE COBERTURA DE TELEFONIA CELULAR NAS RODOVIAS FEDERAIS.

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática realiza hoje audiência pública para debater o Projeto de Lei 465/11, que torna obrigatória a cobertura da telefonia celular ao longo das rodovias federais. Esse projeto já foi aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor.
A iniciativa do debate é do deputado Augusto Coutinho (DEM-PE). Segundo dados estatísticos oficiais, citados pelo parlamentar, desde 2003, o número de celulares é maior que o de fixos em quase todos os estados.
Augusto Coutinho observa, no entanto, que esses dados “não se refletem no grau de cobertura da telefonia celular no Brasil, que é caracterizada por extensas áreas dos municípios e localidades distantes dos grandes centros urbanos sem o sinal de telefonia móvel.”
Sem cobertura
Coutinho também afirma que a maior parte das estradas federais está sem a assistência de cobertura da telefonia celular – uma situação incompatível com as grandes distâncias que caracterizam o Brasil e com o grau de evolução da tecnologia de comunicação.
O deputado ressalta que as exigências contratuais de cobertura do Serviço Móvel Privado (SMP) consideram atendidos os requisitos de abrangência quando o sinal está disponível em 80% da área urbana do município, deixando de fora, portanto, as estradas federais localizadas, na maioria dos casos, nas áreas rurais.
Foram convidados para a audiência:
- o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Salvadori Matinhão;
- o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy;
- o superintendente de Serviços Privados da Anatel, Bruno de Carvalho Ramos.
A audiência está marcada para as 14h30, no Plenário 13.
FONTE: Agência Câmara de Notícias

sábado, 26 de maio de 2012

ACIENTES DE TRÂNSITO: IMPRUDÊNCIA OU FALTA DE CONHECIMENTO DAS LEIS?

Os acidentes de trânsito não são mais novidades para os brasileiros, que diariamente se deparam com a imprudência de motoristas despreparados e que desrespeitam as leis ou nem mesmo as conhecem.
O índice elevado de acidentes com carro, motos e atropelamentos nos levam a alguns questionamentos como: será que os brasileiros conhecem todas as leis de trânsito? O procedimento aplicado nas auto-escolas é suficiente para formar condutores exemplares?
Para esclarecer estas e outras questões, o SRZD conversou com o professor e autor do livro “Código de Trânsito Brasileiro Comentado”, Celso Luiz Martins, que falou sobre o que as auto-escolas deveriam aplicar para obter sucesso na formação dos motoristas e o que fazer para diminuir o número de acidentes no país.
Segundo ele, o Detran precisa reavaliar o processo de ensino, já que o conteúdo oferecido é incapaz de promover uma boa análise e entendimento do aluno, o que, consequentemente, vai resultar em um motorista despreparado.
“Como estratégia de ensino teórico nas auto-escolas, seria interessante a aplicação de avaliações, com objetivo de despertar o aluno de sua capacidade de aprendizado, onde seriam cobrados conhecimentos das normas de segurança e identificação da sinalização viária. As avaliações promovidas pelos Detran, quando do exame de habilitação não são elaboradas de forma a realmente verificar a aptidão teórica dos candidatos”, disse.
Celso destacou a importância e a necessidade de rever, também, o processo de avaliação do exame de aptidão física e mental. Segundo ele, o processo de renovação da habilitação é ainda pior. “Devemos lembrar que quando o poder público habilita um condutor que não satisfaça às condições de aptidão física e mental, se torna também, responsável por acidentes que esta inaptidão possa ter dado causa”.
O professor ressaltou que é comum encontrarmos, em algumas regiões, condutores sem habilitação que desrespeitam as normas de trânsito, como motociclistas transitando sem capacete. “Desconhecem esses condutores as normas de trânsito? Não. São, sim, irresponsáveis. O mesmo ocorre nos grandes centros urbanos, onde convivemos com o trânsito e sabemos o que é certo e o que é errado”.
Como diminuir os acidentes de trânsito?
Celso afirmou que a melhor maneira de diminuir o absurdo índice de acidentes de trânsito é exigir do poder público maior responsabilidade em conceder habilitação e aumentar a fiscalização. Mais do que isso, o professor destaca a necessidade da revisão do capítulo de crimes de trânsito do Código de Trânsito.
“Não é possível, por exemplo, pensarmos em detenção de 2 a 4 anos para quem provoca homicídio na direção de veículo automotor estando sob influência de álcool ou excedendo o limite de velocidade. Será que esse motorista não sabe que não pode dirigir dessa forma? Sabe, mas é irresponsável”, disse. “Se faz necessário determinar os limites entre crime culposo e crime crime doloso no trânsito”, completou.
A conclusão que o especialista chega sobre a realidade dos acidentes de trânsito nas ruas e estradas brasileiras é que “o desrespeito às normas de trânsito é consequência muito mais da irresponsabilidade do que do desconhecimento do Código de Trânsito Brasileiro”.
FONTE: SRZD

sexta-feira, 25 de maio de 2012

-SAIBA COMO CANCELAR COMPRA DO CARRO ZERO COM IPI CARO.

Consumidores que fecharam a compra do carro zero antes da redução do IPI (Imposto para Produtos Industrializados) pouco antes do anúncio do governo, na última segunda-feira (21), correram às concessionárias para tentar cancelar a compra. No entanto, a desistência só vale nos casos em que a nota fiscal ainda não tenha sido emitida em nome do comprador, alertam especialistas.
A desoneração tributária somada aos descontos sobre os preços de tabela prometidos pelas montadoras permitem que os carros populares fiquem quase 10% mais baratos. Quem pagou R$ 31 mil em um veículo recentemente viu o preço cair, do dia para noite, para R$ 28,8 mil. Porém, para recuperar a diferença, o consumidor vai depender do bom senso do lojista.
Em muitos casos, como explica o Cenofisco (Centro de Orientação Fiscal), a nota fiscal ainda não foi emitida e, assim, é possível pedir um novo documento já com o desconto. É a situação de quem ainda espera os trâmites burocráticos, embora já tenha assinado o contrato, afirma o especialista tributário da entidade, Sebastião Guedes.
— A concessionária tem que ter o bom senso, até que o carro esteja nas mãos do cliente, entre todo o processo burocrático, de renegociar o benefício fiscal. Em alguns Estados, o consumidor tem o direito de cancelar a nota fiscal eletrônica dentro do período legal. Se passou do prazo, a loja poderia negociar a diferença em acessórios ou outros serviços.
A jornalista Géssica Rodrigues, comprou um carro de R$ 58,5 mil exatamente no dia em que o governo divulgou a desoneração do IPI. O benefício valeria no dia seguinte e ela conta que ficou desesperada com o prejuízo.
— Lembrei que o carro ainda não havia sido faturado e, portanto, eu conseguiria baixar o valor inicial. Conversei com a concessionária para que refizesse as contas, considerando o desconto. Recebi uma reposta positiva e, então, estou confiante que terei o IPI reduzido.
FONTE: Trânsito Manaus

terça-feira, 22 de maio de 2012

-PROJETO ISENTA MOTOBOYS E MOTOTAXISTAS DE IPI NA COMPRA DE MOTO.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3171/12, do deputado Laercio Oliveira (PR-SE), que estende a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) às motocicletas de fabricação nacional, com até 125 cilindradas de potência e movidas a combustíveis de origem renovável.
Segundo a proposta, poderão se beneficiar da isenção, na compra desses veículos, cooperativas e motociclistas profissionais que utilizem moto própria para transportar passageiros, cargas e mercadorias.
Deficientes
Se aprovada, a medida também se aplicará à compra de veículos adaptados para pessoas com deficiência física que exerçam essas mesmas atividades. Em qualquer caso, a isenção só poderá ser utilizada uma vez a cada dois anos.
O projeto acrescenta as novas regras à Lei de Isenção do IPI (Lei 8.989/95). “A medida tem o objetivo de gerar mais empregos e facilitar a aquisição de um bem essencial ao trabalho desses profissionais”, observa Laercio Oliveira.
Tramitação
O projeto está apensado ao PL 5773/09, do Senado, que trata de tema semelhante e tem prioridade. Os dois projetos e vários outros que tramitam em conjunto serão analisados em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive no mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
FONTE: Agência Câmara de Notícias

segunda-feira, 21 de maio de 2012

-VEJA DICAS PARA ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL.

O problema deve estar entre o banco do motorista e o volante. A piada é velha, mas quando se trata de consumo de combustível, o condutor do veículo é o grande responsável pelo gasto excessivo. Para Ingo Hoffmann, piloto de testes da BMW, dois motoristas com características distintas de condução podem apresentar diferença de consumo de até 20%. “Aquele que acelerar com mais suavidade, terá um consumo menor”, ensina.
Para o consultor Antonio Alexandre Ferreira Correia, da Petrobras Distribuidora, pequenas atitudes diárias podem influenciar na redução do gasto do combustível. “A aceleração do veículo deve ser feita sempre de forma gradual. A prática de acelerar e reduzir constantemente também consome mais combustível”, pontua o especialista.
“A manutenção preventiva em dia é outro item importantíssimo, faz coro o professor Ricardo Bock, do departamento de Engenharia Mecânica do Centro Universitário da FEI, Fundação Educacional Inaciana. Conheça as dicas dos especialistas para reduzir o consumo de combustível do seu carro:
Pneus
O professor Ricardo Bock diz que é importante manter os pneus sempre calibrados. Quando eles estão murchos, causam aumento do consumo, além do desgaste desigual. Ele acrescenta que as rodas também devem estar balanceadas e alinhadas. A ideia é facilitar o deslocamento do veículo.
Carga
Ingo Hoffmann ensina a carregar o mínimo possível de peso no veículo. Quanto mais peso carregar, mais energia o carro gasta e o consumo aumenta. “Se este carro estiver circulando em uma cidade de muito trânsito, este consumo será maior ainda, pois todo o momento que o carro tiver que sair da inércia, o motorista terá que usar mais o acelerador, aumentando assim o consumo. Na estrada, onde o carro fica em uma velocidade constante, no entanto, este aumento de consumo não é tão perceptível”, explica.
Velocidade constante
Antonio Alexandre Ferreira Correia orienta que a aceleração do veículo deve ser feita sempre de forma gradual, nunca com arrancadas bruscas. Além de consumir mais combustível, isso aumenta o desgaste dos pneus. Quanto mais suave for a pressão no acelerador, maior será a economia de combustível; Ingo Hoffmann completa dizendo da importância de se manter uma velocidade constante. A prática de acelerar e reduzir constantemente consome mais combustível.
Troca de marchas
Bock diz que vale ainda trocar as marchas na rotação ideal. “Nem em giro tão elevado e nem tão reduzido. Dessa forma, o consumo será mais baixo”, diz ele. “Alguns carros já tem uma indicação de troca de marchas na rotação ideal”, completa Hoffmann. Para Correia, o ideal é usar sempre a marcha mais alta que puder. Ele reforça que o uso de marchas mais baixas obriga o motor a trabalhar em rotações mais altas, o que aumenta o consumo.
“Banguela”
“Descer com o carro no ponto para economizar combustível está fora de cogitação”, alerta Bock. Ele explica que nas descidas, o indicado é usar sempre o freio motor, com o carro engrenado, sem acelerar. “Descer na banguela vai fazer o condutor gastar mais, quando a reaceleração foi feita. O uso do freio controla a velocidade do carro e ainda reduz o desgaste dos freios”, completa.
Janelas abertas
Bock orienta a andar com as janelas do carro fechadas. “Janelas abertas obrigam um consumo maior de combustível, pois aumentam a resistência do ar”, afirma.
Qualidade do combustível
A dica de Correia é utilizar combustível de qualidade, adquirindo o mesmo em postos confiáveis. “Desconfie de preços muito abaixo da média praticada pelo mercado. O uso de combustível fora de especificação, além de causar aumento de consumo, pode acarretar diversos problemas, entre eles a formação de borra no motor, entupimento de bicos injetores, formação de depósitos em válvulas”, ensina.
Manutenção
A manutenção preventiva é algo relevante na busca da economia de combustível, na opinião de Bock. Ele orienta a manter os filtros de ar e combustível do veículo em bom estado de limpeza, já que filtros sujos podem aumentar consideravelmente o consumo.
FONTE: Trânsito Manaus

sábado, 19 de maio de 2012

CONTRAN CRIA REGRAS DE ACESSIBILIDADE NO TRANSPORTE COLETIVO.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) divulgou nesta quinta-feira (17) as normas de acessibilidade para veículos  de transporte alternativo. O artigo quarto da resolução 402/2012 cria regras a serem seguidas pelas empresas.
Os veículos que tiverem a plataforma elevatória ou a rampa de acesso para cadeirantes deverão exibir o Símbolo Internacional de Acesso – a figura azul de um homem sentado em uma cadeira de rodas – nos vidros dianteiro e traseiro e nas lateriais dos ônibus.
Os letreiros que identificam o destino e a numeração da linha deverão ser na cor verde-limão, amarelo-limão, com fundo preto, para facilitar a identificação pelos usuários.
Nos locais reservados para pessoas com deficiência, idosos, gestantes e passageiros com crianças de colo haverá um adesivo de identificação. E os degraus de acesso deverão ter sinalização de cor amarela.
FONTE: Extra

sexta-feira, 18 de maio de 2012

-AVALIAÇÃO TEÓRICA: ALUNOS SE PREPARAM PARA A PROVA OU PARA O TRÂNSITO?

Talita Inaba
Quando se fala em prova teórica, há uma questão polêmica que envolve a preparação dos candidatos a primeira habilitação. Os alunos têm estudado para passar na prova ou a preocupação é adquirir conhecimento sobre os direitos e deveres daquilo que será colocado em prática?
No período de 25 de outubro a 07 de novembro de 2011, o Portal do Trânsito realizou uma enquete com internautas sobre a satisfação com o processo de habilitação. 79% deles disseram que o processo de habilitação é falho em alguns pontos e deveria preparar melhor o futuro condutor. Em contrapartida, 21% dos entrevistados acreditam que os futuros condutores estão preparados para enfrentar os desafios do trânsito. No total, 455 pessoas participaram da enquete.
Para realizar a prova teórica do Detran, todo aluno deve ter concluído às 45 horas/aula em um Centro de Formação de Condutores (CFC). A prova contém 30 questões distribuídas de acordo com a carga horária de cada disciplina do curso teórico. Para realizar a próxima etapa, ou seja, para partir para o curso prático, o aluno deve obter um acerto de, pelo menos, 70% das questões.
Para realizar a prova teórica, alunos têm que cumprir 45 horas/aula
Eloyluz de Sousa Moreira realizou a prova teórica há seis anos e diz que “todo o processo de habilitação está organizado de tal modo que aquele que paga pelo serviço não está preocupado em aprender a se portar no trânsito, mas sim em não perder mais tempo e dinheiro”. Segundo o estudante de filosofia, o CFC serve, portanto, “como uma espécie de curso pré-vestibular, que não possui a função de formar o aluno, mas sim de torná-lo o mais preparado possível para que responda àquilo que será exigido dele no teste”.
Marília Silva, diretora e gerente da Autoescola Silva, comenta que existem alunos interessados em aprender apenas aquilo que cai na prova, assim como existem alunos preocupados em conhecer mais sobre as responsabilidades da prática no trânsito. “Muitos alunos se interessam bastante pelas aulas e questionam, enquanto outros usam até fone de ouvido na sala de aula”.
Gregg Bertolotti Stella, redator, está tirando a primeira habilitação e realizou a prova teórica há três meses. Segundo ele, “o “conteúdo” que faltou ser trabalhado é justamente aquele que não está na apostila e que não diz respeito diretamente ao exame teórico”. O redator diz que, entre seus colegas que também estão tirando a primeira habilitação, muitos comentavam entre as discussões “que não estavam ali para “perder tempo” com coisas que não iriam cair na prova”.
Elaine Sizilo, especialista de trânsito e consultora da Tecnodata Educacional, diz que toda a equipe de profissionais de formação de condutores dos CFCs deve ter consciência que seu trabalho pode fazer diferença na vida dos futuros condutores e na realidade do trânsito atual. Sizilo acredita que “capacitar o futuro condutor a preservar a vida no trânsito torna-o preparado para passar em qualquer teste, independente da qualidade das questões, mas melhor do que isso: faz do trânsito um lugar mais humano”.
Existe um setor no DETRAN (Departamento de Trânsito) que faz a auditoria dos CFCs para verificar se o conteúdo está sendo passado da maneira adequada, é o que afirma Orlando. “Existe controle e fiscalização para tornar os motoristas mais preparados”.
Mudança de comportamento
Utopicamente, todos deveriam preocupar-se em melhorar a situação e a realidade do trânsito atual.
Futuros motoristas precisam ter uma opinião uniforme sobre o processo de habilitação e existem ferramentas de ensino que possibilitam a educação de trânsito de forma completa e objetiva, com o foco na preservação da vida.
Segundo Sizilo, o uso de técnicas e recursos didáticos diferenciados facilitaria a compreensão dos alunos tanto nas aulas quanto na prova. “O ideal seria desenvolver questões com linguagem mais clara e acessível, que exijam conhecimento teórico do candidato diante de problemas que enfrentará no dia a dia do trânsito, com conteúdos atualizados e diferenciação de técnicas de apresentação das questões, usando fotos, tiras de quadrinho, recortes de notícias, ilustrações, narrativas e até vídeos”.
Escolher uma boa autoescola, com credibilidade e competência, verificar o material utilizado e os recursos que este possibilita são ações que interferem diretamente na formação do motorista. Uma boa autoescola e um material de qualidade preocupam-se em preparar o aluno em um condutor responsável e, consequentemente, adquirir bons resultados nas provas.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

-PUBLICADO RESOLUÇÃO QUE ISENTA VEÍCULOS DO ICMS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

O benefício  de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) na compra de veículo zero km se estendeu também às pessoas com deficiência visual, intelectual e autista. Antes, a isenção beneficiava apenas pessoas com deficiência física, com autonomia para dirigir. A medida foi publicada no Diário Oficial do dia 09/04, mas só começa a valer a partir de janeiro de 2013 em todo o País.
A decisão é do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e alcança ainda o representante legal ou assistente da pessoa com deficiência, que também terá direito a isenção. A compra não pode ultrapassar o valor total superior a R$ 70 mil.
Aprenda como obter sua carteira de habilitação especial Direitos e Isenções de Impostos para Pessoas com Deficiência na Aquisição de Veículos Burocracia: o grande desafio para comprar um carro com isenção de impostos.
“Esta importante medida amplia a isenção do imposto às pessoas com deficiência que não tem autonomia de conduzir seu veículo, garantindo assim acessibilidade e equiparação de oportunidade”, ressalta Antonio José Ferreira, secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos.
Outra vantagem para pessoas com deficiência foi aprovada na terça-feira (10), na Câmara dos Deputados. A Medida Provisória nº549/11 cria a possibilidade de adquirir veículos zero km com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Porém, a compra só poderá ser efetuada caso o veículo anterior, comprado também sem imposto, tenha sofrido perda total. Atualmente, a isenção era válida apenas para compras feitas com intervalos de dois anos sem cogitar a situação extraordinária.
O Plenário da Câmara aprovou ainda emenda que estende o benefício da compra de veículo com isenção de IPI às pessoas com deficiência intelectual. Todas estas medidas de desoneração fiscal fazem parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite, lançado em novembro do ano passado.
Fonte: Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis

quarta-feira, 16 de maio de 2012

-GRÁVIDAS PODEM DIRIGIR, MAS COM SEGURANÇA.

Não há nada no Código de Trânsito Brasileiro que proíba a gestante de dirigir, mas as recomendações médicas devem ser levadas em conta
Mariana Czerwonka
Há muitos mitos que rondam a gravidez. Um deles é de que não é possível dirigir durante a gravidez. “A princípio a gestante pode dirigir, mas como tudo na vida é uma questão de bom senso, a gestante deve ponderar se está se sentindo bem para essa função”, explica o obstetra, Dr. Mauro Sancozki.
Algumas mudanças físicas na mulher podem contribuir com o aparecimento de sintomas que tornam o ato de dirigir mais difícil. Nos primeiros meses a mulher tende a sentir muitas náuseas, enjoos e tonturas. “Se estiver com algum destes sintomas o melhor é evitar, pois geralmente o trânsito é muito estressante e contribui para a piora desse estado”, diz o obstetra.
Já no final da gestação, conforme aumenta o volume abdominal a gestante deve tomar alguns cuidados. “A mulher grávida deve estar numa posição confortável e segura para dirigir, com o banco um pouco afastado, mas de forma com que ela alcance os pedais. A barriga não pode ficar muito próxima ao volante, os riscos aumentam e são potencializados se o carro possuir airbag”. Para ele, nesses casos o melhor é não dirigir e nem ocupar o banco da frente do veículo.
O cinto de três pontos deve passar pelos ombros, entre os seios e abaixo da barriga.
O cinto de três pontos deve passar pelos ombros, entre os seios e abaixo da barriga.
Outro assunto tabu é o uso do cinto de segurança. De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, muitas mulheres ignoram a forma correta, o posicionamento e as exigências legais da utilização do cinto de segurança. Além disso, muitas delas não usam alegando desconforto e medo de prejudicar o feto, porém o cinto de segurança é fundamental e obrigatório para todo mundo, inclusive às gestantes. “O cuidado que a grávida deve ter é usar o cinto de três pontos passando pelos ombros, entre os seios e abaixo da barriga”, afirma Elaine Sizilo, especialista em trânsito.
Em motocicletas
Na motocicleta o assunto muda. Para o obstetra, a gestante nunca deve transitar neste tipo de veículo. “Qualquer queda com a moto pode expor o feto a riscos e, além disso, na motocicleta os corpos do passageiro e do condutor devem acompanhar os movimentos do veículo, o que não é uma tarefa simples para uma mulher grávida”, aconselha Dr. Sancozski
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