terça-feira, 15 de maio de 2012

-PROJETO MUDA O CÓDIGO DE TRÂNSITO E MOTORISTA BÊBADO PODERÁ PERDER LICENÇA ÁRA DIRIGIR.


Os condutores de veículos automotores que teimarem em conduzir seus automóveis após consumir bebida alcoólica poderão ter o valor das multas aplicadas aumentado em dez vezes. Além disso, poderão até mesmo perder definitivamente o direito de dirigir. A penalidade está prevista no projeto de lei n° 3.809/2012, de autoria da deputada federal Nilda Gondim (PMDB-PB). Alterando o artigo n° 165 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, o projeto dispõe sobre a aplicação de sanção administrativa progressiva e mais severa aos condutores de automóveis que reincidirem no consumo de bebidas alcoólicas.
Conforme previsto na matéria, o condutor que for pego pela primeira vez dirigindo sob efeito de bebida alcoólica será penalizado com multa no valor dez vezes superior àquele especificado para o tipo de infração por ele cometida, além de perder o direito de dirigir por um período de doze meses. Em caso de primeira reincidência, além da pesada multa, a suspensão da licença para dirigir deverá vigorar por três anos, e em segunda por um período de cinco anos. No caso de terceira reincidência, o cancelamento da Carteira Nacional de Habilitação será definitivo, sendo feita a devida averbação em todos os órgãos de trânsito do País.
Justificando a sua iniciativa, Nilda Gondim lembrou, que no mês de abril deste ano a Câmara dos Deputados aprovou uma matéria que amplia a possibilidade de provas para quem conduz veículo sob efeito de álcool no âmbito da Lei Seca. A proposta citada pela deputada paraibana dobra o valor da multa e eleva para R$ 3.800,00 a penalização no bolso do infrator, em caso de reincidência dentro de doze meses.
“Tal penalização é apenas financeira, não existindo qualquer outra de cunho administrativo que penalize aqueles que, em caso de sucessivas reincidências, insistam em conduzir seus veículos automotores sob efeito de álcool ou de substância psicoativa que determine dependência”, ressaltou, acrescentando que o projeto de lei n° 3.809/2012 tem por objetivo exatamente o preenchimento dessa lacuna na legislação de trânsito.
A mudança, segundo ela, é importante para fortalecer a Lei Seca. “Apertar a Lei Seca e a fiscalização pode salvar vidas e reduzir o número de pessoas que morrem ou ficam com deficiência por causa de acidentes causados por pessoas que conduzam veículos sob efeito de bebida alcoólica”, comentou. Reforçando seu argumento, Nilda Gondim citou estatísticas que demonstram a ocorrência de morte, somente em 2010, de aproximadamente 45 mil brasileiros vítimas de acidentes de trânsito, “boa parte deles provocados por condutores sob efeito do álcool”.
Em seu artigo 296, o Código de Trânsito Brasileiro diz textualmente o seguinte: “Se o réu for reincidente na prática de crime previsto neste Código, o juiz aplicará a penalidade de suspensão da permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor, sem prejuízo das demais sanções penais cabíveis (Redação dada pela Lei n.º 11.705/08)”. No artigo 292 do mesmo instrumento legal, é possibilitado ao juiz impor a suspensão ou proibição da habilitação para dirigir veículo automotor como penalidade principal, isolada ou cumulativamente com outras penalidades.
Com a iniciativa do projeto de lei n° 3.809/2012, Nilda Gondim pretende garantir que deixem de ser brandas as formas de punição dos condutores de veículos, especialmente dos reincidentes, que teimam em dirigir sob efeito de álcool ou outras drogas, colocando em risco, não somente suas próprias vidas, mas a vida de milhares de pessoas inocentes.“A presente iniciativa vai ao encontro daquilo que nossa sociedade espera, ou seja: que se faça justiça contra aqueles que não respeitam o próximo, nem a si mesmos, e que fazem dos seus automóveis verdadeiras armas de alto poder de destruição de milhares de vidas alheias”, enfatizou a deputada federal.
Com informações da ASCOM

segunda-feira, 14 de maio de 2012

-BICICLETA ELÉTRICA AINDA "PATINA" NA LEGISLAÇÃO SOBRE SEU USO.

Mesmo apontada como uma das principais soluções para o trânsito nas grandes cidades, inclusive Curitiba, a bicicleta elétrica ainda patina na legislação sobre a regulamentação de seu uso. Ainda não ficou claro como os municípios devem considerá-la e há equívocos sobre de que forma os usuários precisam se comportar no trânsito. Enquanto isso fica a pergunta: “trata-se de veículo de propulsão humana com ajuda elétrica ou um veículo automotor com ajuda humana?”.
“O tratamento que somos obrigados a dar às bicicletas elétricas é de ciclomotor, que tem legislação própria”, afirma o secretário municipal de Trânsito, Marcelo Araújo, citando determinação do Código Brasileiro de Trânsito. A lei prevê que a condução destes veículos exige habilitação específica, uso de equipamentos de segurança, registro do veículo, tráfego em vias ao invés de calçadas e ciclovias, e ainda punição para possíveis crimes de trânsito. De acordo com o Detran, nenhum centro de formação de condutores no estado oferece formação para a autorização para conduzir ciclomotores (ACC). Isto porque a procura é baixa e o motorista habilitado na categoria A tem permissão para conduzi-los.
Além disso, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabelece que os municípios são os responsáveis por fiscalizar, registrar, licenciar, aplicar as penalidades e arrecadar as multas decorrentes de infrações deste tipo de veículo. No entanto, Araújo aponta outro problema que complica ainda mais. “Nenhum município tem condição de formar o cadastro para registro e licenciamento das bicicletas elétricas”, diz. Com a falta de registro fica impossível vincular a multa a uma placa do veículo.
Regulamentação
As bicicletas elétricas foram parar na Câmara de Curitiba, onde tramita um projeto de lei para a regulamentação da circulação destes veículos. De autoria da vereadora Julieta Reis (DEM), a proposta equipara as bicicletas elétricas às comuns e libera o uso das ciclovias. O argumento da vereadora é que os veículos não “ultrapassam 25 km/h e funcionam junto à propulsão humana aos ciclomotores”.
Venda sem restrições nas lojas
Porém, na avaliação do secretário Marcelo Araújo, a solução para o impasse que está se desenrolando em todo o País deve vir das instâncias federais. Só assim será possível definir exatamente em qual categoria de veículos serão encaixadas as bicicletas elétricas e quais serão as responsabilidades dos condutores.
Enquanto não se define a regulamentação, as lojas vendem as bicicletas elétricas como as tradicionais, sem restrições ao condutor. “Explicamos que a regulamentação pode acontecer”, afirma o montador da loja E-leeze, Egon Otto Zulauf. De acordo com ele, a procura pelos veículos aumenta a cada dia. Mais de 200 bicicletas elétricas foram vendidas pela loja e estão em circulação na cidade.
Fonte: Paraná-Online

sábado, 12 de maio de 2012

-SAIBA COMO EVITAR ACIDENTES E NÃO DORMIR NO VOLANTE.

No próximo dia 13 de maio (domingo) é comemorado o Dia do Automóvel. Com cerca de 40 milhões de carros nas ruas, o Brasil está entre os cinco países que mais vendem automóveis no mundo. Ao mesmo tempo em que o mercado quatro rodas cresce, os índices de acidentes preocupam as autoridades. Segundo dados da Associação Brasileira do Sono (ABS), 30% das mortes ocasionadas em rodovias brasileiras são causadas pelo sono, sendo este o responsável por 20% do total de acidentes envolvendo veículos no país.
A desatenção ao volante é uma das principais consequências de uma noite mal dormida. Para Renata Federighi, consultora do sono da Duoflex, é fundamental que o indivíduo esteja com o sono em dia antes de pegar a estrada. “Uma boa noite de sono é de extrema importância para qualquer pessoa, principalmente para quem irá viajar ou dirigir por um longo período. A privação do sono provoca diversas consequências, como redução da capacidade de raciocínio, perda dos reflexos, além da sensação de fadiga, que pode resultar em pequenos cochilos”, afirma a consultora.
Para Renata, o sono de qualidade implica em medidas simples, que podem evitar os imprevistos nas estradas. “É importante que as pessoas tenham em média um período de 7 a 8 horas de sono por dia, para que os prejuízos da privação do sono não surjam em longo prazo. O sono também deve ser renovador, para isso a postura correta é fundamental durante toda a noite”, completa Renata.  A consultora reforça que consumir café, energéticos ou mesmo molhar o rosto durante o trajeto são métodos pouco eficazes no combate ao sono. “Essas não são medidas 100% eficazes. Quando o condutor sentir que o sono chegou, a melhor opção é parar o carro e tirar algumas horas de sono”, finaliza.
FONTE: Blog Mobilidade Urbana

sexta-feira, 11 de maio de 2012

-SEM REGULAMENTAÇÃO DO MUNICÍPIO, BICICLETA ELETRICA É PROIBIDA.


Cada cidade necessita regularizar o uso que necessita de CNH e capacete. Por estarem equiparadas a ciclomotores, ‘e-bikes’ precisam ser emplacadas
Para rodar com bicicleta elétrica no Brasil é necessário que o município possua regulamentação sobre o assunto, de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). No último domingo (29), um ciclista foi multado durante blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro por estar sem capacete e não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria do veículo – “Autorização para Conduzir Ciclomotor” (ACC) ou “A” (motocicletas). A penalização gerou dúvidas sobre a utilização das bicicletas elétricas no país.
“Por ter propulsão motorizada, a bicicleta elétrica é regida pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Caso a cidade regulamente a situação, o veículo terá de ser emplacado e o usuário precisará de capacete e habilitação específica”, explica o advogado Maurício Januzzi, presidente da Comissão de Sistema Viário da Ordem dos Advogados do Brasil. O Denatran afirma que mesmo com condições específicas para cada cidade, habiltação, capacete e emplacamento serão obrigatórios.
Desde 2009, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu que as bicicletas elétricas, ou ciclos-elétricos, estão equiparadas aos ciclomotores – veículos de duas ou três rodas equipados com motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda 50 cm³ e com velocidade máxima de 50 km/h. Desse modo, ciclomotores e bicicletas elétricas somente poderão circular se o município tiver regulamentado o assunto – o Rio de Janeiro, por exemplo, ainda não possui a situação regularizada.
Se o condutor não obedecer, isso configura infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A infração é considerada gravíssima, por conduzir veículo sem placas de identificação. Além disso, a utilização dos veículos sem o uso de capacete também acarreta em penalização gravíssima ao condutor, independente de lei municipal, pois já está presente no CTB. O capacete deve ser o mesmo utilizado pelos motociclistas.
O Denatran ressalta ainda que a condução de qualquer veículo, incluindo os ciclos-elétricos, sob a influência de álcool ou qualquer outra substância psicoativa que determine dependência, configura infração. A CNH necessária para as bicicletas elétricas é a Autorização para Conduzir Ciclomotor. Quem possuir a habilitação do tipo A, para motocicletas, também pode conduzir ciclomotores e bicicletas elétricas.
Bicicletas elétricas necessitam de número do chassi
De acordo com o Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), os ciclos-elétricos devem possuir número de chassi, código de marca, modelo, versão e estar cadastrados na Base de Índice Nacional (BIN) para a efetivação do cadastro, licenciamento e emplacamento junto ao órgão executivo de trânsito do estado.
Porém, segundo o órgão, a maior parte desses veículos não possui este tipo de registro, que é obrigação do fabricante ou importador. “Desse modo, as bicicletas elétricas não poderiam ser comercializadas, pois estão fora do padrão”, esclarece Januzzi.
Falta de incentivo do governo
“Na Europa, os governos têm incentivado o uso das bicicletas elétricas como solução para o transporte, porém, aqui no Brasil, vemos o processo contrário”, afirma Cleto Florêncio, responsável por vendas e atendimento ao cliente da Biobike. A empresa realiza a importação dos ciclos-elétricos há cinco anos e vende cerca de 250 unidades mensais. As bicicletas não possuem numeração de chassi, mas podem ter suporte para placas instalado. Os modelos custam de R$ 1.500 a R$ 4.300.
“Muitos têm trocado o carro por bicicleta elétrica na Europa. É um veículo de fácil locomoção e ocupa menos espaço. Pessoas de mais idade podem utilizar sem grande esforço físico”, disse Uirá Lourenço, presidente da ONG Rodas da Paz, que incentiva o uso de bicicletas como solução para o trânsito. Mostra disso é que muitas marcas estão investindo neste segmento, com o lançamento de bicicletas elétricas premium.
Audi, Maserati, McLaren e mais recentemente a Smart, marca do Grupo Daimler, possuem modelos. A Smart apresentou sua E-Bike no Salão de Frankfurt 2011, modelo que chegará ao mercado este ano. “Você pode ir ao trabalho com ela sem suar, porque tem um motor elétrico auxiliar. E sua roupa não vai sujar, porque a correia dentada de carbono não tem graxa. E você pode estar até de salto”, explicou a vice-presidente mundial da Smart, Annette Winkler, durante a apresentação.
A característica principal do modelo Smart é o fato de ser do tipo híbrida, ou seja, não existe acelarador e sim um auxílio de força elétrica nas pedalas. Pela lei europeia, na bicicleta com motor elétrico a “partida” deve ser feita pela força muscular do ciclista nos pedais, por isso é classificada como híbrida. Além disso, o motor deve parar de funcionar quando a velocidade atingir 25 km/h e quando o freio for acionado, ainda que o ciclista continue pedalando. A potência do motor não deve superar 250 watts.
Fonte: G1 Notícias

quinta-feira, 10 de maio de 2012

-DICAS PARA CONTRATAR UM SEGURO PARA SEU CARRO MAIS EM CONTA.

Contratar um seguro de automóvel pelo melhor preço não significa, necessariamente, pagar o menor o valor do mercado. A opção mais barata nem sempre é um bom negócio, já que ela pode excluir algum tipo de proteção que o segurado deveria ter. O mais importante, dizem os especialistas, é verificar quais as coberturas e os serviço que cada companhia inclui na apólice.
Por outro lado, cada vez mais, as companhias de seguros vêm agregando serviços extras e não relacionadas diretamente com o veículo, que muitas vezes o segurado não necessita, mas paga para tê-los.
Veja o que fazer para não desembolsar nem mais nem menos do que precisa pelo seguro:
1-  Faça uma pesquisa de mercado inicial pela internet. Nos sites de várias seguradoras é possível conhecer os tipos de cobertura oferecidos e fazer uma simulação da apólice.
2- Solicite cotações com vários corretores para as mesmas seguradoras. As diferenças nos percentuais de comissão sobre venda entre eles fazem o valor das apólices variar.
3- Certifique-se de que as coberturas oferecidas atendem plenamente as suas necessidades, se os valores das indenizações são compatíveis com os do bem segurado ou dos eventuais prejuízo e se há um prazo garantido para o ressarcimento dos danos.
4- Verifique o valor da franquia a ser paga para cada categoria de sinistro. Se você nunca teve uma ocorrência que causou a perda total ou parcial do veículo, opte pela franquia normal. Franquias mais altas diminuem o valor final do seguro a ser pago.
5- Consulte as condições de uso do carro reserva. Se puder utilizar transporte alternativo (carona, ônibus, metrô etc.) durante o conserto do veículo segurado, é possível baratear o valor da apólice eliminando a opção de carro reserva.
6- Analise se você tem necessidade de incluir serviços extras como descontos em oficinas,  manutenção residencial e de computadores, descontos em pet shops etc.. Esses “brindes” certamente estão embutidos no valor final da apólice.
7- Verifique se há equipamentos no veículo que precisam ser segurados como sistemas de som, vídeo, navegação (GPS) etc.. Em caso afirmativo, o valor do seguro será maior.
8- Confira se a seguradora se responsabiliza por danos causados por enchentes, inclusive quando o veículo estiver estacionado no subsolo. Se você está exposto a esse risco, talvez seja melhor incluir essa cobertura opcional.
9- Verifique a frequência com que já teve de trocar o para-brisa, farol, lanterna ou o retrovisor do carro. Caso isso nunca tenha acontecido ou o risco seja baixo, pode-se baratear o seguro dispensando essas coberturas.
10- É possível reduzir o preço do seguro optando por uma cobertura total inferior aos 100% do valor do veículo. Porém, nesse caso, o ressarcimento no caso de perda total também será menor.
Por fim, fique atento às formas de pagamento. As companhias costumam oferecer descontos para quem quita o seguro à vista ou não cobram juros em um número mínimo de parcelas.
FONTE: Trânsito Manaus

terça-feira, 8 de maio de 2012

-SEGURANÇA: PEQUENAS DISTRAÇÕES NO TRÂNSITO PODEMCAUSAR ACIDENTES GRAVES.

A maioria dos acidentes de trânsito são causados por pequenas distrações dos motoristas. O simples fato de desviar a atenção da direção para trocar uma música no rádio pode fazer com que o motorista saia da pista ou não se atente ao veículo da frente, o que pode causar uma colisão.
Segundo a Pedagoga Especialista em Educação no Trânsito, Elaine Sizilo, a distração do motorista por um período de dois segundos, em um veículo guiado a 60 quilômetros por hora, faz com que o carro percorra um trajeto de 37 metros às cegas.
Além disso, a falta de atenção fere um dos cinco elementos principais da direção defensiva que são: conhecimento, atenção, previsão, habilidade e ação.
Veja as distrações mais comuns no trânsito:
• Uso do celular tanto para falar como enviar mensagem;
• Trocar estações ou passar as faixas musicais no rádio;
• Se alimentar dentro do carro, principalmente bebidas;
• Conversar com o passageiro, principalmente o traseiro;
• Fumar enquanto dirige;
• Procurar objetos no interior do carro;
• Se maquiar dentro do carro;
• Olhar vitrine ou ver anúncios;
• Dar atenção para crianças no bebê conforto.
Lembrando que alguns destes itens, como falar ao celular enquanto dirige é considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e acréscimo de quatro pontos na carteira de habilitação.
Os motoristas que costumam fumar enquanto dirigem também podem ser autuados, em infração média, por dirigir com apenas uma das mãos. A falta de atenção pode fazer com que o motorista cometa outras infrações como atravessar o sinal vermelho, o que pode ser muito perigoso em cruzamento, por exemplo.
Atualmente, mesmo com a quantidade de acidentes que podem ser causados pela distração, a legislação de trânsito considera a falta de atenção como infração leve, o que pode ocasionar em multa de R$ 53,20 e acréscimo de três pontos na carteira.
Principais acidentes Elaine ainda explica que os principais acidentes causados por essas distrações são as colisões traseiras. “Geralmente o motorista ao abaixar para pegar um objeto ou até mesmo virar para dar atenção à criança do banco de trás mantém o veículo em movimento e acaba batendo no veículo da frente”, explica.
Um dos acidentes mais perigosos é a colisão frontal, nas vias de mão dupla, muitas vezes os motoristas perdem a atenção, não percebem que o veículo está saindo da faixa e acaba se chocando com o carro que vem no sentido o contrário.
“Nesses casos a velocidade do seu veículo é somada com a velocidade do outro automóvel, ou seja, se você está a 50km/h e o outro veículo a 60km/h o impacto será de 110km/h em um objeto parado como um muro, por exemplo”, explica Elaine.
Precauções Para evitar as distrações o ideal é que o motorista se programe antes de sair de casa. Acorde mais cedo, tome o café da manhã para evitar comer enquanto dirige. No caso das mulheres, reserve um tempo para se maquiar antes de sair de casa e evite fazer isso no trânsito.
Ao sair com criança, sempre que possível, leve mais um passageiro no banco de trás para que possa dar atenção para ela. Calcule o tempo do seu trajeto e monte uma playlist com suas músicas preferidas, isso evita que você se distraia trocando as músicas.
Fonte: Yahoo.com.br

segunda-feira, 7 de maio de 2012

-MONITORAR OS PNEUS É QUESTÃO DE SEGURANÇA.


Seja no dia a dia do trânsito das cidades ou nas estradas, pilotar motocicletas com pneus carecas é um perigo iminente. É para avisar os condutores sobre qual a hora certa de trocá-los que as fabricantes adotam o Tread Wear Indicator (TWI).
O TWI é um indicador de desgaste caracterizado por um filete de borracha localizado nos flancos dos pneus originais. Assim, quando os gomos atingirem a altura do filite é sinal de que os pneus estão carecas e chegou a hora de substituí-los.
O instrutor de pilotagem defensiva Carlos Beto, proprietário, já organizou diversas ações em prol da segurança de motociclistas, explica que pneus carecas provocam a falta de aderência das motocicletas e prejudicam a frenagem do veículo.
Segundo Beto, os riscos se tornam ainda maiores em dias de chuva. “Com a pista molhada, os pneus não drenam a água corretamente e as chances de aquaplanagem e quedas aumentam de forma considerável”, alerta.
Calibragem
Outro cuidado a ser observado ao conduzir motocicletas é a calibragem dos pneus. “Quando não devidamente calibrados, a derrapagem em curvas e quedas são quase certas”, diz o instrutor de pilotagem defensiva. Cada montadora especifica no manual do proprietário qual a calibragem correta.
Fonte: O Diario.com

sexta-feira, 4 de maio de 2012

-CADEIRANTE CRIA CARRO NACIONAL PARA DEFICIENTES FÍSICOS.

Quando se tornou deficiente físico, aos dois anos de idade, o técnico em informática Márcio David sequer imaginava que no futuro poderia ajudar milhares de pessoas como ele. Junto com três amigos, David desenvolveu o Pratyko, o primeiro carro  nacional para portadores de deficiência física. “Tudo começou em uma reunião de colegas há oito anos, quando me perguntaram quais eram minhas dificuldades”, conta Márcio.
Segundo ele, o maior problema do deficiente que dirige é a transferência da cadeira para o carro, o que não pode ser feita apenas pelo cadeirante. Nascia então um automóvel específico para eles, a partir de um chassi de aço tubular. O Pratyko tem fácil acesso por meio de uma única porta traseira, equipada com elevador que suporta até 200 kg. Esse primeiro protótipo tem motor 250 cm3 de moto, mas Márcio promete novidades no carro de produção. “Virá com câmbio automático CVT e motor de 600 cm3”, conta.
FONTE: Trânsito Manaus

quinta-feira, 3 de maio de 2012

-USAR O PISCA-PISCA ESTÁ SAINDO DE MODA?

Estudo aponta que a falta do uso da seta é responsável por mais acidentes do que a distração ao volante
Um novo estudo norte-americano mostrou um dado interessante e assustador que é responsável por até 2 milhões de acidentes por ano. De acordo com pesquisa realizada pela Sociedade de Engenheiros Automotivos, 48% dos condutores não utilizam as setas indicadoras de mudança de direção quando vão mudar de faixa.
Falta de educação e cidadania? Preguiça? Má formação? Seja qual for a razão, o estudo mostra que o número é mais que o dobro dos 950.000 acidentes ligados à distração ao volante, que se tornou um dos temas centrais de trabalho do Departamento de Transportes dos EUA.
Não há um estudo no Brasil que levante o número de acidentes causados por falta de comunicação no trânsito, mas existem indicadores regionais. Em Belo Horizonte, por exemplo, uma pesquisa constatou que 50% dos condutores não utilizam as setas para indicar a mudança de direção. Já no Paraná comprovou-se que 30% dos acidentes seriam evitados se houvesse a correta utilização do pisca-pisca.
“Apesar do uso do pisca- pisca ser uma tarefa simples e extremamente eficaz, existe uma cultura no brasileiro, e parece que nos motoristas do mundo inteiro, de falta de cumprimento da lei, embora todos os motoristas tenham o dever permanente de usar a seta, assim como o de parar em um sinal vermelho, por exemplo”, alerta Elaine Sizilo, especialista em trânsito.
Segundo a especialista, a fiscalização também é falha nesse sentido. “Existem operações específicas em alguns estados para flagrar esse tipo de infração, mas apenas isso não está sendo suficiente”, diz Sizilo. Para ela, o melhor caminho ainda é a conscientização dos condutores. “Nesse caso, não há uma fórmula mágica. Está nas mãos dos motoristas a chance de evitar pequenos acidentes e até tragédias, basta utilizar todas as ferramentas disponíveis no veículo, como é o caso do pisca-pisca”, conclui.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

-COMO FUNCIONAM OS TESTES DE SOBRIEDADE NO TRÂNSITO.


Nós esperamos que você nunca tenha bebido e dirigido, por isso vamos supor que você só tenha ouvido esta frase em filmes: “Você bebeu esta noite?”. Os policiais podem perguntar isso para qualquer motorista que julguem estar alcoolizado, podendo até mesmo realizar alguns testes com o suspeito – antes de encaminhá-lo ao bafômetro ou outros exames.
Muito mais comuns nos Estados Unidos, os testes de sobriedade podem parecer uma grande piada, mas envolvem resultados que podem realmente mostrar traços de que a pessoa andou bebendo mais do que deveria. Confira agora um pouco mais sobre alguns dos principais testes de detecção de álcool. Todos são homologados pelo NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration, ou Administração Nacional de Segurança e Tráfego nas Autoestradas).
HGN: Nistagmo horizontal dos olhos
Para quem não sabe, nistagmo é um movimento involuntário que os olhos fazem por diversas razões, incluindo o excesso de álcool no sangue. Eles podem ser vistos nos olhos de qualquer pessoa, principalmente quando as pupilas estão próximas às extremidades. Quando alguém está alcoolizado, o nistagmo pode ser percebido com movimentações bem mais sutis.
Os policiais podem utilizar canetas ou lanternas para traçar uma rota horizontal em frente aos olhos do suspeito. Caso o ângulo em que os olhos comecem a vibrar seja inferior aos 45 graus do centro, é muito provável que ele esteja realmente alcoolizado. Segundo dados da NHTSA, em 88% dos casos de nistagmo irregular, a quantidade de álcool está acima do permitido.
Andar e girar
“Ande pela linha, dando nove passos com um pé atrás do outro, olhando para baixo e contando em voz alta. Ao final dos passos, gire em seu próprio eixo e volte repetindo a ação”. Existe uma parte do sistema nervoso central que é chamada de corpo estriado. Essa região é responsável por algo que o Gizmodo chama de “Multitasking” do cérebro.
Este teste, nos Estados Unidos, possui um índice de 79% de acertos. O álcool inibe a capacidade de controlar várias funções ao mesmo tempo. Por isso, algumas falhas neste teste podem fazer o suspeito deixar bem claro que está alcoolizado. São elas:
- Não conseguir se equilibrar enquanto as instruções são dadas;
- Começar o teste antes de as instruções serem finalizadas;
- Parar para retomar o equilíbrio;
- Não tocar calcanhares e ponta dos pés;
- Pisar fora da linha;
- Usar os braços;
- Girar da maneira errada;
- Errar a quantidade de passos.
Parar em uma perna
Este teste é mais simples, mas também possui uma grande margem de acerto: 83%. Os policiais podem pedir para que os suspeitos fiquem parados em pé, erguendo um dos pés a alturas próximas aos 15 centímetros. Há quatro indicadores de intoxicação por álcool: instabilidade no equilíbrio, usar os braços, pular e voltar a perna até o chão.
Como informou o Gizmodo, depois dos três testes juntos, há um índice de 91% de acertos nos diagnósticos dos policiais. Existem também outros exames que são menos utilizados, mas que valem ser citados nesta matéria. Vamos a eles.
Teste de equilíbrio de Rhomberg
Este teste é muito utilizado quando os policiais não têm muita certeza de qual foi a droga consumida pelo suspeito. A pessoa é instruída a ficar de pé, fechar os olhos, deitar a cabeça trás e marcar silenciosamente o período de 30 segundos.
Além da análise da expressão corporal que é comum a outros exames, o tempo gasto para contar até 30 pode indicar a presença de substâncias. Enquanto alcoolizados vão demorar para chegar ao final a contagem, pessoas que consumiram estimulantes farão o mesmo em menos tempo.
Dedo no nariz
Calma, não é nada do que você está pensando. Este teste consiste em postar o suspeito de pé, com os pés juntos e os olhos fechados. Quando o policial ordenar, o suposto alcoolizado deve levar o dedo até a ponta do nariz. Os principais traços de alcoolismo nesse caso são: tensão muscular, tremores, desequilíbrio e, é claro, errar o nariz.
Quando qualquer um dos testes aponta para a presença de álcool no sangue, os suspeitos são encaminhados para institutos responsáveis para fazer exames mais concretos. No Brasil, por exemplo, o bafômetro pode dar a dosagem alcoólica instantaneamente, mas nos EUA é necessário realizar a coleta sanguínea.
Fonte: Tecmundo