quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

ADEUS AO CARRO PRÓPRIO.


Compartilhamento de carros, saiba mais sobre este serviço que chega para mudar a vida no trânsito das capitais.
De acordo com dados do Denatran, nos últimos 10 anos a frota de veículos nas cidades brasileiras cresceu 119%, ou seja, mais de 35 milhões de novos carros chegaram às ruas. São Paulo e o Rio de Janeiro lideram o ranking, a capital paulista abriga mais de 6 milhões de carros, já o Rio conta com uma frota de pouco mais de 2 milhões.
Segundo Celso Alves Mariano, Diretor de Conteúdo do Tecnodata Educacional, um dos principais projetos de educação no trânsito do Brasil, diminuir o número de carros terá efeito positivo em muitos níveis, como para a preservação do meio ambiente, por exemplo. “Há vários bons motivos para esta opção: ambientais, de infraestrutura, economia e de segurança. Quanto mais pessoas utilizarem o transporte coletivo, menos poluição, menos stress, mais agilidade, mais conforto e menor preço.”
Sobre o compartilhamento de carros, o Engenheiro e Professor de Engenharia de Tráfego Urbano do Mackenzie João Cucci Neto acredita que as prefeituras deveriam investir mais nesta área. “Eu imagino que esse serviço poderia ser gratuito, pois as prefeituras têm interesse em reduzir o número de veículos em circulação. Porém, é necessária uma divulgação ampla para mostrar suas vantagens e destacar que essa seria uma opção a mais entre os modos de transporte disponíveis”, enfatiza.
Celso Alves Mariano garante que para uma melhora substancial seja sentida, é preciso modificar alguns padrões adotados pelas pessoas. “Há o agravante de precisarmos também, no caso brasileiro, de uma mudança de valores, pois “amamos” automóveis e até mesmo nos consideramos inferiores se não os tivermos. Portanto, para chegarmos lá, há que se tomar sérias e difíceis decisões, bolar estratégias inteligentes e eficazes, investir o que for necessário.”.
Procurada para falar sobre o tema a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), por meio de sua assessoria afirmou que está trabalhando em soluções para melhorar o trânsito. Projetos como o Carona e o Faixa Solidária e a implantação de faixas reversíveis nos horários de pico, segundo a CET são medidas que contribuem para a avanço da situação.
Por ser um serviço recente, o compartilhamento de veículos ainda não pode ser considerado como a solução definitiva para os problemas causados pelo trânsito, porém ele desponta como uma boa alternativa para quem reside ou trabalha nos centros das cidades, precisa cumprir obrigações e não quer saber mais de ter carro próprio.
Fonte: Site Area H

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

OPERAÇÃO INÉDITA NO BRASIL QUER REDUZIR ACIDENTES EM TRECHOS VIOLENTOS DAS ESTRADAS.

Em ação inédita, o governo federal lançou, nesta segunda-feira (19/12), a Operação RodoVida. O objetivo é reduzir a gravidade dos acidentes de trânsito com ações integradas entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), polícias estaduais e agências de trânsito.
Diagnóstico realizado pela PRF mostra que 60 trechos de dez quilômetros de extensão respondem por 22% dos acidentes mais graves atendidos pela corporação. É nesses 600 quilômetros de rodovias que as ações coordenadas pela PRF acontecerão entre 19 de dezembro e 27 de fevereiro de 2012.
Uma característica comum a todos esses pontos levou à integração das ações: em todos existe a confluência de vias estaduais ou municipais para as rodovias federais. Assim, a ação simultânea nas rodovias e vias de acesso vai aumentar a segurança e propiciar a redução dos acidentes.
A ação integrada da Operação RodoVida se dará por Blitzen simultâneas nas BRs, rodovias estaduais ou vias municipais nas proximidades dos pontos críticos. O foco estará no combate à embriaguez ao volante e na fiscalização de motocicletas. O primeiro por ser uma das principais causas de acidentes graves e o segundo por ser um veículo que vem se destacando em relação ao número de acidentes nos últimos anos. Em 2011, de janeiro a setembro, a PRF atendeu 25.437 acidentes com motociclistas, com 18.083 feridos leves, 8.166 feridos graves e 1621 óbitos.
Estima-se que o custo social dos acidentes nas rodovias federais este ano foi de R$ 7,9 bilhões (considerando o período de janeiro a setembro).
Campanha
O Ministério das Cidades, por meio do Departamento Nacional de Trânsito ( Denatran), lança a campanha de conscientização sobre não dirigir depois de consumir qualquer quantidade de bebida alcoólica.
Norteada pelo conceito “Bebida e direção. O efeito do álcool passa, a culpa fica para sempre”, a campanha mostra o sentimento de culpa de quem causa uma tragédia depois de dirigir sob o efeito do álcool.
As peças publicitárias chamam atenção também para o número de mortos e feridos graves em consequência dos acidentes relacionados à embriaguez.
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A tabela completa você encontra no site do Ministério da Justiça, clique aqui.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

DETRAN PODERÁ REMOVER VEÍCULOS NO CASO DE ACIDENTE OU PANE, DECIDE COMISSÃO.


 

A Comissão de Viação e Transportes aprovou, quarta-feira (7/12/2011), proposta que autoriza o órgão fiscalizador do trânsito (Detrans) a remover o veículo, nos casos de acidente sem vítima, sempre que o condutor não adotar providências para assegurar a fluidez do trânsito.
O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Newton Cardoso (PMDB-MG) ao Projeto de Lei 1027/11, do deputado Roberto Britto (PP-BA). A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), que hoje já prevê, como pena, multa para essa infração. Mas acrescenta, como medida administrativa, a remoção do veículo. Além disso, altera a natureza da infração de média para grave.
O substitutivo também prevê a possibilidade de remoção do carro pelo Detran, no caso de o condutor fazer ou deixar que se faça reparo nele em qualquer tipo de via pública, salvo nos casos de impedimento absoluto de sua remoção e em que o veículo esteja devidamente sinalizado. Esta infração será considerada grave e também estará sujeita a multa. Hoje, o Código de Trânsito já prevê a remoção do veículo pelo Detran e considera a infração grave, mas apenas se cometida em pista de rolamento de rodovias e vias de trânsito rápido. A proposta traz essas determinações para todos as vias públicas.
“Se o condutor infrator do veículo não retirá-lo da via, não importa que características ela tenha, vai causar distúrbios no trânsito e, então, a obrigação da fiscalização de trânsito é, sim, a de remover o veículo”, explica o relator.
As medidas já estavam previstas no projeto original. O substitutivo fez apenas alterações de forma no texto.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

ANIMAL DE ESTIMAÇÃO EM VIAGEM REQUER CUIDADADOS PARA EVITAR MULTAS.

Férias escolares, recesso no trabalho e verão. Esses três sinais mostram que o ano de 2012 já faz contagem regressiva para estrear. Então, nada melhor do que sair de férias com a família, ao lado do animal de estimação. Assim como é necessário levar documentos pessoais às viagens, o mesmo o ocorre com o pet, seja gato ou cachorro.
Para evitar outros contratempos, antes de planejar a viagem, confira as regulamentações de aviões, trens e navios quanto ao transporte de animal doméstico. Dependendo do porte, o pet pode ficar ao lado do passageiro ou no compartimento de bagagens. É também importante oferecer ao animal o máximo de conforto nas caixas especiais. Elas devem ser do tamanho apropriado, além de possibilitar que o gato ou cachorro fique em pé e que possa girar ao próprio redor.
Nas viagens pelo Brasil, o Ministério da Agricultura exige o Certificado Sanitário, com identificação, raça, origem, nome do proprietário e carteira de vacinação completa emitida por veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária – CRMV. O documento precisa ser do estado de origem. No caso de viagens internacionais, os animais necessitam do Certificado Zoosanitário Internacional (CZI), obtido no Departamento de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura. Para obtê-lo, o dono do pet precisa providenciar o Certificado Sanitário.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a condução de animais nas partes externas do veículo como caçambas ou com parte do corpo para fora da janela é infração grave e custa ao motorista 5 pontos na CNH e multa de R$ 127,69. Caso o motorista esteja conduzindo com animais à sua esquerda ou entre as pernas e braços, o condutor perde 4 pontos na carteira e paga multa de R$ 85,13.
Segundo os especialistas, os pets devem viajar em caixas ou presos em coleiras para a segurança tanto do animal quanto a do motorista. “Para uma tranquila viagem em família, os donos de animais de estimação contam com diversos acessórios para o conforto e bem estar dos cães e gatos.
Fonte: O Documento

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

IPI DE CARRO NACIONAL SÓ DEVERÁ SER REDUZIDO EM 2013.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira (14), por meio de sua assessoria de imprensa, que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre os carros nacionais não será reduzido em 2012. De acordo com o ministério, a redução deverá ocorrer apenas em 2013.
No futuro, mediante programa de investimento em tecnologia, o governo irá constituir um regime automotivo e reduzir o IPI para dar mais competitividade para o setor, apontou o ministério.
Reportagem publicada pelo jornal “Folha de S. Paulo” desta quarta afirmou que o governo de Dilma Rousseff estaria estudando a redução do IPI de carros nacionais para as montadoras que cumprissem diversas etapas da produção no Brasil.
IPI para importados começa na sexta
Em setembro, a Fazenda anunciou aumento no IPI para carros importados de fora de Argentina, Uruguai e México. Os veículos nacionais ficam de fora do aumento desde que sigam algumas regras, como ter 65% de peças nacionais. A alta entraria em vigor no dia 16 de setembro, mas o Supremo Tribunal Federal adiou a medida para 16 de dezembro.
Fonte: G1

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

DETRAN-RJ PUBLICA EM SEU SITE LISTA DE MOTORISTAS PROIBIDOS DE DIRIGIR.

O Detran disponibiliza para consulta em seu site (www.detran.rj.gov.br), a partir desta segunda-feira (12), os CPFs de 5.738 motoristas que foram punidos com a suspensão do direito de dirigir, depois de esgotadas todas as possibilidades de recurso.
De acordo com a Legislação do Trânsito, eles terão de entregar imediatamente o documento ao Departamento, como fizeram outros 3.037 motoristas que já recuperaram o direito de dirigir após se submeterem ao Curso de Reciclagem numa autoescola de sua preferência e serem aprovados na prova teórica obrigatória, que, desde o início de dezembro, passou a ser eletrônica, podendo ser realizada em 35 Postos de Habilitação (saiba no site www.detran.rj.gov.br os Postos de Habilitação que oferecem prova eletrônica, clicando em Habilitação/Postos de Prova Eletrônica).
Para saber se sua carteira de motorista está entre as 5.738  bloqueadas, o interessado deve clicar no  banner e, em seguida, definir o tipo de carteira: se for com foto, digitar o número da CNH e o CPF no link que se abrirá na tela. Porém, se o documento for sem foto,  basta digitar o número da CNH.  Caso  a resposta seja “Sua carteira não está bloqueada”, parabéns. Do contrário,  surgirá o seguinte conteúdo:“Sua CNH está bloqueada, impossibilitando a realização de serviços junto ao Detran. Você deverá entregar sua CNH ao Detran/RJ na Av. Presidente Vargas, 817 / Sobreloja Centro – RJ, ou nos Postos de Habilitação e Ciretrans. A sua CNH ficará acautelada e lhe será devolvida depois de cumprido o prazo de Suspensão  do Exercício do Direito de Dirigir , comprovada a realização do curso de reciclagem e aprovação em prova de avaliação. Se você for flagrado  conduzindo veículo, será instaurado  Processo Administrativo de Cassação do Direito de Dirigir nos termos do art. 263, inciso I do CTB”.
Com o bloqueio da CNH, o motorista fica impedido de renovar o documento, obter uma segunda via ou resolver questões junto ao Detran que exijam a apresentação da carteira. O documento será acautelado, por exemplo,  se for constatado, durante a vistoria anual obrigatória, que a CNH do seu condutor está bloqueada por suspensão do direito de dirigir,  o  mesmo acontecendo quando das rotineiras ações  de fiscalização realizadas pelo Detran e pela Operação Lei Seca.
Um motorista assim punido  não poderá se livrar da suspensão  mesmo que transfira sua CNH para outro estado, já que os dados sobre a punição estão anotados no RENACH  (Registro Nacional de Carteiras de Habilitação).  Por isso, ele terá de cumprir as exigências legais em qualquer unidade da federação,  para reaver a carteira.
Para que o motorista seja compelido a entregar sua CNH ao Detran , é necessário  que ele tenha sido punido, na carteira, com 20 pontos ou mais, num período de 12 meses, ou que tenha cometido infração  mandatória, aquela que, por si só,  pune o motorista com a suspensão do direito de dirigir.  Além disso, para que haja a punição, é preciso que os processos administrativos das infrações que ele cometeu tenham transitado em julgado  e que, como consequência, tenha sido instaurado o processo de suspensão. Aos demais motoristas, um alerta: o Detran vem notificando mensalmente os condutores infratores sobre a instauração de processo de suspensão do direito de dirigir. 
O motorista notificado tem três instâncias a recorrer: à Defesa Prévia, à Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) e ao Cetran  (Conselho Estadual de Trânsito).  Vale salientar que ele pode ser punido à revelia, ou seja, pela perda dos prazos dos recursos.
Fonte: Jornal do Brasil

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

SEMINÁRIO RESALTA NECESSIDADE DE POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA.

Lei que institui a política já foi aprovada no Congresso e aguarda sanção da presidente Dilma Rousseff. Pesquisa do Ipea mostra que transporte público caiu 30% em 10 anos e que já existem 15 carros para cada 100 habitantes.
Para cada R$ 1 investido em transporte público, outros R$ 12 foram usados em incentivos para compra de carros e motos. A informação, de uma pesquisa do Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea) divulgada neste ano, foi um dos dados preocupantes apresentados no Seminário de Mobilidade Urbana promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara nesta quarta-feira (7).
O mesmo estudo do Ipea mostra que existem 15 carros para cada 100 habitantes no Brasil e que o uso de transporte público caiu 30% em 10 anos. Participantes do evento acreditam, porém, que essa situação pode mudar com a lei que institui uma Política Nacional de Mobilidade Urbana.
O texto, aprovado na Câmara em maio do ano passado, foi aprovado no Senado em setembro último e aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff. Ele define os princípios para a formulação da política nacional de mobilidade urbana.
O professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Leonardo Meira acredita que a lei permitirá a criação de alternativas ao cenário atual: segundo ele, a frota de carros dobrou nos últimos 10 anos e a tendência é que dobre de novo daqui a cinco anos.
“A Lei da Mobilidade vem para vincular projetos a investimentos em transporte público, a formas não motorizadas de transporte, ou seja, a ciclovias, ao uso da bicicleta, a melhorias das calçadas”, apontou Meira. “As pessoas precisam voltar a ter prazer de andar na rua, de curtir sua cidade. E o transporte público propicia isso.”
Curitiba
A experiência de Curitiba foi apresentada pelo diretor-presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano da cidade, Cléver Teixeira. A cidade tem 1,3 milhões de veículos, mas seus 2.700 ônibus transportam 2,5 milhões de passageiros. Segundo Teixeira, 45% da população usa transporte público e apenas 22% utiliza carro, o que faz da capital do Paraná uma exceção no País.
O segredo, segundo Teixeira, foi focar o Plano de Mobilidade Urbana de Curitiba, criado em 2008, no pedestre. Os ciclistas também receberam atenção especial: a cidade possui atualmente 120 km de ciclovia e deve chegar a 300 km até 2020.
Entre as diretrizes da lei de mobilidade urbana, a ser sancionada pela presidente da República, está a prioridade dos modos de transporte não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado. Um grupo de deputados da comissão tentará uma audiência com Dilma Rousseff para pedir urgência na sanção da lei.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

FOTOS DA ENTRGA DOS NOSSOS DIPLOMAS.





















 
Agora sim. Depois de dois anos de conclusão do curso felizmente recebemos os nossos diplomas, quero aqui agradecer a DEUS e a todos aqueles que torcerão conosco para este dia.
Obrigado!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

VIAÇÃO E TRANSPORTES APROVA TESTE PSICOLOGICO PARA MOTORISTA INFRATOR.

A Comissão de Viação e Transportes aprovou na quarta-feira (30) proposta que obriga motoristas infratores submetidos a curso de reciclagem a realizarem também teste psicológico. Na opinião do relator, deputado Ricardo Izar (PSD-SP), a medida é importante porque o exame pode detectar problemas como alcoolismo e dependência química, além de indicar tratamento.
Foi aprovado substitutivo do relator ao Projeto de Lei 1687/11, do deputado Antônio Roberto (PV-MG), em que foram feitas alterações de redação e técnica legislativa.
Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) prevê avaliação psicológica apenas para candidatos à primeira habilitação.
Prejuízos
Ricardo Izar cita pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS), realizada em 2009, em que o Brasil ficou em quinto lugar dentre 178 países em número de mortes no trânsito, atrás apenas da Rússia, dos EUA, da China e da Índia. Naquele ano, segundo o relator, o Ministério da Saúde registrou 38.469 óbitos decorrentes de acidentes. “Dados preliminares de 2010 divulgam 41.678 mortos pela mesma causa”, acrescenta.
O deputado menciona ainda levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), segundo o qual o custo anual dos acidentes de trânsito nas áreas urbanas foi de R$ 5,3 bilhões em 2003. Nas rodovias, o custo alcançou R$ 22 bilhões em 2006. “O fator humano está presente em quase todos os acidentes, sendo mais significativo do que os outros aspectos”, ressalta Izar.
A comissão rejeitou o Projeto de Lei 1825/11, do deputado Davi Alcolumbre (DEM-AP), que estende o exame também aos candidatos à renovação da carteira. De acordo com Izar, a proposta representa “excesso incomum até nos países desenvolvidos, além de encarecer o documento para os condutores”.
Tramitação
Analisado em caráter conclusivo, o projeto segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

MOTORISTAS QUE DIRIGEM OUVINDO ROCK SÃO OS QUE MAIS SE ACIDENTAM.

Uma pesquisa feita com 2 mil motoristas na Grã-Bretanha mostrou que as pessoas que dirigem ao som do Rock’N'Roll têm mais chances de sofrer acidentes do que as que escutam outros tipos de música, como pop e clássica.
Entre os que dirigem escutando rock, 76% admitiram já ter gritado ou insultado outros motoristas e 31% dos que ouvem o estilo regularmente já se envolveram em pequenos acidentes.
Comparado com o Pop, apenas 13% dos ouvintes jovens se envolveram em pequenos acidentes. De acordo com os cientistas, isso acontece porque os fãs deste estilo de música permanecem mais relaxados ao voltante. 
“A música pop é simples, repetitiva e as pessoas costumam conhecer as letras de cor. Por isso ela ocupa menos espaço mental dos ouvintes”, completou.
Já os motoristas que preferem o jazz tendem a receber mais multas por excesso de velocidade. Os pesquisadores explicam que isso pode ocorrer devido à complexidade do estilo musical, o que envolveria o motorista a ponto de fazê-lo se desligar do limite de velocidade.
Já a fatia dos distraídos afirmaram escutar reggae. De acordo com a pesquisa, os interrogados que ouvem o estilo de música afirmaram, em sua maioria, ter quase se envolvido em acidentes por terem se distraído com as canções.
As menores tendências a ultrapassar limites de velocidade e perder a calma estão no grupo dos que escutam música clássica. 42% deles afirmaram considerar o ato de dirigir “relaxante”.
Fonte: Jornal do Brasil

domingo, 4 de dezembro de 2011

ARRITIMIA PODERÁ IMPEDIR MOTORISTAS DE DIRIGIR.

As novas regras vão determinar, por exemplo, quanto tempo uma pessoa submetida a uma cirurgia para implante de marca-passo deve esperar para voltar a dirigir
Deve ser publicada na próxima semana a primeira diretriz brasileira para orientar em que condições pacientes com arritmias cardíacas e portadores de dispositivos cardíacos implantáveis, como marca-passos, desfibriladores e ressincronizadores cardíacos, poderão dirigir veículos, tirar ou renovar a carteira de motorista. Estima-se que aproximadamente 37 mil brasileiros possuam esses aparelhos.
“A tendência é que, após a publicação oficial, isso vire uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que tem força de lei. O processo é semelhante ao que tornou obrigatório o uso de cadeirinhas para transporte de crianças de até 7 anos”, conta Flávio Adura, diretor científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).
A entidade elaborou as recomendações em parceria com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac). O texto será apresentado nesta sexta-feira durante o Congresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas, em Brasília.
Adura revela que cerca de 4% dos acidentes fatais são causados por doenças do motorista. “Os problemas cardiológicos são uma das principais causas de mal súbito”, afirma.
As novas regras vão determinar, por exemplo, quanto tempo uma pessoa submetida a uma cirurgia para implante de marca-passo ou para a troca do gerador do aparelho deve esperar para voltar a dirigir.

sábado, 3 de dezembro de 2011

MOTOCICLISTAS DEVEM PILOTAR DE CAPACETE E VISEIRA FECHADA.

De acordo com o artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção é infração gravíssima, o que ocasiona em multa, suspensão do direito de dirigir e até recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A multa chega a R$191,54, além de acumulo de sete pontos na carteira. Muitas pessoas andam sem capacete ou com mais de dois passageiros na moto. “Isso acontece com mais frequencia na periferia ou interior do Estado. Nas blitze, quando identificamos o problema, o condutor é autuado”.
Segundo o Detran, em grande parte das vezes, quando o condutor ou passageiro vêem a autoridade, eles fecham a viseira imediatamente.
O motociclista José Aldo disse que já passou por situação complicada no trânsito por estar com a viseira aberta. Ele disse que certa vez, entrou um mosquito em seu olho e que por pouco ele não caiu. “No susto acabamos levando as mãos aos olhos. Por este motivo quase sofri um acidente”, contou.
A auxiliar de produção Lilian Bastos explicou que a viseira muito arranhada foi um dos fatores que contribuiu para um susto. A motociclista disse que a visão do piloto é muito prejudicada, principalmente a noite. “Recomendo que os condutores troquem sempre que necessário a viseira para evitar o pior. Por causa disso atravessei um cruzamento sem perceber que vinha um carro. Por pouco não fui atingida”, disse aliviada.
O diretor de Segurança do Trânsito Gerson Moreno afirmou que nas blitze fixas e volantes tudo tem sido checado, visando a segurança dos condutores. Moreno disse ainda que em muitos casos as pessoas são alertadas e orientadas sobre a melhor forma de conduzir. “O Detran não trabalha apenas reprimindo, pelo contrário, fazemos um trabalho educativo constante”, destacou.
Fonte: BV News

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

PROPOSTA OBRIGA MONTADORAS A INFORMAR NO MANUAL O CONSUMO MÉDIO DO CARRO.


Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1762/11, do deputado Reguffe (PDT-DF), que obriga os fabricantes de veículos a informar no manual do proprietário o consumo médio de combustível. A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).
Segundo o autor da proposta, a medida vai permitir ao consumidor escolher veículos mais econômicos. Reguffe espera que a demanda por esses automóveis estimule a concorrência a fabricar carros energeticamente mais eficientes.
“Os consumidores terão mais um motivo para a aquisição de um veículo econômico, incentivando sua oferta e proporcionando o incremento de produtos ambientalmente corretos”, afirma.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara de Notícias