quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

FOTOS DA ENTRGA DOS NOSSOS DIPLOMAS.





















 
Agora sim. Depois de dois anos de conclusão do curso felizmente recebemos os nossos diplomas, quero aqui agradecer a DEUS e a todos aqueles que torcerão conosco para este dia.
Obrigado!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

VIAÇÃO E TRANSPORTES APROVA TESTE PSICOLOGICO PARA MOTORISTA INFRATOR.

A Comissão de Viação e Transportes aprovou na quarta-feira (30) proposta que obriga motoristas infratores submetidos a curso de reciclagem a realizarem também teste psicológico. Na opinião do relator, deputado Ricardo Izar (PSD-SP), a medida é importante porque o exame pode detectar problemas como alcoolismo e dependência química, além de indicar tratamento.
Foi aprovado substitutivo do relator ao Projeto de Lei 1687/11, do deputado Antônio Roberto (PV-MG), em que foram feitas alterações de redação e técnica legislativa.
Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) prevê avaliação psicológica apenas para candidatos à primeira habilitação.
Prejuízos
Ricardo Izar cita pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS), realizada em 2009, em que o Brasil ficou em quinto lugar dentre 178 países em número de mortes no trânsito, atrás apenas da Rússia, dos EUA, da China e da Índia. Naquele ano, segundo o relator, o Ministério da Saúde registrou 38.469 óbitos decorrentes de acidentes. “Dados preliminares de 2010 divulgam 41.678 mortos pela mesma causa”, acrescenta.
O deputado menciona ainda levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), segundo o qual o custo anual dos acidentes de trânsito nas áreas urbanas foi de R$ 5,3 bilhões em 2003. Nas rodovias, o custo alcançou R$ 22 bilhões em 2006. “O fator humano está presente em quase todos os acidentes, sendo mais significativo do que os outros aspectos”, ressalta Izar.
A comissão rejeitou o Projeto de Lei 1825/11, do deputado Davi Alcolumbre (DEM-AP), que estende o exame também aos candidatos à renovação da carteira. De acordo com Izar, a proposta representa “excesso incomum até nos países desenvolvidos, além de encarecer o documento para os condutores”.
Tramitação
Analisado em caráter conclusivo, o projeto segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

MOTORISTAS QUE DIRIGEM OUVINDO ROCK SÃO OS QUE MAIS SE ACIDENTAM.

Uma pesquisa feita com 2 mil motoristas na Grã-Bretanha mostrou que as pessoas que dirigem ao som do Rock’N'Roll têm mais chances de sofrer acidentes do que as que escutam outros tipos de música, como pop e clássica.
Entre os que dirigem escutando rock, 76% admitiram já ter gritado ou insultado outros motoristas e 31% dos que ouvem o estilo regularmente já se envolveram em pequenos acidentes.
Comparado com o Pop, apenas 13% dos ouvintes jovens se envolveram em pequenos acidentes. De acordo com os cientistas, isso acontece porque os fãs deste estilo de música permanecem mais relaxados ao voltante. 
“A música pop é simples, repetitiva e as pessoas costumam conhecer as letras de cor. Por isso ela ocupa menos espaço mental dos ouvintes”, completou.
Já os motoristas que preferem o jazz tendem a receber mais multas por excesso de velocidade. Os pesquisadores explicam que isso pode ocorrer devido à complexidade do estilo musical, o que envolveria o motorista a ponto de fazê-lo se desligar do limite de velocidade.
Já a fatia dos distraídos afirmaram escutar reggae. De acordo com a pesquisa, os interrogados que ouvem o estilo de música afirmaram, em sua maioria, ter quase se envolvido em acidentes por terem se distraído com as canções.
As menores tendências a ultrapassar limites de velocidade e perder a calma estão no grupo dos que escutam música clássica. 42% deles afirmaram considerar o ato de dirigir “relaxante”.
Fonte: Jornal do Brasil

domingo, 4 de dezembro de 2011

ARRITIMIA PODERÁ IMPEDIR MOTORISTAS DE DIRIGIR.

As novas regras vão determinar, por exemplo, quanto tempo uma pessoa submetida a uma cirurgia para implante de marca-passo deve esperar para voltar a dirigir
Deve ser publicada na próxima semana a primeira diretriz brasileira para orientar em que condições pacientes com arritmias cardíacas e portadores de dispositivos cardíacos implantáveis, como marca-passos, desfibriladores e ressincronizadores cardíacos, poderão dirigir veículos, tirar ou renovar a carteira de motorista. Estima-se que aproximadamente 37 mil brasileiros possuam esses aparelhos.
“A tendência é que, após a publicação oficial, isso vire uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que tem força de lei. O processo é semelhante ao que tornou obrigatório o uso de cadeirinhas para transporte de crianças de até 7 anos”, conta Flávio Adura, diretor científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).
A entidade elaborou as recomendações em parceria com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac). O texto será apresentado nesta sexta-feira durante o Congresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas, em Brasília.
Adura revela que cerca de 4% dos acidentes fatais são causados por doenças do motorista. “Os problemas cardiológicos são uma das principais causas de mal súbito”, afirma.
As novas regras vão determinar, por exemplo, quanto tempo uma pessoa submetida a uma cirurgia para implante de marca-passo ou para a troca do gerador do aparelho deve esperar para voltar a dirigir.

sábado, 3 de dezembro de 2011

MOTOCICLISTAS DEVEM PILOTAR DE CAPACETE E VISEIRA FECHADA.

De acordo com o artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção é infração gravíssima, o que ocasiona em multa, suspensão do direito de dirigir e até recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A multa chega a R$191,54, além de acumulo de sete pontos na carteira. Muitas pessoas andam sem capacete ou com mais de dois passageiros na moto. “Isso acontece com mais frequencia na periferia ou interior do Estado. Nas blitze, quando identificamos o problema, o condutor é autuado”.
Segundo o Detran, em grande parte das vezes, quando o condutor ou passageiro vêem a autoridade, eles fecham a viseira imediatamente.
O motociclista José Aldo disse que já passou por situação complicada no trânsito por estar com a viseira aberta. Ele disse que certa vez, entrou um mosquito em seu olho e que por pouco ele não caiu. “No susto acabamos levando as mãos aos olhos. Por este motivo quase sofri um acidente”, contou.
A auxiliar de produção Lilian Bastos explicou que a viseira muito arranhada foi um dos fatores que contribuiu para um susto. A motociclista disse que a visão do piloto é muito prejudicada, principalmente a noite. “Recomendo que os condutores troquem sempre que necessário a viseira para evitar o pior. Por causa disso atravessei um cruzamento sem perceber que vinha um carro. Por pouco não fui atingida”, disse aliviada.
O diretor de Segurança do Trânsito Gerson Moreno afirmou que nas blitze fixas e volantes tudo tem sido checado, visando a segurança dos condutores. Moreno disse ainda que em muitos casos as pessoas são alertadas e orientadas sobre a melhor forma de conduzir. “O Detran não trabalha apenas reprimindo, pelo contrário, fazemos um trabalho educativo constante”, destacou.
Fonte: BV News

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

PROPOSTA OBRIGA MONTADORAS A INFORMAR NO MANUAL O CONSUMO MÉDIO DO CARRO.


Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1762/11, do deputado Reguffe (PDT-DF), que obriga os fabricantes de veículos a informar no manual do proprietário o consumo médio de combustível. A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).
Segundo o autor da proposta, a medida vai permitir ao consumidor escolher veículos mais econômicos. Reguffe espera que a demanda por esses automóveis estimule a concorrência a fabricar carros energeticamente mais eficientes.
“Os consumidores terão mais um motivo para a aquisição de um veículo econômico, incentivando sua oferta e proporcionando o incremento de produtos ambientalmente corretos”, afirma.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

domingo, 27 de novembro de 2011

TESTE APONTA QUE VEÍCULOS BÁSICOS NO BRASIL SÃO INSEGUROS.

Muitos dos carros mais vendidos no Brasil são armadilhas fatais para seus ocupantes caso se envolvam em colisões a velocidades moderadas, constatou um estudo independente.
Testes conduzidos pelo Latin NCAP (programa de avaliação de carros novos), afiliada regional de uma organização que conduz testes de segurança em carros europeus, constataram que muitos modelos básicos não têm airbags e possuem cabines com estruturas deficientes.
A maioria desses automóveis –incluindo modelos fabricados por Volkswagen, Fiat, Chevrolet, Ford e Peugeot– obteve uma estrela, de um máximo de cinco.
“Uma estrela –isso quer dizer motorista morto”, disse David Ward, secretário geral da Global NCAP, organização vinculada à Fédération Internationale de l’Automobile, uma organização internacional de motoristas.
As mortes em acidentes rodoviários cresceram quase 25% em 2010, para 40.610, ante 2002, o ano em que começou o boom econômico brasileiro.
O Ministério da Saúde classifica o país em quinto lugar em termos de fatalidades rodoviárias, atrás de Índia, China, Estados Unidos e Rússia.
“Os carros mais vendidos na América Latina têm níveis de segurança que ficam 20 anos atrás dos padrões ‘cinco estrelas’ que se tornaram comuns na Europa e na América do Norte”, informou a Latin NCAP em nota.
A organização realizou testes com os modelos básicos mais vendidos antes de aceitar modelos que incluíam airbags. Isso porque os carros com airbags e freios antitravamento têm preços significativamente mais altos, o que leva o comprador a optar por versões mais baratas.
Entre as principais montadoras presentes no Brasil, a versão básica do Gol 1.600 da Volkswagen, o modelo mais vendido no país, obteve uma estrela no teste de colisão, realizado a 64 km/h.
O Gol equipado com airbags obteve três estrelas no teste –o que permitiria a sobrevivência dos ocupantes em uma colisão.

OUTRO LADO

“A Volkswagen é pioneira na implementação de um centro de desenvolvimento para a segurança dos veículos no Brasil”, afirmou a companhia, defendendo seu histórico de segurança em resposta aos testes.
“É claro que um carro sem airbag não atinge o mesmo desempenho de um veículo equipado com airbag, em testes de colisão”, afirmou a VW.
Ford e GM se recusaram a comentar. A Fiat, a Fenabrave (associação dos distribuidores de automóveis brasileiros) e a Anfavea (a organização setorial das montadoras) não atenderam a pedidos de entrevista.
Fonte: Folha.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ÍNDICE DE EMISSÃO DE CO² EM CARROS É OITO VEZES MAIOR QUE EM ÔNIBUS.

A emissão de dióxido de carbono (CO²) por passageiro é quase oito vezes maior em automóveis leves do que em ônibus e 36 vezes superior aos índices registrados em metrôs, informa a publicação “Poluição Veicular Atmosférica”, divulgada há pouco pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Diante desse resultado, a pesquisa constata, no Dia Mundial sem Carro, sem surpresa, que o controle da emissão dos gases causadores do efeito estufa depende de “estimular o uso do transporte público coletivo nos deslocamentos cotidianos da população”.
O levantamento do Ipea dividiu os poluentes em dois tipos: locais, quando o impacto maior é no entorno da emissão; e globais, quando os gases atingem a atmosfera e impactam todo o planeta. O índice de emissão de poluentes locais (fuligem, monóxido de carbono, óxido de enxofre) vem se reduzindo desde 1990 e, segundo o Ipea, deve continuar recuando até 2020. Esse fenômeno é resultado de “políticas de controle veicular”, que incentivaram aumento e eficiência dos motores de carros e motos.
Entretanto, a pesquisa mostra que a emissão de poluentes globais, especialmente gases de efeito estufa, como o CO², não recuou, já que tem havido forte crescimento da quantidade de veículos nas ruas das cidades brasileiras. O Ipea conclui que “dificilmente” a indústria conseguirá aumentar a eficiência dos motores ainda mais e, portanto, “o cenário de inversão da queda de emissões totais dos poluentes locais torna-se bastante provável face ao aumento da frota e dos congestionamentos urbanos”.
Nos últimos 15 anos, segundo o estudo, a frota de automóveis cresceu 7% ao ano; a de motocicletas, 15%; e a demanda por transporte público recuou cerca de 30% no período. A mudança é, segundo o Ipea, reflexo de políticas do governo para incentivar o mercado automotivo.
Fonte: Globo.com

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

MOTORISTAS COM BOM COMPORTAMENTO PODERÁ TER 50% DE DESCONTO NO VALOR DO IPVA EM GOIÁS.

O desconto valerá apenas para o motorista que não se envolver em nenhum acidente no trânsito e não tiver nenhuma multa. O Detran de Goiás quer atingir uma meta da ONU, que é reduzir pela metade o número de acidentes.
Sem dúvida nenhuma é mais um incentivo para a redução de acidentes no trânsito.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

TECNOLOGIA DE TRANSPORTE INTELIGENTE PODE DIMINUIR EM 90% OS ACIDENTES DE TRÂNSITO.


 

As Tecnologias de Transporte Inteligente poderiam eliminar 90% de todos os acidentes automobilísticos se fossem instaladas nos veículos e nas estradas, segundo especialistas do IEEE. Outro benefício esperado é a redução de 20% a 30% no consumo de combustível em todo o mundo nos próximos cinco anos usando a “rota ecológica”.
Entre a tecnologia eletrônica e de computação citadas como exemplos para melhorar o trânsito nas cidades estão um aparelho de visão instalado no carro para detectar motoristas sonolentos, um sistema de alerta de pista comprometida e uma comunicação de segurança de veículo para veículo. Porém, de acordo com a organização, esses sistemas ainda não são adotados por causa do alto custo, que deve diminuir de modo que os consumidores de classe média possam ter acesso a esses recursos.
“Sistemas integrados atuais, sensores e tecnologia de processamento avançado tornaram nossos veículos e estradas mais seguros, mas integrá-los em nossos veículos e estradas tem sido um processo lento”, diz Azim Eskandarian, membro e diretor do IEEE do Centro de Pesquisa de Sistemas Inteligentes da Universidade George Washington, em nota oficial enviada à imprensa. “No entanto, dentro de dez anos, como os custos de tecnologia continuarão a cair, nós poderíamos ver melhorias significativas na segurança, no rendimento do veículo e na conservação de energia – especialmente nas áreas em desenvolvimento do mundo.”
A redução de consumo de combustível vem a partir do sistema de GPS do veículo que permitirá que os motoristas selecionem suas rotas de destino de acordo com a eficiência da energia.
Dr. Eskandarian diz que outros desafios na adoção desses sistemas incluem a aceitação do mercado e uma eventual responsabilidade em torno de tecnologias que podem assumir controle total ou parcial do veículo, tais como prevenções de colisão e programas de assistência ao motorista, como frenagem automática. No entanto, elas podem seguir o trajeto do air bag do lado do motorista – e do passageiro – e dos sistemas de frenagem (ABS), os quais, inicialmente oferecidos como recursos opcionais, são, hoje, medidas de segurança aprovadas, tornando-se, muitas vezes, padrão em praticamente todos os carros.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

SONO E CANSAÇO REPRESENTAM 60% DOS ACIDENTES NO PAÍS.


No Brasil, motoristas que dirigem com sono são responsáveis por 42% dos acidentes de trânsito, é o que revela o diretor de comunicação do Departamento de Medicina Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), doutor Dirceu Rodrigues Alves Júnior. Além disso, 18% dos acidentes são ocasionados pela fadiga dos motoristas. Juntos, o sono e o cansaço representam 60% dos acidentes causados no país.
Estatísticas mundiais da National Traffic Safety Administration (NHTSA), uma entidade americana de segurança viária revela que 40% dos acidentes nas estradas são causados por motoristas cansados. Só nos EUA, são 100 mil acidentes por ano, com 1.550 mortes.
Segundo Alves, para dirigir, o motorista precisa de três funções importantes: a primeira é a cognitiva, ou seja, a atenção, vigia, concentração, raciocínio e agilidade mental. A segunda função é a função motora, que permite que o condutor tenha respostas imediatas e a última é a função sensório perceptiva que abrange o tato, a visão e a audição. Para que estas funções funcionem de maneira adequada, é necessário que o sono esteja em dia. É possível dizer que dormir o necessário é tão importante quanto dirigir sem beber. “O sono é semelhante à ação do álcool sobre o organismo”, completa o diretor.
Além do sono fisiológico, ou seja, a necessidade biológica do indivíduo de dormir existe também o sono ocasionado pelo cansaço. “No veículo nós temos o ruído, a vibração, e as imagens que passam no campo visual e que funcionam como um pêndulo, fazendo a hipnose do indivíduo. Estes elementos também são indutores do sono, pois fazem lembrar a mãe ao embalar o filho para dormir”, comenta Alves.
Para o coordenador do Centro de Estudo Multidisciplinar em Sonolência e Acidentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e chefe da disciplina Medicina e Biologia do Sono, Marco Túlio de Mello, dirigir durante todo o dia, inclusive durante a noite, traz consequências a curto e longo prazo. “A curto prazo, ocorrem alterações no humor. As pessoas ficam mais irritadas, pode ocorrer perda de memória, atenção, concentração e reflexo. A longo prazo, o sistema imunológico cai, fazendo com que este indivíduo fique mais vulnerável a gripe, além da perda de massa muscular”.
A dica para aqueles motoristas que querem cumprir seus prazos diários sem comprometer o sono é, segundo Mello, respeitar a necessidade de quanto você gosta de dormir e como você gosta de dormir. Cada pessoa tem um tempo de sono específico. “Algumas pessoas precisam dormir menos de 6h, enquanto outras necessitam biologicamente dormir mais do que 9h”. No geral, a média de sono da população é de 7h40.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

AUMENTO DE PENA É PONTO POLÊMICO EM NOVA "LEI SECA".

O Congresso estuda outras mudanças na Lei Seca para torná-la mais eficaz no combate à impunidade no trânsito. A principal aposta é no aumento das punições, a começar pelo tempo de prisão. Advogados e integrantes do governo, porém, apontam falhas técnicas nessas propostas. Da forma como está redigido o projeto aprovado na quarta-feira na CCJ, por exemplo, o motorista bêbado que provocou a morte de alguém não será mais processado por homicídio, mas apenas por dirigir alcoolizado, sendo agravante o fato de estar alcoolizado e ter provocado a morte.
Além disso, argumentam os críticos da proposta que não seria possível unir as duas coisas. Uma coisa seria dirigir alcoolizado e o risco que isso causa. Outra coisa é o resultado provocado pelo acidente. O que parece um detalhe técnico poderia render discussões no Judiciário.
Esse aumento do tempo de prisão é mais uma tentativa de o Congresso superar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte entendeu ser homicídio culposo (sem a intenção de matar) a morte de alguém por um motorista embriagado.
Com essa decisão, foi drasticamente reduzida a pena para um motorista que havia sido condenado por homicídio doloso (quando há intenção de matar). A pena prevista para o homicídio simples é de 6 a 20 anos de reclusão. A pena para o homicídio culposo varia de 1 a 3 anos. A mudança em outro projeto preparado por deputados elevaria a pena para até 12 anos.
Eficácia
A ideia não é bem recebida por Pedro Abramovay, que era o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça no momento da elaboração da Lei Seca. “Não adianta aumentar a pena, porque a pessoa que dirige bêbada pensa que nada vai acontecer, não vai se envolver num acidente. O que é preciso é evitar que mais pessoas dirijam bêbadas.”
“O que precisamos resgatar é a eficácia da lei. O texto hoje causa uma impunidade sem precedentes. É preciso achar um ponto de equilíbrio entre a punição a motoristas que dirigem embriagados e o direito desses motoristas”, afirmou o atual secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira. “Não é para endurecer a lei, é para garantir a eficácia.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.