segunda-feira, 22 de agosto de 2011

COMO CAUCULAR O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL DO SEU CARRO.


Há uma “máxima”, segundo a qual, só compensa abastecer o carro com etanol se o preço do mesmo for até 70% do valor da gasolina. Isso porque é necessário fornecer ao motor mais 30% do derivado da cana de açúcar para alcançar o mesmo desempenho do combustível fóssil. É preciso considerar, no entanto, que esse percentual é uma “média” para os modelos FLEX disponíveis no Brasil. Por esta razão, para aqueles que gostam de gastar um tempo com o automóvel, desta vez vamos mostrar como calcular a relação etanol/gasolina especificamente para o seu carro.
A diferença se dá, principalmente, devido à calibragem do sistema de injeção eletrônica, que pode favorecer, tanto o uso do etanol quanto da gasolina. O leitor pode encontrar carros nos quais a relação entre os combustíveis acima aludidos é de 75%, outros, 65%, mas o desempenho entre esses combustíveis nunca será igual.
Fazendo a medição
Não adianta se precipitar para encontrar a relação etanol/gasolina do seu automóvel. É preciso obter o consumo médio de três tanques de gasolina e depois a média de três tanques de etanol. Por que três tanques? Para saber qual é a média exata de consumo de combustível do seu veículo. Suponha que com um tanque seu carro rode muito em trechos com aclives, com outro faça uma viagem e com o terceiro circule pela cidade sem trechos acidentados. Os três tanques vão mostrar a média de consumo mais próxima da sua realidade.
Para calcular corretamente o consumo de combustível, vale a pena seguir algumas DICAS. Abasteça sempre o carro no mesmo posto de combustível, na mesma bomba e, se possível, no mesmo horário. Peça ao frentista para interromper o abastecimento no primeiro “clique” da bomba. Essa conta é simples e você está (ou deveria estar) acostumado a fazê-la. Ao abastecer o automóvel, confira quantos quilômetros seu carro rodou desde a última vez que teve seu tanque “cheio” e divida esse número pelo volume de combustível registrado na bomba. Essa é a média de quilômetros por litro do seu veículo, que deverá ser feita três vezes com cada combustível.
Para obter a média dos três abastecimentos com cada combustível, basta somá-los e dividir por três. Essa é a média de quilômetros por litro mais próxima da sua rotina no trânsito. Para encontrar a relação etanol/gasolina você vai fazer a seguinte conta: multiplique o consumo médio com etanol por 100 e depois divida esse resultado pelo consumo médio de gasolina. O número encontrado é o percentual etanol/gasolina. Como usar esse número? Da mesma forma que usamos o índice médio de 70%. Vamos supor que o resultado tenha dado 72%. Então, para valer a pena usar etanol no seu carro, é preciso que o litro do mesmo custe até 72% do preço da gasolina.

sábado, 20 de agosto de 2011

CESVI BRASIL PREMIA OS MELHORES VEÍCULOS NO QUESITO REPARABILIDADE.

O mercado automotivo se reuniu no dia 17 de agosto, em São Paulo, no auditório do Hotel Sofitel, para conhecer os veículos melhores colocados no CAR Group 2011 – índice que avalia o custo e o tempo de reparo de um veículo. Desenvolvido pelo CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o índice de reparabilidade é atualizado anualmente devido às alterações dos valores de cesta básica de peças e a entrada de novos veículos no ranking.
A Citroën e a Volkswagen foram as montadoras mais premiadas desse ano, ambas conquistaram quatro troféus. O evento contou a presença de representantes das montadoras, seguradoras e entidades de classe. Almir Fernandes, diretor de operações do CESVI BRASIL, entregou os troféus do Prêmio CAR Group às montadoras vencedoras.
Sendo uma referência técnica de informação, o CAR Group proporcionou uma evolução nas relações entre montadoras e seguradoras, além de permitir uma maior transparência para o consumidor. Com essas informações, o consumidor pode comparar, na hora da compra, dois modelos de veículos que lhe interessam.
As montadoras contam com informações técnicas relevantes dos veículos – que podem ser incorporadas em seus projetos. A tendência é que os modelos com melhor classificação no ranking também tenham valores de seguro mais vantajosos, já que o custo do reparo é utilizado como base para a tarifação de preços pelas seguradoras.
A definição utilizada para esse índice vem do fato de que os veículos são classificados em grupos. Cada grupo representa uma faixa de valores relacionados a seu custo ponderado de reparo. Em uma escala que vai de 10 a 60, quanto melhor a reparabilidade, menor será o número do grupo de classificação do veículo.
Os premiados de 2011 de acordo com cada categoria foram:
Hatch compacto – C3 HB (Citroën), Ka (Ford) e Novo Fox (Volkswagen).
Hatch compacto off-road – Sandero Stepway (Renault).
Hatch médio – Bravo (Fiat).
Hatch médio off-road – SX4 (Suzuki).
Minivan compacta – C3 Picasso (Citroën).
Minivan média – C4 Picasso (Citroën).
Picape compacta – Nova Saveiro Cabine Simples (Volkswagen).
Picape média – S10 Cabine Simples (Chevrolet).
Sedan compacto – Novo Polo Sedan (Volkswagen).
Sedan médio – C4 Pallas (Citroën).
SW compacto – Novo SpaceFox (Volkswagen).
SW médio – Mégane Grand Tour (Renault).

Utilitário
– Transit Furgão Curto (Ford).
O ranking completo do CAR GROUP 2011 está disponível para consulta no site do CESVI BRASIL.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

COMISSÃO MANTÉM CURSO OBRIGATÓRIO PARA MOTOTAXISTA E MOTOBOY.

A Comissão de Viação e Transportes rejeitou a proposta que susta a regulamentação de curso obrigatório para mototaxistas e motoboys. A medida está prevista no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 2825/10, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP).
De acordo com a regulamentação 350/10 editada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), os mototaxistas e motoboys devem frequentar curso de 30 horas-aula com conteúdos teóricos e práticos diversos, como legislação, uso adequado de equipamentos de segurança e limpeza do veículo. Os alunos devem ter presença obrigatória em 100% das aulas e, ao final do curso, devem fazer um teste e acertar pelo menos 70% das questões teóricas e 70% das questões práticas.
O autor da proposta criticou a rigidez das regras. “As exigências do curso prejudicam a categoria, ainda mais quando se considera a irregularidade dos horários de sua peculiar jornada de trabalho. O resultado é por demais oneroso para os profissionais”, argumentou.
Já o relator, Hugo Leal (PSC-RJ) disse simpatizar com o mérito da matéria, mas, segundo ele, a legislação atual permite que o Contran regulamente o curso para mototaxistas e motoboys da forma que julgar mais adequada. “Não ocorreu qualquer extrapolação do poder regulamentar do Contran”, afirmou.
Segundo Leal, qualquer alteração no formato do curso deveria ser proposta por meio de um novo projeto de lei que criasse limites para o poder de regulamentação do Contran. “Tal proposição poderia impor restrições à formulação dos cursos ou dar a eles o direcionamento que julgar apropriado”, disse.
Tramitação
A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que avaliará sua constitucionalidade e seu mérito. Depois, seguirá para o Plenário.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

APENAS UM EM CADA DEZ BRASILEIROS USA O CINTO NO BANCO TRASEIRO DO CARRO.


Apenas um em cada dez brasileiros usa o cinto no banco traseiro do carro. Isso tornou o banco traseiro o lugar mais perigoso do veículo. Em colisões a 50 km/h, uma criança de 20 quilos se projeta contra o banco da frente com uma força de 300 quilos.
O cinto tem salvado a vida de milhares de motoristas. O uso do cinto já se tornou um hábito entre os motoristas, mas é ignorado pelos passageiros que andam no banco de trás.
“O lugar mais seguro de um veículo, quando utilizando o cinto de segurança, é o banco de trás. Sem o cinto se torna o local mais perigoso do veículo”, garante Fernando Moreira, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.
Simulações de acidentes da Universidade de Campinas mostram o que acontece durante uma batida. O passageiro sem cinto no banco de trás é impulsionado para frente.
Em colisões a 50 km/h, uma criança de 20 quilos se projeta contra o banco da frente com uma força de 300 quilos. Um adulto de 60 quilos é lançado com um peso de quase uma tonelada.
De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, enquanto 90% das pessoas usam o cinto de segurança no banco da frente, o mesmo percentual, 90% não usam o cinto aqui atrás. Um risco enorme de lesão pra quem está sem a proteção e também para os ocupantes dos bancos da frente.
“Você pode ter traumatismo craniano, a lesão da coluna vertebral que é uma lesão potencialmente grave, e lesões no tórax, lesões no abdômen quando envolver também estruturas internas, órgãos internos com possíveis complicações agudas”, explica o médico.
“O condutor é responsável por essa pessoa que está no banco de trás então ele deve cuidar da segurança dessa pessoa e também aumentar a sua própria segurança”, afirma Fernando Moreira.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

MULTAS DE TRÂNSITO FINANCIARÃO PROGRAMA PARA BICICLETA NO PAÍS.

O projeto de lei do Programa Bicicleta Brasil (PBB) foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano, quarta-feira, 3 de agosto. São destinados 15% do valor arrecadado em multas de trânsito para financiar o projeto, que visa atender municípios com mais de 20 mil habitantes.
De acordo com a proposta, o programa integra a Política Nacional da Mobilidade Urbana e deverá ser coordenado pelo órgão federal responsável por essa política – atualmente a Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades.
A iniciativa também será financiada por dotações orçamentárias de todos os níveis de governo e por contribuições de organizações, pessoas físicas e jurídicas nacionais e estrangeiras. O PBB tem como objetivo instalar bicicletários públicos, ciclovias e ciclofaixas em estados e municípios do Brasil. Segundo o programa, serão realizadas campanhas para a divulgação dos benefícios do uso da bicicleta como meio de transporte econômico, saudável e ambientalmente adequado.
O fato é que até então, o uso da bicicleta como meio de transporte não tinha recebido a devida atenção na formulação de políticas públicas no Brasil, torço mesmo para que esse lei “pegue”.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

MOTOCICLISTA QUE ESTIVER COM O CAPACETE FORA DE VALIDADE PODE SER MULTADO.

O principal equipamento de proteção do motociclista tem prazo de validade e caso o capacete esteja vencido, o motociclista pode ser multado em R$ 128,00 e ainda perder cinco pontos na carteira.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

PROJETO DESCONGELA E AUMENTA INDENIZAÇÃO DO SEGURO DPVAT.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 632/11, do deputado Antônio Roberto (PV-MG), que descongela e aumenta os valores das indenizações pagas pelo seguro obrigatório por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT) às vítimas de acidente de trânsito ou às suas famílias (em caso de morte).
O projeto restabelece os valores antigos das indenizações, fixados pela Lei 6.194/74, ou seja:
- 40 salários mínimos (R$ 21.800, atualmente) em caso de morte;
- até 40 salários mínimos em caso de invalidez permanente;
- até oito salários mínimos (R$ 4.360, atualmente) como reembolso à vítima que tiver despesas de assistência médica e suplementares devidamente comprovadas.
Esses valores foram alterados em 2006 pelo governo por meio da Medida Provisória 340, convertida na Lei 11.482/07. Essa lei congelou o valor dos prêmios em reais: R$ 13,5 mil em casos de morte ou de invalidez permanente e de até R$ 2,7 mil para reembolso de despesas médicas.
O autor argumenta que “a fórmula anterior nunca havia sido contestada pela população e em nada prejudicava a administração pública federal”. Segundo ele, embora o valor da indenização tenha sido congelado, foram mantidos os aumentos compulsórios anuais do prêmio cobrado dos proprietários de veículos.
“Nada demonstra a oportunidade, a necessidade ou o benefício da mudança da prática. Caso exista, é tão somente das seguradoras que administram o seguro obrigatório”, critica o parlamentar.
Tramitação
A proposta foi apensada ao PL 505/91, que extingue o seguro DPVAT. Os projetos estão prontos para inclusão na pauta do Plenário.

sábado, 13 de agosto de 2011

DICAS PARA TIRAR MANCHAS DE AUTOMÓVEIS.

Fezes de pássaros devem ser limpas rapidamente para evitar marcas. O piche pode ser removido com querosene. Gelo é a dica para tirar chiclete colado no banco.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CCJ APROVA MUDANÇAS NA LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO.


A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou três projetos de lei que mudam regras na legislação de trânsito para impor novas regras. Um dos projetos determina a aplicação de multa extra ao proprietário de veículo sem carteira de habilitação, que não informar em até 15 dias os dados do condutor do veículo que cometeu a infração de trânsito com o seu automóvel. A legislação atual estabelece que os proprietários assumam a responsabilidade pelas infrações caso não informem o nome de quem estava dirigindo o seu veículo. No caso dos motoristas sem a habilitação, pelas normas atuais, eles pagam apenas o valor da multa e os infratores ficam livres de punição. Eles também não recebem pontos em suas carteiras, já que não são identificados como infratores. Outro projeto aprovado pela CCJ obriga os órgãos de trânsito a divulgar, a cada três meses, relatório com os valores arrecadados com multas de trânsito. As informações deverão ser divulgadas seguindo regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que definirá em quais veículos de comunicação deverão ser publicados os dados. O terceiro projeto aprovado estabelece que deverão ser instaladas nas rodovias federais, estaduais e municipais placas de sinalização a cada 20 quilômetros e em todo entroncamento, bifurcação ou encruzilhada, informando as duas cidades mais próximas e as respectivas distâncias, além dos hospitais mais próximos. As três projetos de lei tramitam em caráter conclusivo. Com isso, devem ser enviados à apreciação do Senado, caso não haja recurso de algum deputado para que eles sejam analisados e votadas no plenário da Câmara.
.

PROPOSTA GARANTE TROCA DE VEÍCULO NOVO COM DEFEITO.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 754/11, do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), que obriga as montadoras e importadoras a fornecer veículos novos ou ressarcimento em dinheiro quando o carro recém-comprado apresentar defeito. A restituição pode ser feita pela quantia paga pelo comprador na compra ou pelo preço atual do veículo novo, o que for maior. A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).
De acordo com o projeto, as medidas são válidas para os primeiros 30 mil quilômetros ou seis primeiros meses de uso do veículo que apresentar defeito. Para receber a garantia, o veículo precisa ter sido encaminhado por mais de dez dias úteis para concessionárias ou oficinas autorizadas para adaptações ou reparos.
Segundo o autor da proposta, são frequentes os casos em que carros novos apresentam defeitos que as concessionárias não conseguem resolver. “Os consumidores são obrigados a retornar seguidas vezes à revenda, o que traz grandes despesas e muito aborrecimento.”
Leal diz que, em outros países, as montadoras e importadoras oferecem veículos novos ou ressarcimento quando ocorrem problemas semelhantes. De acordo com ele, o comportamento decorre da evolução das relações entre vendedores e consumidores. “No caso brasileiro, ainda não se verifica esse desejável comportamento por parte das montadoras e importadoras”, afirma.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Outro projeto de igual teor (PL 2661/07) foi aprovado em 2010 pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, mas acabou arquivado no final da legislatura passada
.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

VEÍCULOS DE EMERGÊNCIA TAMBÉM TÊM REGRAS DE CIRCULAÇÃO.

Muitos motoristas se questionam sobre a conduta de quem dirige veículos de emergência. Como se sabe, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que “veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias” têm prioridade no trânsito e podem circular livremente. Agora, essa liberdade permite, por exemplo, andar em cima de calçadas, furar o sinal vermelho e andar na contramão?
De acordo com o tenente-coronel Loemir Matos de Souza, comandante do Batalhão de Trânsito de Curitiba, no Paraná, (BPTran), por terem preferência no trânsito com relação aos veículos comuns, os carros de socorro, se necessário, podem realizar este tipo de manobra, porém tais ações devem ser executadas com a devida sinalização da sirene e de dispositivos luminosos. Segundo o comandante “este tipo de manobra não é recomendável, mas desde que realizadas de acordo com os limites de segurança, os veículos de socorro têm preferência”.
Acidentes durante o deslocamento de viaturas de salvamente são raros, mas acontecem principalmente em cruzamentos. Cuidado! muitos motoristas andam com o vidro fechado e o ar condicionado e som ligados. Por isso, podem não escutar o barulho das sirenes durante o deslocamento.
Segundo o Seguro de Danos Pessoais causados por Veículos automotores de Via Terrestre, o DPVAT, cerca de 147 pessoas morrem no trânsito brasileiro diariamente. Só no primeiro semestre deste ano, foram 26.894 mortes.
Curso de condutor de veículos de emergência
Motoristas de veículos de socorro passam por um treinamento de condutores de acordo com a resolução n°168/2004 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).
Dentre os temas abordados estão Legislação de Trânsito, Direção Defensiva, Noções de Primeiros Socorros, Respeito ao Meio Ambiente e Convívio Social no Trânsito e Relacionamento Interpessoal.
Os pré-requisitos são: ser maior de 21 anos; estar habilitado em uma das categorias “A”, ”B”, ”C”, ”D” ou “E”; não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos 12 meses e não estar cumprindo pena de suspensão ou cassação do direito de dirigir.

domingo, 7 de agosto de 2011

MESMO PROIBIDOS, MOTOCICLETAS ADAM COM PNEUS REMOLDADOS.

Apesar de ser proibido por lei, motociclistas continuam andando com pneus remoldados.
A lei foi aprovada em 2004, mas foi suspensa em 2008. Somente em abril deste ano,o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) editou a resolução e proibiu o uso definitivamente. O motociclista que for pego com o pneu remoldado terá a moto apreendida.
A multa para motos com pneu remoldado é de R$ 127 e o motociclista perde cinco pontos na carteira. “A retirada desses veículos que não estão em condições de rodar é pensando na segurança do condutor e dos demais”.
O empresário Francisco de Assis Jeremias explica que, na reforma, um pneu careca recebe uma nova cobertura de borracha. A diferença é que ele perde as informações de capacidade de peso, velocidade e data de fabricação, que vem no pneu original. “Esse pneu era utilizado por motoboys por causa de preço”, disse.
Segundo ele, a venda do pneu remold para carro é liberada e custa a metade do preço de um novo. “A diferença é que um pneu de moto tem duas lonas. De carro tem quatro, seis ou oito dependendo da utilização do veículo. O pneu remold de carro é regulamentado pelo Inmetro e o de moto não”, explicou.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

BICICLETAS TAMBÉM ESTÃO SUJEITAS ÀS LEIS DE TRÂNSITO.

Sem qualquer orientação sobre direitos e deveres, emplacamento ou documento de identificação, como prevê Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os ciclistas formam uma legião de ‘foras da lei’ em Maringá. A Secretaria de Transportes (Setran) de Maringá diz que não tem como fiscalizá-los, já que a lei nunca foi regulamentada no município.
Ciclistas abordados pela reportagem confessaram que sequer sabiam que a bicicleta é classificada pelo CBT como “veículo” e que está sujeita às leis de trânsito. E até funcionários e donos de algumas lojas que comercializam os “ciclos” (classificação do CBT para veículo de propulsão humana), ignoram a lei, colocando nas ruas veículos sem os manuais e equipamentos obrigatórios, previstos na legislação.
O comerciário Luiz Carlos Lima ficou surpreso quando perguntado sobre os manuais e equipamentos da bicicleta que acabara de comprar. Ele pagou R$ 800 por um modelo sofisticado, feito de alumínio e com marchas, mas sem nenhum dos equipamentos obrigatórios, como “campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais e espelho retrovisor do lado esquerdo. Tudo está previsto no artigo 105 do CTB.
Ele também não sabia que, quando estiver montado na bicicleta, está sujeito às mesmas regras de carros e motos. “Ninguém explica isso. Nunca pensei numa bicicleta como um veículo, é como estar a pé”, diz.
Ideia semelhante foi manifestada por um garoto, aparentando 15, 16 anos, abordado pela reportagem, transitando sobre a calçada em plena Avenida Brasil. Ele disse que nunca tinha ouvido falar que bicicleta fosse igual carro. “Trabalho o dia inteiro de magrela e não sei disso. É besteira, não tem como ser igual carro e moto.”
A ‘magrela’ que Luiz Carlos comprou para passear e fazer exercícios também não veio com “manual contendo normas de circulação, infrações, penalidades, direção defensiva, primeiros socorros e anexos do Código de Trânsito Brasileiro”. O item, segundo o artigo 338 do CTB, deve ser obrigatoriamente distribuído por “montadoras, importadores e fabricantes, a quem compra veículos automotores de qualquer categoria e ciclos (veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana)”.
O vendedor André Alcântara, que trabalha com bicicletas populares, com valores que variam de R$ 160 a R$ 300, diz desconhecer qualquer obrigatoriedade legal, seja de equipamentos ou manuais. “A lei não foi regulamentada. Não tem nada obrigatório”, garante.
Michael Hoffmann Weigert, que vende modelos com preços que chegam a R$ 3 mil, também disse que retrovisores e faixas reflexivas são opcionais.
“O mais importante entre esses opcionais são os faróis”, comentou, falando sobre retrovisores e faixas reflexivas. Em seis lojas consultadas pela reportagem, nenhum vendedor sabia da obrigatoriedade ou tinha à venda uma ‘bike’ com manual.
O ciclista Fernando Manosso, ativista de um movimento que incentiva a substituição de carros por bicicletas, reconhece que poucos dos itens obrigatórios previstos no CTB chegaram a ser utilizados na prática.
“Muita coisa caiu no esquecimento. Eu mesmo não sei o que realmente é exigido atualmente, houve muita mudança. Mas mesmo o que continua obrigatório ninguém respeita”, afirma.
Manosso lembra que até as faixas reflexivas, que garantem a segurança dos ciclistas, são vendidas como “acessórios” pelas lojas. Ele também nunca soube de uma bicicleta que saísse da loja com os manuais previstos no artigo 338. Para ele, entretanto, o mais importante não é o atendimento ou não à legislação, mas o respeito à segurança dos ciclistas.
“O código prevê, por exemplo, que um veículo, ao ultrapassar outro, deva manter no mínimo 1,5 metro de distância. Já vi ciclista ser morto porque o caminhão passou muito perto e se enroscou em sua roupa. E pior, as autoridades, num caso desses, consideram fatalidade e nem punem o motorista que flagrantemente desrespeitou a lei.”
Brasil
50 milhões é a estimativa da frota nacional de bicicletas, que vem crescendo 5 milhões por ano.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

CONTRAN ALTERA LEI SOBRE USO DE PLACAS REFLETIVAS.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (2) mais uma mudança na Resolução 231, de 2007, que torna obrigatório o uso de placas refletivas nos emplacamentos feitos a partir do dia 1º de janeiro de 2012. Agora, os veículos que tiverem a documentação transferida para outro município terão de refazer o emplacamento conforme as novas especificações.
Até agora, a mudança passaria a valer somente para os veículos licenciados a partir de janeiro do ano que vem. Por outro lado, quem fizer o emplacamento antes de 2012 com uma placa sem a película e não mudar de município, não precisará refazer o emplacamento. As especificações valem para veículos de quatro rodas ou mais, motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos.
De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a obrigatoriedade das placas refletivas visa aumentar a segurança no trânsito. Isso porque em casos de visibilidade comprometida, como em situações de chuva, neblina ou mesmo à noite, elas possibilitam a melhor visualização da distância do veículo em relação a outro.
“A película refletiva deverá cobrir a superfície da placa, excluindo a sua borda, sendo flexível com adesivo sensível à pressão, conformável para suportar elongação necessária no processo produtivo de placas estampadas”, diz a nota no Diário Oficial da União.
Aumento das placas das motocicletas
Também a partir de 1º de janeiro de 2012 será obrigatório o aumento das placas de motocicletas, triciclos e motonetas, para facilitar a identificação. De acordo com as novas regras, o tamanho atual de 136 mm de altura e 187 mm de comprimento mudará para 170 mm de altura e 200 mm de comprimento. Assim, os caracteres passam a ter 53 mm de altura (na placa antiga tem 42 mm). Nesse caso, a mudança de município também obriga a troca da placa com as novas dimensões.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

MOTOTAXISTAS OBRIGADOS A USAR PROTETORES.


A partir de quinta-feira, motofretistas e mototaxistas terão de usar protetores de pernas (os populares mata-cachorro) e antenas aparadoras de linha para evitar que pipas com cerol provoquem acidentes. A obrigatoriedade foi determinada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Estados já estão pedindo o adiamento do prazo, por falte curso especializado que em alguns Estados ainda não funciona. Eita povo agoniado(apressado).

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

USAR SMARTHFONE ENQUANTO DIRIGE É MAIS PERIGOSO QUE CELULAR.


Nos últimos anos, o uso dos smartphones, que são telefones celulares que possibilitam o acesso à internet, tem crescido entre os brasileiros. Mas os usuários desse tipo de aparelho devem ficar atentos: da mesma forma que o celular, utilizar os smartphones para checar e-mails ou acessar a internet ao volante pode gerar multas e causar acidentes de trânsito.
De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o uso desse tipo de aparelho ao dirigir, se flagrado, o motorista pode ser enquadrado no Artigo 252 do Código Brasileiro de Trânsito, que proíbe dirigir veículos automotores com apenas uma das mãos e utilizar telefone celular, mesmo com fones de ouvidos. A multa para esse tipo de infração é de R$ 85,13, e o condutor perderá 4 pontos na carteira.
O Diretor do Departamento de Medicina Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Dirceu Rodrigues Alves Jr., alerta que o uso do smartphone é ainda mais perigoso que o do celular, pois desvia a visão do motorista para a tela do aparelho. “O risco é muito maior porque tirando a visão da frente do veículo, o motorista perde três, quatro ou cinco segundos. Se ele estiver a 100 quilômetros por hora, terá andado cerca de 120 metros sem a visão frontal, o que é um absurdo”.
Segundo o especialista, ao utilizar qualquer equipamento eletrônico na direção, o motorista passa a executar movimentos automáticos, como se fosse um robô. “Se perguntarmos a ele o que aconteceu na via naquele momento, ele não será capaz de distinguir que carro ele ultrapassou, se tinha algum pedestre, como era a sinalização. Ele estava em total desatenção com o ambiente”, disse.
O Denatran também alerta que o principal perigo dessa prática para a segurança no trânsito é a falta de atenção. Segundo estudo do órgão em parceria com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o principal fator para a ocorrência de acidentes nas estradas são os componentes humanos e comportamentais, que correspondem a 58,3% do total de acidentes. A falta de atenção especificamente é responsável por 28,2%.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não tem dados específicos sobre números de acessos por smartphones no país. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o número de acessos à internet por meio do Serviço Móvel Pessoal, que incluem smartphones e modems de conexão à internet, chegou a 23,6 milhões em fevereiro, com um crescimento de 81,9% em relação a 2010.