quarta-feira, 31 de julho de 2013

-CARROS VELHOS PODEM SER TRANSFORMADOS EM NOVOS PRODUTOS.


Os carros abandonados, velhos ou batidos são fontes incríveis de materiais recicláveis, mas muitas vezes acabam em verdadeiros em "cemitérios" de automóveis. No Brasil, apenas 1,5% dos veículos voltam à cadeia produtiva. Com isso, perdem-se vidros, borrachas, plástico, tecidos e principalmente metais que poderiam dar origem a outros carros ou produtos diferentes do material original, além de o meio ambiente ser prejudicado.

“Até 93% do material que compõe um carro pode ser reciclado”, garantiu Thomas Buechel, proprietário da Reciclagem Rockaway, de Nova Jersey (EUA), ao site Earth911. Os norte-americanos reaproveitam e reciclam 95% de todos os veículos que um dia estiveram circulando nas suas estradas, de acordo com a Aliança de Fabricantes de Automóveis.

O presidente do Sindinesfra (Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo), que representa as empresas do ramo, Valentin Aparicio Esmilla, é ainda mais otimista com relação às finalidades dos veículos: "95% do carro são recicláveis", declarou ao site Car and Drive. 

Por essas razões, o EcoD listou seis possibilidades de reciclagem de automóveis:

Nova lataria
As partes externas compostas de um carro podem ser recicladas por várias vezes e reutilizadas em veículos com danos, amassados, repondo parte de um carro que sofreu amasso.

Bicicletas
Mas em alguns casos, a lataria origina até outros veículos. Como é o caso da Bicycled, uma bicicleta cujo quadro é feito de metal reciclado de carros. O selim é proveniente do couro dos assentos dos veículos, enquanto que o pisca traseiro reaproveita as luzes de seta. A correia dentada do motor do carro foi utilizada como corrente da bicicleta e as maçanetas das portas viraram blocagens de quick-release de canote de selim.

Novos motores
Os fluidos com os anticongelantes, óleo, gás freon e da unidade de ar condicionado podem ser reutilizados ou reciclados em carros que estão com problemas nesses itens. O próprio ácido da bateria e o chumbo também podem dar origem a novas baterias.

Pavimentos
Cerca de 110 produtos podem ser feitos a partir da reciclagem de pneus. Nos Estados Unidos, um dos fins mais comuns para esses resíduos é a própria estrada por onde um dia estes pneus rodaram. Algumas das utilizações mais comuns incluem a cobertura de asfalto com borracha, que é usado na construção de estradas. Aqui no Brasil, o grupo EcoRodovias utiliza o asfalto-borracha nas rodovias sob sua concessão, por meio da reciclagem. A cada ano, 12 milhões de pneus sucateados são moídos e usados em rodovias, segundo a EPA.

Copos, bancos e concreto
Os vidros do carro podem dar origem a fibras para a composição de novos assentos ou até para serem usadas em concreto de construção. Na Colômbia, vidros de para-brisa foram utilizados na produção de para-brisas pelo estúdio de design Uncommon Goods.

Filtro de ar e ventilador de motor
Os tapetes velhos de um carro, por exemplo, podem ser transformados em peças novas de automóveis, como o filtro de ar e de ventilador do motor.

Fonte: Ibahia

domingo, 21 de julho de 2013

-CUIDADOS SIMPLES PARA MANTER O CATALISADOR EM BOAS CONDIÇÕES.


Obrigatório desde 1992 nos veículos, o catalisador, responsável por transformar os gases poluentes e atenuar o ruído produzido pela combustão, é uma peça fundamental na avaliação da inspeção ambiental veicular, por isso, deve ser mantido em condições adequadas de uso para não prejudicar o meio ambiente e a saúde das pessoas. “Sua inoperância ou mau funcionamento compromete o nível de gases liberados na atmosfera e também o desempenho do motor, ocasionando até perda de potência do veículo”, afirma Salvador Parisi, consultor da Tuper Escapamentos e Catalisadores, que produz sistema de exaustão, como tubo de motor, flexível, silencioso intermediário e traseiro, catalisador e ponteira.

Fatores, como falhas de ignição, motor desregulado, queima de óleo e má qualidade do combustível, podem afetar diretamente a peça. “Alguns hábitos ao guiar o automóvel também prejudicam o catalisador, entre eles, fazer o carro pegar no tranco e, em alguns modelos de veículos, pancadas e raspões ao passar em lombadas já que podem fazer a cerâmica se soltar”, comenta.

Desde 2010, a eficiência dos catalisadores é monitorada pelo sistema de gerenciamento do motor - OBD-Br2. “O sistema sinaliza por meio de sinal luminoso (Lâmpada LIM instalada no painel do veículo) que acende quando há necessidade de reparação”, ressalta. Trincas, quebras, derretimento e entupimento da cerâmica também são sinais que indicam que é preciso fazer a troca imediata do componente”, explica.

O consumidor tem a opção de utilizar o modelo universal ou específico para seu veículo, mas deve considerar as características, como modelo e motorização.

O catalisador atende a rigorosos testes de durabilidade, ruído, contrapressão e análise gases e possui exigência do selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), desde 2011, para ser comercializado no País.

Sobre a Tuper Escapamentos e Catalisadores – Maior fabricante de escapamentos da América Latina, líder de mercado, a Tuper há 42 anos produz escapamentos, catalisadores e ponteiras para todos os modelos de automóveis, nacionais e importados, com volume anual que chega a quase 4 milhões peças, somente para o mercado de reposição.

Primeira no Brasil a produzir um sistema completo de exaustão (tubo do motor, catalisador, silencioso intermediário, silencioso traseiro). A Tuper é a única fabricante que atende simultaneamente o mercado de reposição e as montadoras e possui todas as certificações ISO.

A Tuper investe em desenvolvimento e tecnologia para atender projetos de várias marcas. Com duas plantas industriais em São Bento do Sul e Xanxerê, ambas em Santa Catarina, conta ainda com uma rede própria de distribuição. Os centros de distribuição (CD´s) estão localizados em regiões estratégicas do País para atender o mercado com grande agilidade, possibilitando que nestes estados os produtos cheguem aos clientes em 24 horas.

Os escapamentos e catalisadores da Tuper seguem o padrão e as características técnicas definidas pelas montadoras, o que garante total excelência em seu funcionamento e em sua adequação ao veículo, atuando como uma peça original. Além disso, todos os catalisadores produzidos são homologados pelo INMETRO.

Fonte: Segs.com

quarta-feira, 10 de julho de 2013

-COMO IDENTIFICAR QUE O MOTOR ESTÁ COM PROBLEMAS.

O empresário Felipe Augusto já teve muita dor de cabeça com seu antigo carro. Por trabalhar viajando com outro veículo, Felipe só rodava com seu Chevrolet Celta 2003 nos finais de semana. Até que em um de seus passeios pela cidade em que mora, Vitória de Santo Antão, o automóvel parou e começou a fumaçar. Indo até a oficina, o empresário descobriu que o problema era a bomba d’água. Mas era tarde, o motor já tinha batido.

Felipe conta que muitas pessoas da família utilizavam o carro durante a semana, mas ninguém se preocupava com a manutenção do possante. “Consertei, mas o motor ainda bateu outras duas vezes. Numa delas, meu tio estava com o carro em Abreu e Lima. O jeito foi passar o veículo à frente”, fala.

De acordo com os especialistas, a falta de manutenção é mesmo o principal motivo que leva o motor a bater. Entenda agora como a falta de zelo pode danificar seu veículo e o que pode ser feito para evitar prejuízos.

Como identificar que o motor está com problemas


De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Laurênio Accioly, o motor bate quando algumas peças no interior dele começam a fazer mais esforço do que o normal. “Esse aumento de esforço acontece porque essas peças começam a travar, seja por conta de folgas excessivas ou por uma deficiência na lubrificação do motor”, explica.

O problema das folgas

O motor de qualquer veículo sai de fábrica com folgas padrões de centésimos de milímetros entre suas peças. Quem explica é a engenheira mecânica e diretora da Retífica Padrão, oficina especializada no conserto de motores, Eliana Navarro. Ela diz que, quando o ar que entra no motor vem com pequenos grãos de areia, essas partículas podem se alojar nessas folgas e dar início a um processo de desgaste de peças. “Os grãos funcionam como uma lixa que vai sendo atritada contra os itens motor. O resultado é a quebra dessas peças”, destaca a engenheira. Para evitar o problema, Eliana aconselha a troca do filtro de ar assim que o item indicar desgaste. “Quando ele está muito amarelado, é hora de trocar, pois partículas de poeira já podem estar passando para o motor. Não custa mais que R$ 20”.

Lubrificação necessária

Como toda máquina, as partes do motor precisam estar bem lubrificadas para que o funcionamento seja o melhor possível. Quando algo impede que o óleo chegue a todas as partes da máquina, problemas começam a acontecer. O professor Laurênio Accioly esclarece que, com o tempo de uso, o próprio óleo do motor começa a produzir uma borra que pode entupir as vias pelas quais o óleo deve correr. “Se não estiver lubrificado, o motor passa a trabalhar com mais atrito e o travamento das peças pode acontecer”, frisa Laurênio.

Ainda segundo o professor, trocar o filtro de óleo a cada 7.500 quilômetros é a melhor maneira de evitar que o motor bata por falta de lubrificação. O preço do filtro de óleo gira em torno de R$ 20. “É importante ainda observar a qualidade do óleo. Na oficina, o motorista pode pedir os de base semi-sintética, que custam em torno de R$ 20 o litro”.

Calor excessivo

Outra razão que pode levar o motor a bater é o excesso de calor. “Como estão quentes, as peças do motor aumentam de tamanho e podem travar”, diz o professor Laurênio. Prestar atenção a algum tipo de vazamento de água e sempre manter o radiador abastecido são os caminhos para evitar que o motor bata por conta do calor.

O motor já bateu

A solução agora é levar o carro à uma retífica de motores e reparar o estrago. Eliana Navarro, da Retífica Padrão, diz que o valor do conserto irá depender do problema do motor. “Uma retífica completa de um carro popular, por exemplo, fica por algo em torno de R$ 3.500”, afirma. Jorge Nascimento, diretor da Retífica Recife, também diz que o valor pelo serviço na loja é próximo dos R$ 3.500. “O carro fica pronto dentro de quatro ou cinco dias”, aponta Jorge.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

-FREIO DE MÃO USADO INCORRETAMENTE PODE PERDER A EFICIÊNCIA.

Pouco lembrado pela maioria dos motoristas, o freio de estacionamento, mais conhecido como freio de mão, merece cuidado. Isso porque o equipamento perde a eficiência durante o uso e caso não esteja bem regulado, pode causar acidentes. A forma correta de usá-lo interfere diretamente em sua vida útil.

Além de sua função principal, impedindo o veículo de se movimentar enquanto estacionado, o freio de mão, em carros com transmissão manual, pode ajudar o motorista a arrancar em subidas fortes. Na maior parte dos veículos, é acionado por meio de uma alavanca que fica entre os bancos dianteiros. Também existem acionamentos por pedal (comum entre picapes e utilitários-esportivo) e nos carros mais modernos existe o sistema elétrico, ligado por um botão localizado no console central. Independentemente da sua forma de acionamento, o freio de estacionamento pode apresentar falhas causadas por maus hábitos ou pelo desgaste natural das peças.

O cuidado com o freio de estacionamento não está apenas na manutenção, mas também no manuseio. O sistema deve ser acionado suavemente para evitar desgaste prematuro; o cabo de aço, e outras partes móveis ligadas a ele, acabam afrouxando bem mais cedo se o condutor tiver o mau hábito de puxar a alavanca com toda a força.

Segundo Sílvio Cândido, diretor do Sindirepa, o sindicato das reparadoras do Estado de São Paulo, o motorista deve prestar atenção no momento de acionamento do freio. “O ideal é ouvir, no máximo, de três a quatro ‘cliques’”.

As duas falhas mais comuns são o afrouxamento e o estrangulamento do dispositivo. O primeiro implica na diminuição na capacidade de frenagem do carro parado. Já o segundo, dificulta a ativação e a desativação do freio por causa da pressão excessiva no cabo de aço.

Para manter o conjunto em perfeito funcionamento, recomenda-se a revisão de seus componentes a cada 15 mil km.

Para identificar se o freio de estacionamento do seu carro está funcionando corretamente, faça o seguinte teste: puxe o freio de mão e caso ele faça mais de quatro cliques, ele está desregulado. Leve até seu mecânico de confiança ou concessionária e peça a revisão dos componentes.

Fonte: Terra.com.br

quinta-feira, 4 de julho de 2013

-VEJA COMO EVITAR O DESGASTE EXCESSIVO DO SEU CARRO.

Evite o desgaste excessivo do carro

As grandes cidades estão com cada vez mais engarrafamentos em suas ruas, avenidas e, até mesmo, estradas próximas a metrópoles. A saúde da população cada vez piora mais: é o stress, a poluição... Nos feriados e férias, o caos. Nestas datas, é comum ver motoristas parados em acostamentos devido a panes, muitas vezes devido aos congestionamentos, que aumentam o desgaste de peças e engrenagens dos veículos, comprometem o funcionamento e, consequentemente, reduzem a vida útil dos carros.

Os números provam essa lógica. Dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) mostram que foram registrados 1,3 milhão de atendimentos a veículos que trafegaram em rodovias em 2011 por pane e falha mecânica e elétrica. Mas nem precisa ir muito longe: mesmo antes de qualquer pane, o uso excessivo de engrenagens como freio e embreagem, por exemplo, oferece risco ao motorista.

Claro que a manutenção preventiva é fundamental para evitar tais situações, segundo Julio Alvarez, proprietário da Arbopec Autopeças, localizada em Santos, litoral de São Paulo. “Mas algumas atitudes ao volante reduzem os efeitos negativos de um engarrafamento. Pequenos vícios do motorista quando o trânsito está parado contribuem para o desgaste das peças”.

Confira as dicas de Alvarez para preservar seu veículo.

Dicas para a manutenção do carro



Muitos motoristas não percebem, mas estão com o pé viciado no pedal da embreagem. Em trânsito muito lento, em que se alternam primeira e segunda marcha, os motoristas vão fazendo o carro se movimentar somente com a embreagem. Evite esse vício. Encurte o tempo do pé no pedal e deixe em ponto morto quando o carro estiver parado.

Freio

Pastilhas de freio são peças que, naturalmente, sofrem muita pressão em congestionamentos. São bastante requisitados no irritante “para-anda-para”. Nos engarrafamentos em estradas de serra, a situação é ainda pior. Além disso, pisar demais no freio exige mais da bateria. Quando estiver no trânsito parado da cidade, mantenha distância suficiente do carro da frente para não precisar usar o freio com tanta frequência e muito bruscamente. Já em serras, prefira o freio de mão nos momentos de parada.

Motor

Só desligue o motor se o trânsito estiver realmente parado e o veículo não for se deslocar por vários minutos. Ficar ligando e desligando o motor sobrecarrega a bateria. Isso sem dizer que esse comportamento gasta mais combustível. Após dar partida, mantenha o veículo ligado por pelo menos 15 minutos, tempo suficiente para que a carga total seja reposta. IMPORTANTE: se estiver em um túnel, é melhor desligar o carro, para evitar superaquecimento e concentração de monóxido de carbono, que faz mal à saúde.

Bateria

Cautela ao deixar ligados som ou lanternas, ou outros equipamentos nos momentos em que o motor estiver desligado. Som ligado por muito tempo descarrega a bateria.

Sistema de arrefecimento

Manter o sistema de arrefecimento, ou resfriamento, do motor em bom estado é condição essencial para fazer seu veículo sobreviver a sucessivos congestionamentos. É um sistema responsável por manter a temperatura do motor, evitando o superaquecimento quando o carro está parado, por exemplo. Cumprir essa recomendação exige consulta a profissionais especializados, oficinas e autopeças.

Revisão

Cheque sempre itens como as molas e amortecedores da suspensão, para uma melhor dirigibilidade; luzes de freio e de ré e faróis, cujo perfeito estado é obrigatório, sob pena de multa; palhetas de para-brisa, que ressecam com a exposição ao sol e prejudicam visibilidade nos dias de chuva em qualquer ocasião, seja no trânsito livre ou em congestionamentos; líquido do reservatório para limpar o para-brisa.

Fonte: Bem Paraná

quarta-feira, 3 de julho de 2013

-MOTOCICLISTAS PODEM SER OBRIGADOS A USAR COLETE COM AIRBAG.

Equipamentos de segurança para motociclistas
O projeto foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado

Motociclistas e passageiros de motocicletas no Brasil podem ser obrigados a usar colete ou jaqueta com airbag. Um substitutivo da senadora Ana Amélia (PP-RS) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 404/2012 com a previsão foi aprovado nesta quarta-feira (03) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. A proposta ainda deve passar por pelo menos outras duas comissões na Casa e, se aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.

O texto aprovado pela CAS estabelece que os motociclistas terão prazo de três anos para adaptação do colete com airbag. A proposta também altera a Lei dos Motoboys (Lei 12.009/2009) para obrigar o uso de dispositivos retrorreflexivos nas roupas. O vestuário de segurança deverá ser dado aos motociclistas profissionais pelas empresas ou pessoa que empregar ou contratar o condutor, quando o motociclista trabalhar como autônomo. A tramitação da matéria e os textos do projeto original e do substitutivo podem ser lidos na página do Senado.

Equipamentos de segurança para motociclistas


Além do colete airbag, também constam como itens obrigatórios capacete, botas, luvas e vestimenta que cubra todo o corpo. O texto também altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – Lei 9.503/1997 – para determinar que a não utilização desses equipamentos de segurança, tanto pelos motociclistas quanto pelos passageiros, seja considerada infração gravíssima.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) manteve no substitutivo a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação para os coletes e partes acessórias, mas retirou do texto final a exclusão do pagamento do PIS/Pasep e do Financiamento da Seguridade Social (Cofins), como queria o autor do projeto original, senador Humberto Costa (PT-PE).

Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 2 de julho de 2013

-CÂMARA APROVA INDICAÇÃO DE CONDUTOR NO DOCUMENTO DO VEÍCULO.

Documento poderá ter o nome do condutor

Proposta foi aprovada pela CCJ e seguirá para o Senado

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na terça-feira (25) proposta que prevê a inclusão de condutor principal no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). O texto (Projeto de Lei 6376/09) tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise no Senado.

Pelo texto, o proprietário poderá indicar o nome do principal condutor do veículo, que deverá aceitar a indicação e será o responsável pelo veículo, mesmo quando não estiver em trânsito. Assim que houver a aceitação formal do nomeado, deverá ser emitido novo documento.

De acordo com o autor, deputado José Mentor (PT-SP), o objetivo da proposta é assegurar tranquilidade aos donos dos veículos, uma vez que nem sempre conhecem as rotas percorridas pelo condutor nem as infrações eventualmente cometidas. “A alteração do certificado possibilitará a diminuição dos casos de dúvida em relação aos autores de danos físicos e materiais em conflitos de trânsito”, avalia.

O relator do projeto na CCJ, deputado Vicente Candido (PT-SP), fez apenas mudanças de redação. Segundo ele, as adaptações eram necessárias para adaptar o texto à boa técnica legislativa.

Leia a proposta na íntegra

Com informações da Agência Câmara

segunda-feira, 1 de julho de 2013

-APARTIR DE HOJE, MULTAS DE TRÂNSITO PODEM VIRAR ADVERTÊNCIA.

Entra em vigor hoje a resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que transforma em advertência as multas de trânsito de natureza leve ou média. A medida vale para os motoristas não reincidentes e deve ser pedida à autoridade que expediu a autuação (CET, DER ou Detran) a conversão da penalidade em advertência por escrito.

Essa prerrogativa foi dada no Código de Trânsito Brasileiro, em seu artigo 267, e recebeu regulamentação do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). A conversão deveria ter entrado em vigor ano passado, mas foi adiada para hoje.

Pela resolução, até a data do término do prazo para a apresentação da defesa da autuação, o proprietário do veículo ou o condutor infrator poderá solicitar à autoridade de trânsito a aplicação da penalidade de advertência por escrito. Nesse caso, não caberá recurso à Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) da decisão da autoridade quanto a aplicação ou não da penalidade de advertência por escrito.

A aplicação da penalidade de advertência por escrito não implicará em registro de pontuação no prontuário do infrator. Tanto a resolução do Denatran como o artigo 267 do CTB facultam à autoridade de trânsito a decisão de transformar ou não a multa em advertência.

Fonte: Diário SP